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Modelo Integrado para Previs o de Vendas como uma Ferramenta de Competitividade: um Estudo de Caso em uma Empresa do Setor Têxtil  [PDF]
Geraldo Girardi,Maria Emília Camargo
Cadernos do IME : Série Estatística , 2008,
Abstract: No ambiente de negócios, o planejamento das atividades organizacionais aliado à previs o de vendas, possibilita a otimiza o dos recursos envolvidos na empresa. Assim, este artigo teve como objetivo adequar modelos de previs o de vendas de forma a auxiliar o gestor na tomada de decis es, proporcionando maior competitividade para a empresa no mercado de atua o. Para tanto, utilizou-se a metodologia estatística para séries temporais, mais especificamente os modelos Box & Jenkins para a previs o quantitativa. Para a previs o qualitativa, utilizou-se o método de julgamento de valor, ou seja, a opini o dos responsáveis pela previs o de vendas da empresa. Com base nas previs es obtidas pelos dois métodos, encontraram-se modelos combinados, utilizando-se o volume de vendas dos principais produtos produzidos nos últimos cinco anos pelo setor de fabrica o de tecidos de malha feitos em máquinas circulares de uma empresa têxtil. Através da análise dos fatores que influenciam as vendas, realizada pelos responsáveis pelo planejamento da empresa, foram calculados os modelos integrados. Vários modelos de previs o foram avaliados, resultando que os modelos integrados para a previs o de vendas a curto prazo, baseados em modelos quantitativos e informa es qualitativas foram aqueles que apresentaram maior acurácia no processo de previs o.
Previs es imprevisíveis para o Brasil em 2011: resolu es para o novo governo à maneira de Benjamin Franklin
Paulo Roberto Almeida
Revista Espa?o Acadêmico , 2011,
Abstract: Exercício especulativo com base em treze princípios morais estabelecidos por Benjamin Frnaklin para sua conduta pessoal, aplicados ao comportamento do governo brasileiro no período 2011-2014. Contrariamente às previs es habituais a cada come o de ano, estas previs es se destinam a n o serem realizadas, de acordo com uma postura contrarianista de estilo ir nico, mas que reflete a realidade das políticas governamentais.
MODELO BASEADO EM COMBINA O DE PREVISORES PARA PREVIS O DE SéRIES TEMPORAIS DE CARGA ELéTRICA  [cached]
MOREIRA, M. O.,SALGADO, R. M.,OHISHI, T.,FERREIRA, E. B.
Revista GEINTEC : Gest?o, Inova??o e Tecnologias , 2011,
Abstract: A previs o da demanda de carga é uma tarefa fundamental para um bom funcionamento dos sistemas elétricos, pois vários processos de tomada de decis o, tais como planejamento, opera o, análise de seguran a e decis es de mercado, s o altamente influenciados por este processo. Sabendo que o atendimento da demanda de carga é um processo estocástico, esta previs o se mostra importante para que uma empresa de distribui o promova um fornecimento de energia de forma segura, econ mica e contínua. Nesta ótica, este trabalho prop e a elabora o de uma metodologia de previs o de carga à curto prazo, baseada na combina o de vários previsores distintos. Os resultados alcan ados mostraram que a combina o dos previsores apresentou, na maioria dos casos analisados, resultados mais acurados quando comparados aos resultados obtidos por apenas uma componente de previs o individualmente. Neste modelo, a previs o da curva de demanda de carga baseia-se nas curvas de demanda de dias já conhecidos.
Um modelo para previs o da viscosidade mínima de suspens es ceramicas  [cached]
Pileggi R. G.,Studart A. R.,Pandolfelli V. C.
Ceramica , 2000,
Abstract: Diversas técnicas de processamento de produtos ceramicos s o baseadas em suspens es de partículas. Por isso, o controle de suas propriedades reológicas, em específico da viscosidade, é fundamental para garantir tanto as características e a reprodutibilidade da etapa de processo, quanto o desempenho final do produto. Entretanto, mais importante que controlar é prever a viscosidade das suspens es. A relevancia desta abordagem tem levado ao desenvolvimento de diversos modelos que procuram prever a viscosidade de suspens es ceramicas (Krieger-Dougherty, Agarwalla, etc.) baseados apenas na concentra o de sólidos das mesmas. Neste trabalho é proposto um modelo sistêmico para previs o da mínima viscosidade de suspens es, baseado na distribui o granulométrica, na área superficial e na concentra o das partículas. Para sua valida o foram produzidas suspens es de alumina, as quais foram caracterizadas em um re metro de cilindros coaxiais. Os resultados mostraram que o modelo proposto é efetivamente capaz de prever a viscosidade de suspens es ceramicas, constituindo uma importante ferramenta na formula o de barbotinas, com potencial para aplica o em concretos refratários.
Mercado Futuro: limita es e vantagens para o empresário rural  [cached]
Viviane Santos Pereira,Ana Adalgisa Sim?o
Contextus , 2004,
Abstract: Nas diversas cadeias que comp em o agribusiness, destacam-se, em importancia econ mica, as rela es entre o empresário rural e a agroindústria e os agentes que afetam e coordenam os fluxos dos produtos, entre os quais est o as bolsas de futuros. O mercado futuro é um instrumento eficiente e moderno de comercializa o agrícola utilizado em larga escala nas economias desenvolvidas. Este estudo tem como objetivo analisar as dificuldades e benefícios de investidores, principalmente o empréstimo rural, para negociar no mercado futuro agrícola. Uma de suas vantagens é permitir ao empresário rural planejar sua atividade fazendo or amentos com controle dos custos. As vantagens que o mercado futuro oferece para quem opera v o muito além da simples prote o do pre o. Negociando nos prazos estipulados, o investidor no mercado futuro pode sair a qualquer momento de sua posi o, antes do vencimento do contrato, recomprando suas posi es e dias depois voltando a vender. A principal limita o percebida com o mercado futuro agropecuário é a de ter que pagar os ajustes diários (varia es de pre os desfavoráveis exigidos pela BM&F e os custos operacionais que muitas vezes levam o hedger a desistir da opera o).
Proje es de lucros sistematicamente exageradas: um estudo para o Brasil  [cached]
Franco Delano
Revista Brasileira de Economia , 2002,
Abstract: Uma das evidências mais relevantes da psicologia experimental é a de que os indivíduos reagem tipicamente de forma exagerada aos fatos. Este artigo estuda os exageros de um grupo de reconhecida influência nas expectativas do mercado, os analistas de empresas, em previs es de lucros de companhias listadas em bolsa. Além da observa o dessa regularidade para o mercado brasileiro, é estudado como o padr o das estimativas se altera à medida que o momento da divulga o dos lucros se aproxima. Na existência de viés, a forma como ele se evidencia, aos poucos ou bruscamente, e quando se evidencia, antes da revela o do resultado ou justamente naquele momento, provavelmente influenciam o grau de dificuldade de sua observa o pelos demais agentes.
ESTUDO DOS CANAIS E DAS MARGENS DE COMERCIALIZA O DE CARNES EM GOI NIA – GOIáS, 1972 STUDY OF MEAT CHANNELS AND COMMERCIALIZATION EDGES IN GOI NIA - GOIáS, 1972  [cached]
Jo?o Basílio C. Seraphim,Alberto M. Rezende,Sérgio A. Brandt,Alexandre A. Neto
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2007, DOI: 10.5216/pat.v4i1.2152
Abstract: O objetivo do estudo é o de analisar o sistema de comercializa o de carnes no mercado de Goiania, durante o ano de 1972, utilizando fluxogramas de canais de mercado e estimativas das margens de comercializa o. Goiania é o mais importante centro consumidor do Estado de Goiás. Para atender o consumo dos seus 474.000 habitantes foram comercializadas em 1972 nada menos do que 8.394 toneladas de carne bovina, 2.167 toneladas de carne suína e 1.474 toneladas de carne de frango de corte. A pesquisa foi desenvolvida em 1973, nas cidades de Goiania, Inhumas e Trindade, no Estado de Goiás, utilizando a metodologia “survey”, em entrevista direta junto à Delegacia Regional da SUNAB e aos frigoríficos, matadouros e abatedouros, foram coletadas as informa es necessárias ao desenvolvimento do presente estudo, tais como: a) as quantidades de carne bovina, suína e de frango de corte consumidas na Capital do Estado, em 1972; b) os pre os dessas carnes, ao nível do produtor, no atacado e no varejo; c) os percentuais relativos às quantidades de cada uma dessas carnes, segundo os destinos tomados na comercia1iza o;d) as perdas verificadas no transporte; e) os rendimentos de carca as e subprodutos; f) os equipamentos utilizados no transporte da matéria prima e na distribui o do produto. A comercializa o das carnes bovina, suína e de frango de corte, em Goiania, é feita diretamente dos frigoríficos e abatedouros para os varejistas, assumindo, ent o, essas institui es as fun es de atacadistas. Há casos, no entanto, em que o produto é vendido diretamente ao consumidor final, sem passar pelo retalho. De acordo com os resultados da pesquisa, chegou-se às seguintes conclus es: a) aproximadamente 38% do peso vivo do bovino, ou 76% do peso da carca a, mais 6% do peso vivo ou 12% do peso dos subprodutos, devem chegar ao consumidor, respectivamente, na forma de carne e de subprodutos comestíveis; b) cerca de 80% do peso vivo do suíno deve chegar ao consumidor, na forma de carca a e de subprodutos comestíveis; c) aproximadamente 80% do peso vivo do frango de corte destina-se ao consumidor, na forma de carca a e de subprodutos comestíveis; d) vendendo diretamente para os retalhistas, as institui es industriais das carnes bovina, suína e de frango de corte, assumem também as fun es de atacadista; e) as indústrias das carnes bovina e de frango de corte realizam “integra o vertical”; f) a margem de comercializa o para carne bovina é de 39%, cabendo 29% ao varejista e 10% ao atacadista, ficando o produtor com 61% do pre o pago no varejo; g) a margem de comercializa o para a carn
Previs o de vaz es médias mensais usando redes neurais nebulosas
Ballini R.,Soares S.,Andrade Marinho G.
Sba: Controle & Automa??o Sociedade Brasileira de Automatica , 2003,
Abstract: Este trabalho apresenta um modelo de rede neural nebulosa para previs o de vaz es sazonais. O modelo é baseado em um método de aprendizado construtivo onde grupos de neur nios competem quando a rede recebe uma nova entrada. A rede aprende os parametros fundamentais para definir as regras nebulosas e fun es de pertinência para cada variável de entrada. O modelo foi aplicado para o problema de previs o de vaz es médias mensais de três usinas hidroelétricas situadas em diferentes regi es do Brasil. O desempenho do modelo foi comparado com métodos convencionais usados para previs o de vaz es. Os resultados mostraram que a rede neural nebulosa forneceu um melhor desempenho para previs o um passo à frente, com erros significativamente menores que as outras abordagens.
Web Service para previs o de tempo e clima através de dados georeferenciados  [cached]
Jo?o Paulo Moreira Prestes,Carlos Amaral H?lbig,Willingthon Pavan,José Maurício Cunha Fernandes
Revista Brasileira de Computa??o Aplicada , 2011, DOI: 10.5335/rbca.2012.1371
Abstract: The CPTEC, Centro de Previs o de Tempo e Estudos Climáticos, provides information about forecast for all Brazilian territory, however, only restricted part of the society has enough knowledge to get and manipulate these kind of data. Therefore, this paper has as goal to present a computational structure capable to supply information about forecasts, through the use of technologies and georeferentials data. The tests, prototypes and validations show the functionalities, viability and usability of this solution. Atualmente o Centro de Previs o de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) disponibiliza gratuitamente a sociedade informa es de previs es de tempo e clima para todo território brasileiro, entretanto, apenas uma restrita parcela da sociedade possui conhecimento suficiente para a consulta e extra o destas informa es. Desta forma, este trabalho tem como objetivo apresentar uma estrutura computacional capaz de fornecer informa es de previs es de tempo e clima, através do uso de tecnologias e dados georeferenciados. Os testes, protótipos e valida es deixam claras as funcionalidades, viabilidade e usabilidade da solu o.
Análise da rela o entre as informa es contábeis e o risco sistemático no mercado brasileiro Analysis of the relationship between accounting information and systematic risk in the Brazilian market
Ana Luísa Gambi Cavallari Amorim,Iran Siqueira Lima,Fernando Dal-Ri Murcia
Revista Contabilidade & Finan?as , 2012, DOI: 10.1590/s1519-70772012000300005
Abstract: De acordo com a literatura existente, as informa es contábeis representam um importante estimador dos fluxos de caixa futuros da empresa, servindo, portanto, para fins de avalia o do risco de um investimento em a es. Isso porque tais informa es refletem a realidade econ mico-financeira da empresa em um dado período, possuindo, consequentemente, rela o com o risco sistemático de um investimento, o que justifica sua utiliza o para fins de decis es relacionadas à composi o de um portfólio de a es. Dentro desse contexto, o presente trabalho busca apresentar evidências empíricas da rela o entre as informa es contábeis e o risco sistemático no mercado brasileiro. Mais especificamente, objetiva-se analisar a rela o entre os betas contábeis e os betas de mercado de companhias no Brasil. Para isso, foram selecionadas 97 empresas, da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de S o Paulo (BM&FBOVESPA), de 15 setores econ micos, entre o 1o trimestre de 1995 e o 3o trimestre de 2009. Foram utilizadas 468 variáveis contábeis. Para operacionalizar a rela o entre as variáveis foi utilizado um modelo de regress o com dados em painel. Os resultados evidenciaram que alguns betas contábeis podem explicar o beta de mercado e podem fazê-lo de forma antecipada, podendo, ainda, melhorar a previs o do beta de mercado quando associados a betas de mercado históricos. Por outro lado, a maior parte das vers es de betas contábeis apresentou rela o pouco significativa ou mesmo inexistente. According to the existing literature, accounting information represents an important predictor of a company's future cash flow and serves to assess the risk of stock investments. Because such information reflects the economic and financial reality of a company during a given period, this information relates to the systematic risk of an investment, which justifies the use of the information for decisions related to the composition of a stock portfolio. Within this context, the present study seeks to present empirical evidence on the relationship between accounting information and systematic risk in the Brazilian market. More specifically, the objective is to analyze the relationship between the accounting betas and the market betas of companies in Brazil. For this analysis, 97 companies from 15 economic sectors were selected from the Securities, Commodities, and Futures Exchange of S o Paulo (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de S o Paulo - BM&FBOVESPA) from the first quarter of 1995 to the third quarter of 2009. A total of 468 accounting variables were used. To operationalize the
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