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O impacto da obesidade na morbi-mortalidade de pacientes submetidos à cirurgia de revasculariza o miocárdica =Impact of obesity in morbity and mortality of patients submitted to myocardial revascularization surgery  [cached]
Guaragna, Luciana Parareda et al.
Scientia Medica , 2008,
Abstract: Objetivos: avaliar se a obesidade pode aumentar a incidência de complica es e mortalidade no pós-operatório de cirurgia de revasculariza o do miocárdio. Métodos: coorte histórica de 2. 445 pacientes submetidos à cirurgia de revasculariza o do miocárdio entre janeiro de 1996 e dezembro 2006 no Hospital S o Lucas da PUCRS. Os casos foram constituídos pelos pacientes obesos, definidos como tendo índice de massa corporal acima de 29kg/m2. As variáveis préoperatórias foram idade, sexo, classe funcional da angina, classe funcional da insuficiência cardíaca, diabetes, acidente vascular encefálico prévio, hipertens o, insuficiência renal, doen a pulmonar obstrutiva cr nica, tabagismo, uso de bal o intra-aórtico, uso de beta-bloqueador e fra o de eje o. No transoperatório foi avaliado o tempo de circula o extracorpórea. As variáveis pós-operatórias incluíram: óbito, mediastinite, acidente vascular encefálico, infec o respiratória, tempo de ventila o mecanica, sepse, uso de drogas vasoativas, síndrome da resposta inflamatória sistêmica, infarto do miocárdio, tromboembolia pulmonar, insuficiência renal aguda, fibrila o atrial, hipertens o, sangramento e tempo de interna o hospitalar. A análise estatística foi feita pelo software SPSS 10. 5. As variáveis contínuas foram analisadas pelo teste t de Student e as categóricas comparadas pelo teste do qui-quadrado. Foram utilizadas análises univariada e multivariada com cálculo da odds ratio (OR) com intervalo de confian a (IC) de 95% e nível de significancia de < 0,05. Resultados: dos 2. 445 pacientes incluídos no estudo, 11,5 % eram obesos e 56,2 % eram do sexo masculino. Diabete tipo 1, diabete tipo 2 e hipertens o foram mais prevalentes no grupo dos obesos. N o houve diferen a em rela o a óbito entre os dois grupos: (10,7 % obesos X 8,6 % n o obesos) p = 0,14. Na análise multivariada, a obesidade esteve associada com mediastinite OR=2,7 (IC 95% 1,6-4,5 ), síndrome da resposta inflamatória sistêmica OR=2,7 (IC 95% 1,8-3,8) e embolismo pulmonar OR=2,3 (IC 95% 1,3- 4,2). Conclus es: neste estudo a obesidade aumentou o risco das seguintes complica es no pós-operatório de cirurgia de revasculariza o do miocárdio: mediastinite, tromboembolia pulmonar e síndrome da resposta inflamatória sistêmica. N o houve aumento estatisticamente significativo na mortalidade. Aims: To evaluate if obesity increase the incidence of post-operative complications and mortality after myocardial revascularization surgery. Methods: Hystorical cohort of 2. 445 patients who underwent isolated coronary artery bypass grafting surgery betw
Fatores de risco para mortalidade em octogenários submetidos a cirurgia de revasculariza??o miocárdica
Guimar?es, Isaac Newton;Moraes, Fernando;Segundo, Jo?o Paulo;Silva, Igor;Andrade, Tamyris Guimar?es;Moraes, Carlos R.;
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2011, DOI: 10.1590/S0066-782X2011005000008
Abstract: background: the complexity of reentrant circuits related to ventricular tachycardias decreases the success rate of radiofrequency ablation procedures. objective: to evaluate whether the epicardial mapping with multiple electrodes carried out simultaneously with the endocardial mapping helps in ablation procedures of sustained ventricular tachycardia (vt) in patients with nonischemic heart disease. methods: twenty-six patients with recurrent sustained vt, of which 22 (84.6%) presenting chronic chagasic cardiomyopathy, 2 (7.7%) with idiopathic dilated cardiomyopathy and 2 with right ventricular arrhythmogenic dysplasia (rvad), were submitted to epicardial mapping with two or three microcatheters, with 8 electrodes each, simultaneously to the conventional endocardial mapping. a catheter with a 4-mm tip was used for the ablation by radiofrequency (rf) carried out during the induced vt. results: of the 33 induced vt, 25 were mapped and 20 had their origin defined. eleven had epicardial and 9 had endocardial origin. the programmed ventricular stimulation did not induce sustained vt in 11 (42.0%) of the 26 patients after the ablation. events such as vt recurrence and death occurred in 10.0% of the patients submitted to successful ablation and in 59.0% of the unsuccessful cases, during a mean ambulatory follow-up of 357 ± 208 days. conclusion: subepicardial circuits are frequent in patients with nonischemic heart disease. the epicardial mapping with multiple catheters carried out simultaneously with the endocardial mapping contributes to the identification of these circuits in a same procedure.
Cirurgia de revasculariza o coronariana esquerda sem CEC e sem manuseio da aorta em pacientes acima de 75 anos: análise das mortalidades imediata e a médio prazo e das complica es neurológicas no pós-operatório imediato
LOBO FILHO José Glauco,LEIT?O Maria Cláudia de Azevedo,LOBO FILHO Heraldo Guedis,SOARES Jo?o Paulo Holanda
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: INTRODU O: A circula o extracorpórea (CEC) e o manuseio da aorta ascendente (MAA) est o associados a alta incidência de acidente vascular cerebral (AVC) na cirurgia de revasculariza o do miocárdio (RM) em pacientes idosos. Esta complica o deve-se, sobretudo, ao MAA, por ocasi o do pin amento e despin amento, quer para isolamento do cora o do circuito de CEC, quer para realiza o das anastomoses dos enxertos na aorta ascendente. OBJETIVOS: Verificar mortalidades imediata e a médio prazo e a ocorrência de AVC no pós-operatório imediato (POI) em pacientes acima de 75 anos submetidos a cirurgia de revasculariza o do sistema coronariano esquerdo (SCE), sem CEC e sem MAA. MéTODO: De janeiro de 2000 a abril de 2002, 40 pacientes acima de 75 anos (média 79,1 anos) foram submetidos a cirurgia de revasculariza o do SCE, com enxerto de artéria torácica interna esquerda (ATIE) para a artéria descendente anterior (DA), e enxerto(s) de veia safena magna oriundo(s) da ATIE para outro(s) ramo(s) da coronária esquerda (enxerto composto), sem CEC e sem MAA. Houve predominancia do sexo masculino (67,5%). Foram realizados 89 enxertos (média 2,22 pontes por paciente), sendo 40 (44,94%) de ATIE e 49 (55,06%) de veia safena. A ocorrência de AVC foi avaliada por exames clínico e neurológico. RESULTADOS: N o foi observada ocorrência de AVC no grupo estudado. N o houve óbitos no POI. CONCLUS O: A cirurgia de revasculariza o do SCE em pacientes acima de 75 anos sem CEC e sem MAA pode ser realizada sistematicamente de modo a evitar a ocorrência de AVC, com baixa mortalidade.
Cirurgia de revasculariza o completa do miocárdio sem circula o extracorpórea: uma realidade  [cached]
LOBO FILHO J. Glauco,DANTAS M. Christian B. R.,ROLIM J. Gumercindo V.,ROCHA J. Aurillo
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1997,
Abstract: No período de janeiro de 1995 a dezembro de 1996, nossa equipe cirúrgica procurou sintematizar a cirurgia de revasculariza o completa do miocárdio sem circula o extracorpórea. Foram realizadas 385 opera es de revasculariza o do miocárdio, das quais 333 (86%) sem o uso de circula o extracorpórea. O objetivo do presente estudo é analisar os resultados imediatos destes 333 pacientes, no que concerne ao tempo de permanência hospitalar, idade, sexo, número de enxertos e morbimortalidade. Todos os pacientes foram submetidos a cineangiocoronariografia prévia. Realizaram-se pontes para todas as coronárias, inclusive para as marginais da circunflexa. A idade variou de 35 a 86 anos, com média de 61 anos. O sexo masculino foi predominante com 214 (64%) pacientes. O tempo médio de permanência hospitalar foi de 7 dias. O número total de pontes implantadas foi 625, variando de 1 a 4, com média de 1,9 pontes por paciente. Houve 7 casos de complica es sem óbitos, perfazendo um total de 2% de morbidade. Registraram-se 10 óbitos no pós-operatório imediato, equivalentes a 3% de mortalidade. Em face dos dados obtidos, concluímos que este método pode ser utilizado para a grande maioria dos pacientes a serem submetidos à cirurgia de revasculariza o do miocárdio, com baixa morbimortalidade.
Cirurgia de revasculariza o do miocárdio com enxertos compostos  [cached]
PANIáGUA Pedro R.,REZENDE Maria C.,CARRANZA Ricardo B.,GOMES Candido R. M.
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 1999,
Abstract: Existem evidências das vantagens e influência na sobrevida dos pacientes revascularizados com a artéria torácica interna (ATI). Entretanto, outros enxertos foram introduzidos. O objetivo do presente estudo é mostrar as vantagens da revasculariza o completa do miocárdio com enxertos arteriais compostos e análise dos resultados a curto e médio prazos. Entre junho de 1992 e dezembro de 1997, 50 pacientes foram submetidos à cirurgia de revasculariza o completa do miocárdio com enxertos arteriais compostos. A idade variou de 41 a 88 anos, com média de 56 anos. Todos os pacientes foram avaliados segundo o protocolo de exames clínicos, ECG, raios X de tórax, ecocardiograma e cateterismo cardíaco. Apresentaram fatores de risco para doen a arterial coronária: HAS em 28% diabete melito em 26%, tabagismo em 38% e dislipidemia em 50%. Neste grupo 44% tinham IAM prévio e 20% angina instável. Todos foram classificados segundo o grau de angina da Canadian Cardiology Society (CCS) e classe funcional segundo a New York Heart Association (NYHA). As les es coronárias eram triarteriais em 46%, biarteriais em 38%, uniarteriais em 16% e les o de tronco de coronária esquerda em 16%. Em 80% dos pacientes foi utilizada a circula o extracorpórea (CEC), hipotermia moderada e prote o intermitente do miocárdio. Em média foram 2,9 pontes por paciente. Em todos os casos a ATI foi utilizada com prolongamento de veia safena, em 6% veia safena em "Y", em 24% artéria radial em "Y" em 40%, e em 80% dos casos com "Y" da própria ATI. O acompanhamento pós-operatório incluiu exame clínico, prova de esfor o e/ou cintilografia miocárdica. Em 14% foi realizada a coronariografia. As complica es mais freqüentes no pós-operatório foram atelectasia pulmonar em 16%, mediastinite em 4%, IAM transoperatório em 4%, SARA 4%, AVCI 2%, sendo a morbidade maior no grupo de pacientes do sexo feminino e com diabete melito. A mortalidade hospitalar foi de 2%. Apenas um paciente apresenta quadro de angina grau II da CCS. Podemos concluir com este estudo que a cirurgia de revasculariza o do miocárdio com o uso de enxertos compostos pode ser realizada com baixa mortalidade, permite maior número de anastomoses e proporciona excelente evolu o pós-operatória a curto e médio prazos.
Cirurgia de revasculariza o do miocárdio através de minitoracotomia esquerda
Silveira Wilson Luiz da,Leite Adélio Ferreira,Artiaga Ersival Pereira,Queiroz Fernando César
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Atualmente existe uma tendência mundial para a realiza o de cirurgias através de incis es mínimas, denominadas minimamente invasivas, tornando o ato operatório cada vez menos agressivo. A introdu o desta nova técnica possibilita a dissec o da artéria torácica interna esquerda (ATIE) e sua anastomose com a artéria interventricular anterior (AIA), através de uma minitoracotomia esquerda. MéTODOS: De maio/96 a outubro/97, 11 portadores de insuficiência coronária, com les o única e proximal da AIA, foram submetidos a revasculariza o do miocárdio (RM). A abordagem cirúrgica consistiu de uma toracotomia antero-lateral esquerda, de aproximadamente 10cm, através do 4o espa o intercostal esquerdo, e nos últimos 6 casos com ressec o de parte da cartilagem da 4a e 5a costelas, dissec o da ATIE, abertura e reparo do pericárdio adjacente à AIA. Todos pacientes receberam ponte única para AIA com enxerto da ATIE, sem auxílio de circula o extracorpórea (CEC). RESULTADOS: A idade variou de 46 a 76 (média = 58,55) anos, sendo 10 (90,90%) pacientes do sexo masculino e 1 (9,09%) feminino. O tempo de permanência hospitalar variou de 4 a 8 (média de 5,2) dias. Nenhum paciente apresentou altera o eletrocardiográfica no pós-operatório imediato. Um paciente apresentou no controle, trombose no 1/3 distal da ATIE com comprometimento importante de fluxo e, outro, estenose ao nível da anastomose, sendo ambos submetidos a angioplastia com sucesso. N o houve mortalidade no grupo estudado. CONCLUS O: A ausência de mortalidade, sugere que a cirurgia de RM através de cirurgia minimamente invasiva, em grupos selecionados, é uma excelente alternativa de revasculariza o da AIA.
Revasculariza o do miocárdio em pacientes após a oitava década de vida
ALMEIDA Rui Manuel Sequeira de,LIMA JR. José Dantas,MARTINS José Fernando,LOURES Danton Richlin Rocha
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a morbi-mortalidade hospitalar e a qualidade de vida de pacientes, acima de 70 anos de vida, submetidos à opera o de revasculariza o do miocárdio (CRM). CASUíSTICA E MéTODOS: No período de julho de 1992 a fevereiro de 2000, foram realizadas 507 CRM, no Servi o de Cirurgia Cardiovascular do Instituto de Moléstias Cardiovasculares de Cascavel. Em 70 destes casos os pacientes tinham idade igual ou superior a 70 anos. Neste grupo predominou o sexo masculino, em 57% dos casos, e a idade média foi de 72,9 anos (70-85 anos). Vinte e seis pacientes apresentavam hipertens o arterial sistêmica, 25 doen a pulmonar obstrutiva cr nica importante, 17 diabete melito e 8 insuficiência renal cr nica, no pré-operatório. Trinta e sete pacientes apresentavam infarto agudo do miocárdio (IAM) pré-operatório, sete haviam sido submetidos à angioplastia transluminal percutanea, sete apresentavam les o de tronco de artéria coronária esquerda e um havia sido submetido à CRM anteriormente. Foram realizados 2,8 enxertos/ paciente, sendo usados condutos arteriais em 53% dos casos. Foi realizada endarterectomia em sete artérias, aneurismectomia de ventrículo esquerdo em sete pacientes e ventriculectomia parcial esquerda em um. A opera o foi realizada em caráter de emergência em nove casos. Houve necessidade de contrapulsa o aórtica em quatro pacientes. RESULTADOS: O tempo médio de permanência na UTI e no hospital foi de 4 (1-24) e 12,2 (3-34) dias, respectivamente. A mortalidade hospitalar geral foi de 7,1%. Quando analisada por subgrupos, a mortalidade dos pacientes de 70 a 74 anos (57 casos) foi de 5,3%, e a dos últimos 35 casos de 2,8%. No pós-operatório imediato, as complica es mais freqüentes foram: insuficiência respiratória (10), arritmia atrial (7), altera o de conduta (6), infec o pulmonar (6), embolia pulmonar (5), síndrome de baixo débito (4), IAM (3), AVC (3), insuficiência renal aguda (4) e mediastinite (1). No seguimento tardio, quatro (6,1%) pacientes foram a óbito, dois deles por causas n o cardíacas. CONCLUS O: Diante destes resultados, os autores acreditam que a CRM pode ser realizada em indivíduos com idade superior a 70 anos, com mortalidade semelhante ao grupo total de pacientes submetidos à opera o de revasculariza o do miocárdio. Entretanto, considerando-se as altas taxas de morbidade, há necessidade de indica o criteriosa e de preparo rigoroso para diminuir as complica es pós-operatórias.
Síndrome metabólica em pacientes submetidos à cirurgia de revasculariza??o miocárdica: prevalência e marcador de morbi-mortalidade no período intra-hospitalar e após 30 dias
Pimenta, Eduardo;Passarelli Junior, Oswaldo;Borelli, Flávio;Sousa, Márcio G.;Gun, Carlos;Amato, Vivian;Amodeo, Celso;Piegas, Leopoldo Soares;
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2007, DOI: 10.1590/S0066-782X2007000400008
Abstract: objectives: to compare the morbidity and mortality of patients with and without metabolic syndrome (ms) (according to the first brazilian guidelines for diagnosis and treatment of ms) undergoing coronary artery bypass graft (cabg) during hospitalization and after 30 days. methods: a total of 107 patients who underwent cabg with no associated procedures were assessed between august and october 2005; 74 (69.2%) of them had ms. criteria of in-hospital outcome were: acute atrial fibrillation (af), prolonged mechanical ventilation (mv), need for transfusion of blood products, number of hours spent in the icu, length of hospital stay (days), respiratory and surgical wound infection, and death. for 30 days, the combination of events such as the need for readmission to hospital, surgical wound infection and death was assessed. results: the mean age was 60.6±9.7 years, and the group with ms presented a higher body mass index and body surface, and a higher prevalence of diabetes. no statistically significant difference was observed in the occurrence of in-hospital events such as af (15.2% vs. 16.2%), mv (3.0% vs. 2.7%), number of units of blood products used (3.2±2.7 vs. 2.6±2.9), length of icu stay (53.7±27.3 vs. 58.9±56.5), length of hospital stay (9.2±8.7 x 8.5±8.5), respiratory infection (6.1% vs. 2.7%), surgical wound infection (3.0% vs. 5.4%), and mortality rate (3.0% vs. 0.0%). the occurrence of combined events in 30 days was similar in both groups (12.2% vs. 20.3%, p = ns). conclusion: patients with ms did not have increased morbidity and mortality when undergoing cabg, however they had a higher trend of occurrence of surgical wound infection.
Revasculariza o do miocárdio sem circula o extracorpórea em pacientes multiarteriais: experiência de 250 casos
PINHEIRO Bruno Botelho,FAGUNDES Walter Vosgrau,RAMOS Maria Cardoso,AZEVEDO Vera Lúcia B.
Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular , 2002,
Abstract: MéTODO: No período de agosto de 1997 a maio de 2001, 250 pacientes multiarteriais, consecutivos, foram submetidos à cirurgia de revasculariza o do miocárdio sem circula o extracorpórea. A faixa etária dos pacientes variou de 38 a 83 anos (média de 59,9 anos), dos quais 62% eram do sexo masculino. A principal indica o cirúrgica foi a insuficiência coronariana cr nica (82%). Todos os pacientes foram operados por esternotomia mediana. RESULTADOS: Três (1,2%) pacientes necessitaram de instala o de circula o extracorpórea. Nos demais 247 pacientes, realizou-se 592 anastomoses, com uma média de 2,4 pontes/paciente. A artéria torácica interna esquerda foi utilizada em 198 (80,1%) pacientes, a artéria torácica interna direita em 5 (2%) pacientes e a veia safena em 247 (100%) pacientes. As artérias coronárias mais revascularizadas foram o ramo interventricular anterior (89%) e o ramo marginal esquerdo (53%). A mortalidade hospitalar global foi de 4%, sendo a principal causa o infarto pós-operatório (1,2%). Morbidade pós-operatória foi constatada em 23 (9,3%) pacientes. O tempo médio de permanência hospitalar foi de 7,7 dias. CONCLUS O: Conclui-se da presente investiga o, que a revasculariza o do miocárdio sem circula o extracorpórea em pacientes multiarteriais é factível, reprodutível e com baixo índice de complica es pós-operatórias.
O uso do bal o intra-aórtico no pré-operatório de cirurgia de revasculariza o miocárdica, associada à disfun o ventricular grave
Kern Marcelo,Santanna Jo?o Ricardo M.
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 2006,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a efetividade do Bal o Intra-Aórtico (BIAo) profilático em cirurgia de revasculariza o miocárdica (CRM) eletiva, para prevenir o infarto trans ou pós-operatório e para reduzir a mortalidade intra-hospitalar nos pacientes com baixa fra o de eje o ventricular esquerda. MéTODOS: Em modelo de estudo de coorte, foram analisados 239 pacientes com fra o de eje o do ventrículo esquerdo inferior ou igual a 40%, submetidos à CRM eletiva com circula o extracorpórea (CEC), no período compreendido entre mar o de 1995 a fevereiro de 2001. RESULTADOS: Destes, 58 pacientes receberam BIAo pré-operatório e os demais foram operados sem assistência circulatória (grupo controle). Os dois grupos de pacientes tinham características semelhantes quanto a fatores associados aos desfechos em quest o. Ocorreram 5 (8,6%) óbitos no grupo com BIAo e 21 (11,6%), no grupo controle (diferen a n o-signifícativa). Ocorreram 2 (3,4%) infartos no grupo com BIAo e 28 (15,5%), no grupo controle BIAo (p < 0,05), risco relativo de 0,22 com intervalo de confian a de 95% de 0,05 a 0,85. CONCLUS O: O BIAo, em uso pré-operatório, pode reduzir de forma significativa o risco de infarto agudo do miocárdio (IAM) trans ou pós-operatório, em pacientes com fun o sistólica diminuída, sem incremento de complica es vasculares. Nesta mesma situa o, o BIAo n o diminui de forma significativa a mortalidade. Estudos randomizados devem ser conduzidos para se ter conclus es mais precisas.
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