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DIVIS O TERRITORIAL DO TRABALHO E NOVA REGIONALIZA O  [cached]
Léa Goldenstein,Manoel Seabra
Revista do Departamento de Geografia , 1982, DOI: 10.7154/rdg.v0i1.292
Abstract: DIVIS O TERRITORIAL DO TRABALHO E NOVA REGIONALIZA O
Divis o do Trabalho Pedagógico e Aliena o  [cached]
Ad?o José Peixoto
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2009,
Abstract: Esta pesquisa procura discutir a quest o da divis o do trabalho e da aliena o no ambito do trabalho pedagógico. A preocupa o fundamental é mostrar como a fragmenta o do trabalho no ambito da escola, com o pretexto de alcan ar uma maior otimiza o, torna a atividade docente alienante, isto e, mecanica, rotineira, burocratizada e sem sentido. Além de tornar a atividade docente alienante, a parcelariza o do trabalho pedagógico cumpre um papel político, o de exercer um controle sobre os professores e, ao mesmo tempo, baratear o ensino destinado aos filhos dos trabalhadores.
Adeus à divis o sexual do trabalho?: desigualdade de gênero na cadeia produtiva da confec o  [cached]
Reginaldo Guiraldelli
Sociedade e Estado , 2012,
Abstract: A divis o sexual do trabalho, no marco da reestrutura o produtiva, que desencadeou processos de terceiriza o, informalidade e subcontrata es, é um assunto que ainda requer estudos e pesquisas com vistas a decifrar elementos presentes na esfera produtiva que refor am as desigualdades de gênero no mundo do trabalho. Por isso, este artigo objetiva apresentar alguns aspectos desse fen meno complexo, suscitando reflex es acerca de um suposto fim da divis o sexual do trabalho, diante de discursos disseminados que atestam para a igualdade entre homens e mulheres na esfera produtiva. Essa concep o é questionável considerando que ainda se sustentam determinadas ocupa es no mundo do trabalho como redutos femininos por excelência, como é o caso da indústria da confec o. The sexual division of labor, the march of productive restructuring, that triggered processes of outsourcing, informality and subcontracts, is an issue that still requires further studies and research with a view to decipher elements present a productive sphere that reinforces gender inequalities in the world of work. For this reason, this article aims to present some aspects of this complex phenomenon, inspiring reflections about a supposed end of the sexual division of labor, in the face of discourses disseminated that attest to the equality of men and women at the productive sphere. This conception is questionable considering that still maintain certain occupations in the world of work as bastions female par excellence, as is the case with the clothing industry.
Globaliza??o e divis?o sexual do trabalho
Hirata, Helena;
Cadernos Pagu , 2002, DOI: 10.1590/S0104-83332002000100006
Abstract: the discussion about the caracteristics and the limits of the notion of "globalization" will conduct us to the analysis of the deep transformations of the world(s) of work during the nineties. three issues interest us: first, the effects of globalization on the sexual division of labour; second, the new trends of female employment in the crisis; third, the french debate about the institutional and juridical alternatives related to the previous discussion about the "end of work" or the "centrality of work"; in conclusion, we will refer to the alternatives coming from the social mouvements against the employment crisis and the development of precariousness.
Novas configura??es da divis?o sexual do trabalho
Hirata, Helena;Kergoat, Danièle;
Cadernos de Pesquisa , 2007, DOI: 10.1590/S0100-15742007000300005
Abstract: the concept of the sexual division of labor has a long history. first of all, we will outline the origin of the concept in the french context, quoting some research studies that claim it. we will also suggest our own definition of the concept, which will help us analyze the present characteristics of the sexual division of labor. next, in a more precise way, we will bring the discussion back to the models that organize the relations between the domestic and professional spheres. we will point to the emergence of a new model, the so-called "delegation" model, in order to conclude with a critical analysis of "conciliation" of tasks.
"O arquivo total da humanidade": utopia enciclopédica e divis o do trabalho na etnologia francesa
L?Estoile Beno?t de
Horizontes Antropológicos , 2003,
Abstract: O presente artigo mostra como, na primeira metade do século XX, os esfor os dos fundadores da antropologia francesa visavam a organizar e racionalizar o sistema de divis o do trabalho do conhecimento pela separa o e coordena o entre cientistas acadêmicos e etnógrafos voluntários. Esse sistema contrasta com a imagem romantica e mais corriqueira do antropólogo isolado, e que corresponde ao caso britanico, no qual se deu um esfor o no sentido da inser o do cientista no campo e a "profissionaliza o" foi acompanhada da exclus o dos "amadores", relegados a um estado obsoleto da atividade de investiga o. O modelo de divis o do trabalho, dominante na Fran a, exigiu o recrutamento de "multid es de colaboradores" e favoreceu o estabelecimento de uma rede que articulava disciplinarmente os profissionais da antropologia e os auxiliares coloniais.
Gera??o de renda: enfoque nas mulheres pobres e divis?o sexual do trabalho
Carloto, Cássia Maria;Gomes, Anne Grace;
Servi?o Social & Sociedade , 2011, DOI: 10.1590/S0101-66282011000100008
Abstract: this paper presents a discussion of income-generating projects aimed at poor women. aims to reflect on what opportunities they offer, while public policy, financial autonomy and the breaking of patterns based on the traditional sexual division of labor rooted in the false dichotomy between public and private. it also brings a debate on poverty among women since the prospect of these projects is to increase earnings from the family focus on women.
Divis o sexual do trabalho: a separa o da produ o do espa o reprodutivo da família Sexual division of labor: separating production from the family's reproductive space
Ana Elizabeth Santos Alves
Trabalho, Educa??o e Saúde , 2013,
Abstract: Este ensaio tem como objetivo central analisar a divis o sexual do trabalho em torno da dissocia o do trabalho produtivo do espa o da reprodu o familiar, ocorrida no processo de instala o e desenvolvimento do capitalismo no Brasil, particularmente com base em reflex es sobre o contexto histórico de finais do século XIX até meados do século XX. Nossa inten o é descaracterizar análises acerca da ideologia naturalista que legitima princípios de separa o entre trabalhos de homens e trabalhos de mulheres. Para tanto, tratamos de explicar essa dissocia o a partir de transforma es na família como base produtiva, bem como da rela o entre produ o e reprodu o na unidade rural (tradicional). Procuramos também relatar como ocorreram algumas transforma es nas práticas de família tradicional, mediante a separa o entre as atividades produtivas e o dia a dia do lar, o que contribuiu para a gênese da sociedade urbanoindustrial, em face de uma consonancia entre as unidades tradicionais com as unidades modernas de produ o. This essay aims at examining the sexual division of labor around the dissociation of productive work from the family reproduction space that took place during the installation and development of capitalism in Brazil, particularly based on reflections on the historical context between the late nineteenth century and the mid-twentieth century. This shows our intent to decharacterize analyses of the naturalistic ideology that legitimizes the principles of separation of the work of men and that of women. Therefore, we try to explain this dissociation based on changes that have taken place in the family as a productive base, as well as the relationship between production and reproduction in the rural unit (traditional). We will try to report how some of the changes took place in traditional family practices, by separating productive activities from everyday life at home. This confirmed the genesis of the urbanindustrial society, in the face of consonance between traditional units and modern production units.
A integra o avícola catarinense: o trabalho precarizado oculto na contratualiza o  [cached]
Edivane de Jesus
Em Pauta : Teoria Social e Realidade Contemporanea , 2013,
Abstract: Este artigo é fruto de pesquisa que teve por objetivo analisar,dentro de uma perspectiva crítico-dialética, o sistema de integra o na produ o de aves no oeste catarinense, particularmente relativo ao processo de trabalho e a rela o contratual entre avicultores integradose a agroindústria Sadia. Aqui analisamos a rela o da produ o integrada de aves no oeste catarinense com a agricultura familiar, fazendo um paralelo com as análises marxianas acerca da rela o manufatura e trabalho a domicílio, buscando evidenciar que o trabalho familiar no sistema de integra o n o é apenas forma de extra o de mais mais -valia pelo capital, como também tende a atualizar formas agressivas e brutais de aumentar a produtividade do capital através de maior espolia o doprodutor, isto é, do trabalhador e sua família, sob a aparência de uma rela o contratual moderna, na qual vigora a figura jurídica da parceriade modo a ocultar a precariza o
Divis o do trabalho social e arranjos produtivos locais: reflexos econ micos de efeitos morais de redes interorganizacionais.
Gustavo Melo Silva,Jorge Alexandre Barbosa Neves
Revista de Administra??o Mackenzie , 2013,
Abstract: Este artigo utiliza um recorte teórico que evidencia fatos sociais, especificamente da divis o do trabalho social, que atuam diretamente na eficiência de organiza es, por meio da coes o e da solidariedade. Entretanto, essa leitura da realidade socioecon mica n o vem sendo utilizada em sua plenitude para a compreens o da imers o social de redes interorganizacionais territorializadas, ou seja, de arranjos produtivos locais. Pode-se perceber que uma das principais características competitivas, denominadas atuais dentro do discurso empresarial e até mesmo de políticas de desenvolvimento econ mico, é a necessidade de as empresas atuarem de forma conjunta e associada em determinados territórios, sejam estes distritos industriais, regi es, municípios ou cidades. Portanto, a aglomera o é uma possibilidade concreta para o desenvolvimento empresarial a partir de estruturas organizacionais baseadas na associa o, complementariedade, compartilhamento, troca e ajuda mútua, que têm como referência as redes, que também comp em a estrutura social de mercados e refor am a discuss o sociológica de que a competi o também gera a solidariedade. As a es econ micas individuais n o est o livres de press es estruturais e suscetíveis de ser interpretadas dentro da lógica puramente aditiva e mecanica da agrega o. As press es estruturais que pesam sobre a a o econ mica n o se reduzem às necessidades inscritas, em dado momento do tempo, nas disponibilidades econ micas imediatas ou na instabilidade das intera es. Os interesses econ micos de mercado est o, para a nova sociologia, econ mica imersos em redes pessoais e de grupos sociais. O mercado, portanto, n o se constitui de organiza es isoladas, como nos modelos de concorrência perfeita da ciência econ mica, mas de aglomerados organizacionais que formam uma estrutura social.
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