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Constipa o em lactentes: influência do tipo de aleitamento e da ingest o de fibra alimentar  [cached]
Aguirre Andrea Nogueira de Campos,Vitolo Márcia Regina,Puccini Rosana Fiorini,Morais Mauro Batista de
Jornal de Pediatria , 2002,
Abstract: Objetivo: estudar a associa o entre tipo de aleitamento, consumo de fibra alimentar e ocorrência de constipa o em lactentes. Métodos: foram estudados 275 lactentes atendidos consecutivamente em unidade básica de saúde. O tipo de aleitamento foi classificado como predominante, misto e artificial. Constipa o foi caracterizada pela elimina o de fezes duras, associada a uma das seguintes características: dor ou dificuldade ao evacuar, fezes em cíbalos ou cilíndrica, com rachaduras, e intervalo entre as evacua es maior ou igual a 3 dias. Pseudoconstipa o foi caracterizada quando ocorria a elimina o de fezes amolecidas, sem dor ou dificuldade, em intervalo maior ou igual a 3 dias. Resultados: constipa o foi observada em 25,1% dos lactentes. Pseudoconstipa o ocorreu exclusivamente nos primeiros 6 meses de vida, em 5,1% dos 159 lactentes desta faixa etária. Constipa o entre os 6 e 24 meses (38,8%; 45/116) foi mais freqüente do que no primeiro semestre de vida (15,1%, p=0,0000). A análise de regress o logística evidenciou que, no primeiro semestre, os lactentes em aleitamento artificial demonstram chance 4,5 vezes maior de apresentar constipa o do que os em aleitamento predominante. Entre os de 6 a 24 meses, a estimativa de consumo de fibra alimentar (gramas/dia) foi semelhante (p=0,57) nos lactentes com constipa o (mediana=9,0g; percentis 25 e 75: 6,9-13,1g) e naqueles com hábito intestinal normal (mediana=8,8; percentis 25 e 75: 6,1-12,9g). Conclus es: o consumo de fibra alimentar por crian as menores de dois anos foi semelhante entre os grupos com e sem constipa o intestinal. O aleitamento natural predominante é fator de prote o contra constipa o no primeiro semestre de vida.
AVALIA O BIOL “GICA DE UM ALIMENTO EM P “ A BASE DE CARNE DE FRANGO UTILIZADO PARA O TRATAMENTO DE LACTENTES COM INTOLER NCIA ALIMENTAR  [cached]
MARIA LUIZA FERREIRA STRINGHINI
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: RESUMO: O presente trabalho consistiu na avalia § £o biol 3gica, determinada pelo coeficiente de efici ancia prot ica (CEP), pelo coeficiente de efic cia alimentar (CEA) e pela digestibilidade aparente (Dap), de um produto desenvolvido a base de carne de frango em p 3, utilizado para o tratamento de lactentes com intoler ¢ncia alimentar, especialmente na diarr ia protra -da. PALAVRAS-CHAVE: Intoler ¢ncia alimentar; diarr ia protra -da; carne de frango; utiliza § £o prot ica.
Anemia ferropriva e alimenta o no segundo ano de vida no Rio de Janeiro, Brasil  [cached]
Lacerda Elisa,Cunha Antonio José
Revista Panamericana de Salud Pública , 2001,
Abstract: Objetivos. Avaliar a influência de práticas alimentares na incidência de anemia em lactentes a partir do estudo do perfil alimentar das crian as atendidas em um ambulatório de pediatria no Rio de Janeiro, Brasil. Métodos. Trata-se de um estudo transversal com 288 lactentes de 12 a 18 meses que compareceram ao ambulatório de janeiro a junho de 1993. As crian as foram avaliadas quanto à presen a de anemia ferropriva; além disso, foi realizado um recordatório de 24 horas e um registro de freqüência de consumo de alimentos ricos em ferro junto aos responsáveis pelas crian as. Resultados. Cento e quarenta e quatro crian as apresentavam anemia (hemoglobina < 11 g/dL); destas, 38 apresentavam anemia grave (hemoglobina < 9,5 g/dL). Encontrou-se baixo consumo de ferro biodisponível, consumo de vitamina C dissociado das refei es e baixo consumo de carne. Observou-se associa o significativa entre a prevalência de anemia severa e o consumo inadequado de ferro (raz o de prevalência = 2,28; intervalo de confian a = 1,12-4,66; P = 0,02). O consumo de ferro biodisponível foi maior no grupo sem anemia (P = 0,04). Conclus es. Os responsáveis pelos lactentes devem ser informados sobre a composi o nutricional da alimenta o complementar a fim de aumentar a biodisponibilidade de ferro na dieta da crian a. A estratégia da Aten o Integrada às Doen as Prevalentes na Infancia pode contribuir neste sentido.
Anemia em lactentes de baixa renda em aleitamento materno exclusivo
Torres, Marco Antonio A.;Braga, Josefina A. P.;Taddei, José Augusto A. C.;Nóbrega, Fernando J.;
Jornal de Pediatria , 2006, DOI: 10.1590/S0021-75572006000500010
Abstract: objective: to verify the behavior of hemoglobin levels and anemia prevalence in full term infants, aged 3 to 6 months and on exclusive breastfeeding. methods: a cross-sectional study of 242 infants aged 3 to 6 months with birth weights of more than 2,500 g, on exclusive breastfeeding and monitored by the program for the promotion of infant growth and development, part of the paraisópolis einstein community program. hemoglobin was assayed by finger prick between the third and sixth months of life. anemia was defined as hb < 10.3 g/dl (saarinen) or hb < 10 g/dl (brault-dubuc) for infants aged 3 to 5 months and as hb < 11.0 g/dl (who) for infants aged 6 months. results: mean hemoglobin concentration was 11.3 and 11.4 g/dl at 3 and 4 months and 11.2 and 11.1 g/dl at 5 and 6 months, respectively. the percentage of anemic infants varied depending on age and the cutoff adopted, being 11.8, 10.2 and 8.3% at 3, 4 and 5 months, respectively, according to the brault-dubuc criteria, and 20.6, 14.8 and 10.4% by the saarinen criteria. anemia prevalence at 6 months was 37.5%. conclusions: anemia prevalence rates observed among infants aged between 3 and 6 months varied from 8.3 to 37.5%, justifying increased attention on the part of pediatricians to the hemoglobin levels of infants who are on exclusive breastfeeding, come from low-income families and present risk factors for iron deficiency.
Padr o alimentar de lactentes residentes em áreas periféricas de Fortaleza  [cached]
SOARES Nadia Tavares,GUIMAR?ES Augusto Reinaldo Pimentel,SAMPAIO Helena Alves de Carvalho,ALMEIDA Paulo César de
Revista de Nutri??o , 2000,
Abstract: Este estudo caracterizou o padr o alimentar de 96 crian as menores de um ano assistidas pelo Fundo Crist o para Crian as nos bairros álvaro Weyne e Presidente Kennedy, na cidade de Fortaleza, Brasil. Os dados foram levantados por meio de entrevista domiciliar, utilizando o método recordatório 24h para conhecimento das quantidades dos alimentos consumidos, e um formulário contendo perguntas estruturadas sobre a prática do aleitamento materno e idade de introdu o dos alimentos de desmame. Os resultados indicaram que o aleitamento materno misto predomina (68%) sobre o aleitamento artificial (32%) e exclusivo (10%) e que 7% das crian as nunca receberam leite materno. Porém, até o final do décimo mês de vida, 53% das crian as ainda s o amamentadas. Mingau lácteo, preparado com leite de vaca n o modificado, constitui a alimenta o básica de desmame. Do ponto de vista nutricional, as dietas s o desbalanceadas, sendo o ferro o nutriente mais deficiente. Devem ser intensificados os esfor os na promo o da alimenta o infantil apropriada.
Alimenta o do lactente portador de les o lábio-palatal: aleitamento e introdu o alimentar  [cached]
PINI Juliana Genovez,PERES Suely Prieto de Barros Almeida
Revista de Nutri??o , 2001,
Abstract: S o inquestionáveis as vantagens do leite materno para o neonato. Na sua impossibilidade, é necessária a introdu o do leite artificial e de alimenta o adequada como forma de reposi o de nutrientes, respeitando-se a matura o neuro-fisiológica da crian a. Para o estudo, foram investigadas 60 crian as de 2 a 4 anos, de ambos os sexos, portadoras de les o lábio-palatal, pacientes do Hospital de Reabilita o de Anomalias Craniofaciais, Universidade de S o Paulo, Bauru, quanto a sua história dietética pregressa (aleitamento e introdu o alimentar) e peso e estatura atuais, a fim de verificar possíveis influências no estado nutricional relacionadas à sua alimenta o no primeiro ano de vida. Os dados obtidos mostraram que o aleitamento materno foi significativo, e que o desmame, o aleitamento artificial e a introdu o alimentar, apesar de inadequados, pouco influenciaram na antropometria atual.
A percep o de inseguran a alimentar em famílias com idosos em Campinas, S o Paulo, Brasil  [cached]
Marín-León Leticia,Segal-Corrêa Ana Maria,Panigassi Giseli,Maranha Lucia K.
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de inseguran a alimentar em famílias com idosos e descrever seu perfil sócio-demográfico. Foram estudadas famílias com membros de 65 anos e mais (n = 195), selecionadas de inquérito domiciliar realizado em 2003, em Campinas, S o Paulo, Brasil. A Escala Brasileira de Inseguran a Alimentar, vers o brasileira do módulo de inseguran a alimentar do United States Department of Agriculture, foi utilizada para diagnosticar seguran a/inseguran a alimentar (SA/IA). Observou-se inseguran a alimentar leve em 33,0% das famílias, moderada em 11,8% e grave em 7,2%. Em menos de 5,0% das famílias o idoso n o tinha renda. Os idosos de famílias com inseguran a alimentar apresentaram, em forma similar aos Estados Unidos, maior propor o de idosos de baixa renda (< R$ 500,00) e baixa escolaridade (até o primário incompleto). As famílias em seguran a alimentar apresentaram significativa maior propor o de consumo qualitativo diário de alimentos (verduras 92,3 vs. 61,8%; OR = 7,4; IC95%: 2,9-19,6; carne 74,2 vs. 43,1%; OR = 3,8; IC95%: 1,9-7,3; frutas 77,4 vs. 49,0% OR = 3,6; IC95%: 1,8-6,9). Os idosos contribuem para a renda familiar, n o sendo, portanto, uma carga para suas famílias.
Fatores associados à anemia em lactentes nascidos a termo e sem baixo peso
Netto, Michele Pereira;Rocha, Daniela da Silva;Franceschini, Sylvia do Carmo Castro;Lamounier, Joel Alves;
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2011, DOI: 10.1590/S0104-42302011000500014
Abstract: objective: to investigate the factors involved in the genesis of infant iron deficiency anemia. methods: this is a cross-sectional study, which evaluated 104 children in their second year of life who were born at term with adequate weight in vi?osa, minas gerais, brazil. an interview, a 24-hour recall to parents, and anthropometric assessment were used. laboratory exams included blood count, ferritin, and serum retinol. this study was approved by the ethics committee of ufmg and ufv. statistical analyses were conducted using the epi info and spss softwares. poisson generalized linear regression model was used to determine the association of anemia with the study variables, with results expressed as prevalence ratio. results: vitamin a deficiency and anemia were identified in 9.6% e 26% of the children, respectively. infant anemia was associated with the date of onset of prenatal care, maternal use of iron after childbirth, paternal working status, prior use of iron by the child, and duration of breastfeeding. thus, in the second year of life, lactating children of women who began prenatal care late and did not use iron compounds after birth, with unemployed parents, who never received iron compounds, and who were predominantly breastfed for more than four months had significantly higher prevalence of anemia. conclusion: the results have demonstrated the importance of nutrition during pregnancy and infancy in the prevention of anemia in children.
Fatores de risco de anemia em lactentes matriculados em creches públicas ou filantrópicas de S?o Paulo
Konstantyner, Tulio;Taddei, José Augusto de Aguiar Carrazedo;Palma, Domingos;
Revista de Nutri??o , 2007, DOI: 10.1590/S1415-52732007000400002
Abstract: objective: to identify and quantify the risk factors for anemia in infants enrolled in public or philanthropic day care centers in s?o paulo city and discuss the impact of the actions of day care centers in controlling this specific nutritional deficiency. methods: cross-sectional study comprising 212 infants of two public and three philanthropic day care centers. interviews with the mothers, collection of blood by digital puncture and anthropometry were performed. anemia was characterized by hemoglobin levels below 11g/dl. a logistic regression model for risk factors between groups of infants with and without anemia was adjusted. results: the prevalence of anemia was 51.9%. the final logistic model comprised 4 variables: presence of one or more siblings under 5 years of age (odds ratio=2.57; p=0.005), attending day care centers that are managed exclusively by the government (odds ratio=2.12; p=0.020), less than 2 months of exclusive breastfeeding (odds ratio=1.88; p=0.044), age under 15 months (odds ratio=2.32; p=0.006). conclusion: the high prevalence of anemia evidences the inefficiency of the studied day care centers in controlling and preventing this nutritional deficiency; therefore, it is up to the health planner to consider the identified and quantified risks for anemia when elaborating control and prevention programs.
Efetividade da suplementa??o diária ou semanal com ferro na preven??o da anemia em lactentes
Engstrom,Elyne Montenegro; Castro,Inês Rugani Ribeiro de; Portela,Margareth; Cardoso,Letícia Oliveira; Monteiro,Carlos Augusto;
Revista de Saúde Pública , 2008, DOI: 10.1590/S0034-89102008005000043
Abstract: objective: to evaluate the effectiveness of universal prophylactic targeting with iron sulfate on daily or weekly basis in the prevention of anemia in infants. methods: randomized clinical field trial with children between ages six and 12 months seen at primary health care units in the municipality of rio de janeiro, brazil, between 2004 and 2005. three concurrent cohorts were compared: daily group (n=150; 12.5mg fe/day); weekly group (n=147; 25mg fe/week) and control group. the intervention consisted of universal supplementation with iron sulfate for 24 weeks, combined with educational adherence-promoting measures. outcome: mean serum hemoglobin concentration, distribution and prevalence of anemia (hb<110.0 g/l) at age 12 months. effectiveness was evaluated considering both intent to treat and adherence to protocol, using multiple regression analysis (linear and poisson). results: groups were homogeneous in terms of descriptive variables. the intervention was implemented successfully, with high adhesion to protocol in both groups, and no statistical difference between them. after adjustment, only the daily regimen showed a protective effect. adherence analysis demonstrated an evident dose-response effect on mean hb and prevalence of anemia only for the daily regimen. no protective effect was detected for the weekly regimen. conclusions: universal supplementation with iron sulfate from six to 12 months of age was effective in increasing serum hb and decreasing risk of anemia only when administered on a daily basis.
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