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Mortalidade infantil segundo ra a/cor no Brasil: o que dizem os sistemas nacionais de informa o?  [cached]
Cardoso Andrey Moreira,Santos Ricardo Ventura,Coimbra Jr. Carlos E. A.
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: O trabalho analisa a consistência dos Sistemas de Informa es Sobre Mortalidade (SIM) e Sobre Nascidos Vivos (SINASC) como fontes de dados para a avalia o de desigualdades em ra a/cor em saúde no Brasil. Foram obtidas taxas de mortalidade infantil (TMI) segundo ra a/cor informada nas declara es de óbitos e nascidos vivos (NV), para o país e grandes regi es, no período 1999/2002. Estimou-se também a TMI segundo ra a/cor a partir da incorpora o dos óbitos e NV com ra a/cor n o informada por dois critérios. Compararam-se as TMI obtidas no estudo com as TMI estimadas por métodos indiretos. Foram também calculadas raz es das TMI entre categorias de ra a/cor. Observou-se redu o substancial do número de óbitos e NV com ra a/cor n o informada no período. Em 2002, a mortalidade infantil das crian as pretas superou em 30,0% e 80,0% a mortalidade infantil das brancas e em 40,0% e 80,0% a das pardas; o diferencial de mortalidade entre crian as indígenas e brancas ou pardas variou de 40,0% a 90,0% a mais para as primeiras. Espera-se que a melhoria dos registros do SIM e do SINASC permita um aprofundamento da discuss o sobre desigualdades em saúde segundo ra a, cor e etnia no país.
Evolu o da mortalidade neonatal no Estado do Rio de Janeiro, Brasil, de 1979 a 1993. 1 - Análise por grupo etário segundo regi o de residência  [cached]
Leal Maria do Carmo,Szwarcwald Célia Landman
Revista de Saúde Pública , 1996,
Abstract: A análise do comportamento da mortalidade infantil no Estado do Rio de Janeiro, no período de 1979 a 1993, mostra evolu o de decréscimo, com ritmo bem mais lento de declive no componente neonatal do que no componente tardio. O coeficiente de mortalidade neonatal apresenta ainda menor velocidade de queda ao se subtrair do numerador os óbitos ocorridos por desnutri o, doen as diarréicas e pneumonias. Examinando-se os dados por regi o de residência, é o Interior do Estado que apresenta o pior desempenho. Categorizando-se por idade da crian a, observa-se um padr o no qual, dentro de cada grupo de idade, é sempre na faixa etária inferior que o declínio é menos acentuado. Em contraste ao que ocorre nos países mais industrializados, a mortalidade infantil no Brasil decresce tanto menos quanto mais se aproxima do momento do nascimento, observando-se, inclusive, tendências de aumento para o grupo de óbitos ocorridos até uma hora após o parto em todas as três regi es de residência consideradas no estudo. Para o enfrentamento desta situa o se faz necessária uma reestrutura o dos servi os de saúde, tanto na melhoria da qualidade da assistência à gesta o e ao parto, quanto no desenvolvimento de estratégias de monitoramento epidemiológico da realidade do País.
Evolu o da mortalidade neonatal no Estado do Rio de Janeiro, Brasil (1979-1993): análise por causa segundo grupo de idade e regi o de residência  [cached]
Leal Maria do Carmo,Szwarcwald Célia Landman
Cadernos de Saúde Pública , 1996,
Abstract: Este artigo apresenta os resultados de um estudo sobre mortalidade neonatal no Estado do Rio de Janeiro (1979-1993), segundo principais grupos de causa de morte, de acordo com idade e regi o de residência. Foi proposto um critério de agrupamento das causas de morte, levando-se em considera o a freqüência das mesmas e a evitabilidade do óbito. Para os óbitos ocorridos no primeiro dia de vida, a imaturidade e o crescimento fetal retardado foram as únicas causas que mostraram declínio significativo. Houve acentuada eleva o do número de mortes por afec es respiratórias do feto e do recém-nascido. As causas de óbito ditas reduzíveis por "adequado controle da gravidez e adequada aten o ao parto" e "diagnóstico e tratamento precoce" permaneceram inalteradas. Constatou-se que o decréscimo nas taxas ocorreu a partir do grupo etário de 1 a 6 dias. A compara o com outros países chama a aten o para a elevada propor o de óbitos relacionadas a "problemas respiratórios do recém-nascido", demonstrado falta de especificidade na defini o da causa básica de óbito.
Agress o física e classe social  [cached]
Gianini Reinaldo J.,Litvoc Julio,Eluf Neto José
Revista de Saúde Pública , 1999,
Abstract: OBJETIVO: Considerando-se o aumento da violência e a escassez de informa es sobre a rela o classe social e vitimiza o por agress o física, realizou-se estudo com o objetivo de investigar esta associa o. MéTODOS: Foi adotado o estudo de caso-controle. Foram incluídos 191 casos de agress o física e 222 controles selecionados entre os indivíduos com queixas clínico-cirúrgicas n o violentas, pareados por freqüência aos casos segundo sexo e idade, todos recrutados no período de 1/10/93 a 19/1/95, em pronto-socorro de Sorocaba, SP, Brasil. Foi aplicado questionário para obten o de informa es sobre classe social, cor, situa o conjugal, hábito de fumar, ingest o de álcool e uso de drogas ilícitas. RESULTADOS: Ajustando-se os resultados por sexo, idade e os outros fatores estudados encontrou-se um risco de vitimiza o por agress o física significantemente maior para o subproletariado, com "Odds ratio" igual a 3,28 e Intervalo de Confian a de 95% igual a 1,42-7,59. CONCLUS O: Classe social é um fator importante no fen meno da vitimiza o por agress o física, devendo o subproletariado receber aten o especial nas estratégias de interven o para o problema.
Vitimiza??o por violência urbana em uma cidade de médio porte do sul do Brasil
Cruz, Suélen Henriques da;Azevedo, Mario Renato;Gon?alves, Helen;
Revista Brasileira de Epidemiologia , 2011, DOI: 10.1590/S1415-790X2011000100002
Abstract: urban violence affects individuals' lives, and therefore it is a complex problem of public health and security. to evaluate the occurrence of violence in a medium size city, a population-based cross-sectional study was carried out to investigate: prevalence of urban violence victimization (theft, robbery, aggression, and burglary) in the period of five years and twelve months before the interview; victims' profile and prevalence of crime reporting. a score was constructed to measure global urban violence victimization, which means at least one type of violence in each period. the wald test for heterogeneity and linear trend was used in crude analysis, to measure violence victimization and independent variables. poisson regression was used in multivariate analysis. the sample included 2.912 individuals (> 20 years of age) and 16.6% of them had experienced urban violence in the past year and 28.0% in the past five years. prevalence of burglary was 9.7% and theft 6.0% in the past year. most urban violence victims were men and youth. more than half of the victims had not reported the crime, and the reason for that was distrust in the police. these findings sustain the importance of victimization surveys in smaller cities. the debate about urban violence should include the need to develop, execute or create health and security policies in different contexts, without comprising countryside.
Violência sexual contra crian as e adolescentes: características relativas à vitimiza o nas rela es familiares  [cached]
Ribeiro Márcia Aparecida,Ferriani Maria das Gra?as Carvalho,Reis Jair Naves dos
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: O objetivo deste estudo é analisar as características relativas às vitimiza es sexuais intrafamiliares cometidas contra grupos etários categorizados segundo o critério de idade estabelecido pelo Estatuto da Crian a e do Adolescente,atendidos no Centro de Referência da Crian a e do Adolescente e nos Conselhos Tutelares de Ribeir o Preto, S o Paulo, no período de 1995 a 2000. Identificou-se 234 agress es cometidas por 217 agressores contra 210 famílias e 226 vítimas. Foram vitimizadas 131 crian as (48,7%) e 95 adolescentes (41,2%) com predomínio do sexo feminino. Crian as com idade entre dez anos e um mês e 12 anos incompletos foram as mais atingidas (19,5%) e nos adolescentes, entre 12 e 14 anos completos (17,3%). A maioria das vítimas reside com famílias que possuem três (19,9%) ou quatro filhos (17,7%), sendo os primogênitos os mais agredidos (33,6%). Agressores únicos vitimizaram em sua maioria apenas uma vítima (86,7%). Pais (34,2%) e padrastos (30,3%) foram os que mais agrediram, com os primeiros vitimizando mais crian as (19,7%) e os segundos, adolescentes (17,1%).
A cor da morte: causas de óbito segundo características de ra a no Estado de S o Paulo, 1999 a 2001  [cached]
Batista Luís Eduardo,Escuder Maria Mercedes Loureiro,Pereira Julio Cesar Rodrigues
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Sob a premissa de que há diferen as sociais segundo a etnia e que essas diferen as se constituem vulnerabilidade para doen a, realizou-se estudo para averiguar se a ra a/cor condiciona padr es característicos de óbito. MéTODOS: Pelos registros de óbitos do Estado de S o Paulo dos anos de 1999 a 2001, analisou-se a mortalidade proporcional por causa básica, segundo os capítulos da CID-10, entre as categorias de ra a ou cor: branca, preta, parda e outras. A tabela de contingência permitiu, além do teste de chi2, a análise de resíduo, que aponta o excesso de óbitos estatisticamente significante, em cada categoria de causa básica e cor. Usou-se a análise de correspondência para a representa o gráfica das rela es multidimensionais das distancias chi2 entre as categorias das variáveis estudadas. RESULTADOS: Foram analisados 647.321 registros válidos, sendo 77,7% de brancos, 5,4% de pretos, 14,3% de pardos e 2,6% de outros. Foi encontrada associa o significante entre causas de óbito e ra a/cor. Observou-se no mapa multidimensional apresentado que pretos e pardos aparecem distantes, ainda que apresentem um perfil de óbito semelhante, ao contrário de brancos e outros que poderiam ser agrupados numa única categoria. à parte as causas mal definidas que caracterizam apenas os óbitos de pretos, as outras causas de óbito desse grupo s o comuns a pretos e pardos, variando, no entanto, em ordem de rela o e intensidade. CONCLUS ES: Foi encontrado na análise da mortalidade segundo a ra a/cor, que a morte tem cor. Há uma morte branca que tem como causa as doen as, as quais, embora de diferentes tipos, n o s o mais que doen as. Há uma morte negra que n o tem causa em doen as: s o as causas externas, complica es da gravidez e parto, os transtornos mentais e as causas mal definidas.
Mortalidade infantil segundo ra?a/cor no Brasil: o que dizem os sistemas nacionais de informa??o?
Cardoso, Andrey Moreira;Santos, Ricardo Ventura;Coimbra Jr., Carlos E. A.;
Cadernos de Saúde Pública , 2005, DOI: 10.1590/S0102-311X2005000500035
Abstract: this study analyzes the consistency of the brazilian national information systems on mortality (sim) and live births (sinasc) as data sources for evaluating health inequalities according to race/color. infant mortality rates (imrs) were obtained according to race/color from death and live birth certificates for the country as a whole and its regions, for the years 1999-2002. the imr was also estimated according to race/ color, based on the incorporation of deaths and live births with race/color not reported by two criteria. the study compared the imrs obtained in the study with those estimated by indirect methods. the imr ratios were also calculated between race/color categories. a substantial reduction was observed during the period in the number of deaths and live births with race/color not recorded. in 2002, infant mortality in black children was 30.0% to 80.0% higher than that of white children and 40.0% to 80.0% higher than that of brown or mixed-race children (pardas); infant mortality in indigenous children was 40.0% to 90.0% higher than that of white or brown children. it is hoped that improved recording in the sim and sinasc databases will allow a more in-depth discussion of health inequalities according to race, color, and ethnicity in brazil.
Acesso à educa??o por faixas etárias segundo renda e ra?a/cor
Andrade, Cibele Yahn de;Dachs, J. Norberto W.;
Cadernos de Pesquisa , 2007, DOI: 10.1590/S0100-15742007000200009
Abstract: data from the national sample household survey - pnad 2003 was employed to analyse the role of economic status and race/skin colour in access to school, including higher education. income and race/skin colour variables have a strong impact on the various age groups and school transitions. constraints that resulted in only a small percentage of young people having access to higher education are dependent upon the number of places the school has to offer at this level of education and even more by the reduced' number of youngbrazilians who manage to finish high school, achievingthe required formal qualification to have access to higher education. only 40% of youths from 18 to 24 years of age complete high school and a mere 13% of which have access to college. the economic status plays a more important role than race/skin colour, although the latter has an influence throughout all income groups. finally, the article analyzes the distribution of higher education students within this age group in public and private schools.
Cor/ra a no Estudo Pró-Saúde: resultados comparativos de dois métodos de autoclassifica o no Rio de Janeiro, Brasil  [cached]
Maio Marcos Chor,Monteiro Simone,Chor Dóra,Faerstein Eduardo
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Varia es nos sistemas de classifica o da cor/ra a e a dependência contextual de sua aplica o s o alguns dos desafios para a realiza o de estudos de saúde com recorte étnico/racial no Brasil. As respostas a duas abordagens distintas para autoclassifica o de ra a - quest o fechada (IBGE) e quest o aberta - foram comparadas em um estudo de coorte dos funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro. De acordo com a pergunta fechada, 54,0% dos 3.717 participantes classificaram-se como brancos, 30,0% como pardos e 16,0% como pretos. Segundo a pergunta aberta, essas propor es foram 53,0%, 25,0% e 22,0%, respectivamente, agrupando-se os termos moreno, mesti o e mulato na categoria parda. Apesar da concordancia elevada (kappa = 0,80; IC95%: 0,78-0,82), propor es n o desprezíveis de participantes negros ou pardos (pergunta aberta) escolheram categorias mais "claras" entre as op es do IBGE. A utiliza o do recorte étnico/racial nos estudos de saúde pode n o apenas revelar dados sobre as desigualdades sociais no Brasil, mas também contribuir para a formula o de políticas na área da saúde pública informadas pelas especificidades da sociedade brasileira.
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