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Novos encontros de anofelíneos em recipientes artificiais  [cached]
Forattini Oswaldo Paulo,Kakitani Iná,Marques Gisela Rita Alvarenga Monteiro,Brito Marylene de
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Assinalam-se novos encontros de anofelíneos em recipientes artificiais. Um deles diz respeito a formas imaturas de Anopheles bellator em criadouros experimentais e outro é concernente ao achado de An. albitarsis l.s., em recipiente abandonado. Tecem-se considera es sobre a press o seletiva representada pela produ o, cada vez maior, de objetos descartáveis.
Encontro de criadouros de Aedes scapularis (Diptera: Culicidae) em recipientes artificiais  [cached]
Forattini Oswaldo Paulo,Kakitani Iná,Sallum Maria Anice Mureb
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: Relata-se o encontro de criadouros de Aedes scapularis em recipientes artificiais abandonados nos Municípios de Ilha Comprida e de Pariquera-A u, Estado de S o Paulo (Brasil). Foram coletadas 270 (250 larvas e 20 pupas) formas imaturas, o que permitiu levantar a hipótese de adapta o secundária desse mosquito ao ambiente antrópico. Este caracteriza-se pela diminui o de locais viáveis para instala o de criadouros no solo e, ao mesmo tempo, pelo incremento do número de recipientes artificiais os quais poderiam ser utilizados para a oviposi o. Estima-se que, nesta parte da regi o Sudeste do Brasil, possam ocorrer implica es epidemiológicas em rela o à transmiss o de encefalite.
Significado epidemiológico dos criadouros de Aedes albopictus em bromélias  [cached]
Forattini Oswaldo Paulo,Marques Gisela Rita Alvarenga Monteiro,Kakitani Iná,Brito Marylene de
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Relata-se o encontro de formas imaturas de Aedes albopictus em bromélias. Discute-se em que circunstancias estas plantas poderiam ser epidemiologicamente consideradas como recipientes naturais ou artificiais. Destaca-se o poder de difus o deste vetor que deverá merecer aten o para que sejam elaborados modelos teóricos que se baseiem em maior número de informa es.
Encontro de anofelinos do subgênero Nyssorhynchus em recipientes artificiais, Maricá, RJ, Brasil  [cached]
Carreira-Alves Jo?o R
Revista de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Registram-se o encontro de larvas e uma pupa de anofelinos em recipientes artificiais desativados. Foram encontradas larvas de Anopheles argyritarsis em uma caixa d'água abandonada, na localidade de Pedregulho, distrito de Ponta Negra, e uma pupa de Anopheles aquasalis em um recipiente experimental, a céu aberto, no distrito de Itaipua u, onde ocorreram três casos de malária em 1997. Ambos os encontros ocorreram no município de Maricá, RJ, Brasil.
Emergência de Aedes albopictus em recipientes artificiais  [cached]
Forattini Oswaldo Paulo,Kakitani Iná,Ueno Helene Mariko
Revista de Saúde Pública , 2001,
Abstract: OBJETIVO: Estimar o potencial de emergência média diária de adultos fêmeas de Aedes albopictus, espécie que, embora n o tenha sido incriminada, até o momento, como vetora de dengue no Brasil, é muito próxima de Aedes aegypti. MéTODOS: As observa es foram realizadas quinzenalmente e de maneira ininterrupta na localidade de Pedrinhas, Estado de S o Paulo, no período de 1996 a 2000. Para estimar a produtividade dos criadouros, mediu-se o índice de emergência (E). Foram utilizados dois reservatórios grandes e permanentes com mais de 10 litros de água, para que o líquido faltante fosse reposto a cada coleta. Os demais reservatórios (seis) foram representados por cubas com capacidade de 1 litro, sendo que, a cada cuba, foi adicionado 1 litro de água destilada. Posteriormente, a cada coleta, o volume de água foi reposto independentemente da pluviosidade. As associa es foram estudadas pelo índice de correla o de Pearson. RESULTADOS: A emergência (E) do reservatório mantido descoberto foi de 66,5, maior do que a emergência da caixa d'água coberta, que foi de 12,2. Ambos os criadouros tiveram o caráter de "permanente" assegurado pela reposi o do líquido, caso o volume diminuísse ao longo do tempo de observa o. N o houve associa o importante com as condi es de pluviosidade e de temperatura. Os recipientes menores foram representados por cubas, em número de seis. Algumas delas mostraram associa o com as condi es meteorológicas e os índices de emergência (E), indicando os meses de menor pluviosidade como menos produtivos. Esses meses, de junho a novembro, seriam o lapso de tempo mais propício para realizar a opera o de remo o mecanica de recipientes. CONCLUS O: As diferen as encontradas na produtividade dos dois reservatórios permanentes poder o, ao menos parcialmente, ser explicadas pela presen a de matéria organica que serviria para a alimenta o larval. Quanto aos recipientes transitórios, sup e-se que a época de menor pluviosidade seria a mais propícia para executar a limpeza dos quintais domésticos. Com isso, seria mais eficaz a diminui o da prolifera o de mosquitos na esta o seguinte. A presen a de matéria organica na água dos criadouros poderá, se vegetal ou animal, trazer subsídios à separa o das popula es de Aedes aegypti e de Ae. albopictus.
Avalia o da eficácia do Bacillus thuringiensis var. israelensis no controle de formas imaturas do Aedes (Stegomyia) aegypti ( Linnaeus, 1762) em ambiente de laboratório.  [cached]
Cleber Barreto Espindola,Roberta Novo Guedes,Roberta Coelho Pereira de Souza
EntomoBrasilis , 2008,
Abstract: ResumoAedes aegypti (L., 1762) é considerado um mosquito cosmopolita, com ocorrência nas regi es tropicais e subtropicais. No Brasil, está restrito às vilas e cidades, sempre com características domiciliares e peridomicíliares e, raramente é encontrado em ambientes onde a densidade populacional é baixa. Este mosquito é o único vetor do arbovírus da dengue e da febre amarela urbana em todo território nacional, e é considerado um dos vetores mais importantes na veicula o de patógenos a humanos. A grande resistência dos mosquitos a inseticidas químicos e a freqüente preocupa o social com a polui o ambiental, resultou na procura de alternativas para o controle desses insetos, tais como a utiliza o de bactérias entomopatogênicas. Esse trabalho foi realizado objetivando mensurar a eficácia dessa bactéria no controle das formas imaturas de Ae. aegypti. Para a realiza o deste, foram criadas individualmente 350 larvas de gera o F2 de Ae. aegypti em copos plásticos de 200 ml, contendo 100 ml de água n o clorada. Na contamina o foi usado 5mg de Bacillus thuringiensis var. israelensis para cada estágio larval. A análise estatística foi realizada pelo teste de Mann-Whitney a 5%. A mortalidade das larvas contaminadas foi de 100%, 98%, 98%, 100% e 4% para o 2o, 3o, 4o estágio e pupa A média do número de dias de vida das larvas após contamina o no 1o, 2o, 3o, 4o estágio e pupa foi de 1,36; 2,46; 1,24; 1,22 e 3,46 dias respectivamente, exceto para a pupa, a dura o dos estágios foi menor para os indivíduos contaminados, (P<0,05). O B. thuringiensis var. israelensis demonstrou ser um bioinseticida eficaz, causando mortalidade total de 99,5% das larvas contaminadas, embora para a fase de pupa n o tenha sido eficaz. Desta forma ele representa uma boa op o para o controle de larvas de Ae. aegypti, entretanto para as pupas, outras alternativas devem ser estudadas.Evaluation of efficacy of Bacillus thuringiensis var. israelensis on the control of immature forms of Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) in laboratoy.. Aedes aegypti is considered a cosmopolitan mosquito that lives in tropical and subtropical region. In Brazil, it′s habitat is restricted to cities and villages, living next to humans and being rarelly found in a place with low human density. This especies is the only vector of Dengue and Yellow Fever virus in all brasilian nacional territory. It′s considered one of the most important vectors relationed with the transmission of patogens to humans. The social concearn with the environment and the mosquito′s resistance to chemical insecticides, resulted
Ecologia de mosquitos (Diptera: Culicidae) em criadouros naturais e artificiais de área rural do Norte do Estado do Paraná, Brasil. V. Coleta de larvas em recipientes artificiais instalados em mata ciliar  [cached]
Lopes José
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: INTRODU O: A utiliza o pelos Culicidae de recipientes contendo água para a coloca o de seus ovos, em área antropogênica, pode indicar plasticidade genética que os direcione evolutivamente no sentido da domicilia o. Nesse sentido, foram coletadas as diferentes espécies de Culicidae que colonizam recipientes alocados em mata ciliar, na área rural. MATERIAL E MéTODO: Foram instalados recipientes de pneu, plástico, lata e bambu, em mata ciliar, em área rural no Norte do Paraná, Brasil. RESULTADOS: Coletaram-se larvas de Cx. grupo coronator, Cx. declarator, Cx. laticlasper, Cx. (Melanoconion) sec o Spissipes, Cx. tatoi, Tr. compressum, Tr. pallidiventer, Ae. terrens, Cx. mollis, Cx. bigoti, Hg. leucocelaenus, Cx. eduardoi, Cx. quinquefasciatus, Li. durhamii e Toxorhynchites sp. As cinco primeiras espécies foram específicas de pneus. As duas espécies de Trichoprosopon ficaram restritas a bambu. Ae. terrens e Cx. mollis foram caletadas em pneu e bambu, Cx. bigoti foi coletada em pneu, lata e bambu, enquanto que Hg. leucocelaenus só n o foi encontrada em lata. As quatro últimas espécies foram coletadas em todos os tipos de recipientes. Cx. quinquefasciatus, Cx. eduardoi, Li. durhamii tiveram significante flutua o populacional. CONCLUS ES: O pneu caracterizou-se como o recipiente mais aceito pelos culicídeos. As áreas onde a mata ciliar esteve mais densa e o locais onde o solo esteve mais úmido foram os pontos com maior número de capturas. A mata ciliar, mesmo muito reduzida e alterada, foi suficiente para abrigar várias espécies de culicídeos. As espécies caputradas podem ser portadoras de plasticidade gênica que as capacitem a colonizar ambientes antropogênicos.
Potencial sinantrópico de mosquitos Kerteszia e Culex (Diptera: Culicidae) no Sudeste do Brasil  [cached]
Forattini Oswaldo Paulo,Kakitani Iná,Santos Roseli La Corte dos,Kobayashi Keilla Miki
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Observar a potencialidade sinantrópica de Anopheles bellator e de An. cruzii em vilarejo rodeado por ambiente natural. MéTODOS: As observa es foram levadas a efeito na localidade de Pedrinhas, no Sudeste do Estado de S o Paulo, Brasil, de outubro de 1996 a janeiro de 2000. A sinantropia, ou domicilia o, foi estimada pelo índice de Nuorteva (s) acrescido do fator intradomiciliar de Mihályi (d) e adaptado para culicídeos hematófagos. RESULTADOS: Utilizando procedimento baseado na atra o pela isca humana, as duas espécies de Kerteszia mostraram freqüência conjunta positiva correspondente a s=35,7. Isso parece indicar a existência de certo grau de sinantropia por parte desses mosquitos. Assim também, a popula o de Cx. sacchettae, correspondente à raz o de sinantropia sr=12,8, obtida pelo cálculo da rela o entre os dados conseguidos na armadilha de Shannon. Quanto ao método de procura ativa pela aspira o ambiental, os resultados obtidos consistiram em valores negativos de s. Assim, corresponderam a -43,1 para An. bellator, -48,2 para An. cruzii e -3,0 para Cx. sacchettae. Tais cifras foram relacionadas ao valor positivo de s=+93,8 apresentado por Cx. quinquefasciatus e considerado como equivalente a +100,00. CONCLUS ES: O observado em rela o a domicílios isolados rurais repetiu-se em conjunto de casas formando vila, também de caráter rural, e circundada por ambiente primitivo. Ou seja, esses mosquitos adultos tendem a procurar o ambiente antrópico na busca de repasto sangüíneo. Uma vez tendo-o conseguido, voltam para o ambiente de onde saíram. Todavia, revelou-se alguma tendência adaptativa revelada pelo encontro de formas imaturas de An. bellator em recipientes artificiais. Quanto a Cx. sacchettae, a popula o local parece mostrar tendência para adapta o ao meio antrópico.
Fatores associados à ocorrência de formas imaturas de Aedes aegypti na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, Brasil
Souza-Santos Reinaldo
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1999,
Abstract: Aedes aegypti é o vetor urbano da dengue, doen a que pode resultar em epidemias. Estudos ecológicos tornam-se importantes uma vez que popula es do vetor de diferentes áreas podem diferir quanto a características bio-ecológicas, relevantes para orientar a es de controle. Este trabalho objetiva identificar e analisar fatores associados à ocorrência de formas imaturas de A. aegypti na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, a partir dos dados da Funda o Nacional de Saúde (FNS). Os resultados mostram que 58,04% do total de criadouros inspecionados foram constituídos por suportes para vasos com plantas, vasilhames de plástico ou vidro abandonados no peridomicílio. Maiores percentuais de criadouros positivos foram observados para pneus (1,41%), tanques, po os e cisternas (0,93%), e barris, tonéis e tinas (0,64%). Maiores propor es de criadouros positivos durante o ver o foram as dos grandes reservatórios de água e a dos criadouros provenientes do lixo doméstico. No inverno, verificamos maior valor para os pequenos reservatórios de água para uso doméstico. As maiores propor es de criadouros positivos foram observadas após três meses sem atividades da FNS. A análise fatorial mostrou que o principal fator determinante da ocorrência de fases imaturas de A. aegypti é aquele que leva em considera o os fatores meteorológicos. A elimina o e tratamento de criadouros pelos agentes da FNS apresentaram-se como menos importantes. Tais fatos apontam a necessidade de controle contínuo, indicando menor aten o da FNS, durante o inverno, em rela o aos pequenos reservatórios, que podem manter formas imaturas de A. aegypti.
CORANTES ARTIFICIAIS EM ALIMENTOS  [cached]
MARCELO ALEXANDRE PRADO,HELENA TEIXEIRA GODOY
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: O emprego de aditivos qu -micos , sem d ovida, um dos mais pol amicos avan §os alcan §ados pela ind ostria de alimentos. Os corantes artificiais pertencem a uma dessas classes de aditivos alimentares e t am sido objeto de muitas cr -ticas, j que seu uso em muitos alimentos justifica-se apenas por quest μes de h bitos alimentares. Ainda existem diferentes opini μes quanto inocuidade dos diversos corantes artificiais. Visando, principalmente, o controle no uso dos corantes sint ticos, mas tendo em vista que produtos coloridos artificialmente s £o exportados e importados, a an lise desses aditivos requer m todos eficientes e r pidos para a detec § £o, identifica § £o e quantifica § £o. A cromatografia em papel e em camada delgada, apesar de serem t cnicas relativamente r pidas, apresentam dados com baixa exatid £o e precis £o. J na cromatografia l -quida de alta efici ancia (CLAE) as maiores dificuldades encontram-se nas etapas de extra § £o, mas principalmente no alto custo do equipamento. A eletroforese capilar apresenta os mesmos problemas da CLAE, aliados ao fato de se tratar de uma t cnica relativamente recente para a an lise desse tipo de subst ¢ncia e, portanto, existem poucos estudos a cerca da determina § £o e quantifica § £o. PALAVRAS-CHAVE: Corantes artificiais; an lise; legisla § £o; CLAE; EC
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