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Soberania, lei, vontade geral e autoridade legítima segundo Do contrato social de Jean-Jacques Rousseau Soberania, lei, vontade geral e autoridade legítima segundo Do contrato social de Jean-Jacques Rousseau
Raquel Kritsch
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: O objetivo deste artigo é introduzir o leitor no pensamento político de Jean-Jacques Rousseau, com base nas reflex es do autor em Do contrato social. Partindo-se da distin o entre poder e autoridade, procura-se mostrar o fundamento da legitimidade e a constru o do contrato social ideal. Para o filósofo genebrino, a soberania, entendida como a vontade geral em a o, constitui o fundamento mais adequado às repúblicas, regidas por leis emanadas da vontade geral, as únicas capazes de expressar os interesses gerais de um “eu comum” que n o se confunde nem com a maioria nem com os particulares. Depois de apresentadas as características centrais do poder soberano, discute-se o papel do governo e da religi o civil na vida politicamente organizada sob um Estado republicano. O objetivo deste artigo é introduzir o leitor no pensamento político de Jean-Jacques Rousseau, com base nas reflex es do autor em Do contrato social. Partindo-se da distin o entre poder e autoridade, procura-se mostrar o fundamento da legitimidade e a constru o do contrato social ideal. Para o filósofo genebrino, a soberania, entendida como a vontade geral em a o, constitui o fundamento mais adequado às repúblicas, regidas por leis emanadas da vontade geral, as únicas capazes de expressar os interesses gerais de um “eu comum” que n o se confunde nem com a maioria nem com os particulares. Depois de apresentadas as características centrais do poder soberano, discute-se o papel do governo e da religi o civil na vida politicamente organizada sob um Estado republicano.
Interven o nutricional e preven o primária do diabetes mellitus tipo 2: uma revis o sistemática  [cached]
Sartorelli Daniela Saes,Franco Laércio Joel,Cardoso Marly Augusto
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: O diabetes mellitus tipo 2 pode ser considerado um dos principais problemas de saúde pública no mundo atual. A prevalência crescente em diversos países e o difícil controle metabólico dos indivíduos com a doen a em evolu o justificam o estudo de estratégias para preven o primária do diabetes mellitus tipo 2. Ensaios clínicos aleatorizados controlados recentes sugerem um impacto importante da interven o nutricional na redu o do risco de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 entre indivíduos portadores de fatores de risco. O presente artigo de revis o descreve o impacto de programas de interven o no estilo de vida em ensaios clínicos aleatorizados controlados para a preven o primária do diabetes mellitus tipo 2.
DO N O AO SIM ETERNOS OU SUBJETIVIDADE E VONTADE NO SARTOR RESARTUS DE CARLYLE
Gabriel Guedes Rossatti
Griot : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: De novembro de 1833 a agosto de 1834 foi publicado em fascículos no Reino Unido o Bildungsroman de título Sartor Resartus, o qual, escrito em 1830 pelo pensador e crítico social escocês Thomas Carlyle (1795-1881), profundamente influenciado pelo movimento do romantismo alem o, e mais particularmente por Goethe, do qual era correspondente, buscava atrair os leitores britanicos para a tarefa da forma o subjetiva (Bildung) tal qual formulada a partir deste. Neste sentido, busca-se neste artigo abordar as compreens es carlyleanas tanto do processo de autoconhecimento ou forma o individual tal qual desenvolvida nessa obra, quanto de sua contrapartida, ou seja, a ideologia da modernidade, uma vez que Sartor Resartus se coloca polemicamente como uma obra em oposi o a tal ideologia. Assim, argumentaremos que Sartor Resartus se caracteriza por ser uma obra efetivamente existencialista, uma vez que tem como um de seus temas principais precisamente a existência humana.
Epidemiologia e impacto social  [cached]
Lima Maurício Silva de
Revista Brasileira de Psiquiatria , 1999,
Abstract: A formula o de políticas em saúde mental depende essencialmente de informa es a respeito da freqüência e distribui o dos transtornos depressivos. Nos últimos 15 anos, pesquisas de base populacional em epidemiologia psiquiátrica têm sido conduzidas, gerando conhecimento detalhado sobre a freqüência, fatores de risco, incapacidade social, e uso de servi os de saúde. Neste artigo, dados sobre a epidemiologia da depress o s o discutidos, a partir de resultados de recentes pesquisas populacionais: o estudo da área de Capta o Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (ECA- NIMH), a Pesquisa Nacional de Co-morbidade (NCS), a pesquisa de Morbidade Psiquiátrica na Gr -Bretanha (OPCS), o Estudo Brasileiro Multicêntrico de Morbidade Psiquiátrica, e outras pesquisas conduzidas no Brasil em aten o primária. As prevalências de depress o maior e de distimia, bem como a de outros transtornos depressivos, s o altas, independente do lugar onde a pesquisa foi conduzida, tipo de instrumento diagnóstico usado, e dos períodos de tempo para os quais a prevalência se aplica. Depress o é mais comum entre mulheres, pessoas divorciadas ou separadas, vivendo sozinhas, com baixo nível de escolaridade e renda, desempregados e morando em zonas urbanas. Pessoas deprimidas s o mais sujeitas a consultarem médicos e a serem hospitalizadas. O custo e a eficácia dos tratamentos para depress o devem ser balanceados com o alto custo individual e social associados à enfermidade.
EPIDEMIOLOGIA E MANEJO DO MOFO CINZENTO DA MAMONA
MORAES, Wanderson Bucker,JESUS JUNIOR, Waldir Cintra de,MORAES, Willian Bucker,TOMAZ, Marcelo Antonio
Nucleus , 2011,
Abstract: The castor bean crop has shown great importance for the production of biodiesel, mainly forthe quality of its oil and not compete with food. The cultivation of castor oil is subject to attack by numerouspathogens, among which stands out the gray mold caused by Amphobotrys ricini. This affects the inflorescences,clusters and seeds, thus reducing production and oil content in fruits. Favourable climatic conditions for theoccurrence of gray mold in Brazil and the intensification of cultivation of castor beans, has helped to increase thedamage caused by this disease. The control of gray mold is based on the use of preventive measures, sincecurative measures are not effective or are unavailable until now. The use of resistant varieties, healthy seed, crop rotation, elimination of crop residues, the chemical treatment are among measures that can be employed in themanagement of A. ricini. Additionally, zoning areas of climate risk of occurrence of gray mold is a promisingalternative to be implemented in the program management of this disease. However, more studies are needed tounderstand the pathosystem castor - A. ricini to assist the development and adoption of new managementtechniques for this disease, as well as improve existing ones.A cultura da mamona tem demonstrado grande importancia para produ o de biodiesel,principalmente pela qualidade de seu óleo e por n o competir com a alimenta o humana. O cultivo da mamonaestá sujeito ao ataque de inúmeros patógenos, dentre os quais, destaca-se o mofo cinzento causado porAmphobotrys ricini. Este afeta as inflorescências, os cachos e as sementes, reduzindo assim a produ o e o teorde óleo nos frutos. As condi es climáticas favoráveis para ocorrência do mofo cinzento no Brasil e aintensifica o do cultivo da mamona, com a introdu o de cultivares altamente produtivas, tem contribuído parao aumento dos danos causados por esta doen a. O controle do mofo cinzento tem como base a utiliza o demedidas preventivas, uma vez que medidas curativas n o s o eficazes ou até o momento est o indisponíveis. Ouso de cultivares resistentes, sementes sadias, rota o de culturas, elimina o de restos culturais, tratamentoquímico das sementes s o algumas das medidas que podem ser empregadas no manejo da A. ricini. Contudo,mais estudos devem ser realizados para o entendimento do patossistema mamona - A. ricini a fim de auxiliar odesenvolvimento e a incorpora o de novas técnicas de manejo para esta doen a, bem como aprimorar asexistentes.
Epidemiologia e planejamento: a recomposi o das práticas epidemiológicas na gest o do SUS
Paim Jairnilson Silva
Ciência & Saúde Coletiva , 2003,
Abstract: Com os objetivos de sistematizar os esfor os para a utiliza o da epidemiologia nos servi os de saúde, descrever algumas propostas construídas no Brasil e discutir obstáculos e possibilidades de recomposi o das práticas epidemiológicas no Sistema único de Saúde (SUS), o ensaio apresenta elementos da crise da epidemiologia e analisa certos constrangimentos impostos ao desenvolvimento da racionalidade técnico-sanitária e à incorpora o tecnológica do saber epidemiológico na gest o em saúde. S o identificados avan os e recuos desses processos durante a implementa o do SUS e apresentadas algumas proposi es para a constru o coletiva de uma epidemiologia contra-hegem nica que contribua na constitui o de sujeitos sociais comprometidos com uma prática sanitária que aposte na planifica o e gest o de um sistema de saúde efetivo, democrático, humanizado e equanime.
O TRABALHO INFANTIL E O PROGRAMA DE PREVEN O E ERADICA O DO TRABALHO INFANTIL (PETI)  [cached]
Carolina de Cássia Ribeiro de Abreu
Vértices , 2010,
Abstract: Este artigo situa o trabalho infantil historicamente objetivando iniciar uma reflex o sobre a sua natureza. Contextualiza esta quest o no Programa de Preven o e Erradica o do Trabalho Infantil (PETI) pensado como uma política de assistência social. Baseado no banco de dados da Comiss o Municipal de Preven o e aErradica o do Trabalho Infantil, sistematiza algumas informa es como idade, escolaridade, ocupa o e área de residência das 2614 crian as e adolescentes inseridas noPETI em Campos, tra ando um diagnóstico e apontando para algumas reflex es que dizem respeito à implementa o do Programa.
Programa CVV: preven o do suicídio no contexto das hotlines e do voluntariado
Dockhorn, Carolina Neumann de Barros Falc?o,Werlang, Blanca Susana Guevara
Textos & Contextos (Porto Alegre) , 2008,
Abstract: O comportamento suicida vem ganhando destaque em termos numéricos, constituindo um problema de saúde pública. Diante desta realidade, s o fundamentais a es preventivas com o objetivo de reduzir os alarmantes índices de tentativas de suicídio e de suicídios consumados. Dentre os programas de preven o, existe o recurso de atendimento por meio de hotlines, o qual se faz presente no Brasil através da a o dos Postos CVV, executores do Programa CVV de Preven o do Suicídio e integrantes do Centro de Valoriza o da Vida. Com trabalhadores voluntários, o CVV oferece interven o em crise a sujeitos que telefonam buscando apoio emocional. O objetivo deste artigo é contextualizar historicamente este tipo de servi o, destacando a a o do voluntário como pe a fundamental na sociedade civil, no cuidado efetivo a pessoas em sofrimento e no esfor o para evitar a concretiza o de um desfecho fatal.
Grau de informa o, atitudes e representa es sobre o risco e a preven o de AIDS em adolescentes pobres do Rio de Janeiro, Brasil  [cached]
Merchán-Hamann Edgar
Cadernos de Saúde Pública , 1995,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a situa o do adolescente brasileiro com respeito ao risco e preven o ,da AIDS/HIV, foram entrevistados 416 estudantes, dentro do marco institucional-assistencial do Centro Brasileiro da Infancia e Adolescência. Os adolescentes pertenciam a duas categorias institucionais: escolas abertas à comunidade ou institui es fechadas para menores infratores. As entrevistas semiestruturadas foram voluntárias, an nimas e sigilosas. As fontes de informa o sobre AIDS/HIV mais freqüentemente identificadas foram os meios de comunica o de massa, e em particular a televis o. Os entrevistados manifestaram dúvidas e desconfian a na informa o oficial mostrando uma escassa compreens o sobre certos aspectos do contágio e preven o: quase 70% acreditam na transmiss o via picada de mosquito e, em torno de 40%, em formas de contágio casual como o contato direto com ferimentos, cicatrizes e com utencílios de banheiro. Houve diferen as entre as respostas dos alunos e as das alunas, sendo que os primeiros mostraram um nível de preparo melhor ao tempo que pareciam deter maior autonomia nas iniciativas referentes à sexualidade. Atitudes de segrega o e exclus o de pessoas corn AIDS persistem. A falta de preven o foi atribuída à impossibilidade de prever que os encontros sexuais iriam a ocorrer. Os aspectos simbólicos relacionados com as causas de AIDS/HIV revelaram grande variabilidade: embora a maioria veja a doen a "como qualquer outra", 80% a associam com excessos na conduta sexual e 40% com comportamento homossexual. As imagens causais variam desde um ponto de vista predominante da AIDS como "castigo injusto" (algo introduzido deliberadamente por estrangeiros) a discursos menos freqüentes de culpabiliza o (AIDS como puni o justificada por "conduta pecaminosa"). Há várias metáforas referidas ao corpo: a "sujeira" (manchas escuras, feridas, tumores); o seu deterioramento irreversível; a usurpa o por for as externas mais potentes. A atitude positiva à inicia o sexual n o é influenciada por cogita es sobre os riscos de doen a, a possibilidade de gesta o, e imperativos religiosos. Uma atitude ambígua com respeito à transgress o (estereotipada na figura do "malandro" do Rio), pode ter influência na percep o do risco e da preven o. Analisam-se as informa es coletadas à luz da interpreta o dos discursos dos meios de comunica o, do estudo de outros contextos e das pesquisas sobre a especificidade da constru o cultural da sexualidade no Brasil. Enfatiza-se a necessidade de implementa o de a es mais claras e diretas na veicula o de informa o.
Preven o do comportamento suicida  [PDF]
Botega, Neury José et al.
Psico , 2006,
Abstract: A mortalidade por suicidio tem aumentado significativamente nos últimos anos, situando-se entre as dez principais causas de morte, considerando todas as faixas etárias, e entre as duas ou três mais freqüêntes em adolescentes e adultos jovens. Este fen meno n o só é uma tragédia pessoal, mas também representa um sério problema de saúde pública. Assim sendo, programas de preven o devem ser prioridade no planejamento e na política pública dos países. Este artigo aponta quais s o os fatores de prote o e de risco à suicídio de vários países apresentado também, os objetivos a serem alcan ados com as Diretrizes Nacionais de Preven o do suicídio lan adas no Brasil pelo Ministério da Saúde em agosto de 2006.
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