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RETHINKING A PROJECT SEARCHING ELDERLY PEOPLE’S AUTONOMY: A HISTORY OF EXPERIENCE Repensando um projeto em busca da autonomia do idoso: relato de experiência
Edinéia Sestrem,Hebe C. Bastos Regis,Isabela Maria Sell,Lygia Paim
Revista Ciência em Extens?o , 1969,
Abstract: The elderly people’s autonomy project has been achieved in UNIVALI with goal to promote a favorable environment to the development of the participants, increasing the elderly people’s autonomy. The union of interests concerning to health, law, citzenship, communication, culture and present, joined to elderly people incentives in order to take part that context, became it viable to live with this autonomy of a constructive way. Leading to this end, there was the necessary widening of the project’s elements sensitivity as well the grade of elderly people’s confidence themselves in order to characterize the achievement and the evolution of autonomy, becoming them possible and appropriate to the group. Key words: Aging, autonomy, group, health. O projeto de extens o Autonomia do Idoso desenvolvido na UNIVALI tem como objetivo promover um ambiente favorável ao contínuo desenvolvimento pessoal dos participantes que favore a a amplia o da autonomia dos idosos. A proposi o de eixos temáticos interrelacionados a saúde, direito e cidadania, comunica o, cultura e atualidade juntamente com incentivos aos idosos para participarem da constru o desse contexto tornou possível vivenciar-se construtivamente esta autonomia. Para tal, se fez necessário ampliar a sensibilidade dos proponentes do projeto e o grau de autoconfian a entre os idosos a fim de caracterizar o atingimento e a evolu o da autonomia possível e adequada ao grupo.
O papel da vitamina C sobre as altera es organicas no idoso  [cached]
ARANHA Flávia Queiroga,BARROS Zianne Farias,MOURA Luiza Sonia Asciutti,GON?ALVES Maria da Concei??o Rodrigues
Revista de Nutri??o , 2000,
Abstract: Este estudo é uma revis o sobre as mudan as organicas que ocorrem na terceira idade e as altera es nutricionais decorrentes. Relata as fun es e propriedades da vitamina C, e discute o uso de suplementa o como estratégia de interven o para a preven o da hipovitaminose C. O envelhecimento populacional no Brasil vem despertando interesse de alguns estudiosos para essa faixa etária. O rápido crescimento previsto para a popula o idosa, nas próximas décadas, indica a necessidade de se estimular o estudo das altera es organicas na terceira idade, no contexto dos países em desenvolvimento.
O papel da odontologia na equipe interdisciplinar: contribuindo para a aten o integral ao idoso  [cached]
Shinkai Rosemary Sadami Arai,Del Bel Cury Altair Antoninha
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: Este trabalho bibliográfico teve por objetivo discutir a atua o da odontologia na aten o integral à saúde do idoso, considerando-se a necessidade da abordagem interdisciplinar. é apresentada a atual situa o da odontologia geriátrica e os problemas que ocorrem no Brasil pela falta de estudos específicos e de recursos humanos capacitados em geriatria e gerontologia dentro da odontologia. S o destacadas as intera es entre as diversas profiss es de saúde e a odontologia, para a promo o de saúde, preven o específica e reabilita o de pacientes idosos, com ênfase na importancia da comunica o e troca de informa es.
Influência da atividade física nas atividades da vida diária de idosas  [cached]
Ciro Brito,Nilda Maria do Carmo,Edmar Lacerda Mendes
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2008,
Abstract: A perda progressiva da autonomia no idoso resulta das diversas altera es fisiológicas inerentes ao processo de senescência. O objetivo deste estudo foi comparar a capacidade funcionalde idosas sedentárias (ISS) e de idosas fisicamente ativas (IFA) em rela o às atividade da vida diária (AVDs), pelo protocolo de avalia o da autonomia funcional do Grupo de DesenvolvimentoLatino-Americano para a Maturidade(GDLAM). Cada grupo foi formado por 15 idosas (67,4 ± 1,4 anos de idade). De acordo com os resultados, o Grupo IFA obteve melhores resultados em todos os testes em rela o ao Grupo ISS (p < 0,05). Este estudo confirma os efeitos benéficos de um programa de orienta o e incentivo à prática de atividadesfísicas para idosos.
Aplica o da Medida de Independência Funcional na prática do autocuidado em uma unidade de interna o geriátrica
Juliana Tamie Yamada,Sarah Nayumi Nishihira,Márcia Torturela
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: Objetivo: Descrever o perfil de idosos internados em uma unidade de interna o geriátrica de acordo com a sua funcionalidade e sua dependência no auto cuidado e avaliar sua evolu o quanto a esses aspectos durante o período de interna o. Método: Os dados sócio-demográficos e clínicos foram coletados por meio do histórico de Enfermagem. O instrumento utilizado para realizar a avalia o da funcionalidade foi a Medida de Independência Funcional (MIF). A amostra foi composta por 31 idosos de idade superior ou igual a 60 anos, que foram avaliados semanalmente, quanto à sua funcionalidade para o auto cuidado, desde a sua admiss o até o momento de sua alta. Resultado: Na avalia o da MIF auto cuidado total houve uma redu o da pontua o entre a 1a (16,57) e 3a (14,29) semana, porém sem significancia estatística (p=0,239). Analisando os itens da MIF separadamente (alimenta o, higiene, banho, uso do vaso sanitário e vestir-se acima e abaixo da cintura) houve redu o da pontua o com significancia estatística na maioria dos itens durante o período de interna o. Conclus o: Houve uma tendência a piora na funcionalidade do idoso com rela o ao auto-cuidado durante o período de interna o hospitalar. Portanto a assistência de enfermagem deve criar condi es que possibilitem o idoso manter e implementar o auto cuidado, para que o mesmo adquira independência e conviva da melhor maneira possível com suas limita es, facilitando desta forma, sua reintrodu o na sociedade e na família.
Cuidado ao idoso deprimido e institucionalizado à luz da Complexidade  [cached]
Cenir Gon?alves Tier,Valéria Lerch Lunardi,Silvana Sidney Costa Santos
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: Institui es de Longa Permanência para Idosos (ILPI) s o estabelecimentos para atendimento integral, institucionalizando pessoas de 60 anos e mais, dependentes/ou n o, que n o disp em de condi es para permanecer com a família ou/em seu domicílio. A institucionaliza o pode desencadear doen as, dentre elas a depress o. Foi objetivo deste artigo de atualiza o fazer uma reflex o sobre a rela o do cuidado ao idoso deprimido e residente em ILPI com três princípios da Complexidade segundo Edgar Morin. Primeiro, se reflete sobre a complexidade; depois, se relaciona o cuidado ao idoso deprimido e residente em ILPI, com os princípios dialógico, recursivo e hologramático. Percebeu-se que a Complexidade pode sustentar teoricamente, n o só a compreens o do fen meno depress o no idoso residente em uma ILPI, como também inspirar o modo de cuidar que direcione aos trabalhadores da saúde, que atuam junto à pessoa idosa, a abordarem o idoso de forma mais global. Para tanto deve ser utilizada a Avalia o Multidimensional do Idoso, que analisa as várias dimens es da pessoa idosa, contribuindo no desenvolvimento de um plano de cuidado/tratamento e acompanhamento multidisciplinar e interdisciplinar adequados. A Complexidade vem sendo utilizada, por enfermeiros, para entender melhor a enfermagem e prestar cuidado mais adequado ao ser humano.
Hepatite auto-imune no idoso: A propósito de um caso clínico  [cached]
J. Nunes,C. Noronha Ferreira,R. T. Marinho,F. Ramalho
Jornal Português de Gastrenterologia , 2008,
Abstract: Introdu o: A hepatite auto-imune ocorre com maior frequência na mulher jovem sendo, no entanto, cada vez mais frequentemente diagnosticada em idades avan adas. Tal facto deve-se ao aumento da esperan a média de vida, bem como a uma maior sensibiliza o para o seu diagnóstico. Caso clínico: Mulher de 81 anos, admitida por icterícia. Laboratorialmente, apresentava padr o de “hepatite aguda”. A investiga o revelou tratar-se de hepatite auto-imune, já com evidência de cirrose hepática. Iniciou terapêutica imunosupressora com prednisolona e azatioprina, verificando-se uma rápida resposta. Discuss o: S o revistos os diagnósticos diferenciais de hepatite aguda no idoso. Discutem-se as particularidades da hepatite autoimune neste grupo etário. Conclus o: O diagnóstico de hepatite autoimune deve ser considerado em qualquer idade, já que a institui o de terapêutica adequada reduz a mortalidade associada a esta entidade. Introduction: Autoimmune hepatitis occurs more frequently in young women; however, it is increasingly diagnosed in advanced age. This is due to the increase in average life expectancy and a greater awareness of this diagnosis. Case Report: A 81 year-old woman was admitted with jaundice. Laboratory studies showed a pattern of “acute hepatitis.” Further investigations revealed auto-immune hepatitis, with evidence of liver cirrhosis. She started immunosuppressive therapy with prednisone and azathioprine, with a rapid response. Discussion: The differential diagnosis of acute hepatitis in the elderly is discussed, and some specific features of autoimmune hepatitis in this age group. Conclusion: The diagnosis of autoimmune hepatitis should be considered at any age, since appropriate therapy significantly reduces mortality associated with this entity.
O impacto da camptocormia na funcionalidade do idoso  [cached]
Marlúcia de Fátima Rodrigues,Célia Pereira Caldas
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: Durante o processo de envelhecimento muitas altera es ocorrem no organismo humano. A diminui o gradativa de massa muscular, da for a e flexibilidade interfere na capacidade física e funcional do indivíduo. A camptocormia é descrita como uma postura anormal do tronco com severa flex o da coluna toracolombar e de joelhos que interfere na funcionalidade do idoso. Com o crescimento do número de idosos torna-se relevante o estudo das condi es que podem diminuir a autonomia dessa popula o. Este estudo tem como objetivo descrever, com base na literatura científica nos campos da geriatria e fisioterapia, a camptocormia e como essa condi o pode influenciar na funcionalidade do idoso. A etiologia da camptocormia n o é bem compreendida. Há controvérsias entre os autores quanto às causas, pois tanto os fatores psíquicos quanto os organicos s o reconhecidos como importantes. Uma constata o comum entre os pesquisadores é que uma postura excessivamente projetada para frente n o pode ser considerada normal. A desorganiza o imposta pela camptocormia nos sistemas ósseo, articular e muscular e a ausência de literatura nacional sobre o tema caracterizam a relevancia do estudo. Além disso, é importante relacionar a camptocormia com altera es físicas e funcionais frequentemente encontradas em idosos. Para que fosse possível essa rela o o estudo baseou-se na biomecanica das altera es posturais presentes na camptocormia, porém n o relacionadas a ela na literatura. Estudos longitudinais posteriores s o necessários, para que se possam descrever todas as altera es biomecanicas e funcionais, obter o diagnóstico cinético-funcional e uma forma de interven o fisioterapêutica segura.
O idoso doador de sangue e o cuidado da enfermagem hemoterápica  [cached]
Nereida Lúcia Palko dos Santos,Marluci Andrade Concei??o Stipp,Josète Luzia Leite,Alessandra Sant′Anna Nunes
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: O estudo destaca o cuidado da enfermagem hemoterápica aos idosos candidatos à doa o de sangue, que é um ato responsável e representativo de autonomia, maturidade, e participa o social a ser cultivado por toda a vida. Especial aten o e incentivo deve ser oferecido ao idoso, hígido, cidad o, que pode doar sangue, em uma popula o que galga a longevidade de forma saudável. O objetivo da reflex o proposta neste estudo é discutir sobre o cuidado da enfermagem hemoterápica ao idoso doador de sangue. As enfermeiras que realizam a Triagem Clínica em Hemoterapia est o envolvidas no cuidado de enfermagem aos doadores de sangue, em uma área de saúde especializada, e este cuidado envolve aspectos culturais, sociais, econ micos, de cidadania, da fisiopatologia, da qualidade de vida e do processo saúde–doen a, devendo atender às diretrizes do Sistema único de Saúde, do Ministério da Saúde, e estar articulado às Necessidades de Saúde dos candidatos a doadores de sangue idosos em seu desenvolvimento e envelhecimento.
Atribui es do profissional da Educa o Física no campo da Saúde
Julio Mizuno,Henrique Luiz Monteiro
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)565
Abstract: Introdu o: O processo de institucionaliza o das Racionalidades Médicas (RM) e das Práticas Integrativas e Complementares (PIC) em Saúde depende da participa o conjunta de diversos profissionais, entre eles, o Educador Físico (EF), que pode atuar com práticas corporais e atividade física (PCAF), além da acupuntura. Objetivo: Descrever as atribui es e responsabilidades do EF no campo e área da saúde. Metodologia: Leitura e análise dos documentos: Estatuto do Conselho Federal de Educa o Física (CONFEF,1998); Política Nacional de Promo o da Saúde (PNPS, 2006); Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC, 2006) e Diretrizes do Núcleo de apoio a Saúde da Família (DNASF, 2009). Resultados: Após a leitura dos documentos supracitados, apresentamos trechos e sínteses relacionados ao EF. Dentre as atribui es do Estatuto do CONFEF, observamos, “... relaxamento corporal, ioga,... e outras práticas corporais... que favore am o desenvolvimento da educa o e da saúde, ..., visando à consecu o do bem estar e da qualidade de vida, da consciência, da express o, ..., da autonomia, da auto-estima, da coopera o, da integra o, das rela es sociais,...”. Em posterior resolu o ficou reconhecida “... a possibilidade de utiliza o da Técnica de Acupuntura”. A PNPS prop e como a es na rede básica de saúde, “ofertar práticas corporais / atividade física”. A Medicina Tradicional Chinesa é indicada na PNPIC, que também sugere a acupuntura, liang gong, chi gong e tai-chi-chuan para preven o de agravos e doen as, promo o e recupera o da saúde. A DNASF sugere que o EF seja responsável pelas práticas de ling gong, tai-chi-chuan e automassagem ou do-in, orientado na constru o e fortalecimento da autonomia dos cidad os, na busca da qualidade de vida. Conclus o: O EF é um dos protagonistas na institucionaliza o de RM e PIC no campo e área da saúde, destacando-se o potencial das PCAF no processo de preven o de agravos, manuten o e restaura o da saúde. Recomenda-se, entretanto, evitar os conteúdos técnico-pedagógicos e a ênfase na prática de exercícios físicos atrelados à performance humana e à avalia o antropométrica, valorizando a cultura corporal de movimento e o desenvolvimento integral do ser humano.
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