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Iatrogenia em pacientes idosos hospitalizados  [cached]
Carvalho-Filho Eurico T.,Saporetti Luís,Souza Maria Alice R.,Arantes Ana Claudia L. Q.
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: Analisar as complica es iatrogênicas apresentadas por idosos hospitalizados. Estudo retrospectivo dos prontuários de 96 pacientes, 48 do sexo masculino e 48 do feminino, com idades variando de 60 a 93 anos (média: 75,7 anos), hospitalizados durante o ano de 1995 em enfermaria geriátrica. A análise da evolu o dos pacientes durante o período de hospitaliza o permitiu evidenciar: 1) em 42 (43,7%) pacientes ocorreram uma ou mais complica es iatrogênicas, num total de 56 episódios; 2) manifesta es relacionadas aos procedimentos diagnósticos corresponderam a 17,9% das iatrogenias; 3) altera es relacionadas às medidas terapêuticas corresponderam a 58,9%, sendo 32,1% referentes à terapêutica farmacológica e 26,8% a outros procedimentos terapêuticos; 4) manifesta es iatrogênicas n o relacionadas diretamente às afec es (úlceras de decúbito, quedas e fraturas) corresponderam a 23,2%; 5) a presen a de manifesta es iatrogênicas correlacionou-se com período mais prolongado de interna o; 6) cinco pacientes faleceram em conseqüência direta de complica es iatrogênicas. A iatrogenia é freqüente em pacientes idosos hospitalizados, podendo determinar manifesta es graves e mesmo fatais. Como uma significativa propor o dessas complica es pode ser evitada através de medidas adequadas, deve-se procurar identificar suas causas e desenvolver métodos para previni-la ou reduzir seus efeitos.
Papel da terapia medicamentosa na síndrome de Cushing
Liberman Bernardo
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: A terapêutica cirúrgica continua, até o momento, a ser considerada a principal, para a síndrome de Cushing endógena, qualquer que seja a causa. Entretanto em certas circunstancias, como preparo pré-cirúrgico, ausência de cura após a cirurgia ou impossibilidade cirúrgica, a terapêutica medicamentosa tem papel importante. As drogas que inibem a esteroidogênese, como mitotane, metirapona, cetoconazol e aminoglutetimida s o as drogas de escolha qualquer que seja a causa da síndrome de Cushing. Cetoconazol constitui-se em nosso meio na droga de escolha entre os inibidores da síntese de cortisol. é uma medica o que pode ser usada a longo prazo e freqüentemente n o ocasiona efeitos colaterais importantes. Os chamados neuromoduladores, como ciproheptadina, bromocriptina e ácido valpróico em nossa experiência tem pouco efeito na doen a de Cushing. Somatostatina de a o prolongada como Sandostatin e Sandostatin-LAR podem ter papel importante na terapêutica da síndrome de secre o ectópica de ACTH/CRH. Quimioterapia e radioterapia têm indica es especificas nas diversas causas da síndrome de Cushing.
Grupo de convivência com idosos hospitalizados: um relato de experiência  [cached]
Carina Paiva Weydt,Daniela Bastos Silveira,Monique Telles,Célia Pereira Caldas
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2004,
Abstract: Trata-se de um relato de experiência sobre a implementa o de um grupo de convivência em uma institui o hospitalar. A idéia surgiu após a constata o de que os idosos participantes de grupos de convivência na comunidade apresentavam grande vitalidade. Visando ao idoso hospitalizado, foi pensada a possibilidade da implementa o de um grupo de convivência dentro de uma enfermaria, com o objetivo de possibilitar a melhora dos sentimentos de abandono e exclus o t o comuns a esta clientela. Os objetivos do trabalho foram: implantar um Grupo de Educa o em Saúde (GES) com idosos hospitalizados numa enfermaria de um hospital universitário do Rio de Janeiro e avaliar a atividade através dos seus depoimentos. Após a implanta o da atividade, foram colhidos depoimentos de 16 idosos participantes do GES, sendo a entrevista aberta com a seguinte quest o: “Que mudan as a participa o no GES trouxe para o seu cotidiano?” Os resultados obtidos de acordo com os depoimentos colhidos constituíram as seguintes unidades temáticas: o grupo promove saúde e educa o; a hospitaliza o é uma experiência ruim; o grupo é uma estratégia eficaz para lidar com a solid o que sentem no hospital; o grupo influi de forma benéfica na socializa o das pessoas durante a hospitaliza o; o grupo tornou-se uma estratégia para lidar com a ociosidade; os participantes sentem carência de informa es. Portanto, os depoimentos apontam que trabalhar com idosos hospitalizados através de grupos de convivência parece ser uma importante estratégia de promo o da saúde.
BIOSEGURIDAD EN LA PRESCRIPCIóN Y TRANSCRIPCIóN DE TERAPIA MEDICAMENTOSA ENDOVENOSA PRESCRIPTION AND TRANSCRIPTION BIOSECURITY IN ENDOVENOUS DRUG THERAPY  [cached]
Edith Rivas R,Angélica Rivas L,Luis Bustos M
Ciencia y Enfermería : Revista Iberoamericana de Investigacíon , 2010,
Abstract: Los errores en el proceso de medicación en sus diferentes fases es un problema que involucra riesgos para el usuario, así como en la calidad de atención de los servicios. Los objetivos fueron: a) Determinar la bioseguridad en la prescripción y transcripción de la terapia medicamentosa endovenosa, b) Relacionar legibilidad en prescripción y transcripción en el Servicio de Neonatología, Temuco 2008-2009, con el propósito de generar un diagnóstico de eventos adversos en la prescripción y transcripción de la terapia medicamentosa endovenosa. Estudio de corte transversal, con muestra probabilística de 125 prescripciones de medicamentos endovenosos. Recolección de información a través de instrumento del American Academy of Pediatrics. Análisis en STATA v10.0. Se consideró: asentimiento ético de jefe Servicio y de la Dirección del Hospital. Conjuntamente, los padres de los neonatos firmaron consentimiento informado. En prescripción 33,6% no cumple el estándar de seguridad. En escala de acciones incorrectas, categoría "Una acción incorrecta" 20,0% y 3,2% "Todas las acciones incorrectas". En transcripción, escala de acciones incorrectas, arroja "Una acción incorrecta" 1,6% y "Dos acciones incorrectas" 0,8%. En la evaluación del ítem transcripción de fármacos sin indicación, no hubo fármacos transcritos sin indicación. Todas las asociaciones fueron significativas, p: 0,0000. Asegurar la inexistencia de errores en el proceso de prescripción y transcripción de medicamentos debe ser nuestra meta, teniendo en consideración la presencia de factores adversos. Por otra parte, se deben establecer protocolos de bioseguridad, sujetos a evaluación como indicadores de proceso y de resultado, según requieran las políticas en materia de calidad y gestión inmersas en la Reforma en Salud. En este contexto enfermería debe propiciar un rol garante en sus acciones de cuidado. Se espera que la investigación realizada incentive a generar indicadores de resultados y trazadores de calidad, aplicables en los diferentes centros hospitalarios del país. The mistakes in the process of medication in your phases, it is a medicine problem, that involves risks for the user, the quality of attention of the services, the professional exercise (fiscal year) and the development of those who are the persons in charge of this process. The objective were: a) To determine the bioseguridad in the prescription and transcription of therapy medicines endovenous, b) Relate legibibility in prescription and transcription in the Service of Neonatology. Hospital Dr. Hernán Henríquez Aravena. Temuco, 2008-2009. S
órf os de terapia medicamentosa: a administra o de medicamentos por via intravenosa em crian as hospitalizadas  [cached]
Peterlini Maria Angélica Sorgini,Chaud Massae Noda,Pedreira Mavilde da L. G.
Revista Latino-Americana de Enfermagem , 2003,
Abstract: Estudo descritivo, realizado em um hospital universitário, que verificou quantidade e tipo de medicamentos administrados por via intravenosa em crian as, além da adequa o da apresenta o farmacológica para uso em pediatria e custo estimado de administra o de algumas drogas. Em trinta dias, foram administradas 8.245 doses de medicamentos, com média diária de 274,83 doses, e proje o anual de 98.940. Os principais medicamentos utilizados foram metilpredinosolona, vancomicina, furosemida, ranitidina, penicilina, amicacina, midazolan, fentanil, ceftriaxone e cefalotina. Nenhum dos 41 medicamentos identificados possuía apresenta o pediátrica, acarretando, em alguns casos, maior manipula o durante o preparo, risco de contamina o e perda da estabilidade. Observou-se que a falta de apresenta o pediátrica gerou aumento dos custos de atendimento; na prescri o de uma crian a em pós-operatório, com tempo de interna o estimado de cinco dias, a terapia administrada diária foi de US$ 6.71, e US$ 39.52 de medicamentos tiveram que ser desprezados, por excederem as necessidades terapêuticas da crian a.
Dependência para alimentar-se e consumo alimentar em idosos hospitalizados Dependencia para alimentarse y consumo alimentario en ancianos hospitalizados Dependence to feed itself and food consumption in hospitalized elderly  [cached]
Arethusa Sass,Sonia Silva Marcon
Revista Brasileira de Enfermagem , 2012,
Abstract: O objetivo do estudo foi verificar a associa o entre o consumo alimentar e a dependência para alimentar-se em idosos hospitalizados, os quais foram entrevistados nas primeiras 24hs após interna o na clínica médica de um hospital geral. Participaram da pesquisa 75 idosos com idade média de 70,9 anos, sendo 58,7% do sexo masculino e 17,3% com dependência para alimentar-se. N o foi evidenciada associa o entre dependência para alimentar-se e o consumo de alimentos energéticos e construtores, mas o foi para o consumo dos alimentos reguladores como o alho e cebola (p=0,00) e o de água (p=0,04). Sugere-se a necessidade de orienta o nutricional aos cuidadores, visto que a dependência para alimentar-se se associa ao baixo consumo de água entre idosos. El objetivo del estudio fue verificar la asociación del consumo alimentario y la dependencia para alimentarse en ancianos hospitalizados, los cuales fueron entrevistados en las primeras 24hs después de la internación en la clínica médica de un hospital general. Participaron de la investigación 75 ancianos con edad media de 70,9 a os, siendo 58,7% del sexo masculino y 17,3% con dependencia para alimentarse. No fue evidenciado asociación entre dependencia para alimentarse y el consumo de alimentos energéticos y constructores, pero lo fue para el consumo de los alimentos reguladores como el ajo y cebolla (p=0,00) y el de agua (p=0,04). Se sugiere la necesidad de orientación nutricional a los cuidadores, visto que la dependencia para alimentarse se asocia a bajo consumo de agua entre ancianos. The objective of the study was to verify the association of food intake and the dependence to be fed in hospitalized elderly individuals who were interviewed in the first 24 hours after admission to a general hospital. Participated in the research 75 individuals average 70.9 years old, being 58.7% male and 17.3% showing dependence to be fed. There was no evident association between dependence to be fed and the intake of energetic and muscle building food, but there was an association with regulator food such as garlic and onion (p=0.00) and water (p=0.04). The need of nutritional orientation to the caretakers is suggested, taking into consideration that the feeding dependence is associated to a low intake of water among elderly individuals.
Terapia anti-hipertensiva utilizada por pacientes idosos de Porto Alegre/RS, Brasil  [PDF]
Schroeter, Guilherme et al.
Scientia Medica , 2006,
Abstract: Objetivos: Descrever o perfil de utiliza o de medicamentos com a o no sistema cardiovascular, especialmente anti-hipertensivos, por idosos residentes na cidade de Porto Alegre. Métodos: Estudo transversal exploratório e observacional com base populacional, realizado em 2006, sobre a utiliza o qualitativa e quantitativa de medicamentos por pacientes idosos. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi uma ficha de seguimento farmacológico. Resultados: Do total de 385 pacientes entrevistados, 62,3% utilizavam medicamentos com a o no sistema cardiovascular, sendo que destes, 86,3% utilizavam anti-hipertensivos. Entre os 35,3% pacientes que faziam uso de monoterapia, 38,4% utilizavam inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) e 26% utilizavam beta-bloqueadores. Dos 207 pacientes em monoterapia ou terapia combinada de dois ou mais medicamentos, 59,4% utilizavam diuréticos e 51,2% inibidores da ECA. Conclus es: Os diuréticos, inibidores da ECA e betabloqueadores foram os anti-hipertensivos mais utilizados. Muitas vezes o usuário comete erros na medica o, o que pode ser resolvido com uma assistência correta a esse paciente. Diante da prevalência da hipertens o entre os idosos, observa-se a necessidade de uma maior aten o dos profissionais de saúde a esses pacientes.
O papel da solidariedade desempenhado por familiares visitantes e acompanhantes de adultos e idosos hospitalizados
Lucía Silva,Sílvia Cristina Mangini Bocchi,Regina Szylit Bousso
Texto & Contexto - Enfermagem , 2008,
Abstract: El objetivo de este estudio fue comprender el papel solidario desempe ado por los familiares visitantes y acompa antes de adultos y ancianos hospitalizados. Como referencial teórico se empleó la teoría de enfermería como cuidado solidario, y como referencial metodológico, la Grounded Theory. Para el estudio fueron entrevistados nueve familiares de adultos y ancianos hospitalizados, en el período de abril a septiembre de 2002. De los resultados obtenidos se identificó el fenómeno: asumiendo el papel de familiar visitante o familiar acompa ante, formado por los siguientes temas: deseando realizar un papel solidario y entendiendo el permanecer junto como una interdependencia emocional. Se cree que cuando la enfermera reconoce la singularidad de la relación de solidaridad y de la interdependencia de la familia, ella también ejerce su trabajo centrado en la solidaridad, porque colabora para el restablecimiento del paciente, ayudando así a disminuir el sufrimiento del enfermo y de sus familias y, por lo tanto, promueve la salud del grupo familiar.
Perfil das infec es do trato urinário em idosos hospitalizados na Unidade de Geriatria do Hospital S o Lucas da PUCRS  [PDF]
Dallacorte, Roberta Rigo,Schneider, Rodolfo Herberto,Benjamin, Winston Weber
Scientia Medica , 2007,
Abstract: Objetivos: as infec es do trato urinário s o as infec es bacterianas mais comuns em popula es idosas, e a Escherichia coli é o seu patógeno causador mais freqüente. As fluorquinolonas, comumente usadas para o seu tratamento, vêm apresentando graus crescentes de resistência bacteriana, principalmente em infec es complicadas. O objetivo principal deste estudo foi verificar quais s o os germes causadores das infec es do trato urinário em idosos hospitalizados, bem como o perfil de sensibilidade antimicrobiana desses organismos. Métodos: estudo transversal prospectivo de todos os pacientes internados entre maio e outubro de 2007 na Unidade de Geriatria do Hospital S o Lucas da PUCRS, com infec o documentada do trato urinário. Resultados: foram diagnosticados 32 casos de infec o urinária. A idade média foi de 79,8 anos e 72% eram do sexo feminino. Delirium foi a manifesta o clínica mais comum. Um ter o das infec es foi diagnosticada nas primeiras 72 horas de interna o. Sondagem vesical de demora associava-se a 41% dos casos. Escherichia coli foi o germe identificado em 62% dos casos, sendo que 42% dos germes eram resistentes às fluorquinolonas. Tempo de interna o, uso recente de antibióticos e incontinência urinária associaram-se a identifica o de resistência. Conclus es: Escherichia coli foi o germe mais associado a infec es do trato urinário nos idosos hospitalizados na Unidade de Geriatria do Hospital S o Lucas da PUCRS. Nessa popula o, a taxa de resistência bacteriana a fluorquinolonas foi elevada.
Cuidados paliativos para idosos na unidade de terapia intensiva:realidade factível = Palliative care to elderly in critical care unit: feasible reality  [cached]
Fonseca, Anelise Coelho,Fonseca, Maria de Jesus Mendes da
Scientia Medica , 2010,
Abstract: Objetivos: este artigo discute o papel da Unidade de Terapia Intensiva na perspectiva dos idosos portadores de doen as cr nicas em fase avan ada, considerando que o local pode ser uma das alternativas de aloca o desses enfermos e, nesses casos, os cuidados paliativos representam valiosas ferramentas de trabalho. Fonte de dados: foram revisados artigos dos últimos 10 anos no portal PubMed, utilizando os descritores Unidade de Terapia Intensiva, Cuidados Paliativos, Critical Care Unit e Palliative Care. contexto das mudan as no padr o das doen as e na longevidade dos portadores das doen as cr nicas n o-transmissíveis. Os cuidados paliativos s o interven es clínicas direcionadas aos pacientes portadores de enfermidades cuja progress o provoca sinais e sintomas desconfortantes, inclusive com elementos associados à instabilidade clínica. As práticas da Unidade de Terapia Intensiva têm como premissa o restabelecimento da fisiologia, e para atingir seu objetivo aplicam recursos farmacológicos, próteses e dispositivos artificiais. A necessidade de utilizar as medidas paliativas na Unidade de Terapia Intensiva foi vislumbrada a partir de informa es sobre a elevada prevalência de dor e de outros sintomas de sofrimento e angústia, seja para o paciente, seja para sua família ou para a equipe que o assiste. Conclus es: é preciso refor ar aos profissionais da saúde que os cuidados paliativos n o s o incompatíveis com a Unidade de Terapia Intensiva. Ao contrário, sua relevancia evidencia-se na maneira com que as suas a es auxiliam no direcionamento do conforto.
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