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Fatores associados ao parto vaginal em gestantes de alto risco submetidas à indu o do parto com misoprostol  [cached]
Sampaio Zuleika Studart,Alencar Júnior Carlos Augusto,Feitosa Francisco Edson de Lucena,Amorim Melania Maria Ramos de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2004,
Abstract: OBJETIVOS: determinar os principais fatores associados ao parto transpelvino em gestantes de alto-risco submetidas à indu o do parto com misoprostol vaginal (50 μg). MéTODOS: trata-se da análise secundária de um ensaio clínico aberto, n o randomizado, incluindo 61 gestantes de alto-risco internadas na Enfermaria de Patologia Obstétrica da Maternidade Escola Assis Chateaubriand, em Fortaleza (CE). Todas tinham idade gestacional de mais de 37 semanas, feto único com boa vitalidade e escores de Bishop menores ou iguais a 7. Utilizou-se a dose de 50 μg de misoprostol via vaginal, repetindo-se a cada seis horas, até o máximo de quatro doses. Realizou-se análise uni e multivariada para determina o da associa o entre parto vaginal (variável dependente) e variáveis independentes (preditoras), construindo-se curvas ROC para paridade e escores de Bishop. RESULTADOS: encontrou-se associa o significativa do parto vaginal com a paridade (um ou mais partos anteriores), escore de Bishop >4 e intervalo entre indu o e parto menor que 6 horas, ao passo que a taquissistolia reduziu a chance de parto vaginal. Realizou-se análise de regress o logística múltipla para avaliar cada um desses fatores independentemente, persistindo fortemente associados ao parto vaginal o escore de Bishop >4 (OR = 3,3; IC 95% = 2,15-4,45) e a paridade >1 (OR = 5,41; IC 95% = 4,18-6,64). Pela curva ROC para os escores de Bishop e a paridade como determinantes do parto vaginal, encontrou-se um valor preditivo positivo de 100%, com sensibilidade de 63,2%. A área sob a curva foi de 86,8%, significativamente superior a 50% (p=0,023). CONCLUS ES: os fatores preditivos mais importantes para parto vaginal após indu o com misoprostol foram a paridade (um ou mais partos) e escores de Bishop >4. Estes fatores devem ser levados em considera o na escolha de diferentes esquemas e doses de misoprostol, tanto para preparo cervical como indu o do parto.
Análise Computadorizada da Cardiotocografia Anteparto em Gesta es de Alto Risco
Nomura Roseli Mieko Yamamoto,Francisco Rossana Pulcineli Vieira,Steinman Débora Sim?es,Miyadahira Seizo
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: analisar a freqüência dos resultados das cardiotocografias computadorizadas realizadas em gestantes de alto risco e relacionar o critério proposto pelo sistema com os resultados perinatais. Métodos: estudamos prospectivamente 233 gestantes de alto risco que realizaram 485 cardiotocografias computadorizadas. Foram excluídos casos de anomalias fetais e os exames com perda de sinal superior a 20% (propor o de episódios de 3,75 milissegundos do tra ado onde n o se constata intervalo de pulso por perda de capta o dos sinais de batimentos cardíacos fetais). Para estudo da associa o da cardiotocografia com os resultados perinatais, analisou-se o último exame realizado na semana anterior ao parto (71 casos), excluindo-se casos com diagnóstico de diástole zero ou reversa na dopplervelocimetria das artérias umbilicais. Resultados: após a exclus o de 33 exames com perda de sinal superior a 20%, constatou-se que 404 cardiotocografias foram caracterizadas como normais (83,3%). Quanto à dura o do exame, em 62,1% foi de até 20 minutos e em 79,0% de até 30 minutos. A análise das correla es com os resultados perinatais demonstrou associa o significativa (p<0,05) entre a cardiotocografia computadorizada anormal e menor idade gestacional no nascimento, menor peso do RN, Apgar do 1° minuto inferior a 7 (33% dos casos) interna o em UTI neonatal (55,5%) e intuba o do RN na sala de parto (44,4%). Conclus es: a cardiotocografia computadorizada com dura o de até 30 minutos em gesta es de alto risco revelou-se normal na maioria dos exames. Os casos que n o preencheram os critérios de normalidade relacionaram-se significativamente com resultados perinatais adversos.
Perfil das gestantes infectadas pelo HIV atendidas em pré-natal de alto risco de referência de Belo Horizonte
Romanelli, Roberta Maia de Castro;Kakehasi, Fabiana Maria;Tavares, Maria do Carmo Teatini;Melo, Victor Hugo;Goulart, Lucia Horta Figueiredo;Aguiar, Regina Amélia Lopes Pessoa;Pinto, Jorge Andrade;
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil , 2006, DOI: 10.1590/S1519-38292006000300009
Abstract: objectives: identify hiv infected pregnant women in a referral center and investigate characteristics related to infection and parity. methods: a cross-sectional study comprising all hiv infected women treated at the high risk prenatal care in the hospital das clínicas da universidade federal de minas gerais, in 2004. demographic data, hiv epidemiology infection and obstetrical history were collected. for statistical analysis spss 12.0 was used. results: eighty five women median aged 29.1 and 90 pregnancies were followed-up. in 55 pregnancies (61.1%) women had prior information of the infection. sixty four (71.1%) informed they lived together. probably they all acquired hiv in heterosexual relations. fifty four (60%) were diagnosed during one of the pregnancies. the global pregnancies median was 3.5, and 1.71 following diagnosis. patients with prior diagnosis had a higher pregnancy median as compared to those who were diagnosed during their pregnancies (p = 0.002). eighty six pregnant women made use of anti-retroviral medication, 56.7% through therapeutic indication. no vertical transmission cases were determined. conclusions: new pregnancies in hiv infected women are not rare notwithstanding contraceptive resources offered. therefore, further investigations are necessary to identify what difficulties not previously approached they have during routine medical assistance.
Avalia o do perfil de risco de cárie dentária em gestantes de Araraquara, Brasil Evaluación de factores de riesgo de padecer caries dental en gestantes de Araraquara, Brasil Evaluation of risk factors suffering dental caries in pregnants from Araraquara, Brazil
Tatiana Carolina De Aguiar,Aylton Valsecki Junior,Silvio Rocha Corrêa Da Silva,Fernanda Lopez Rosell
Revista Cubana de Estomatolog?-a , 2011,
Abstract: O conhecimento do risco de cárie na gravidez é essencial para um correto plano de tratamento com a es educativas e preventivas às m es para que possam cuidar adequadamente de sua saúde bucal e de seus filhos. Este estudo retrospectivo teve como objetivo identificar o risco de cárie de gestantes (15-44 anos; média= 25 anos) que frequentaram a clínica de odontologia preventiva da Faculdade de Odontologia de Araraquara, Universidade Estadual Paulista de 1999 a 2007. Um total de 166 prontuários, preenchidos por alunos do 3o ano do Curso de Gradua o, seguindo orienta es pré-estabelecidas, foram utilizados. Coletou-se informa o sobre: classifica o do diagnóstico de risco de cárie, trimestre gestacional, consumo de carboidratos (entre ou durante as refei es), placa corada (registro de controle de placa de O'Leary), número e grupo de dentes com experiência de cárie. Para análise estatística foram utilizados o teste de qui-quadrado e ANOVA. A maioria das gestantes (92,1 %) apresentou 25 % ou mais das superfícies dentárias com placa dental. A média (desvio-padr o) de dentes obturados e cariados foi 7,9 (5,1) e 4,0 (3,4), respectiva emente. Os dentes posteriores foram os mais acometidos por cárie/restaura es. Quanto ao diagnóstico de risco à cárie, a classifica o alta foi observada em 38,5 % das gestantes, moderada em 47,6 % e baixa em 13,9 %. Houve associa o estatisticamente significativa (p= 0,001) entre o consumo de carboidratos e o diagnóstico de risco de cárie. O índice de placa foi semelhante nos diferentes trimestres gestacionais (f= 0,223; p= 0,803). Portanto pode-se concluir que o risco de cárie da grande maioria das gestantes foi alto ou moderado e esteve estatisticamente associado ao consumo de carboidratos. El conocimiento del riesgo de padecer de caries dental durante el periodo de embarazo es esencial para un correcto plan de tratamiento con las acciones educativas y preventivas necesarias para que las madres puedan cuidar adecuadamente de su salud bucal y la de sus hijos. Este estudio retrospectivo tuvo como objetivo identificar el riesgo de caries dental en las mujeres en periodo de gestación con edades comprendidas entre 15 y 44 a os, con una media de 25 a os, que acudieron a la clínica de odontología preventiva de la Facultad de Odontología de Araraquara, Universidad Estadual Paulista, del a o 1999 al 2007. Se utilizaron 166 historias clínicas hechas por los estudiantes de tercer a o de pregrado, según las directrices preestablecidas. La información recogida fue: clasificación del diagnóstico de riesgo de caries, trimestre de embarazo, la
Recém-nascidos gerados por m es com alto risco gestacional: estudo das emiss es otoacústicas produtos de distor o e do comportamento auditivo  [cached]
Ruggieri-Marone Marisa,Lichtig Ida,Marone Silvio A. M.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: As perdas auditivas no Brasil têm sido diagnosticadas ao redor de 2 a 3 anos de idade. Até ent o, a crian a perde informa es auditivas e interrompe o circuito da comunica o. Recomenda-se mais de uma técnica para a avalia o da audi o. Os profissionais responsáveis devem encontrar a melhor forma de detec o e interven o, para que crian as nascidas fora dos grandes centros sejam diagnosticadas precocemente. A gravidez de alto risco pode conter indicadores de risco para a deficiência auditiva. Forma de estudo: Clínico prospectivo randomizado. Casuística e Método: Este estudo prospectivo analisou 174 recém-nascidos gerados por m es com risco gestacional, por meio de emiss es otoacústicas produto de distor o e pela observa o do comportamento auditivo com instrumentos musicais. Os RN estavam em fase de alta hospitalar e com idade corrigida maior ou igual a 37 semanas. Resultado: Houve 23% de "Falha" na primeira avalia o; após 30 dias de alta hospitalar, numa segunda avalia o, 66,8% destes apresentaram resultado de "Passa", sendo que 4,6% tiveram altera es de orelha média e/ou externa. A amplitude das Emiss es Otoacústicas, a rela o Produto de Distor o/Ruído de Fundo e a rea o comportamental foram semelhantes em todas as crian as. Conclus es: As emiss es otoacústicas devem ser realizadas após a inspe o e limpeza do MAE. A avalia o comportamental n o foi sensível para altera es de orelha média. Mesmo sem inspe o e limpeza do MAE, a utiliza o concomitante de ambos os métodos forneceu informa es sobre o sistema auditivo periférico e central. Os fatores de risco gestacionais n o interferiram nas medidas de emiss es otoacústicas.
Toxoplasmose e gesta o: resultados perinatais e associa o do teste de avidez de IgG com infec o congênita em gestantes com IgM anti-Toxoplasma gondii reagente = Toxoplasmosis and pregnancy: perinatal results and association of the IgG avidity test with congenital infection in pregnant women with positive anti-Toxoplasma gondii IgM  [PDF]
SouzaJúnior, Virgílio Gon?alves de et al.
Scientia Medica , 2010,
Abstract: OBJETIVOS: verificar os desfechos perinatais em gestantes com toxoplasmose aguda e se houve associa o entre os resultados dos testes de avidez para anticorpos IgG anti-Toxoplasma gondii e a presen a ou ausência de infec o fetal/neonatal. MéTODOS: um estudo transversal incluiu gestantes com diagnóstico sorológico de toxoplasmose apresentando IgM específica reagente, atendidas no Ambulatório de Gesta o de Alto Risco da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no período de novembro de 2002 a novembro de 2007. Resultados do teste de avidez de IgG demonstrando índices superiores a 30% foram considerados alta avidez, enquanto valores inferiores a 30% foram considerados baixa avidez. Definiram-se como sendo de infec o fetal e/ou neonatal os casos com resultado positivo para a rea o em cadeia da polimerase no líquido amniótico ou com IgM específica para toxoplasmose reagente no sangue do recém-nascido. RESULTADOS: considerando-se todas as gestantes referidas para o ambulatório de gesta o de alto risco no período estudado, a frequência de gestantes com IgM anti-Toxoplasma gondii reagente foi de 10,8% (176/1. 634). A taxa de infec o congênita nessas pacientes foi de 4% (7/176). O teste de avidez de IgG foi realizado em 162 gestantes (92%), encontrando-se avidez alta em 144 (88,9%). Houve associa o (p=0,003) entre avidez alta e ausência de toxoplasmose fetal/neonatal na amostra estudada, com raz o de prevalência de 13,4 (intervalo de confian a [IC] 95% 2,2-86,6). O Valor preditivo positivo do teste de avidez (probabilidade de infec o congênita com avidez baixa) foi de 22% (IC 95% 6%-47%), enquanto o valor preditivo negativo (probabilidade de ausência da infec o congênita com avidez alta) foi de 98% (IC 95% 94%-99%). CONCLUS ES: neste estudo a taxa de infec o congênita em gestantes com diagnóstico de toxoplasmose aguda foi de 4%. Nas gestantes com IgM anti-Toxoplasma gondii positiva, o resultado do teste de avidez de IgG anti-Toxoplasma gondii associou-se à presen a ou ausência de infec o congênita, com elevado valor preditivo negativo (ausência de infec o fetal/neonatal quando a avidez era alta).
Dopplervelocimetria dos Compartimentos Arterial e Venoso da Circula o Fetal e Umbilical em Gesta o de Alto-Risco: Análise dos Resultados Perinatais  [cached]
Andrade Joelma Queiroz,Miyadahira Seizo,Nomura Roseli Mieko Yamamoto,Francisco Rossana Pulcinelli Vieira
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivos: estudar o perfil hemodinamico fetal em gestantes de alto risco e avaliar a rela o das suas altera es com os resultados perinatais. Métodos: realizou-se estudo prospectivo transversal em 108 gestantes atendidas no ambulatório de pré-natal da Clínica Obstétrica do HCFMUSP. Tais gestantes foram encaminhadas ao Setor de Avalia o de Vitalidade Fetal, onde foram submetidas à dopplervelocimetria das artérias umbilicais, cerebral média, aorta, ducto venoso e veia cava inferior. Os critérios de inclus o foram gestantes que apresentavam qualquer doen a ou intercorrência na gravidez encaminhadas para avalia o da vitalidade fetal, nas quais a resolu o da gesta o ocorreu nas próximas 24 horas após os exames. Foram excluídas as pacientes com gesta o gemelar ou com malforma o fetal. Resultados: as repercuss es hemodinamicas na circula o fetal foram demonstradas pela observa o de altera es na dopplervelocimetria das artérias umbilicais, aorta, artéria cerebral média, ducto venoso e veia cava inferior. Valores alterados do índice de pulsatilidade (IP) da artéria umbilical foram observados em 25,9% dos casos, da aorta em 24,0% e da artéria cerebral média em 34,2%. O IPV do ducto venoso estava alterado em 18,2% dos casos e o da veia cava inferior em 46,6%. Os segmentos da circula o fetal que melhor se correlacionaram com os resultados perinatais foram a artéria umbilical e o ducto venoso. O IP alterado da artéria umbilical correlacionou-se significativamente com índices de Apgar de 1masculine minuto inferior a 7 em 42,8% e com necessidade de UTI neonatal em 50,0% dos casos. O IPV (indice de pulsatilidade para veias) do ducto venoso alterado apresentou associa o significativa com o índice de Apgar de 1masculine minuto inferior a 7 (52,6%), Apgar de 5masculine minuto inferior a 7 (15,7%), acidemia no nascimento (60,0%), necessidade de UTI neonatal (52,6%) e óbito neonatal (21,1%). Os valores de predi o da altera o do IPV do ducto venoso para o diagnóstico de acidemia foram: sensibilidade de 39,1; especificidade de 90,4; valor preditivo positivo de 60,0 e valor preditivo negativo de 80,2. Conclus o: a dopplervelocimetria permite avaliar a hemodinamica fetal nas mais variadas situa es e o estudo do ducto venoso constitui exame importante na avalia o das altera es hemodinamicas decorrentes da hipoxia fetal.
Estudo de indicadores de prescri o, Intera es medicamentosas e Classifica o de risco ao feto em prescri es de gestantes da cidade de Mirassol – S o Paulo  [cached]
Adriana Ant?nia da Cruz Furini,Aline Mares Gomes,Camila Oliveira Silva,Jane Kely Gon?alves Vieira
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: O uso racional de medicamentos é indispensável para garantir a qualidade e eficácia de um tratamento medicamentoso. Diante disto, a utiliza o de medicamentos durante a gesta o deve ser analisada e acompanhada minuciosamente para minimizar os riscos e possíveis conseqüências ao feto e à gestante. Foram analisadas 100 receitas medicamentosas para gestantes, internadas no Hospital e Maternidade M e do Divino Amor na Providência de Deus do município de Mirassol, SP, utilizando os indicadores de prescri o propostos pela OMS, análise de intera o medicamentosa por programas informatizados e pela literatura, classifica o dos medicamentos encontrados segundo a classifica o da seguran a do fármaco durante a gravidez prescrita pelo Food and Drug Administration (FDA) a Rela o Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) e a Classifica o Anatomical Therapeutic Chemical (ATC). Na análise dos indicadores de prescri o, nas 100 receitas avaliadas, encontrou-se a média de 2,6 medicamentos por prescri o; 21,5% de medicamentos prescritos pelo nome genérico; 40% delas contendo antibiótico; 59,4% com pelo menos um medicamento injetável e 58 % de medicamentos prescritos, presentes na Lista de Medicamentos Padronizados. Quanto à análise de intera es medicamentosas, observa-se a prescri o do antibiótico cefalexina com o antiinflamatório cetoprofeno. Portanto, considerando-se os resultados obtidos no estudo e na revis o da literatura, sugerese que as prescri es de medicamentos neste hospital para gestantes sejam melhor avaliadas segundo riscobenefício, visando à minimiza o dos efeitos adversos desnecessários, tanto maternos como fetais. Palavras-Chave: Indicadores. Prescri o. Gestantes. Medicamentos.
Compara o entre homens e mulheres hipercolesterolêmicos de alto risco de desenvolvimento de aterosclerose. Estudo dos fatores de risco e da resposta ao tratamento com pravastatina
Santos Raul D.,Maranh?o Raul C.
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Comparar, entre homens e mulheres hipercolesterolêmicos, a prevalência dos fatores de risco e a resposta ao tratamento com pravastatina. MéTODOS: Avaliados 486 homens e 368 mulheres, sendo 230 homens e 187 mulheres, que receberam 10mg de pravastatina por 3 meses. RESULTADOS: Houve diferen a respectivamente entre mulheres e homens em rela o a: hipertens o arterial (45,5% vs 40,8%; p=0,0012), hipertrofia ventricular esquerda (33,0% vs 22,0%; p=0,0041), sedentarismo (94,8% vs 87,8%; p=0,0005), tabagismo (43,0% vs 61,8%; p<0,0001), escores de Framingham (20,0±7,1 vs 16,0±7,6 p<0,001), HDL-C (43,0±11,0 vs 38,0±9,0mg/dL; p<0,001), triglicérides-TG (216,0±115,0 vs 271,0± 172,0mg/dL; p<0,001) e índices de Castelli (IC) I e II (7,7±2,6 vs 8,6±3,2; p=0,002 e 5,0±1,5 vs 5,5±2,0; p=0,015). Sob a o da pravastatina, houve maior redu o nos TG (32,0 vs 21,0% p<0,05) e IC I (-41,0% vs -37,0%; p<0,05) e II (-40,0 vs -38,0%; p<0,05) nos homens. CONCLUS O: Homens e mulheres diferiram nos fatores de risco e resposta ao tratamento com a pravastatina.
Estudo prospectivo de gestantes e seus bebês com risco de transmiss o de toxoplasmose congênita em município do Rio Grande do Sul
Spalding Sílvia Maria,Amendoeira Maria Regina R.,Ribeiro Luis Carlos,Silveira Cláudio
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 2003,
Abstract: A popula o estudada foi composta por 2.126 gestantes atendidas em unidades do Sistema único de Saúde da regi o noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Após o screening sorológico inicial ocorreu o acompanhamento das gestantes, durante o pré-natal, e de seus bebês. Foram realizadas dosagens de IgG, IgM, IgA, Avidez de IgG, inocula o em camundongos, PCR e coleta de placenta e de cord es umbilicais para realizar a técnica de imuno-histoquímica além de avalia es clínicas. Das gestantes avaliadas, 74,5% eram IgG reagentes e 3,6% IgM reagentes. Nas avalia es oftalmológicas, foi observada les o em dez gestantes e uma crian a apresentou les es oftalmológicas e calcifica es cerebrais. A presen a de IgM específico anti-T.gondii, durante toda a gesta o n o caracterizou a fase aguda recente da infec o, fazendo-se necessária a realiza o de testes complementares. Ressalta-se a importancia do acompanhamento de neonatos de m es com sorologia compatível com a infec o mesmo sem sinais e sintomas sugestivos de toxoplasmose congênita.
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