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EFEITO DA ERVA-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS A. ST. HIL.) SOBRE O PERFIL METABóLICO EM RATOS ALIMENTADOS COM DIETAS HIPERLIPíDICAS  [cached]
S. S. MELO,N. S. I. NUNES,C. BAUMGARTIN,C. TRESSOLDI
Alimentos e Nutri??o , 2008,
Abstract: O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da infus o de erva-mate sobre o perfil metabólico em ratos alimentados com dietas hiperlipídicas. Foram estudados 36 ratos, linhagem Wistar, machos adultos, divididos em seis grupos (n=6): controle água; controle mate; hipercolesterolêmico água + banha; hipercolesterolêmico mate + banha; hipercolesterolêmico água + gordura vegetal hidrogenada e hipercolesterolêmico mate + gordura vegetal hidrogenada. Os animais foram acomodados individualmente em gaiolas metabólicas de a o inoxidável, com temperatura ambiente de 22oC + 2oC e fotoperíodo de 12 horas (claro/escuro). Durante as 5 semanas do estudo, os grupos hipercolesterolêmicos receberam 1% de colesterol sintético e 10% de gordura vegetal hidrogenada ou saturada adicionados à dieta controle. Na 3a semana iniciou-se o tratamento com a infus o de erva mate. N o se observou no presente estudo efeito signifi cativo e abrangente da erva-mate sobre todos os parametros avaliados. Entretanto, verifi cou-se tendência de menor ganho de peso e redu o dos parametros de glicemia, peso de fígado e transaminases, além de aumento de HDL-colesterol na presen a de dieta com gordura saturada nos animais tratados com erva mate. Tais resultados s o promissores e sugerem que novos estudos investiguem o possível efeito protetor da Ilex paraguariensis A. St. Hil. sobre o perfil metabólico.
Estudo morfológico do efeito radioprotetor da vitamina E (dl-alfa-tocoferil) na repara o tecidual em ratos  [cached]
Manzi Flávio Ricardo,Bóscolo Frab Norberto,Almeida Solange Maria de,Tuji Fabricio Mesquita
Radiologia Brasileira , 2003,
Abstract: Esta pesquisa teve por finalidade avaliar a a o da vitamina E como radioprotetora no processo de repara o tecidual em ratos, após sofrerem um procedimento cirúrgico, que consistiu da produ o de uma ferida na regi o dorsal anterior. Os animais foram divididos em cinco grupos: grupo CO (controle) - constituído de animais em que foi produzida somente a ferida; grupo VE - pré-tratamento com vitamina E (90 UI); grupo IR - irradia o três dias após a cirurgia; grupo VEIR - pré-tratamento com 90 UI de vitamina E e irradia o de suas bordas três dias após a cirurgia; grupo OIR - pré-tratamento com óleo de oliva e irradia o de suas bordas três dias após a cirurgia. A a o radioprotetora da vitamina E foi avaliada pela colora o por hematoxilina-eosina para análise morfológica do tecido de granula o, aos 4, 7, 14 e 21 dias após a cirurgia. A análise dos resultados mostrou que o retardo no processo de repara o tecidual causado por 6 Gy de radia o de elétrons com feixe de 6 MeV n o ocorreu no grupo de animais que recebeu vitamina E, mostrando-se esta substancia efetiva como radioprotetora.
Estudo clínico e histopatológico da rea o tecidual às suturas interna e externa dos fios monofilamentares de nylon e poliglecaprone 25 em ratos  [cached]
Ribeiro Camila Maria Beder,Silva Júnior Valdemiro Amaro da,Silva Neto Joaquim Celestino da,Vasconcelos Belmiro Cavalcanti do Egito
Acta Cirurgica Brasileira , 2005,
Abstract: OBJETIVOS: Neste estudo realizamos a análise clínica e histopatológica da rea o tecidual dos fios de nylon e poliglecaprone 25 monofilamentares nas suturas interna e externa em ratos. MéTODOS: Foram utilizados 40 Rattus norvegicus (Wistar) machos. O ato operatório consistiu de incis o e divuls o dos planos muscular e cutaneo realizadas na regi o posterior das coxas dos animais. As suturas internas e externas da coxa direita foram realizadas com o fio de nylon ndegrees5-0, e na coxa esquerda aplicamos o poliglecaprone 25 ndegrees5-0. Os animais foram divididos em 4 grupos (n=10) de acordo com o tempo pós-operatório G1 (7 dias), G2 (14 dias), G3 (21 dias) e G4 (28 dias). Para a avalia o cínica foi considerada a ocorrência de deiscência, de exsudato e edema. Na análise histopatológica objetivou-se avaliar rea o inflamatória, células gigantes de corpo estranho, prolifera o fibroblástica e fibrose. RESULTADOS: Clinicamente, n o foram observadas altera es nos grupos estudados. Histopatologicamente a rea o inflamatória, presen a de células gigantes de corpo estranho, prolifera o fibroblástica e fibrose foram maiores nas suturas internas realizadas com Nylon. Nas suturas realizadas com poliglecaprone 25 essa rea o declinou com o passar do tempo pós-operatório. CONCLUS O: De acordo com a metodologia empregada podemos concluir que as suturas externas realizadas com nylon induziram menor rea o tecidual, enquanto que nas suturas internas este fio contribuiu para perpetuar a rea o tecidual. As suturas externas realizadas com poliglecaprone 25 apresentaram maior rea o tecidual, e suturas internas realizadas com o mesmo fio a rea o tecidual declinou na medida em que o fio estava sendo absorvido.
HISTOMORFOMETRIA DO INTESTINO DELGADO DE RATOS SUBMETIDOS A DIFERENTES FONTES PROTéICAS  [cached]
M. CARUSO,A. DEMONTE
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: Foi estudada a histomorfometria da por o inicial do intestino delgado de ratos, após a administra o de concentrado protéico de soja e de caseína como únicas fontes protéicas. Foram mensurados o comprimento (CV), área (AV) das vilosidades e profundidade (PC) e área (AC) das criptas intestinais, através de microscópio óptico Leica Leitz DMRXE, acoplado com Camera e Software Analisador de Imagens. Os resultados indicaram significativas diferen as entre os grupos avaliados, particularmente nos parametros comprimento e área das vilosidades, evidenciando do ponto de vista histomorfológico, as diferen as existentes na absor o das proteínas do leite e da soja.
Medidas objetivas e composi o tecidual da carca a de cordeiros alimentados com diferentes níveis de energia em creep feeding
Garcia Cledson Augusto,Monteiro Alda Lúcia Gomes,Costa Ciniro,Neres Marcela Abbado
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O trabalho foi desenvolvido no Setor de Ovinocultura da Universidade de Marília, SP, objetivando avaliar o efeito dos três níveis de energia (2,6; 2,8 e 3,0 Mcal EM/kg MS) sobre as medidas objetivas das carca as e do lombo, pesos e rendimentos dos cortes, além da composi o tecidual e musculosidade da carca a de cordeiros alimentados em creep feeding. As ra es foram isoprotéicas (18,50% PB), fornecidas ad libitum, duas vezes ao dia. Os cordeiros permaneceram com as ovelhas até o abate, quando atingiam o peso preestabelecido de 31 kg. Posteriormente, os animais foram submetidos a jejum alimentar, registrando-se o peso vivo ao abate. Durante o resfriamento na camara de refrigera o a 5oC, por 24 horas, as carca as foram penduradas pelas articula es tarso metartasiana, distanciadas em 17 cm; sendo em seguida mensuradas. As carca as foram seccionadas ao meio e a metade esquerda dividida em sete regi es anat micas (paleta, perna, lombo, costelas falsas, costelas verdadeiras, baixo e pesco o), possibilitando o cálculo dos pesos e rendimentos dos cortes. Posteriormente, efetuou-se as mensura es no músculo Longissimus dorsi e a perna esquerda foi dissecada e determinados os pesos dos músculos, da gordura e dos ossos, além de calculado o índice de musculosidade. Os resultados revelaram diferen as significativas para as medidas de profundidade do tórax, peso e rendimento das costelas verdadeiras e gordura intermuscular da perna, sendo que o nível de 3,0 Mcal EM na ra o proporcionou os melhores resultados, para cordeiros Suffolk alimentados e terminados em creep feeding.
Efeito do diclofenaco de sódio na cicatriza o da parede abdominal de ratos. Estudo histopatológico, da for a de ruptura e do colágeno tecidual
Minossi José Guilherme,Leite Celso Vieira de Souza,Naresse Luiz Eduardo,Rodrigues Maria Aparecida Marchesan
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Com o objetivo de estudar os efeitos do diclofenaco sódico sobre a cicatriza o da parede abdominal de ratos, foram utilizados 80 animais da linhagem Wistar divididos em dois grupos: Grupo 1: formado por 40 animais submetidos à laparotomia mediana e à inje o intramuscular de soro fisiológico durante quatro dias. Grupo 2: formado por 40 animais submetidos à laparotomia mediana e à inje o intramuscular de diclofenaco sódico durante quatro dias. Animais de ambos os grupos foram analisados no 5°, 7°, 14° e 21° dias de pós-operatório, correspondendo, respectivamente à M1, M2, M3 e M4. Em cada momento foram estudados 10 animais e os parametros analisados foram a evolu o clínica, a for a de ruptura, estudo histológico e o conteúdo de colágeno tecidual da parede abdominal. Os animais do grupo tratado apresentaram como complica es, deiscência e/ou hérnia incisional, perda ponderal e taxa de mortalidade, complica es estas n o evidenciadas no grupo controle. Observamos também neste grupo, diminui o da for a de ruptura no 7° e 14° dia de pós-operatório e diminui o da concentra o de colágeno tecidual no 5°, 7° e 14° dia de pós-operatório. Ambos os parametros retornaram a valores normais no 21° dia de pós-operatório. Quanto ao estudo histológico, concluímos que a cicatriz da parede abdominal dos animais tratados com D.S. apresentam retardo do processo cicatricial em rela o aos seus controles, caracterizado por uma menor fibrogênese, menor densidade de fibras colágenas, além de um número maior de complica es, como microabscessos, em torno dos fios de sutura.
Avalia o da capacidade de dissolu o tecidual de diferentes solu es de hipoclorito de sódio em tecido conjuntivo e muscular de ratos  [cached]
Paola Cristina Valen?a,Bruno Marques da Silva,Juliana Aguiar Anele,Gisele Aihara Haragushiku
Odonto , 2011,
Abstract: Objetivo: analisar a capacidade de dissolu o tecidual de diferentes solu es de hipoclorito de sódio em tecido conjuntivo e muscular esquelético de ratos. Metodologia: foram obtidos 60 fragmentos de tecido conjuntivo (dorso) e muscular esquelético (língua) de ratos da linhagem Wistar, que foram submetidos à a o solvente das solu es de hipoclorito de sódio comercializadas, prontas para uso, Hipoclor 1%, HW 1% e 2,5%, Limpa Bem 2,5% e solu es manipuladas nas mesmas concentra es. O tempo de dissolu o foi cronometrado. O método de titulometria com iodo foi utilizado para confirma o do teor de cloro ativo das solu es utilizadas. Resultados: a análise estatística revelou diferen a n o significante entre os dois diferentes tecidos (p>0.05) e apresentou diferen a significante (p<0.001) entre as concentra es de 1% e 2,5%. O tempo médio de dissolu o em minutos no tecido conjuntivo foi: Limpa Bem 2,5% (80,4); Manipulado 2,5% (100,2); Hipoclor 1% (164,2); HW 2,5% (205,6); Manipulado 1% (278,4). No tecido muscular esquelético o tempo médio foi: Limpa Bem 2,5% (111,6); Manipulado 2,5% (171,6); Hipoclor 1% (178,5); HW 2,5% (219); Manipulado 1% (289,6). O HW 1% n o foi capaz de dissolver os tecidos. Os resultados da titulometria demonstraram que as solu es testadas apresentavam teor de cloro ativo aceitáveis, com exce o da marca HW nas concentra es de 1% e 2,5%.
HESPERIDINA DIMINUI O COLESTEROL SANGUINEO DE RATOS ALIMENTADOS COM GORDURA SATURADA  [cached]
Julio César VINUEZA,Jo?o Bosco FARIA,Thais Borges CéSAR
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da hesperidina nos níveis dos lípides sanguíneos em ratos tratados com dieta acrescida de gordura saturada. Ratos machos Wistar (194 ± 16g) receberam hesperidina administrada isoladamente, ou adicionada ao suco de laranja, associada com dieta enriquecida com gordura saturada. Após 30 dias de tratamento foram realizadas as análises bioquímicas do colesterol total, HDL-C e triglicérides no soro dos animais. N o foram observadas diferen as estatísticas entre os grupos para os níveis de triglicérides, como também n o houve diferen as no ganho de peso dos animais tratados com hesperidina ou com suco de laranja mais hesperidina. Houve, todavia, uma diminui o signi cativa no colesterol total e no HDL-C com a suplementa o da hesperidina, isolada ou em associa o com o suco de laranja. Estes resultados apontam um papel hipocolesterolêmico da hesperidina no metabolismo do colesterol no rato.
Lipídeos séricos e morfologia hepática de ratos alimentados com diferentes fontes lipídicas (óleo de soja, gordura de peixe e porco, margarina e manteiga)
Almeida, Martha Elisa Ferreira de;Queiroz, José Humberto de;Costa, Neuza Maria Brunoro;Matta, Sérgio Luis Pinto;
Revista de Nutri??o , 2011, DOI: 10.1590/S1415-52732011000100014
Abstract: objective: this study analyzed serum lipids and hepatics morphological changes in rats fed different lipid sources (soybean oil, fish fat and lard, margarine and butter). methods: fifty wistar rats were divided into five groups. they were given semi-synthetic diets with different lipid sources for 28 days: soybean oil, lard, butter, margarine and fish fat. body weight, food intake, food efficiency coefficient, lipoprotein lipase activity, serum concentrations of total cholesterol and high density lipoprotein-cholesterol, triacylglycerols and albumin were assessed. the heart and liver tissues underwent histological assessment. results: the type of lipid source did not influence food intake, weight gain or food efficiency coefficient. the activity of the lipoprotein lipase was also unaffected; however, there were changes in the serum concentration of total cholesterol, high density lipoprotein-cholesterol, triacylglycerols and albumin. all groups presented lipid droplets on the coronary walls and heart capillaries. the fat deposition on the liver of animals given soybean oil, fish fat and lard, and butter was characterized as steatosis. conclusion: the lipid source that presented the best results was soybean oil. fish fat affected the serum and tissues similarly to other lipid sources (lard, butter and margarine). this may contribute to the onset and progression of cardiovascular diseases.
Efeito da gordura vegetal parcialmente hidrogenada sobre a incorpora o de ácidos graxos trans em tecidos de ratos
Sabarense Céphora Maria,Mancini Filho Jorge
Revista de Nutri??o , 2003,
Abstract: A composi o lipídica da dieta pode influenciar o perfil de ácidos graxos dos tecidos. O objetivo do presente estudo foi avaliar a incorpora o de ácidos graxos trans no fígado e cora o de ratos. Dois grupos com doze ratos Wistar recém-desmamados foram alimentados com duas dietas diferentes por oito semanas. Uma das dietas (experimental) foi rica em is meros trans (33,0% da fra o lipídica) e apresentou quantidades mínimas de ácidos linoléico e alfa-linolênico (8,0% e 0,7%, respectivamente, da fra o lipídica da dieta), enquanto a outra (controle) foi nutricionalmente adequada. O perfil de ácidos graxos das dietas e dos tecidos foi avaliado por cromatografia gasosa. Houve incorpora o de 14,0% dos ácidos graxos trans no fígado e 8,6% no cora o dos animais. N o foi observado efeito inibitório dos ácidos graxos trans no fígado sobre a forma o dos ácidos araquid nico e docosahexaenóico. No entanto, no cora o houve uma diminui o significante da concentra o do ácido docosahexaenóico, provavelmente como reflexo da deficiência de ácido a-linolênico e da incorpora o dos trans.
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