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Trabalho, escolaridade e saúde reprodutiva: um estudo etno-epidemiológico com jovens mulheres pertencentes a uma coorte de nascimento  [cached]
Gon?alves Helen,Gigante Denise
Cadernos de Saúde Pública , 2006,
Abstract: Em 2001, realizou-se em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, um estudo etno-epidemiológico com mulheres jovens que residiam em 27% dos setores censitários da cidade, pertencentes ao estudo de coorte dos nascidos em 1982. Os fatores associados à gravidez juvenil foram investigados por meio de um estudo de caso-controle. Os casos (n = 420) foram identificados pelo Sistema Nacional de Registro de Nascidos Vivos e o grupo controle incluiu 408 jovens sem filhos. Para entender os fatores e significados sócio-culturais da gravidez até 19 anos, o componente etnográfico foi desenvolvido com 23 mulheres. Levando-se em conta a possibilidade de complementa o entre as duas abordagens utilizadas, foram privilegiados, por sua importancia na juventude e na sua transi o para a fase adulta, trabalho, escolaridade, sexualidade e saúde reprodutiva. Os resultados demonstraram associa o linear inversa entre a idade do primeiro namoro e paridade (p < 0,001). Priorizando os contextos e valores sociais (tradicionais e/ou modernos), foi possível compreender que a gravidez é uma decorrência positiva do envolvimento afetivo com o companheiro; exp e a sexualidade juvenil; confere novo status no grupo e dá certa autonomia social.
Mobilidade do Colo Vesical e Avalia o Funcional do Assoalho Pélvico em Mulheres Continentes e com Incontinência Urinária de Esfor o, Consoante o Estado Hormonal
Moreira Sonia Fátima da Silva,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: estudar a mobilidade do colo vesical e a for a da musculatura perineal em mulheres com e sem incontinência urinária de esfor o, no menacme e na pós-menopausa. Métodos: foram avaliadas 61 pacientes, das quais 31 estavam no menacme, sendo 17 com incontinência urinária de esfor o (IUE) e 14 continentes, e 30 estavam na pós-menopausa, das quais 15 com e 15 sem IUE. Todas as incontinentes foram submetidas ao teste da coluna d'água e ao teste de esfor o com bexiga vazia. A mobilidade do colo vesical foi avaliada pelo teste do cotonete e por ultra-sonografia e, para estudo da fun o da musculatura perineal, foram utilizados a palpa o digital e cones vaginais. Resultados: a posi o do colo vesical nas mulheres com incontinência urinária de esfor o (grupos A e C), tanto pela ultra-sonografia quanto pelo teste do cotonete, foi mais baixa, sendo --11,8 cm no grupo A e --12,5 cm no grupo C, do que as mulheres continentes, nas quais o colo encontrava-se, em média, a +4,4 cm no grupo B e +2,3 cm no grupo D. Quanto à mobilidade do colo vesical, avaliada pela ultra-sonografia e pelo teste do cotonete, n o houve diferen a significativa entre os grupos continentes no menacme (9,1 cm) e na pós-menopausa (9,5 cm). Também n o houve diferen a significativa entre os dois grupos incontinentes entre si (17,1 cm para o grupo A e 16,6 cm para o C). No entanto, a mobilidade foi significativamente maior nos grupos com incontinência urinária de esfor o (A e C) do que nos grupos continentes (B e D) Verificamos que, quanto à avalia o da musculatura do assoalho pélvico, o teste realizado com cones vaginais e a avalia o funcional do assoalho pélvico mostraram índice 4 no grupo B e 3,4 no grupo D, indicando maior for a muscular nas mulheres continentes, quando comparadas às incontinentes (2,9 e 2,3, respectivamente no menacme e na pós-menopausa). Conclus o: a mobilidade do colo vesical, avaliada por meio do teste do cotonete e da ultra-sonografia, é maior nas mulheres incontinentes, independente do estado menopausal. A avalia o do assoalho pélvico pela palpa o digital e pelos cones vaginais mostrou que a fun o muscular é menos eficiente nas mulheres incontinentes.
Correla o entre a press o de perda à manobra de Valsalva e a press o máxima de fechamento uretral com a história clínica em mulheres com incontinência urinária de esfor o  [cached]
Feldner Jr Paulo Cezar,Bezerra Leonardo Robson Pinheiro Sobreira,Gir?o Manoel Jo?o Bastista Castelo,Castro Rodrigo Aquino de
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: analisar a rela o entre a press o de perda com manobra de Valsalva e a press o máxima de fechamento uretral com a queixa clínica em mulheres com incontinência urinária de esfor o. Métodos: estudo retrospectivo no qual foram incluídas 164 pacientes com diagnóstico de incontinência urinária de esfor o ou mista atendidas no setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal do Departamento de Ginecologia da UNIFESP/EPM. As pacientes submeteram-se à anamnese padronizada, exame físico e estudo urodinamico. A press o de perda foi mensurada sob manobra de Valsalva (Valsalva leak point pressure - VLPP), com volume vesical de 200 mL. O perfil uretral foi realizado utilizando-se cateter de fluxo número 8, sendo medida a press o máxima de fechamento uretral (PMFU). As pacientes foram agrupadas conforme a queixa clínica de perda urinária aos esfor os e realizou-se análise estatística por meio do teste de chi2 para verificar a propor o entre as variáveis. Utilizou-se, a seguir, a análise de variancia (ANOVA) para verificar diferen as entre VLPP e PMFU com rela o à gravidade subjetiva da incontinência. Resultados: a média de idade foi de 51,2 anos (19-82), sendo que 79 encontravam-se no menacme (48,2%) e 85 (51,8%) na pós-menopausa. A paridade média foi de 4,0 filhos (0-18). Houve correla o entre o número de pacientes com VLPP inferior a 60 cmH2O e a queixa clínica (p<0,0001), sendo que o grupo com perda urinária aos mínimos esfor os teve média de 69,1 cmH2O na press o de perda, o grupo com perda urinária aos moderados esfor os teve média de 84,6 cmH2O e o grupo com perda urinária aos grandes esfor os teve média de 90,6 cmH2O. Conclus es: VLPP correlacionou-se com a queixa clínica, sendo menor no grupo com perda aos mínimos esfor os. N o houve correla o entre a PMFU e a queixa clínica.
Resposta da cinética de consumo de oxigênio e da eficiência mecanica delta de homens e mulheres em diferentes intensidades de esfor?o
Cerqueira, Lucenildo S;Nogueira, Fernando S;Carvalho, Joyce;Pompeu, Fernando A.M.S;
Revista Brasileira de Medicina do Esporte , 2011, DOI: 10.1590/S1517-86922011000400013
Abstract: abstract introduction and objective:delta efficiency (de) and oxygen uptake kinetics (k2) are influenced by muscle metabolic parameters and oxygen transport. the aim of this study was to determine the difference in de and k2 in three effort intensities in both genders. methods: fifty-six subjects (26 women) were submitted to a graded maximal exercise test (gxt) on cycle ergometer to determine the maximum oxygen uptake ( 2max ), maximal power output (wmax), anaerobic threshold (at) and respiratory compensation point (rcp). the at and rcp were determined using the v-slope and e / 2 methods; the rcp using the relationship 2versus e both by two investigators. the de and k2 have been considered as a slope between 2versus watts and 2versus time (s), respectively, from the beginning of test until at (s1), from at to rcp (s2) and from rcp to 2max (s3), determined by linear regression analysis. results: regarding de, significant differences were observed between s1 versus s2 (p = 0.001), s1 versus s3 (p = 0.001) and s2 versus s3 (p = 0.006). there was no significant difference (p = 0.060) or interaction (p = 0.062) between men and women. for k2, significant differences were observed between s1 versus s3 (p = 0.001) and s2 versus s3 (p = 0.001) in both genders. significant differences (p = 0.001) and interaction (p = 0.006) were observed between men and women, in the last parameter. conclusions: de decreases with increasing intensity of power output, but there are no differences when comparing men and women. on the other hand, women present faster k2than men
Aferi??o simultanea da press?o abdominal na avalia??o ultra-sonográfica de mulheres com incontinência urinária de esfor?o
Brandt, Frederico Teixeira;Nóbrega, Leonor Viana;Albuquerque, Carla Daisy Costa;Lorenzato, Felipe Rinald Barbosa;Almeida, Glaucia Fonseca de;Lima, Darla Siqueira Tenório;Oliveira, Mariana Vila Nova de;
Radiologia Brasileira , 2006, DOI: 10.1590/S0100-39842006000200004
Abstract: objective: to determine the influence of intraabdominal pressure in the ultrasonographic evaluation of the urethrovesical junction (uvj) and proximal urethra (pu) in patients with stress urinary incontinence (sui). materials and methods: a prospective, cross-sectional study was conducted at the urinary incontinence research unit of "universidade federal de pernambuco", brazil, from january 2002 to january 2005. perineal ultrasounds of the uvj and pu were performed in thirty-six women complaining of sui with the bladder virtually empty (< 50 ml); simultaneous measurement of the intraabdominal pressure was also performed. an ultrasound machine with a computer chip and a high-resolution photographic camera connected to a 7 mhz vaginal probe was used for the evaluation. in order to measure the intraabdominal pressure, an urodynamic equipment with a 10fr rectal catheter connected to a pressure sensitive balloon was used. results: the age of the patients ranged from 25 to 69 years (mean 46.4 ± 10.2 years). on valsava maneuver, the intra-abdominal pressure ranged from 7 to 193 cmh2o (mean: 99.3 ± 51.8 cmh2o; median: 99.5 cmh2o). eight out of 31 (25.8%) patients with uvj hypermobility had an intraabdominal pressure lower than 60 cmh2o. there was no statistically significant association between intraabdominal pressure and the ultrasound parameters studied. conclusion: there is a specific urethral pressure index for each woman with sui. however, there is no significant association between increase in intraabdominal pressure and increase of uvj and up hypermobility in women with clinical sui.
Eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico no tratamento da incontinência urinária de esfor o: avalia es clínica e ultra-sonográfica
Herrmann Viviane,Potrick Benhur Ant?nio,Palma Paulo César Rodrigues,Zanettini Cassio Luis
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Verificar o efeito da eletroestimula o transvaginal no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esfor o (IUE) adequadamente selecionadas. MéTODOS: Vinte e duas mulheres com IUE, diagnosticadas através de estudo urodinamico, foram submetidas à eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico. A média das idades foi de 49 anos (22 a 74 anos). Foram realizadas duas sess es semanais, com dura o de 20 minutos cada, durante oito semanas. Todas as mulheres foram avaliadas por anamnese, exames clínico e uroginecológico, registro semanal dos episódios de perda urinária, teste de esfor o e ultra-sonografia transperineal antes e após o tratamento. Os parametros elétricos utilizados foram: pulso de 700 microssegundos, freqüência de 50 Hertz e intensidade com varia o entre 12 e 53 miliamperes, de acordo com a sensibilidade da mulher. RESULTADOS: Consideraram-se satisfeitas com a eletroestimula o 18 mulheres (81,7%), havendo redu o significativa do número de perdas urinárias (p<0,01). O teste de esfor o foi negativo em 77,2% das mulheres após o tratamento. A press o de perda sob esfor o aumentou em 14 mulheres (64%), n o alcan ando, entretanto, valor com significancia estatística (p = 0,37). A avalia o ultra-sonográfica n o demonstrou diferen a significativa na mobilidade do colo vesical antes e após as sess es de eletroestimula o (p = 0,30). CONCLUS O: A eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico representou uma alternativa terapêutica efetiva e segura às mulheres com IUE sem defeito esfincteriano, com diminui o significativa dos episódios de perda urinária.
Utiliza o do Campus da Universidade Federal da Grande Dourados como refúgio para as aves do fragmento da Mata do Azul o em Dourados, Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil = Use of the campus of Universidade Federal da Grande Dourados as a refuge for birds of fragment of the Mata Azul o in Dourados, Mato Grosso do Sul State, Brazil
Gisele Catian,Rodrigo Aranda
Acta Scientiarum : Biological Sciences , 2009,
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo verificar a avifauna diurna presente na área do campus da Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, Estado do Mato Grosso do Sul, que se encontra próxima ao fragmento de Mata Atlantica da Mata do Azul o em Dourados, Estado do Mato Grosso do Sul. Realizaram-se 65h de observa es visuais e auditivas no período de abril a setembro de 2007. Foram observadas 72 espécies, as quais foram surgindo gradativamente no campus. Evidencia-se que o local é utilizado como refúgio para as aves do fragmento da Mata do Azul o e sugere-se que novos trabalhos com esfor o amostral ainda maior e considerando a sazonalidade sejam realizados. This paper aimed to verify the day-active birds in the area of the campus of the Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados – Mato Grosso do Sul State, which is next to the fragment of the Atlantic forest of Mata do Azul o, Dourados – Mato Grosso do Sul State. There were 65 hours of visual and audio observations during theperiod from April to September 2007. Seventy-two species were observed, which were gradually emerging on campus. This shows that the campus is used as a refuge for birds of fragment of the Mata Azul o and suggests that further work with an even greater samplingeffort considering the seasonal nature be conducted.
Intoxica es provocadas por agrotóxicos de uso agrícola na microrregi o de Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil, no período de 1992 a 2002  [cached]
Pires Dario Xavier,Caldas Eloísa Dutra,Recena Maria Celina Piazza
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: As notifica es de intoxica es e tentativas de suicídio provocadas por agrotóxicos na microrregi o de Dourados, Mato Grosso do Sul, entre 1992 e 2002, foram avaliadas baseando-se nos registros do Centro Integrado de Vigilancia Toxicológica da Secretaria de Saúde do estado. Foram notificadas 475 ocorrências no período, sendo 261 intoxica es (acidental ou ocupacional), 203 tentativas de suicídio e 11 eventos de causa indeterminada. O Município de Dourados apresentou a maior prevalência de intoxica es, por 100 mil habitantes, considerando a popula o rural, e Fátima do Sul a segunda maior prevalência de suicídios na microrregi o. Correla es significativas foram encontradas entre intoxica o e tentativa de suicídio (r = 0,60; p < 0,05), e entre intoxica o e raz o entre a área ocupada por culturas temporárias e área total do município (r = 0,68; p < 0,05). As intoxica es ocorreram predominantemente com homens (87,0%), mas a diferen a entre tentativas de suicídio em homens e mulheres n o foi acentuada (53,0 e 47,0%, respectivamente). Os eventos ocorreram principalmente entre outubro e mar o, e os inseticidas organofosforados monocrotofós e metamidofós foram os principais agrotóxicos envolvidos.
Consumo alimentar e sua influência no controle da hipertens o arterial de adultos e idosos hipertensos de ambos os sexos em uma unidade básica de saúde em Dourados – MS
Alyne L?do Coca,Daniela Bittencourt Gripp,Ellen Cristina Ver?o Schinestzki,Kátia Gianlupi
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa descritiva. Seu objetivo foi tra ar o perfil social, fatores de risco, hábitos alimentares e frequência alimentar dos pacientes hipertensos, bem como sua rela o com a hipertens o arterial. Foram entrevistados 41 hipertensos de uma ESF em Dourados-MS, onde foi aplicado um questionário. Obteve-se um número maior de mulheres do que homens, a média de idade ficou entre 60 e 65 anos e a maioria é analfabeta. Ambos os sexos relataram que adi o de sal na comida interfere de forma negativa na sua saúde. O consumo de cafeína foi relatado por quase todos os homens e mulheres, já o álcool foi relatado por apenas 12,9% das mulheres e 30% dos homens, o tabaco apresentou diferen as consideráveis, 60% dos homens contra 25,8% das mulheres. Os participantes relataram em sua maioria n o ter recebido informa o sobre alimenta o. Em rela o ao consumo de gordura saturada, apenas 10% dos homens e 12,9% das mulheres relataram consumir. Os participantes mostraram que realizam de 3 a 5 refei es dia, e que comem diariamente todos os grupos alimentares, exceto os homens que quase n o consomem vegetais. Apresentou diferen as estatísticas, apenas na quantidade de água ingerida pelos mesmos, homens ingerem de 3 a 5 copos/dia, já as mulheres 6 a 8 copos/dia. Em rela o a fatores de risco, hábitos alimentares e frequência alimentar n o houve segundo a análise, diferen as consideráveis. Conclui-se que é necessária a inclus o do nutricionista em saúde pública, para informa o sobre nutri o e preven o das comorbidades nos hipertensos.
Procura de Servi o Médico por Mulheres com Incontinência Urinária  [cached]
Guarisi Telma,Pinto-Neto Aar?o Mendes,Osis Maria José,Pedro Adriana Orcesi
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: avaliar a porcentagem de mulheres de 45 a 60 anos com queixa de perda urinária que solicitam tratamento médico, possíveis fatores associados à decis o de consultar e motivos para n o fazê-lo. Métodos: realizou-se análise secundária de dados de um inquérito domiciliar sobre o climatério e a menopausa entre mulheres. Por meio de estudo descritivo e exploratório de corte transversal de base populacional, foram selecionadas, por processo de amostragem, 456 mulheres, na faixa etária de 45-60 anos de idade. Avaliaram-se a idade à menopausa e seus fatores associados, prevalência de sintomas climatéricos, uso de servi o médico, autopercep o do estado de saúde e características socioculturais, demográficas e econ micas. Exploraram-se a queixa de perda urinária aos esfor os e a procura por atendimento médico em virtude dessa queixa, bem como os fatores que interferiram nessa procura. Os dados foram coletados por meio de entrevistas domiciliares, com questionários estruturados e pré-testados, fornecidos pela Funda o Internacional de Saúde/Sociedade Internacional de Menopausa e pela Sociedade Norte-Americana de Menopausa, adaptados pelos autores. A análise dos dados foi realizada pelo teste exato de Fisher. Resultados: das pacientes entrevistadas, 35% queixaram-se de perda urinária aos esfor os, sempre ou às vezes; no entanto, somente 59% das mulheres com queixa procuraram ajuda médica. O principal motivo apontado como responsável pela n o-procura foi o fato de acharem que os sintomas n o mereciam aten o médica. Conclus o: grande parte das mulheres com incontinência urinária n o relata a queixa ao médico se n o forem objetivamente questionadas.
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