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Estudo comparativo de eficácia de larvitrampas e ovitrampas para vigilancia de vetores de dengue e febre amarela  [cached]
Marques Cristiano Correa de Azevedo,Marques Gisela Rita de Alvarenga Monteiro,Brito Marylene de,Santos Neto Luiz Gonzaga dos
Revista de Saúde Pública , 1993,
Abstract: Com a finalidade de aprimorar a vigilancia entomológica dos vetores de Dengue e Febre Amarela - Aedes aegypti e Aedes albopictus - no Estado de S o Paulo, Brasil, realizou-se estudo comparativo de eficácia de larvitrampas (armadilhas de larvas), e ovitrampas (armadilhas de ovos). A regi o estudada é infestada somente pelo Aedes albopictus, espécie que conserva hábitos silvestres, mas também coloniza criadouros artificiais. A primeira parte do estudo foi realizada em área periurbana de Tremembé-SP, onde foram comparados três ocos de árvore, 23 ovitrampas e 5 larvitrampas. A segunda parte dos experimentos desenvolveu-se no Município de Lavrinhas-SP, no distrito de Pinheiros, onde 20 ovitrampas foram instaladas (uma por quadra) e 5 larvitrampas foram localizadas em pontos estratégicos (comércios, depósitos e postos). Os resultados obtidos mostraram que a ovitrampa, além da capacidade de positivar-se mesmo em presen a de criadouros naturais, possui eficiência superior à larvitrampa. Constatou-se que para avalia o de efeitos da termonebuliza o as ovitrampas apresentaram uma significativa redu o na média de ovos, o que n o se verificou em rela o ao índice de Breteau.
Fauna de Culicidae em municípios da zona rural do estado do Amazonas, com incidência de febre amarela
Fé Nelson Ferreira,Barbosa Maria das Gra?as Vale,Fé Flávio Augusto Andrade,Guerra Marcus Vinitius de Farias
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2003,
Abstract: Em 1996, foi realizado um levantamento da fauna de Culicidae (coleta de adultos e imaturos) em cinco dos dez municípios onde foram registrados 14 casos de febre amarela silvestre (Rio Preto da Eva, Iranduba, Manacapuru, Manaquiri e Careiro). Os mosquitos foram coletados utilizando-se armadilhas de luz CDC, inspe es domiciliares e captura com tubos coletores para isca humana. Foram identificadas entre adultos e imaturos 36 espécies de Culicidae, entre estas, nove foram encontradas apenas na fase imatura. Dentre os adultos, coletou-se espécies de Haemagogus janthinomys, Ha. leucocelaenus e Aedes fulvus, incluídas entre os vetores de febre amarela silvestre.
Criadouros de Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) em bromélias nativas na Cidade de Vitória, ES
Varej?o José Benedito Malta,Santos Claudiney Biral dos,Rezende Helder Ricas,Bevilacqua Luiz Carlos
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2005,
Abstract: Alguns insetos transmissores de doen as procriam exclusivamente nas proximidades das residências. O Aedes aegypti, responsável por epidemias de dengue em cidades brasileiras, representa sério risco também para a febre amarela. Com o insucesso da campanha de erradica o do inseto, justifica-se a busca de criadouros fora do alcance das medidas de controle atualmente adotadas. Na Cidade de Vitória, ES, investigou-se a ocorrência de criadouros de Aedes aegypti na água coletada em bromélias nativas, sobre as rochas. Paralelamente, avaliou-se a infesta o predial nas áreas urbanas contíguas. Em quatro das cinco áreas investigadas foram encontradas larvas de culicídeos nas bromélias, sendo que em duas foi identificado Aedes aegypti. A presen a dos criadouros em bromélias n o guardou rela o com a infesta o predial nas áreas próximas. Torna-se necessário definir se os criadouros em bromélias constituem focos primários do Aedes aegypti, ou se representam uma conseqüência da elevada infesta o urbana.
Adiaspiromicose pulmonar: achado casual em paciente falecido de febre amarela
Moraes Mário A.P.,Gomes Maria Iolanda,Vianna Leonora M. Souza
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2001,
Abstract: Durante um surto de febre amarela (forma rural da infec o) instalado, em fins de 1999, no Estado de Goiás, Brasil, um enfermo, com sintomatologia suspeita, faleceu no Hospital Universitário de Brasília, DF, cinco dias após a admiss o. à necropsia, microscopicamente, além das altera es hepáticas características da infec o, encontraram-se nos pulm es e linfonodos hilares, estruturas arredondadas, reconhecidas como adiaconídios de Emmonsia parva var. crescens.
Diagnóstico sorológico de infec es por dengue e febre amarela em casos suspeitos no Estado do Pará, Brasil, 1999
Araújo Tais Pinheiro de,Rodrigues Sueli Guerreiro,Costa Maria Irene Weyl de A.,Vasconcelos Pedro Fernando da Costa
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2002,
Abstract: De junho a dezembro de 1999, foram coletadas 785 amostras de soro de pacientes com suspeita clínica de dengue e/ou febre amarela. Os pacientes foram atendidos nas unidades de saúde distribuídas pelas seis mesorregi es do Estado do Pará, Brasil. As amostras de soro foram testadas pelo método de inibi o da hemaglutina o para detec o de anticorpos para Flavivirus e pelo ensaio imunoenzimático para detec o de imunoglobulina M para dengue e febre amarela. Das amostras coletadas, 563 (71,7%) foram positivas pelo IH, e dentre estas 150 (26,6%) foram positivas pelo ELISA-IgM. O vírus dengue foi responsável pela maioria das infec es recentes em todas as mesorregi es e os casos de febre amarela detectados neste estudo foram restritos às mesorregi es Marajó e Sudeste.
Aedes albopictus em área rural do Brasil e implica es na transmiss o de febre amarela silvestre  [cached]
Gomes Almério de Castro,Bitencourt Marisa Dantas,Natal Délsio,Pinto Pedro Luis Silva
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: Durante estudos ecológicos sobre mosquitos anofelíneos no município de Bataguassu, Estado de Mato Grosso do Sul, foram encontradas larvas e adultos de Aedes albopictus. Pela primeira vez sua introdu o ocorre numa área enzoótica do vírus selvático da febre amarela no Brasil. Isto sugere risco potencial para transferência desse vírus para área urbana infestada com Aedes aegypti.
Saúde auditiva de trabalhadores expostos a ruído e inseticidas  [cached]
Teixeira Cleide Fernandes,Augusto Lia Giraldo da Silva,Morata Thais C
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar as altera es auditivas periféricas em um grupo de trabalhadores exposto a inseticidas, organofosforados e piretróides, utilizados em campanhas de controle de vetores. MéTODOS: Estudo de prevalência de uma popula o de 98 indivíduos que pulverizavam venenos nas campanhas de preven o do dengue, da febre amarela e da doen a de Chagas. A amostra foi de tipo finalística, considerando o universo dos trabalhadores de um distrito sanitário, em Pernambuco, no ano de 2000. Utilizou-se questionário contendo quest es de identifica o de riscos ocupacional e n o ocupacional, medidas de seguran a utilizadas, antecedentes de problemas auditivos e sintomas referidos. Foi investigada a historia pregressa de exposi o ao ruído, por ser um fator de confus o para a perda auditiva. Todos os indivíduos foram avaliados pelo teste de audiometria tonal. RESULTADOS: Dos expostos apenas aos inseticidas, 63,8% apresentaram perda auditiva. Para o grupo com exposi o concomitantemente aos inseticidas e ao ruído, a perda auditiva foi de 66,7%. O tempo mediano para o desenvolvimento de altera es auditivas nas freqüências médias altas, para as exposi es combinadas de inseticidas e ruído, foi de 3,4 anos e para as exposi es apenas aos inseticidas foi de 7,3 anos. A perda auditiva para as exposi es concomitantes aos dois fatores foi de maior intensidade nessas freqüências, do que o observado na exposi o apenas aos inseticidas. CONCLUS ES: Há evidência de que a exposi o aos inseticidas induz dano auditivo periférico e que o ruído é um fator que interage com os inseticidas, potencializando seus efeitos ototóxicos. Faz-se necessário avaliar essa possível associa o através de estudos epidemiológicos de caráter analítico.
Dominancia de Aedes aegypti sobre Aedes albopictus no litoral sudeste do Brasil  [cached]
Passos Ricardo A,Marques Gisela R A M,Voltolini Júlio C,Condino Maria Lúcia F
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Analisar a infesta o de Aedes aegypti e Aedes albopictus e verificar sua associa o com fatores climáticos e com a sua freqüência em recipientes de área urbana. MéTODOS: Foi selecionado o município de S o Sebasti o, localizado no litoral Sudeste do Brasil. Foram utilizados os dados do "Programa de Controle de Vetores de Dengue e Febre Amarela no Estado de S o Paulo" que realiza a vigilancia entomológica em pontos estratégicos, armadilhas e delimita o de focos. Os pontos estratégicos s o imóveis onde existem recipientes em condi es favoráveis à prolifera o de larvas. Para análise dos dados, foram utilizados os testes de significancia estatística: Kruskal-Wallis, Dwass-Steel-Chritchlow-Fligne e Mann-Whitney. RESULTADOS: Verificou-se crescimento anual da positividade de armadilhas e pontos estratégicos para Ae. aegypti e diminui o para Ae. albopictus. Observou-se aumento do número de imaturos de Ae. aegypti e diminui o da outra espécie. Na positividade de imóveis para a presen a de larvas, verificou-se aumento gradativo do número de imóveis com Ae. Aegypti, superando a positividade para Ae. albopictus. Houve uma fraca correla o das espécies com os fatores abióticos. As maiores freqüências de imaturos de ambas espécies foram em recipientes artificiais passíveis de remo o. CONCLUS ES: Os resultados evidenciaram no período de estudo a predominancia de Ae. aegypti sobre Ae. albopictus em área urbana, indicando que o crescimento populacional do primeiro parece ter afetado a chance de sua coexistência. Sugere-se que algum processo de sele o natural possa estar operando e desse modo contribuindo para levar à separa o das duas espécies.
Da transmiss o hídrica a culicidiana: a febre amarela na sociedade de medicina e cirurgia de S o Paulo  [cached]
Teixeira Luiz Ant?nio
Revista Brasileira de História , 2001,
Abstract: Este artigo trata das discuss es sobre as formas de propaga o da febre amarela ocorrida entre os anos de 1896 e 1900, na Sociedade de Medicina e Cirurgia de S o Paulo, concentrando-se na figura do importante médico da época, Luis Pereira Barreto. Discutimos os principais argumentos defendidos pelos esculápios envolvidos nas controvérsias e mostra a contribui o da Sociedade no processo de aceita o da teoria de transmiss o culicidiana da doen a no Brasil.
Antiescravismo e epidemia: "O tráfico dos negros considerado como a causa da febre amarela", de Mathieu Fran?ois Maxime Audouard, e o Rio de Janeiro em 1850
Kodama, Kaori;
História, Ciências, Saúde-Manguinhos , 2009, DOI: 10.1590/S0104-59702009000200013
Abstract: the article "o tráfico de negros considerado como a causa da febre amarela" [the negro slave trade considered as the cause of yellow fever] , by french physician mathieu fran?ois maxime audouard (1776-1856), was published in 1850 in the newspaper o philantropo, an organ of anti-slave trade propaganda that circulated in rio de janeiro from 1849 to 1852, with a number of physicians as members. translated from the original and published during the yellow fever epidemic that hit rio de janeiro, the text affords an opportunity to reflect on the positions about slavery that were held by brazilian physicians at the time the law against the slave trade was promulgated in brazil.
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