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Efeitos do pneumoperit nio com ar e CO2 na gasometria de suínos
Lemos Silvio Luis da Silveira,Vinha Joaquim Miguel,Silva Iandara Schettert,Novaes Paulo André Costa
Acta Cirurgica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: O pneumoperit nio produz várias altera es na fisiologia humana. Algumas destas altera es, como hipercapnia e acidose, dependem ou s o agravadas com o uso de CO2, tendo maior repercuss o em pacientes com problema cardio-respiratório. A necessidade de uma melhor alternativa para insufla o da cavidade; a observa o de que as cirurgias abertas, assim como as laparoscópicas com suspens o mecanica, s o realizadas na presen a de Ar ambiente; e a escassez de trabalhos testando o Ar em substitui o ao CO2 para insufla o da cavidade, foram motivos para a realiza o deste trabalho. MéTODOS: Vinte (0) suínos anestesiados foram submetidos a pneumoperit nio com 1 hora de dura o. Os animais foram distribuídos em 4 grupos de 5 animais: Grupo A1 - Pneumoperit nio de Ar a 10 mmHg; Grupo A - Pneumoperit nio de Ar a 16 mmHg; Grupo B1 - Pneumoperit nio de CO2 a 10 mmHg; Grupo B - Pneumoperit nio de CO2 a 16 mmHg. O pneumoperit nio foi realizado pela técnica aberta com trocater de Hasson. Através de um cateter venoso central colhe-se amostra de sangue para exame de gasometria em 3 momentos. RESULTADOS: A análise da gasometria venosa n o revelou altera es significativas entre os grupos em rela o a PaO2 e a satura o do O2. Nos Grupos A1, A e B1 n o foram observadas altera es no equilíbrio ácido-básico. No Grupo B após uma hora de pneumoperit nio houve nítida tendência a hipercapnia e acidose. CONCLUS O: O ar, com a técnica aberta de pneumoperit nio foi uma op o segura para insufla o de cavidade em procedimentos laparoscópicos diagnósticos de suínos.
A fun o renal de ratos espontaneamente hipertensos submetidos ao pneumoperit nio  [cached]
Moreira Márcia Bento,Montero Edna Frasson S.,Fagundes Djalma José,Chida Valeria Vieira
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: Objetivo: Estudar a fun o renal de ratos espontaneamente hipertensos submetidos ao pneumoperit nio com CO2. Métodos: Foram utilizados 60 ratos, sendo 30 Wistar SHR e 30 EPM-1 Wistar, com idade ao redor de quatro meses, com peso médio de 341g. A amostra foi distribuída em dois grupos, experimento (ratos hipertensos) e controle (ratos normotensos), de acordo com a linhagem, SHR e EPM-1 Wistar, respectivamente. Cada grupo foi redistribuído em dois subgrupos, com 15 animais cada, de acordo com a press o de pneumoperit nio, 10 e 4mmHg. Os animais foram anestesiados e posicionados, dando início ao procedimento de cateteriza o da artéria femoral esquerda, que permitiu aferi o da press o arterial média e a coleta sanguínea durante todo o experimento. Após a anti-sepsia, procedeu-se à realiza o de incis o transversa de 5mm de comprimento na regi o central do abdome para introdu o de trocarte de 2mm, por onde foi introduzida a agulha de Veress, permitindo a insufla o de CO2 até atingir a press o estabelecida para cada grupo (4mmHg ou 10mmHg), que foi mantida durante uma hora, seguida por uma hora de desinsufla o. Ao término do período de desinsufla o todos os animais de todos os grupos, ainda sob efeito anestésico, foram submetidos à eutanásia por exanguina o, através do cateter arterial. As amostras de sangue foram coletadas em três fases: 1) após a cateteriza o, 2) após uma hora de pneumoperit nio, e 3) após uma hora de desinsufla o, sendo conduzidas ao laboratório para dosagens de uréia e creatinina. Resultados: Houve aumento da creatinina para o rato SHR durante pneumoperit nio com press o de 10mmHg; já a uréia mostrou-se aumentada tanto para o SHR quanto para o Wistar, durante o pneumoperit nio com press o de 10mmHg. Durante o pneumoperit nio com press o de 4mmHg, a creatinina e a uréia mantiveram-se nos níveis basais. Conclus o: A fun o renal do SHR se altera de forma transitória, semelhante ao rato n o-hipertenso quando submetido ao pneumoperit nio.
Epilepsias parciais familiares  [cached]
KOBAYASHI ELIANE,CENDES FERNANDO,SOUSA SOLANGE C.,SCOTONI ANNA E.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Investiga o das características clínicas e genéticas das epilepsias parciais familiares nos ambulatórios de epilepsia da UNICAMP. MéTODO: História familiar foi obtida em todos os pacientes em acompanhamento, de outubro de 1997 a dezembro de 1998, e aqueles com história familiar positiva para epilepsia foram investigados em detalhe. Heredograma detalhado foi construído para todas as famílias identificadas e história clínica de todos os indivíduos possivelmente afetados foi obtida. Crises e síndromes epilépticas foram classificadas de acordo com as recomenda es da ILAE. Sempre que possível, EEG e ressonancia magnética foram realizados. RESULTADOS: História familiar positiva foi identificada em 32 pacientes n o relacionados. Um total de 213 indivíduos possivelmente afetados foram identificados, dos quais 161 foram clinicamente avaliados. O número de indivíduos afetados por família variou de dois a 23. Epilepsia de lobo temporal (ELT) foi identificada em 22 famílias (68%), epilepsia de lobo frontal em uma família (3%), epilepsia com espículas centro-temporais em cinco famílias (15%) e outras epilepsias parciais benignas da infancia em quatro famílias (12%). A maioria dos indivíduos afetados nas famílias com ELT (69%) apresentava características clínicas e/ou de EEG consistentes com ELT típica. Entretanto, a gravidade da epilepsia variou, com 76% dos pacientes com remiss o de crises ou bom controle com medica o, e 24% com crises refratárias, incluindo 7 pacientes que foram submetidos a tratamento cirúrgico. Nas 10 famílias com outras síndromes epilépticas, identificamos 39 indivíduos possivelmente afetados, sendo 23 avaliados clinicamente. Todos apresentavam bom controle de crises (com ou sem medica o) exceto um paciente com epilepsia frontal. Análise dos heredogramas sugeriu heran a autoss mica dominante com penetrancia incompleta em todas as famílias estudadas. CONCLUS O: A ocorrência familiar é comum nas epilepsias parciais, tanto em adultos como em crian as. A maior parte dos casos estudados foi de pacientes com ELT e a express o clínica n o foi diferente da observada em casos esporádicos, predominando pacientes com bom controle de crises, apesar do caráter heterogêneo. A identifica o dos genes envolvidos nos casos estudados poderá ser útil na classifica o das síndromes epilépticas, na determina o do prognóstico e regime terapêutico mais indicado.
Repercuss?es do pneumoperit?nio sobre o sistema venoso dos membros inferiores-estudo em porcas
Valezi, Antonio Carlos;Rahal, Fares;
Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgi?es , 1999, DOI: 10.1590/S0100-69911999000100010
Abstract: deep venous thrombosis and pulmonary embolism are complications of surgical procedures, the most of times underdiagnosticated. ln laparoscopic surgery, the carbon dioxide insuflation into the peritoneal cavity is probably the cause of venous stasis of the lower limbs. the purpose of this study was to verify the effects of pneumoperitoneum in the blood circulation of the lower limbs. thirty female pigs were divided in three groups: 1- without pneumoperitoneum; i - with 10 mmhg; and ii - with 15 mmhg of abdominal pressure levels. within the clinical parameters were analysed heart rate, cardiac output and mean arterial pressure to certify that the haemodynamic changes would not be gilty for the modifications of lower limbs circulation. this analysis did not find significant changes in the groups comparation. the results showed that were not found significant changes in the pressure, diameter and flow rate in the femoral artery in the presence of pneumoperitoneum. the average femoral venous pressure found in group i was 7.2 mmhg, in group ii was 10.2 mmhg (p<0.05), and in group 11i was 14 mmhg (p<0.05). the average femoral venous flow rate was 9.8 cm/sec in group i; 6.8 cm/sec in group ii (p<0.05) and 5.5 cm/sec in group 11i (p<0.05).the analisys of the femoral vein diameter found that the average value of group i was 4.2 cm; group ii was 5 cm (p<0.05) and group iii was 5.4 cm (p<0.05). the pneumoperitoneum was found to be associated with a significant increase of the pressure and diameter of the femoral vein, and a significant decrease of its flow rate. every parameter analysed returned to the previous values after the peritoneal gas empting.
Efeito do fracionamento da ra o diária sobre a concentra o sérica de progesterona em porcas gestantes
Carvalho L.F.R.,Silva Filho J.M.,Silva I.J.,Bandeira M.N.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Avaliou-se a influência do fracionamento da alimenta o diária nos primeiros 30 dias de gesta o de porcas sobre a concentra o sérica de progesterona (ng/ml) no 3o, 5o, 8o, 12o, 21o e 28o dias pós-cobri o, utilizando-se a técnica de radioimunoensaio, a partir de amostras de sangue coletadas da veia cava em 15 matrizes entre o terceiro e o sexto parto. As fêmeas foram distribuídas em três grupos de cinco animais: o grupo 1 recebeu apenas um trato diário de dois quilos de ra o, o grupo 2 recebeu dois tratos diários de um quilo de ra o cada, e o grupo 3, três tratos diários de 670 gramas de ra o até 30 dias de gesta o. O fracionamento da quantidade de ra o fornecida diariamente n o alterou a concentra o sérica de progesterona até o 28o dia de gesta o nas matrizes suínas pluríparas.
A o do pneumoperit nio com dióxido de carbono na transloca o bacteriana em ratos  [cached]
Hajar Nemer,Repka Jo?o Carlos Domingues,Canan Júnior Lady Wilson
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: Objetivo: Investigar a transloca o bacteriana decorrente da a o do pneumoperit nio com CO2 em ratos normais e em ratos com colite induzida. Métodos: Utilizaram-se 60 ratos distribuídos em seis grupos de 10 animais. No grupo simula o realizou-se laparotomia, manipula o de órg os abdominais e síntese da parede; os dois grupos pneumoperit nio foram submetidos a pneumoperit nio por uma e três horas, respectivamente; no grupo colite, foi induzida colite e realizada laparotomia, manipula o de órg os abdominais e síntese da parede; nos dois grupos colite pneumoperit nio induziu-se colite mais pneumoperit nio por uma e três horas, respectivamente. Sacrificados os animais, foram feitas as coletas dos rins, ba o, fígado e linfonodos mesentéricos. Nos animais submetidos a colite induzida, foram ressecados 2cm de cólon para análise histológica. Nos órg os ressecados pesquisou-se a presen a de Escherichia coli e Enterococcus faecallis para verificar a transloca o bacteriana. Resultados: N o ocorreram óbitos nos grupos estudados. N o houve diferen a estatisticamente significante nos grupos de animais submetidos a colite. A ocorrência de transloca o bacteriana nos diferentes órg os independe do gênero da bactéria. N o há incremento da transloca o bacteriana com rela o a dura o de pneumoperit nio (1 e 3h) tanto em ratos normais como nos submetidos a colite induzida. Conclus o: O pneumoperit nio induz a transloca o bacteriana em ratos normais e a incrementa em ratos submetidos à colite.
Metano no ar expirado de crian as com constipa o cr nica funcional
SOARES Ana Cristina Fontenele,TAHAN Soraia,FAGUNDES-NETO Ulysses,MORAIS Mauro Batista de
Arquivos de Gastroenterologia , 2002,
Abstract: Racional - Metano é um gás intestinal que pode estar presente no ar expirado de cerca de 10% das crian as. Objetivo - Pesquisar a produ o de metano em crian as com constipa o cr nica funcional e a concentra o de metano no ar expirado antes e depois de evacua o induzida por enema retal. Material e Métodos - Foram estudadas 75 crian as com idades entre 3 e 13 anos com constipa o cr nica funcional. O metano foi determinado em amostras de ar coletado no final de expira o voluntária em cromatógrafo de gás Quintron (modelo 12i). Foram consideradas produtoras as crian as com metano em concentra o maior ou igual a 3 partes por milh o (ppm). Resultados - Produ o de metano foi caracterizada em 44 (86,3%) dos 51 pacientes com constipa o e escape fecal e em apenas 7 (29,2%) dos 24 com constipa o sem escape fecal. Na 6a semana de tratamento, constatou-se redu o de 65,2% no número de produtores de metano. A produ o de metano foi avaliada também em 10 crian as com hábito intestinal normal e nenhuma delas era produtora de metano. No grupo de 20 crian as com fecaloma secundário à constipa o cr nica, foi avaliada a concentra o de metano antes e depois da evacua o induzida por enema de fosfato hipert nico. Destes 20 pacientes, 12 eram produtores de metano. A mediana (percentis 25 e 75 entre parênteses) de metano no ar expirado diminui de 21,5 (15,0-25,5) ppm antes, para 11,0 (4,0 e 12,5) ppm após a evacua o. Conclus o - A produ o de metano associa-se com constipa o com escape fecal e diminui com a redu o da impac o fecal.
Efeito da aplica o de hCG ou GnRH sobre a concentra o sérica de progesterona e eficiência reprodutiva em porcas
Carvalho L.F.R.,Silva Filho J.M.,Silva I.J.,Bandeira M.N.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Avaliou-se o efeito da aplica o de diferentes horm nios no quinto dia após a primeira insemina o sobre a concentra o sérica de progesterona e sobre as características reprodutivas, em 103 porcas entre o terceirro e sexto parto. As matrizes foram divididas em: grupo-controle (n=35), n o tratado, grupo GnRH (n=34), animais submetidos à aplica o intramuscular (IM) de 50mcg de um análogo-GnRH no quinto dia após a primeira insemina o, e grupo hCG (n=34), animais submetidos à aplica o IM de 500UI de hCG no quinto dia após a primeira insemina o. A aplica o dos horm nios n o influenciou as características reprodutivas taxa de parto, número total de nascidos, número de nascidos vivos e peso da leitegada (P>0,05). Cinco animais de cada grupo foram submetidos a coletas de sangue da veia cava nos dias 3, 5, 8, 12, 21 e 28 após a primeira insemina o para avalia o da concentra o sérica de progesterona (ng/ml), utilizando a técnica de radioimunoensaio. N o houve diferen a significativa quanto à concentra o sérica de progesterona entre os grupos.
Altera es hemodinamicas durante o pneumoperit nio em c es ventilados com volume e press o controlados  [cached]
Almeida Armando Vieira de,Ganem Eliana Marisa,Carraretto Ant?nio Roberto,Vianna Pedro Thadeu Galv?o
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: N o existem estudos que associem os efeitos determinados pelas modalidades ventilatórias às repercuss es hemodinamicas durante o pneumoperit nio. O objetivo deste estudo foi avaliar as altera es na hemodinamica determinadas pelo pneumoperit nio em c es com ventila o por volume e press o controlados. MéTODO: Dezesseis c es anestesiados com tiopental sódico e fentanil foram divididos em grupo 1, volume controlado, e grupo 2, press o controlada, e submetidos ao pneumoperit nio de 10 e 15 mmHg. Foram estudados freqüência cardíaca, press o arterial média, press o de átrio direito, press o de artéria pulmonar ocluída, índice cardíaco, índice de resistência vascular sistêmica e vasopressina plasmática. Os dados foram coletados em 4 momentos. M1 - antes do pneumoperit nio, M2 - 30 minutos após pneumoperit nio com 10 mmHg, M3 - 30 minutos após pneumoperit nio com 15 mmHg, M4 - 30 minutos após a defla o do pneumoperit nio. RESULTADOS: Os resultados mostraram aumento no índice cardíaco, nas press es de átrio direito e de artéria pulmonar ocluída em M2 e M3, em ambos os grupos. A vasopressina n o variou durante o procedimento e o índice de resistência vascular sistêmica n o aumentou, proporcionando estabilidade da press o arterial média em ambos os grupos. CONCLUS ES: As modalidades ventilatórias n o determinaram diferen as na resposta hemodinamica entre os grupos estudados. A técnica anestésica utilizada e as press es intra-abdominais alcan adas determinaram estabilidade da press o arterial média, provavelmente decorrente da ausência do aumento no índice da resistência vascular sistêmica.
Efeito de diferentes fontes de fósforo na dieta sobre as características dos ossos de porcas e suas proles  [cached]
Morés Nelson,Barbosa Hacy Pinto,Barioni Jr Waldomiro
Pesquisa Veterinária Brasileira , 1999,
Abstract: A limita o principal do uso de fosfatos naturais na alimenta o de suínos é a presen a de flúor que pode ser tóxico quando ingerido por longos períodos. O objetivo deste trabalho foi avaliar os eventuais efeitos deletérios dos fosfatos Monocálcico (MP) e Tapira (TP), sobre porcas e suas proles alimentadas com esses fosfatos durante quatro ciclos reprodutivos consecutivos, comparativamente com o tradicional fosfato bicálcico (DP). Foram usadas 13 porcas alimentadas com FB (testemunha) 16 com MP e 13 com TP. As leitegadas oriundas de cada ciclo também foram alimentados com os respectivos fosfatos até a idade de abate. As seguintes variáveis foram avaliadas: les es macroscópicas nos dentes das porcas, altera es histológicas no tecido ósseo e nas glandulas tireóide e paratireóide, conteúdo de minerais no tecido ósseo e características morfométricas do osso. Os resultados obtidos mostraram que o uso de TP por 4 ciclos reprodutivos, na alimenta o de suínos, provocou les es de fluorose cr nica nos dentes e tecido ósseo das porcas. As leitegadas alimentadas com este fosfato também apresentaram discretas les es de fluorose, mas somente evidentes no 4o ciclo reprodutivo. Somente algumas altera es inespecíficas ocorreram nos ossos das porcas que receberam o MP.O DP n o provocou altera es patológicas no tecido ósseo, tanto nas porcas como nas suas leitegadas.
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