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Significados da maternidade e paternidade para adolescentes em processo de vulnerabilidade e desfilia o social  [PDF]
Daniela Tavares Gontijo,Marcelo Medeiros
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: A existência de adolescentes nas ruas dos grandes centros urbanos reflete as situa es de vulnerabilidade e desfilia o social que resultam do processo de marginaliza o social vivenciado por milh es de pessoas. Para este grupo, as ruas tornam-se o cenário da vida cotidiana onde a descoberta e exercício da sexualidade se concretizam. O objetivo deste estudo foi descrever e analisar os significados de maternidade e paternidade para adolescentes com experiência de vida nas ruas, que vivenciam o processo de vulnerabilidade/desfilia o. Pesquisa social estratégica de abordagem qualitativa, realizada em duas casas de abrigo temporário em uma capital da Regi o Centro Oeste em 2007. Participaram 13 adolescentes de 12 a 17 anos, com experiência de vida nas ruas. Na coleta dos dados foram utilizadas entrevistas semi-estruturadas e observa o participante. A análise foi conduzida por meio do Método de Interpreta o de Sentidos. Os resultados apontam a complexidade que envolve os processos de significa o dos fen menos em estudo. Os significados atribuídos à maternidade e paternidade pelos adolescentes s o permeados pelo processo de vulnerabilidade/desfilia o vivenciado cotidianamente, assim como pelas rela es de gênero tidas como hegem nicas em nossa sociedade. O estudo traz subsídios para elabora o de a es de promo o de saúde sexual e reprodutiva direcionados para esta popula o.
Estilo de vida e vulnerabilidade social dos adolescentes no Bairro de Felipe Camar o, Natal/RN, 2005  [cached]
Akemi Iwata Monteiro,Jovenal Dantas de Medeiros,Juliana Roque de Oliveira
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: Este estudo descreve o estilo de vida e vulnerabilidade dos adolescentes do bairro Felipe Camar o em Natal-RN, a fim de compreender seus comportamentos, conforme vulnerabilidades identificadas. Foram aplicados 145 questionários semi-estruturados entre os adolescentes de 12 a 18 anos, no período de janeiro, a abril de 2005. O estilo de vida descrito, conforme os dados colhidos, informa que 92,4% sabem da importancia de se alimentar bem, 86,9% têm sono preservado; 76,5% têm boa rela o com seus pais. Porém, 86,9% afirmaram n o haver área de lazer/divers o no bairro, enquanto os 31,0% n o responderam sobre higiene corporal; 41,4% consomem drogas lícitas (maioria álcool), enquanto 37,9%, as ilícitas (maioria cola); 51,7% dizem que n o conversam sobre sexo, enquanto 30,3% conversam com suas m es; 38,0% est o sexualmente ativos, iniciados entre 13 a 16 anos. Os comportamentos de alguns adolescentes estudados indicam um estilo de vida saudável, enquanto outros demonstram justamente o contrário, através de práticas como: pouca participa o no lazer, por falta de op o; consumo de drogas lícitas e ilícitas; a falta de diálogo com os pais sobre sexo; relacionamento sexual precoce, somados às condi es econ micas e sociais desfavorecidas que os exp em à ado o de um estilo de vida que implica em vulnerabilidade.
Modelo de cren as em saúde e vulnerabilidade ao HIV: percep es de adolescentes em Fortaleza-CE  [PDF]
Ana Carolina Lobo dos Santos,Fabiane do Amaral Gubert,Neiva Francenely Cunha Vieira,Patrícia Neyva da Costa Pinheiro
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: O advento da AIDS há mais de 25 anos no cenário epidemiológico mundial, traz consigo a discuss o acerca de comportamentos sexuais, cren as e valores. Dentre os modelos e teorias, que auxiliam na compreens o da exposi o ao risco para o HIV, destaca-se o Modelo de Cren as em Saúde. O modelo enfatiza que o comportamento em rela o a uma amea a à sua saúde, é dependente de quatro variáveis: percep o de susceptibilidade; de severidade; benefícios e barreiras percebidas. Objetivou-se identificar a percep o de vulnerabilidade de adolescentes do sexo masculino, acerca das DST/HIV. Estudo qualitativo teve como cenário uma escola pública em Fortaleza-CE. Os informantes foram 16 adolescentes com idade entre 14 e 18 anos. A coleta de informa es ocorreu em maio e junho de 2008, através de entrevista semi-estruturada, baseada nas variáveis propostas no modelo. Os adolescentes identificam mais benefícios do que barreiras no que concerne à preven o das DST. Em rela o aos benefícios percebidos, s o associados ao uso de preservativo e ainda a melhorias no diálogo entre parceiros sexuais. é mister que o Enfermeiro fomente medidas preventivas e de Educa o em Saúde junto aos adolescentes, que favore am a reflex o acerca da vulnerabilidade às DST/HIV e seu impacto na qualidade de vida.
índice de qualidade da dieta de adolescentes residentes no distrito do Butant?, município de S?o Paulo, Brasil
Godoy, Fernanda de Ciccio;Andrade, Samantha Caesar de;Morimoto, Juliana Masami;Carandina, Luana;Goldbaum, Moisés;Barros, Marilisa Berti de Azevedo;Cesar, Chester Luiz Galv?o;Fisberg, Regina Mara;
Revista de Nutri??o , 2006, DOI: 10.1590/S1415-52732006000600003
Abstract: objective: to evaluate the healthy eating index among adolescents living in the butant? district of the city of s?o paulo, brazil. methods: this was a cross-sectional population-based study using a sample of 437 adolescents of both genders, aged between 12 and 19 years. probabilistic cluster samples were obtained from the study area in two stages (census tracts and homes). dietary intake was measured by the 24-hour recall method and dietary quality was assessed by means of the healthy eating index, adapted to local realities. results: among the adolescents assessed, 4% presented a healthy diet, 68% a diet that needed some improvement and 28% an inadequate diet. the scoring for the healthy eating index components of grains, vegetables, pulses and food variety were high among men. greater schooling levels for heads of families presented an association with greater consumption of grains, vegetables, milk and dairy products, and greater food variety. there was an inverse relationship for pulses and sodium. conclusion: the majority of the adolescents studied did not follow the recognized dietary recommendations, which may compromise these individuals' future health.
Adolescentes com experiência de vida nas ruas: compreendendo os significados da Maternidade e Paternidade em um contexto de vulnerabilidade/desfilia o  [cached]
Daniela Tavares Gontijo
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: Crian as e adolescentes fazendo das ruas seu espa o de sobrevivência traz à tona o processo de vulnerabilidade social vivenciado por muitas famílias brasileiras marcadas pela situa o de miséria, abandono e violência. Nestes grupos Castel (2005) identifica um processo crescente de fragiliza o e ruptura dos la os que as inserem no trabalho e nas rela es sociais que lhes servem de suporte no cotidiano, podendo culminar na situa o de desfilia o, tornando os indivíduos supranumerários, uma vez que flutuam na estrutura social sem encontrar um lugar designado. Neste contexto, muitos adolescentes vivenciam a sexualidade e a possibilidade ou a experiência de ser tornarem pais ou m es, baseados nos valores individuais mas também relacionados às limita es e possibilidades subjacentes a estes processos. O objetivo deste estudo foi analisar os significados de maternidade e paternidade para adolescentes com experiência de vida nas ruas, relacionando-os ao processo de vulnerabilidade/desfilia o discutido por Castel. Pesquisa social estratégica realizada em duas institui es n o-governamentais que assistem adolescentes em situa o de rua no município de Goiania. Participaram deste estudo 13 adolescentes com idade entre 12 e 17 anos que viviam em situa o de rua há pelo menos 6 meses. Os dados, coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas e observa o participante, e analisados no Método de Interpreta o de Sentidos segundo os temas A Danada da Rua e Pai apóia, m e é 24hs. De uma forma geral, foi possível identificar como o processo de vulnerabilidade e desfilia o caracteriza e marca a trajetória de vida destes adolescentes. Além disso, que os processos de significa o da maternidade e paternidade s o impregnados tanto pelo contexto vivenciado, como também por valores relacionados às rela es de gênero consideradas tradicionais na sociedade contemporanea. Assim, foi possível identificar um maior potencial da maternidade como um fator que motiva a adolescente a buscar alternativas para além da vida nas ruas, revertendo a situa o de desfilia o social para a de vulnerabilidade, em contraposi o ao observado em rela o à paternidade para os jovens deeste estudo.
Homicídios entre adolescentes no Sul do Brasil: situa es de vulnerabilidade segundo seus familiares  [cached]
Sant'Anna Ana,Aerts Denise,Lopes Marta Júlia
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Os autores apresentam um estudo sobre homicídios de jovens, entre 10 e 19 anos, ocorridos no ano de 1997, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. A fonte de dados foi o Sistema de Informa o sobre Mortalidade, da Secretaria Municipal da Saúde. A partir do endere o registrado na Declara o de óbito, as famílias desses jovens foram visitadas e entrevistadas. Dos 68 casos selecionados, foi possível entrevistar 57 famílias, tendo ocorrido oito recusas e três endere os n o localizados. Os resultados mostraram que os jovens encontravam-se em situa o de vulnerabilidade social, indicada pelo alto abandono (78,9%) escolar e a baixa renda per capita e escolaridade dos pais. Apresentavam também situa es de vulnerabilidade relacionadas ao gênero, com predomínio de mortes entre o sexo masculino (91,2%), e ao comportamento, sendo que 40,4% consumiam bebidas alcoólicas, 45,6% drogas ilícitas e 58,6% apresentavam história de antecedentes criminais, passagem na Funda o Estadual do Bem-Estar do Menor ou polícia. O estudo aponta para a importancia de a es intersetoriais dirigidas ao jovem dentro de sua família, escola e comunidade, como uma resposta às vulnerabilidades programáticas, sociais e individuais as quais o jovem encontra-se exposto.
Diferen as entre adolescentes do sexo feminino e masculino na vulnerabilidade individual ao HIV Diferencias entre adolescentes de sexo femenino y masculino en la vulnerabilidad individual al VIH Differences between female and male adolescents regarding individual vulnerability to HIV
Renata Holanda Dutra dos Anjos,José Augusto de Souza Silva,Luciane Ferreira do Val,Laura Alarcon Rincon
Revista da Escola de Enfermagem da USP , 2012, DOI: 10.1590/s0080-62342012000400007
Abstract: O objetivo deste estudo foi analisar comparativamente a vulnerabilidade ao HIV/AIDS de homens e mulheres adolescentes, baseada em seus conhecimentos, valores e práticas. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo com abordagem quantitativa. Os estudantes responderam a um questionário do qual foram selecionadas quest es relevantes para análise. Totalizaram 207 adolescentes, sendo 43,5% do sexo masculino e 56,5% do feminino. A maior parte dos adolescentes declara já ter tido sua primeira rela o sexual até o momento do estudo. Observaram-se déficits de conhecimento sobre transmiss o do HIV e práticas sexuais seguras. Embora haja conhecimento declarado das técnicas de uso do preservativo, isso n o reflete em seu uso constante. Observaram-se valores ligados às representa es de gênero, mas percebe-se uma evolu o quanto à autonomia e poder de negocia o das meninas sobre o uso do preservativo. El estudio objetivó analizar en forma comparativa la vulnerabilidad al VIH/SIDA en hombres y mujeres adolescentes, en base a sus conocimientos, valores y prácticas. Estudio exploratorio, descriptivo, con abordaje cuantitativo. Los estudiantes respondieron a un cuestionario, del cual fueron seleccionadas preguntas relevantes para el análisis. Se evaluaron 207 adolescentes, 43,5% de sexo masculino y 56,5% de sexo femenino. La mayoría de los adolescentes declara haber tenido ya su primera relación sexual al momento del estudio. Se observó déficit de conocimientos sobre transmisión del VIH y prácticas sexuales seguras. A pesar de que exista conocimiento expreso sobre técnicas de uso del preservativo, eso no se refleja en su uso constante. Se observaron valores ligados a representaciones de género, per se percibe una evolución en cuanto a la autonomía y poder de negociación de las adolescentes sobre el uso del preservativo. The objective of this study was to comparatively analyze male and female adolescents' vulnerability to HIV/AIDS, based on their knowledge, values and practices. This is an exploratory-descriptive study, performed using a quantitative approach. The students answered a questionnaire from which relevant questions were selected for the analysis. The participants were 207 adolescents, 43.5% male and 56.5% female. Most adolescents report having initiated sexual activities. It was observed that the participants have knowledge deficits regarding HIV transmission and safe sexual practices. Although they report knowing about condom use as a method of protection against HIV, they do not always use them. It was observed that there are values connected to the rep
Discrimina o racial e vulnerabilidade às DST/Aids: um estudo com adolescentes negras Racial discrimination and vulnerability to STD/AIDS: a study of black teenage girls in Rio de Janeiro  [cached]
Stella R. Taquette,Zilah Vieira Meirelles
Physis: Revista de Saúde Coletiva , 2013,
Abstract: O estudo teve como objetivo verificar a discrimina o racial vivenciada por adolescentes negras moradoras em favelas da cidade do Rio de Janeiro e sua possível influência no processo de vulnerabiliza o ao HIV/Aids. Utilizou-se uma combina o de métodos, quantitativo e qualitativo. Este artigo se refere a um recorte da etapa qualitativa desenvolvida por meio de dez grupos focais com a participa o de 139 adolescentes. Seguiu-se um roteiro para o debate contendo dois grupos temáticos: sexualidade/DST/Aids/gênero e ra a/cor/discrimina o. Os relatos foram gravados e o material transcrito organizado conforme os temas tratados e analisados criticamente por equipe multidisciplinar. Os dados coletados foram classificados em categorias específicas articuladas aos pressupostos teóricos, a fim de responder às quest es formuladas, tendo por base os objetivos da pesquisa. Os resultados revelaram que as adolescentes negras sofrem discrimina o racial no seu cotidiano, que é manifestada nas express es de suas falas, referindo-se ao aspecto físico, ao caráter e à capacidade intelectual. Tais condutas discriminatórias dificultam o acesso aos servi os de saúde e induzem um atendimento de baixa qualidade. Concluiu-se que a discrimina o racial vivida por estas adolescentes negras, na cidade do Rio de Janeiro, influencia o desenvolvimento da autoestima e contribui para a constru o de uma identidade negativa que, aliada ao racismo e à pobreza, se configura num contexto de vulnerabilidade às DST/Aids. Sugere-se que estes dados sejam levados em considera o na elabora o de políticas públicas para que ofere am aten o diferenciada àqueles que est o inseridos de forma desigual na sociedade. This study aimed to verify the racial discrimination experienced by black teenage girls living in shantytowns in Rio de Janeiro city and its possible influence on their vulnerability to HIV/AIDS. We used a combination of quantitative and qualitative methods, based on data collected from focus groups composed of 139 teenage girls. Group discussions followed a script of subjects involving two thematic areas: sexuality/STDs/AIDS/gender and race/color/discrimination. The discussions were recorded and the transcribed texts were critically analyzed by a multidisciplinary team. The data collected were classified in specific categories associated with the theoretical assumptions, to respond to the research questions. The results reveal that the girls suffer racial discrimination in their daily lives, manifested in disparaging remarks and attitudes toward their way of speaking, physical appearanc
Rede de apoio, eventos estressores e mau ajustamento na vida de crian as e adolescentes em situa o de vulnerabilidade social [Social networks, stressful events and maladjustment in the lives of vulnerable children and adolescents]  [cached]
Normanda Araujo de Morais,Sílvia Koller,Marcela Raffaelli
Universitas Psychologica , 2012,
Abstract: O estudo comparou dois grupos de crian as e adolescentes (N = 98; 11–18 anos) em situa o de vulnerabilidade social (G1 em situa o de rua e G2 vivia com família) quanto às variáveis: rede de apoio, eventos estressores e mau ajustamento. Avaliou, ainda, o efeito de modera o das características (tamanho e proximidade) da rede de apoio dos participantes sobre a associa o entre eventos estressores e mau ajustamento. Os dados foram coletados com o método de inser o ecológica em institui es e com o uso de instrumentos padronizados. Houve diferen a de composi o nas redes de apoio dos grupos: G1 possui mais contatos e maior fator de proximidade no campo de amigos/vizinhos/parentes que G2; maior média de eventos estressores e o pior indicador de ajustamento. Proximidade familiar moderou o ajustamento de quem vivencia alto nível de eventos estressores. Programas sociais que visem ao atendimento de famílias em situa o de vulnerabilidade social devem ser priorizados.
Interseccionalidade de gênero, classe e ra?a e vulnerabilidade de adolescentes negras às DST/aids
Taquette, Stella R.;
Saúde e Sociedade , 2010, DOI: 10.1590/S0104-12902010000600006
Abstract: objective: to verify the vulnerability to hiv/aids of female adolescents that live in poor communities of the city of rio de janeiro. methods: it was carried out with quantitative and qualitative analyses. the quantitative phase was a cross-sectional study, through interviews of 816 adolescents and clinical/laboratory tests in ten different slums, and the qualitative phase was done on one focus group about sexuality of gender and race in each community. results: 74% of the adolescents were black, 39% had sexual activity and 24.4% of those had std. a statistical significant association occurred between the black color/race and sexual activity. in the qualitative stage, it became evident that racial discrimination occurs every day and contribute to a negative self-concept. this, in addition to poverty, violence based in gender and bad access to health services, creates a vulnerability context to std/aids. conclusion: this study suggests policies that offer more gynecologic services to this public, with actions that favor the use of feminine condom and contribute to the reduction of social, gender, and race inequality.
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