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A POPULA O BRASILEIRA: TRABALHAR E SOBREVIVER  [cached]
Rosa Ester Rossini
Revista do Departamento de Geografia , 1994, DOI: 10.7154/rdg.v0i7.241
Abstract: A POPULA O BRASILEIRA: TRABALHAR E SOBREVIVER
Os níveis de desenvolvimento socioecon?mico da popula??o da Amaz?nia brasileira: 1970 e 1980
Haller, Archibald O.;Torrecilha, Ramon S.;Haller, Maria Cristina del Peloso;Tourinho, Manoel M.;
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2000, DOI: 10.1590/S0104-59702000000500010
Abstract: the text presents a typology of the different frontier areas within the brazilian amazon today and discusses the relevance of the concept of frontier in studying the emergence of social anomie in those areas. it suggests there is a positive correlation between the processes of accelerated social change characteristic of such areas and signs of social anomie, such as the loosening of family and personal ties, increased crime and violence, deterioration of the public order, etc. per capita levels of socioeconomic development (dse/kmu) were measured among people residing in all municipalities within the administrative region known as amaz?nia legal, for 1970 and 1980. growth in the scores of 327 of the 329 municipalities under study indicates a strong trend towards improvement of living conditions for the region?s residents. this contradicts the hypothesis found in most of the analytical literature, which contends that the brazilian amazon has been stage to social disruption or stagnation. the text argues that anomie is to be expected in situations of accelerated social change, where people, values, and identities are unstable. therefore, evidence of anomie, which confirms the occurrence of changes, cannot be used to negate the socioeconomic improvements observed in the brazilian amazon.
Proje o da popula o do Paraná: tendências e desafios  [cached]
Marisa Valle Magalh?es,Maria de Lourdes Urban Kleinke
Revista Paranaense de Desenvolvimento , 2000,
Abstract: Português Em geral, as proje es populacionais têm como principal propósitosubsidiar os planejadores, tanto das esferas públicas quanto dossetores privados, na delimita o de cenários futuros de atua o e naformula o de políticas de curto e médio prazos voltadas a clientelasespecíficas. à luz da evolu o demográfica em curso no Paraná edos resultados da proje o da popula o dos municípios do Estado,divulgada recentemente pelo IPARDES/IBGE, o artigo destacaalgumas importantes tendências que se prenunciam e chama a aten opara alguns desafios que elas imp em para o planejamento e gest odas distintas esferas sociais.English Generally, population projections aim at helping both private and publicsector planners to determine the future action scenery and formulateshort and medium term policies addressed to specific clients. Thepresent article highlights some important trends and their challengesfor planning and managing different social areas, in the light of Paranáongoing demographic evolution and of the State municipality populationprojection results recently disclosed by IPARDES/IBGE.
Proje??o da popula??o paulista como instrumento de planejamento
Waldvogel, Bernadette Cunha;Ferreira, Carlos Eugenio de Carvalho;Yazaki, Lúcia Mayumi;Godinho, Rute Eduviges;Perillo, Sonia Regina;
S?o Paulo em Perspectiva , 2003, DOI: 10.1590/S0102-88392003000300008
Abstract: projections of the population of the state of s?o paulo were carried out by funda??o seade, based on detailed studies of the components of the demographic dynamic: fertility, mortality, and migration. the methodology used considers the integration of these three components and the formulation of hypotheses of future behavior.
Cancer na popula o feminina brasileira  [cached]
Mendon?a Guinar Azevedo e Silva
Revista de Saúde Pública , 1993,
Abstract: Objetivou-se mostrar a importancia do cancer enquanto causa de morte e morbidade para a popula o feminina brasileira. Foram analisados os dados das estatísticas de mortalidade do Ministério da Saúde e os disponíveis nos registros de cancer de base populacional existentes nos municípios em Belém, Fortaleza, Recife, Goiania, S o Paulo e Porto Alegre (Brasil). Em 1986 o cancer foi responsável por 15,5% dos óbitos em mulheres acima de quinze anos no Brasil. Os canceres de mama e útero representaram quase um ter o desses óbitos. A compara o internacional mostrou que os coeficientes de incidência de cancer de colo de útero em Recife e Belém foram os mais altos do mundo e os de mama em Fortaleza e S o Paulo s o próximos dos encontrados nas regi es de mais altas cifras como nos Estados Unidos e alguns países da Europa. S o discutidos os principais fatores de risco para os canceres mais prevalentes entre as mulheres brasileiras, guardando as diferen as culturais, sociais e geográficas, bem como os programas de controle existentes. Conclui-se que os programas, de "screening" e de diagnóstico precoce para o cancer de colo uterino tiveram coberturas muito baixas. Considerou-se que o estabelecimento de uma política assistêncial e de controle que inclua a preven o e o diagnóstico precoce para os canceres de colo uterino e de mama nos programas de assistência à mulher deveria ser uma das prioridades de saúde pública, no Brasil.
A popula o brasileira em 2007  [cached]
Hervé Théry
Confins , 2008, DOI: 10.4000/confins.993
Abstract: O IBGE acaba de publicar (Diário Oficial da Uni o do dia 5 de outubro de 2007) os resultados da Contagem da Popula o 2007. Como a limita o de recursos or amentários 2007 levou o instituto a reduzir os custos da opera o, foi decidido limitar as opera es de contagem aos municípios com até 170 mil habitantes, onde os efetivos de popula o causam impacto direto nos valores repassados pelo Fundo de Participa o dos Municípios – FPM.Porém, como em algumas Unidades da Federa o apenas um ou dois...
O envelhecimento da popula o brasileira: um enfoque demográfico  [cached]
Carvalho José Alberto Magno de,Garcia Ricardo Alexandrino
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Contrariamente ao indicado pelo senso comum, o processo de envelhecimento populacional, tal como observado até hoje, é resultado do declínio da fecundidade, e n o da mortalidade. O envelhecimento populacional iniciou-se no final do século XIX em alguns países da Europa Ocidental, espalhou-se pelo resto do Primeiro Mundo, no século passado, e se estendeu, nas últimas décadas, por vários países do Terceiro Mundo, inclusive o Brasil. No caso brasileiro, observou-se, a partir do final dos anos 60, rapidíssima e generalizada queda da fecundidade, e haverá, conseqüentemente, um célere processo de envelhecimento da popula o. Este processo será, necessariamente, mais rápido e com mudan as estruturais, demograficamente falando, mais profundas do que nos países do Primeiro Mundo por duas raz es: o declínio da fecundidade, no País, deu-se em um ritmo maior e origina-se de uma popula o mais jovem do que aquela dos países desenvolvidos.
Avalia o de teratógenos potenciais na popula o brasileira
Schüler-Faccini Lavínia,Leite Júlio César Loguercio,Sanseverino Maria Teresa Vieira,Peres Rossana Mizunski
Ciência & Saúde Coletiva , 2002,
Abstract: O fato de agentes ambientais, nomeadamente fármacos, infec es maternas, e agentes químicos ou físicos poderem causar danos ao embri o ou feto em desenvolvimento é um problema reconhecido principalmente a partir do século 20. Nos países em desenvolvimento, existem características especiais que podem tornar esse problema mais agudo. Essas características incluem níveis educacionais e econ micos baixos da popula o, alta incidência de doen as infecciosas e carenciais, escassos recursos para saúde e pesquisa, prática freqüente e sem controle de automedica o, facilidade de obten o de medica es que deveriam estar submetidas à prescri o médica e, finalmente, proibi o legal de interrup o da gesta o. Além disso, pode somar-se uma qualidade ambiental precária ou mesmo condi es de trabalho insalubres durante a gravidez. No presente trabalho apresentamos as principais metodologias para detec o e monitoriza o de potenciais teratógenos, com ênfase especial nos programas desenvolvidos no Brasil e América Latina.
O deslocamento da popula??o brasileira para as metrópoles
Brito, Fausto;
Estudos Avan?ados , 2006, DOI: 10.1590/S0103-40142006000200017
Abstract: the aim of this article is the analysis of the brazilian urbanization process during the second half of the 20th century. for this purpose it is important to take note that the 1970 demographic census indicated that the urban population had surpassed the rural population for the first time. the rapid contemporary urbanization due to intense internal migration concentrated the urban population in the larger brazilian cities and metropolitan areas. during the last two decades, however, the growth rates of the larger cities has declined due to lower fertility rates and, more importantly, decreasing number of immigrants. indeed, the metropolitan area of s?o paulo, for example, presented negative net migration for the 1995-2000 period. although internal migration trends do not point to a process of "hipermetropolitanization", it must be taken into account that as of 2000 40% of the country?s urban population still inhabited the larger metropolitan areas.
Distribui o dos valores do índice de massa corporal da popula o brasileira até 25 anos  [cached]
Anjos Luiz Antonio dos,Veiga Gloria Valeria da,Castro Inês Rugani Ribeiro de
Revista Panamericana de Salud Pública , 1998,
Abstract: O presente artigo apresenta a distribui o em percentis do índice de massa corporal da popula o jovem brasileira. As medidas de massa corporal e estatura de crian as e jovens de ambos os sexos, do nascimento até os 25 anos, foram obtidas a partir da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutri o realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e pelo Instituto Nacional de Alimenta o e Nutri o em 1989, com o objetivo de descrever o estado de saúde e nutri o da popula o brasileira. Os valores do índice de massa corporal levantados pela pesquisa tendem a decrescer na faixa etária de 1 a 6 anos, mantêm-se estáveis até cerca de 8 anos e aumentam progressivamente, até se estabilizarem por volta de 19 a 20 anos para mulheres e 20 a 21 anos para homens. A pesquisa também revelou que as meninas apresentam valores de índice de massa corporal superiores aos dos meninos a partir dos 12 anos, bem como maiores diferen as entre valores de percentis extremos (percentil 3 e 97). A compara o com dados de outros países revelou que, em linhas gerais, o padr o de evolu o do índice de massa corporal no Brasil assemelha-se ao encontrado na Fran a, Gr -Bretanha e Estados Unidos. As crian as e jovens brasileiros apresentam valores médios de índice de massa corporal semelhantes aos norte-americanos até os 6 anos e inferiores a partir dos 7 anos. A compara o entre a evolu o da mediana do índice de massa corporal em crian as e adolescentes brasileiros e britanicos revelou valores sempre inferiores para as meninas brasileiras. Em rela o à Fran a, o índice de massa corporal da popula o masculina brasileira é sistematicamente menor a partir dos 8 anos. Os dados aqui apresentados podem servir para acompanhamento de tendências e compara es entre estudos; seu uso para fins de triagem e monitoramento clínico é desaconselhável, dada a ampla varia o individual no processo de crescimento e desenvolvimento durante a adolescência.
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