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Composi o florística de uma floresta estacional semidecidual montana no município de Vi osa-MG  [cached]
Meira-Neto Jo?o Augusto Alves,Martins Fernando Roberto
Revista árvore , 2002,
Abstract: O objetivo do presente estudo foi investigar a composi o florística arbórea da Mata da Silvicultura (20o45'S e 42o55'W), município de Vi osa, Zona da Mata de Minas Gerais, com o intuito de avaliar sua similaridade com outras florestas. Para compara o florística foi utilizada a análise de agrupamentos pelo método de médias aritméticas n o-ponderadas (UPGMA), a partir dos índices binários de similaridade de S rensen entre as florestas comparadas. Foram relacionadas 154 espécies de 47 famílias botanicas para a Mata da Silvicultura. Esta mata mostrou-se mais similar às florestas semideciduais de altitude de Lavras (MG) e de Atibaia (SP) e menos similar às florestas submontanas e litoraneas. Estes resultados evidenciam uma importante influência das temperaturas na determina o do tipo florístico das florestas do Sudeste e Sul brasileiros.
ANáLISE DA ESTRUTURA VERTICAL DE FLORESTAS ATRAVéS DO DIAGRAMA h-M
Carlos Roberto Sanquetta
Ciência Florestal , 2013,
Abstract: Um método quantitativo de avalia o da estrutura vertical de florestas é desenvolvido. O método denominado diagrama h-M serve para o reconhecimento de estratos no povoamento como um todo e para popula es específicas. Dados de uma floresta de fir-hemlock do Jap o s o usados para exemplifica o da aplica o do método. Três estratos foram reconhecidos para o povoamento, o estrato I para árvores emergentes superiores a 30 m de altura, o II para árvores de 5-30 de altura e o II para varas da regenera o menores que 5 m de altura. Quatro tipos de estratifica o de popula es foram identificadas: a - espécies dominantes, com ampla estratifica o; b - espécies pioneiras com apenas um estrato; c - espécies n o pioneiras (intermediarias) com dois estratos; d - espécies de sub-bosque com três estratos. As características de estratifica o das diferentes popula es foram relacionadas com seu comportamento ecológico. Conclui-se que o diagrama h-M é uma ferramenta útil para a compreens o da estrutura de florestas.
Dispers o de pólen em soja transgênica na regi o do Cerrado
Abud Sérgio,Souza Plínio Itamar Mello de,Moreira Claudete Teixeira,Andrade Solange Rocha Monteiro
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a dispers o de pólen transgênico em soja. Plantas transgênicas de soja contendo os genes ahas, para tolerancia ao herbicida imazapyr, e uidA (GUS), foram cultivadas com plantas n o-transgênicas. A dispers o do pólen transgênico foi avaliada pela presen a de ambos os genes dominantes na progênie de plantas n o-transgênicas. A maior freqüência de dissemina o de pólen transgênico foi observada na primeira linha, distante 0,5 m da parcela central (0,44% a 0,45%). Esta freqüência foi reduzida drasticamente na linha 2 (0,04% a 0,14%), atingindo 0 na linha 13, a 6,5 m da parcela central.
Dispers o de diásporos e ecologia morfofuncional de plantulas de espécies de um fragmento de Floresta Atlantica em Dois Irm os, Recife–PE. Propagule dispersion and morphofunctional seedling ecology of species in an Atlantic Forest fragment in Dois Irm os, Recife–PE  [PDF]
Diogenes José Gusm?o COUTINHO
Revista do Instituto Florestal , 2012,
Abstract: Trabalhos sobre dispers o de frutos e sementes e aspectos morfofuncionais de plantulas podem fornecer informa es essenciais no esclarecimento de quest es ligadas à sucess o ecológica, além de contribuir nos trabalhos de inventário, conserva o e regenera o de ecossistemas naturais, uma vez que contribuem para a compreens o das fun es das estruturas morfológicas nos processos de desenvolvimento e estabelecimento das plantas. Diante do exposto, a presente investiga o objetivou levantar as síndromes de dispers o e a morfofuncionalidade de plantulas de espécies de fanerógamos de um fragmento de Floresta Atlantica em Dois Irm os, Recife–PE. O levantamento das espécies e coleta de material fértil foi feito pelo método do caminhamento, entre o período de janeiro de 2008 e agosto de 2011. As espécies foram demarcadas com fitas e acompanhadas quanto à produ o de frutos e sementes para determina o da síndrome de dispers o e posterior germina o, visando à obten o das plantulas. Também foram feitas observa es de campo para identifica o das sementes germinadas e plantulas encontradas na serrapilheira. A caracteriza o da síndrome de dispers o e morfofuncionalidade de plantulas foram feitas através de observa es em campo e literatura. Foram levantadas 85 espécies, distribuídas em 19 famílias e 60 gêneros. Quanto ao hábito, 63,85% das espécies s o árvores, 16,86% s o arbustos, 14,45% s o trepadeiras e 7,22% s o ervas. A síndrome de dispers o mais frequente foi a zoocoria (66,66%), seguida da autocoria (18,84%) e anemocoria (13,05%). O padr o de morfofuncionalidade de plantulas predominantes foi o fanerocotiledonar-epígeo com cotilédones do tipo foliáceo, semelhante ao padr o descrito na literatura para as florestas tropicais úmidas n o inundáveis. Papers on fruit and seed dispersal and seedling morphofunctional aspects can provide essential information to clarify issues related to ecological succession, besides contributing in the work of inventory, conservation and regeneration of natural ecosystems, since they contribute to understanding the functions of the structures morphological development processes and plant establishment. The present investigation aimed to raise the dispersal syndromes and morphofunctional seedling species phanerogams a fragment of Atlantic Forest in Dois Irm os, Recife–PE. The survey of species and fertile material collection was done by the method of traversal, between January 2008 and August 2011. The species were marked with ribbons and monitored for the production of fruits and seeds to determine the dispersion syndrome and su
O estado do Rio de Janeiro como limite sul e norte de distribui o de algumas espécies de aves The state of Rio de Janeiro as the southern and northern boundary of the distribution of some bird species  [cached]
Francisco Mallet-Rodrigues
Iheringia. Série Zoologia , 2012,
Abstract: A regi o onde se localiza o estado do Rio de Janeiro pode ser considerada biogeograficamente importante por abrigar os limites geográficos extremos da Serra do Mar e das florestas dos tabuleiros (ou de baixada), forma es bastante significativas para a distribui o de diversas espécies de aves. Nesse estudo, através de extensa consulta bibliográfica, foram encontradas 59 espécies de aves com seu limite sul (40 espécies) ou norte (19 espécies) de distribui o geográfica localizado no estado do Rio de Janeiro. As espécies com limite sul de distribui o no estado têm registros em quase todo o território fluminense, exceto na regi o do alto vale do rio Paraíba do Sul e na por o mais ocidental da costa fluminense. S o espécies predominantemente associadas às florestas de baixada e submontanas e mais da metade está incluída na lista de espécies amea adas de extin o do estado. As espécies com limite norte de distribui o no Rio de Janeiro podem ser classificadas em dois grupos básicos quanto ao seu padr o de distribui o em território fluminense. O primeiro grupo é composto por espécies de ambientes florestais montanos e endêmicas da Mata Atlantica, enquanto o segundo grupo é constituído por visitantes ocasionais associados a ambientes aquáticos. A baixa representatividade de espécies amea adas entre aquelas com limite norte de distribui o no Rio de Janeiro pode ser explicada pela elevada propor o, entre suas espécies florestais, de representantes de matas serranas, melhor preservadas que as matas de baixada. The state of Rio de Janeiro is located in a region that can be considered biogeographically important for harboring extreme geographical limits of the Serra do Mar and lowland forests, which are very significant for the distribution of several bird species. In this study, through extensive bibliographic search, 59 bird species were found with their southern (40 species) or northern (19 species) limit of distribution located in the state of Rio de Janeiro. Birds with the southern limit of distribution in Rio de Janeiro have been recorded in almost the entire state, except in the upper valley of the Paraíba do Sul river and the western portion of the coastal zone of the state. This birds species are predominantly associated with lowland and submontane forests and more than half is included in the list of species threatened with extinction in the state. Birds with the northern limit of distribution in the state of Rio de Janeiro can be classified into two basic groups according to their distribution pattern in the region. The first group consists of ende
Verifica o da dispers o de respingos durante o trabalho do cirurgi o-dentista  [cached]
Discacciati José Augusto César,Sander Herbert Haueisen,Castilho Lia Silva de,Resende Vera Lúcia Silva
Revista Panamericana de Salud Pública , 1998,
Abstract: Todas as pessoas envolvidas em um atendimento odontológico est o sujeitas à contamina o por bactérias, vírus e fungos que podem causar diversas enfermidades, dentre as quais se destacam a hepatite, a tuberculose, o herpes e a AIDS. Sabe-se que, durante um atendimento, há possibilidade de ocorrer dispers o de respingos e aerossóis contendo microrganismos patogênicos. No entanto, algumas clínicas odontológicas s o projetadas com vários consultórios no mesmo ambiente, sem divisórias entre eles. O objetivo deste trabalho foi verificar qual o alcance dos respingos provenientes da utiliza o de seringa tríplice e turbina de alta rota o em cinco atendimentos clínicos simulados em uma clínica de atendimento coletivo, considerando que estes respingos podem conter saliva e sangue do paciente. Para isso, anilina de diferentes cores (rosa, azul, amarela, verde e marrom) foi adicionada à água do reservatório de cada um dos cinco equipamentos. Todo o ambiente físico, assim como a roupa do operador e do paciente, foram cobertos com papel crepom branco. Constatou-se grande concentra o de respingos sobre as cadeiras, sobre o operador, sobre o piso, cadeiras vizinhas e bandejas clínicas das unidades vizinhas. A distancia máxima atingida pelos respingos foi de 1,82 m, medindo-se a partir do ponto correspondente à boca do paciente. Durante um atendimento real, coletivo e simultaneo nesta clínica, as cadeiras vizinhas e seus respectivos pacientes e operadores, bem como as bandejas clínicas contendo instrumental esterilizado situam-se dentro da área de abrangência dos respingos. Portanto, existe uma possibilidade real de ocorrer contamina o cruzada, havendo necessidade de coloca o de barreiras físicas entre os equipamentos. O estudo evidenciou também a necessidade de prote o de toda a face, o corpo, o cabelo e os bra os do operador, uma vez que estas foram regi es muito atingidas pelos respingos.
CARACTERIZA O ESPA OTEMPORAL DE DUAS FLORESTAS ESTACIONAIS DO OESTE BAIANO, BARREIRAS-BA - DOI 10.5216/bgg.v32i1.18961  [cached]
Daiany Caroline Joner,Luci Ferreira Ribeiro,Pablo Santana Santos
Boletim Goiano de Geografia , 2012,
Abstract: Em estudos com fitofisionomias do Bioma Cerrado, as florestas estacionais estiveram entre as forma es com maior carência de estudo. Apesar do aumento expressivo de pesquisas nos últimos anos, elas se concentram em estados do sul e sudeste brasileiro, já em boa parte do Cerrado nordestino, ainda há muitas lacunas no conhecimento dos processos ecológicos que as envolvem. Este artigo tem como objetivo suprir parte dessa deficiência ao descrever a estrutura espacial e a dinamica da cobertura vegetal de duas florestas estacionais. Ao longo da paisagem regional, essas fitofisionomias, em que est o restritas a eixos de drenagem próximos às vertentes dos chapad es dominantes na regi o. Para a avalia o espa o-estrutural das duas fitofisionomias, foram elaborados diagramas de perfis de vegeta o e análise florística, já a dinamica temporal foi observada através do cálculo do índice de área Foliar (LAI) das esta es chuvosa e seca usando como referência imagens de satélite. Averiguou-se que as florestas estudadas possuem características estruturais e florísticas diferenciadas, as quais têm papel fundamental na dinamica temporal percebida pelo LAI, cujos índices s o semelhantes na esta o chuvosa, distinguindo-se significativamente na esta o seca. Este estudo demonstra a importancia dessas metodologias na defini o de unidades da paisagem.
Comportamento reológico de dispers es de argilas bentoníticas: efeitos do tipo de ferramenta, velocidade e tempo de agita o  [cached]
Amorim L. V.,Gomes C. M.,Silva F. L. H.,Ferreira H. C.
Ceramica , 2002,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo estudar a influência do tipo de ferramenta, da velocidade e do tempo de agita o nas propriedades reológicas de dispers es de quatro amostras de argilas bentoníticas sódicas industrializadas no Estado da Paraíba, Brasil. Foi realizado um planejamento fatorial do tipo 23 para avaliar os fatores de entrada (tipo de ferramenta, velocidade e tempo de agita o) sobre as viscosidades aparente e plástica e o volume de filtrado. As dispers es foram preparadas na concentra o de 4,86% em massa de argila (24,3 g de argila em 500 mL de água deionizada) utilizando ferramentas do tipo palheta corrugada e em forma de borboleta, duas velocidades (10.000 rpm e 17.000 rpm) e dois tempos de agita o (10 e 20 min). As viscosidades aparente e plástica foram determinadas em viscosímetro Fann 35A, e o volume de filtrado, em filtro prensa Fann. Através da regress o dos dados experimentais, verificou-se que as variáveis de entrada n o apresentam influências estatisticamente significativas nas propriedades reológicas das dispers es estudadas, bem como, que dentre as quatro argilas estudadas apenas uma apresenta comportamento reológico de acordo com as normas vigentes para uso como agente tixotrópico para fluidos de perfura o à base de água doce.
Fenologia de espécies arbóreas em floresta de planície litoranea do sudeste do Brasil  [cached]
TALORA DANIELA CUSTóDIO,MORELLATO PATRíCIA C.
Brazilian Journal of Botany , 2000,
Abstract: O presente estudo visou determinar os padr es fenológicos reprodutivos e vegetativos para espécies arbóreas da floresta superúmida de planície litoranea e relacionar os padr es observados com os fatores próximos (abióticos) e os evolutivos (bióticos). O estudo foi realizado no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Picinguaba, Ubatuba, SP (23°22'30"S; 44°46'-44°51'45"W). O clima da regi o é tropical chuvoso, com precipita o alta e bem distribuída ao longo do ano todo. Observa es fenológicas foram realizadas mensalmente, de julho de 1993 a junho de 1994 em 290 indivíduos pertencentes a 46 espécies arbóreas. A fenofase queda de folhas n o foi sazonal (teste Rayleigh n o significativo), enquanto as demais fenofases foram pouco sazonais (teste Rayleigh significativo, mas com valores baixos de r). A flora o e o brotamento foram mais intensos nos meses mais úmidos, de novembro a fevereiro, enquanto a frutifica o ocorreu ao longo do ano todo. Cerca de 90% das espécies n o s o decíduas, com predomínio da dispers o por animais (87%). A floresta de planície mostrou padr es fenológicos pouco sazonais, bastante distintos dos observados para as florestas semidecíduas do interior do estado de S o Paulo.
Síndromes de dispers o de espécies arbustivo-arbóreas em cerrado sensu stricto do Brasil Central e savanas amaz nicas
VIEIRA DANIEL L.M.,AQUINO FABIANA G.,BRITO MáRCIA A.,FERNANDES-BULH?O CLARISSA
Brazilian Journal of Botany , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi identificar as propor es das síndromes de dispers o de sementes em áreas de cerrado sensu stricto do Brasil Central, comparando-as com as de áreas isoladas de savanas amaz nicas. Foram utilizadas listas de espécies de nove áreas de cerrado e cinco áreas de savanas amaz nicas. Determinou-se a similaridade florística entre as áreas. As síndromes de dispers o de espécies ocorrentes nestas áreas foram determinadas a partir de dados da literatura. Utilizou-se o teste Qui-quadrado (chi2) a fim de detectar possíveis diferen as nas propor es de zoocoria e anemocoria entre as áreas de cerrado e entre as áreas de savanas amaz nicas. As médias entre as duas regi es foram comparadas pelo teste t. N o foram encontradas diferen as significativas para as duas análises (p > 0,05). A média das propor es de zoocoria para o cerrado sensu stricto foi de 56,7% ± 5,4 DP e para as savanas amaz nicas 55,6% ± 11,7 DP, e a média das propor es de anemocoria no cerrado sensu stricto foi de 39,7% ± 6,2 DP e para as savanas amaz nicas 44,4% ± 11,7 DP. No cerrado sensu stricto, a autocoria variou de 1,4 a 5%, porém n o se verificou a presen a de espécies autocóricas nas savanas amaz nicas. A autocoria é uma estratégia de dispers o raramente encontrada no cerrado e sua ausência nas áreas de savanas amaz nicas pode estar relacionada à sua baixa eficiência em colonizar áreas isoladas.
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