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Isolamento de Rickettsia em cultura de células vero
Melles Heloisa Helena Barbosa,Colombo Silvia,Lemos Elba Regina Sampaio de
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1999,
Abstract: Embora o diagnóstico da febre maculosa baseie-se em sinais e sintomas característicos, o mesmo requer confirma o laboratorial, pois existem alguns diagnósticos diferenciais possíveis como meningococcemia, leptospirose, infec o por enterovírus e febre tifóide. A confirma o laboratorial pode ser feita através da pesquisa de anticorpos específicos, possível somente alguns dias após o aparecimento da doen a, através do isolamento do agente em amostras de sangue e/ou biópsia de pele, e ainda, de amostras de carrapatos coletados do paciente ou de animais reservatório. O isolamento a partir de sangue ou biópsia de pele resulta em diagnóstico precoce da doen a, pois na fase de rickettsemia ainda n o há anticorpos detectáveis no sangue. Assim, com o objetivo de facilitar o diagnóstico precoce da febre maculosa, estabelecemos um método de isolamento de rickettsia em cultura de células vero. Para a padroniza o foi inoculada amostra padr o de Rickettsia rickettsii, cepa Sheyla Smith, cedida pelo CDC. A identifica o foi feita através da rea o de imunofluorescência indireta. A presen a de microrganismos verdes fluorescentes visualizados no interior do citoplasma das células caracterizou o crescimento do agente. Posteriormente, a metodologia foi confirmada pelo isolamento do agente da febre maculosa em amostras de biópsia de pele de paciente proveniente de área endêmica no Estado de S o Paulo, bem como, de amostras de carrapato do gênero Amblyomma, considerado o reservatório e transmissor da doen a no Brasil.
Caracteriza o de Rickettsia spp. circulante em foco silencioso de febre maculosa brasileira no Município de Caratinga, Minas Gerais, Brasil  [cached]
Cardoso Luciane Daniele,Freitas Renata Nascimento,Mafra Cláudio Lísias,Neves Cristiane Vilas Boas
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi caracterizar Rickettsia spp. circulante em artrópodes vetores no Município de Caratinga, Minas Gerais, Brasil, por meio da PCR, e investigar a presen a de anticorpos para riquétsias do grupo da febre maculosa em c es e eqüinos. 2.610 ectoparasitos foram coletados e identificados taxonomicamente. Amostras de DNA obtidas desses vetores foram submetidas à PCR e seqüenciamento. Em pulgas do gênero Ctenocephalides e em carrapatos Amblyomma cajennense foram identificadas seqüências com 100% de homologia com R. felis. Em carrapatos Rhipicephalus sanguineus uma seqüência apresentou 99% de homologia com R. felis e uma seqüência obtida de A. cajennense apresentou 97% de homologia com R. honei e R. rickettsii. Soros de c es (73) e de eqüinos (18) foram submetidos à imunofluorescência indireta (RIFI) usando-se antígeno de R. rickettsii. Apenas três dos soros de eqüinos (17%) mostraram-se positivos. A detec o molecular de riquetsias potencialmente patogênicas ao homem em vetores e a presen a de sororeatividade para riquetsias do grupo da febre maculosa em eqüinos, demonstram o risco de transmiss o de riquetsioses nessa área e a necessidade de se manter um sistema contínuo de vigilancia epidemiológica.
Caracteriza??o de Rickettsia spp. circulante em foco silencioso de febre maculosa brasileira no Município de Caratinga, Minas Gerais, Brasil
Cardoso, Luciane Daniele;Freitas, Renata Nascimento;Mafra, Cláudio Lísias;Neves, Cristiane Vilas Boas;Figueira, Fátima Cristina Bacellar;Labruna, Marcelo Bahia;Gennari, Solange M.;Walker, David Hughes;Galv?o, Márcio Ant?nio Moreira;
Cadernos de Saúde Pública , 2006, DOI: 10.1590/S0102-311X2006000300004
Abstract: the present study was intended to characterize rickettsia spp. circulating in arthropod vectors in caratinga, minas gerais, brazil, by pcr and to investigate the presence of antibodies against the spotted fever rickettsiae group (sfrg) in dogs and horses. 2,610 arthropods were collected and taxonomically identified. dna samples obtained from these vectors were submitted to pcr and cycle-sequenced. ctenocephalides and amblyomma cajennense showed sequences presenting 100.0% homology with r. felis. a sequence obtained from rhipicephalus sanguineus showed 99.0% homology with r. felis, and a sequence from a. cajennense showed 97.0% homology with r. honei and r. rickettsii. canine (73) and equine (18) serum samples were tested by indirect fluorescent antibody (ifa) using r. rickettsii antigen. only three of the equine sera tested (17.0%) had positive antibody titers. molecular detection of rickettsiae species potentially pathogenic to humans in arthropod vectors and the presence of seroreactivity to sfrg in horses show the risk of transmission of rickettsiosis in this area and the need to maintain continuous epidemiological surveillance for rickettsial diseases.
Brazilian spotted fever in dogs/ Febre maculosa brasileira em c es  [cached]
Fernanda Silva Fortes,Leonardo Hermes Dutra,Alexander Welker Biondo,Marcelo Beltr?o Molento
Semina : Ciências Agrárias , 2011,
Abstract: Brazilian spotted fever (BSF) is caused by bacteria Rickettsia rickettsii, highly pathogenic for humans and dogs, and has the Amblyomma cajennense tick as its main vector. Dogs maybe have a significantly participation on the BSF epidemiology, particularly in urban areas, due to the close contact with human beings. Several serologic studies in dogs from different Brazilian regions have indicated a previous contact of these animals with the R. rickettsii, and they are even considered as sentinels for the bacteria distribution. Although dogs are susceptible to R. rickettsii infection, the clinical disease in dogs has been very recently described in Brazil. Common signs of infection may include fever, depression, anorexia, ocular lesions, hemorrhagic petechiaes, anemia and thrombocytopenia, which also may appear in other diseases, such as the canine monocytic ehrlichiosis, considered the most common disease in dogs transmitted by ticks in Brazil. Thus, BSF clinical diagnosis in dogs may be confused by other diseases, causing its sub-notification. The aim of the present review article on BSF in dogs was to describe epidemiologic, clinical and diagnosis aspects, including also the main alternatives for its treatment and control. A febre maculosa brasileira (FMB) é causada pela bactéria Rickettsia rickettsii, cuja patogenicidade é conhecida para seres humanos e c es, e o carrapato Amblyomma cajennense é tido como seu principal vetor. Os c es podem ter um papel significativo na epidemiologia da FMB devido ao próximo contato com seres humanos. Vários estudos sorológicos em c es em diferentes estados brasileiros indicaram um contato prévio destes animais com a R. rickettsii, sendo inclusive considerados sentinelas para a circula o da bactéria. Apesar de serem susceptíveis à infec o por R. rickettsii, a doen a clínica em c es foi relatada apenas recentemente no Brasil, onde observaram-se sinais comuns da infec o, como febre, anorexia, letargia, anemia e trombocitopenia, os quais também podem ser encontrados em outras enfermidades, como a erliquiose monocítica canina, considerada a mais comum das doen as transmitidas por carrapatos em c es no país. Deste modo, o diagnóstico clínico de FMB em c es pode ser confundido com o de outras enfermidades, causando sua subnotifica o. Além disso, a observa o de sinais oculares em um c o infectado experimentalmente com cepa brasileira de R. rickettsii e sinais neurológicos em outro diagnosticado com FMB sugere que a doen a seja semelhante à que ocorre nos Estados Unidos, onde tem sido predominantemente relatada. O objetivo
Brazilian spotted fever in cart horses in a non-endemic area in Southern Brazil Febre maculosa brasileira em cavalo de carroceiro em área n o-endêmica no Sul do Brasil
Marta Cristina Diniz de Oliveira Freitas,Marcelly Grycajuk,Marcelo Beltr?o Molento,José Bonacin
Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária , 2010, DOI: 10.1590/s1984-29612010000200013
Abstract: Brazilian Spotted Fever (BSF) is an often fatal zoonosis caused by the obligate intracellular bacterium Rickettsia rickettsii. The disease is generally transmitted to humans by Amblyomma spp. ticks. Serological evidence of past infection by R. rickettsii has been reported in horses, but the pathogenicity of R. rickettsii in horses remains unknown. Cart horses are still widely used in urban and urban fringe areas in Brazil, and these animals may constitute suitable sentinels for BSF human in these areas, for example, in Sao Jose dos Pinhais, where the first BSF human case in the state of Parana was diagnosed. Serum samples were randomly obtained from 75 cart horses between April 2005 and June 2006 and were tested by means of the indirect immunofluorescence assay (IFA) for antibodies against rickettsia of the spotted fever group. A total of 9.33% of the animals were considered positive, with titers ranging from 64 to 1,024. These results indicate the presence of the agent in such areas, although at low rates. A febre maculosa brasileira (FMB) é uma zoonose, muitas vezes fatal, causada pela bactéria intracelular obrigatória Rickettsia rickettsii. A doen a é transmitida para humanos pelo carrapato Amblyomma spp. Sorologia positiva por R. rickettsii foi relatada em cavalos, entretanto a patogenia de R. rickettsii em cavalos é desconhecida. Cavalos de carroceiros ainda s o largamente utilizados em áreas urbanas e peri-urbanas no Brasil e estes animais podem representar sentinelas ideais para FMB nestas áreas, como exemplo, S o José dos Pinhais, onde o primeiro caso humano de FMB foi descrita no Paraná. Amostras de soro foram obtidas aleatoriamente de 75 cavalos de carroceiros entre abril de 2005 e junho de 2006 e testados pela rea o de imunofluorescência indireta (RIFI) com anticorpos contra riquétsias do grupo da febre maculosa. Um total de 9,33% dos animais foi considerado positivo, com títulos entre 64 e 1.024. Estes resultados indicam a presen a do agente na área de estudo, embora em nível reduzido.
Febre maculosa no município de Pedreira, SP, Brasil. Inquérito sorológico
Del Guercio Vania Martins Fontes,Rocha Marilú Mendes M.,Melles Heloísa H.B.,Lima Virgília C.L. de
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1997,
Abstract: Casos de febre maculosa brasileira vêm ocorrendo desde 1985 no município de Pedreira. Com o objetivo de avaliar a prevalência da febre maculosa brasileira nessa área endêmica, foram coletadas amostras únicas de soro de 473 pessoas sadias, moradores e funcionários de uma indústria de lou as. As amostras obtidas foram testadas através da rea o de imunofluorescência indireta (IFA), para determina o do título de anticorpos para ricketttsia do grupo da febre maculosa brasileira. Vinte e cinco (5,3%) foram considerados positivos (título superscript three1:64) e trinta e um (6,5%) apresentaram título igual a 1:32 ("borderline"). Os resultados evidenciam uma taxa de soropositividade semelhante a outras áreas reconhecidamente endêmicas do país.
Situa o da febre maculosa na Regi o Administrativa de Campinas, S o Paulo, Brasil  [cached]
Lima Virgília Luna Castor de,Souza Savina Silvana Lacerra de,Souza Celso Eduardo de,Vilela Maria Filomena Gouveia
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: A febre maculosa brasileira foi detectada pela primeira vez no Estado de S o Paulo em 1929. No entanto, n o há registro sistemático de casos neste Estado. Em 1985 ocorreram três casos desta doen a no Município de Pedreira, situado na regi o de Campinas, que fica no nordeste do Estado de S o Paulo, Brasil, correspondendo à 5a Regi o Administrativa, e compreendendo 88 municípios. Alguns estudos foram realizados no Município de Pedreira, mas a falta de registro de casos foi um obstáculo encontrado. Com a finalidade de recuperar o histórico da doen a, resolveu-se pesquisar e registrar as ocorrências de febre maculosa na regi o no período de 1985 a 2000 e analisar o seu comportamento. Foram recuperados todos os registros da doen a nos diversos servi os de saúde pública. Observou-se uma amplia o da área de transmiss o e a ocorrência de um aumento dos casos suspeitos a partir de 1996, ano em que a doen a foi determinada como de notifica o compulsória na regi o. Esta doen a foi causa de óbito na maioria dos anos do período de estudo. Conclui-se que a febre maculosa está em ascens o na regi o e estudos bioecológicos complementares est o sendo desenvolvidos para melhor compreens o da epidemiologia dessa doen a, que é mundialmente reconhecida como um problema emergente de saúde pública.
Dinamica sazonal de carrapatos (Acari: Ixodidae) na mata ciliar de uma área endêmica para febre maculosa na regi o de Campinas, S o Paulo, Brasil  [cached]
Souza Savina Silvana Aparecida Lacerra de,Souza Celso Eduardo de,Rodrigues Neto Elias José,Prado Angelo Pires do
Ciência Rural , 2006,
Abstract: A febre maculosa é mundialmente reconhecida como um problema reemergente de saúde pública. Na regi o de Campinas-SP, observam-se uma amplia o da área de transmiss o do agente da doen a e a ocorrência de um maior número de casos confirmados nos últimos anos. Nesta regi o, a maioria dos casos desta doen a está quase sempre relacionada com o aumento populacional de capivaras, que s o um dos principais hospedeiros primários do estádio adulto do carrapato Amblyomma cajennense. O principal objetivo deste estudo foi determinar o comportamento populacional de larvas, ninfas e adultos de Amblyomma spp no habitat de mata ciliar de uma área endêmica. De novembro de 2000 a outubro de 2002, carrapatos de vida livre foram coletados com armadilhas de CO2. Picos populacionais de larvas do gênero Amblyomma se estenderam por praticamente todos os meses do ano. Ninfas do gênero Amblyomma ocorreram o ano todo na mata ciliar, sendo mais abundantes de julho a dezembro. Adultos de A. cajennense foram mais abundantes na esta o de primavera e ver o. Adultos de A. dubitatum (=Amblyomma cooperi) apresentaram um padr o sazonal diferenciado, com os maiores picos populacionais ocorrendo de agosto a fevereiro.
Detec o de riquétsias em carrapatos do gênero Amblyomma (Acari: Ixodidae) coletados em parque urbano do município de Campinas, SP
Estrada Dora Amparo,Schumaker Teresinha Tizu Sato,Souza Celso Eduardo de,Rodrigues Neto Elias José
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2006,
Abstract: O Município de Campinas situa-se em regi o endêmica para febre maculosa brasileira do Estado de S o Paulo, onde vários casos desta doen a vem ocorrendo. Capivaras têm sido associadas ao ciclo dessa riquetsiose por apresentarem sorologia positiva e serem hospedeiras de carrapatos Amblyomma spp principais vetores da doen a. Carrapatos foram coletados no parque urbano do Lago do Café, Campinas, SP, local associado a casos humanos suspeitos de febre maculosa brasileira, sobre a vegeta o e das capivaras ali presentes, e pesquisados quanto à presen a de riquétsias pela rea o em cadeia da polimerase e pelo teste de hemolinfa. Adultos de Amblyomma cajennense e Amblyomma cooperi albergavam Rickettsia bellii, n o patogênica, identificada pela análise das seqüências de nucleotídeos do gene gltA, porém, n o foram constatadas riquétsias do Grupo da Febre Maculosa. Estes resultados associados à ausência de um isolado de riquétsias do Grupo da Febre Maculosa de capivaras indicam que seu papel, enquanto reservatório, necessita de maior investiga o.
Isolamento de Rickettsia em cultura de células vero
Melles, Heloisa Helena Barbosa;Colombo, Silvia;Lemos, Elba Regina Sampaio de;
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1999, DOI: 10.1590/S0037-86821999000500001
Abstract: the diagnosis of spotted fever is based on characteristic signs and symptoms but requires laboratorial confirmation because of the possible differencial diagnosis from other diseases like leptospirosis, enterovirosis, meningococcemia and tiphoid fever. laboratorial confirmation may be done by detection of specific antibodies which is possible only 5-10 days after the onset of the symptoms or by the isolation of rickettsiae from blood and/or skin biopsy and from ticks collected in the patient or in the animal reservoir. the isolation of rickettsiae from blood or skin biopsy results in an early diagnosis of spotted fever since in the rickettsiemic phase of the disease there is no detectable level of antibodies in the serum. with the purpose of facilitating the diagnosis of spotted fever we have standardized the isolation of rickettsiae in cell culture by a method that is less time consuming and that reduces the biological risks than isolation in guinea pigs. vero cell cultures were inoculated with the sheyla smith strain of rickettsia rickettsii provided by cdc (atlanta-usa). the identification was performed by indirect immunofluorescence technique. the presence of green fluorescent organisms characterized the growth of the agent. ulterior confirmation of the methodology was done by isolation of the spotted fever agent from skin biopsy of a patient from an endemic area and from amblyomma ticks that are the reservoir and vector of the brazilian spotted fever.
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