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Psiquiatria baseada em evidências
Lima Maurício S de,Soares Bernardo GO,Bacaltchuk Josué
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2000,
Abstract: Em psiquiatria, observa-se grande variabilidade de práticas clínicas, muitas vezes desnecessária. Essas varia es podem estar relacionadas à ausência de evidência científica confiável ou ao desconhecimento das evidências de boa qualidade disponíveis. A medicina baseada em evidências (MBE) é uma combina o de estratégias que busca assegurar que o cuidado individual do paciente seja baseado na melhor informa o disponível, a qual deve ser incorporada à prática clínica. Neste artigo, conceitos de MBE s o discutidos com rela o a aspectos e desafios no tratamento de pacientes com distimia, bulimia nervosa e esquizofrenia. A partir de resultados de três revis es sistemáticas recentemente publicadas, conclui-se que a prática de psiquiatria baseada em evidências acrescenta qualidade à prática psiquiátrica tradicional.
A importancia da família no tratamento do uso abusivo de drogas: uma revis o da literatura  [cached]
Schenker Miriam,Minayo Maria Cecília de Souza
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: Este artigo apresenta uma revis o da literatura sobre as duas fases do tratamento do adicto e de sua família: o engajamento e o tratamento propriamente ditos. Ressalta, através de diversos estudos, a necessidade do adicto ser atendido juntamente com a sua família para um resultado satisfatório do tratamento. Aponta para quest es socioculturais importantes que interferem no tratamento realizado em Institui es. Enfatiza que o tratamento do adicto e de sua família contribui para o entendimento e as bases de uma a o efetiva de preven o.
Revis o crítica do diagnóstico e tratamento da puberdade precoce central
Longui Carlos Alberto,Calliari Luis Eduardo P.,Monte Osmar
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: Novos critérios para o diagnóstico e tratamento da puberdade precoce central (GnRH-dependente) têm sido propostos. O início puberal em meninas normais tem, aparentemente, ocorrido mais cedo do que o previamente descrito. Classicamente, a idade limite para o desenvolvimento puberal normal é de 9 anos nos meninos e 8 anos nas meninas. Entre 6 e 8 anos, muitas meninas apresentam sinais puberais isolados (telarca ou pubarca), associados apenas a discreto avan o da velocidade de crescimento e da idade óssea. O quadro representa uma acelera o constitucional do crescimento e puberdade e n o determina perda da estatura final prevista, mesmo quando comparada ao padr o familial. Esta situa o requer seguimento clínico cuidadoso, porém geralmente n o necessita tratamento medicamentoso. A puberdade precoce GnRH-dependente patológica cursa com progress o dos caracteres puberais, aumento significante da velocidade de crescimento e avan o desproporcional da idade óssea, determinando redu o da estatura final prevista. A idade de início é muito variável, e em parte dependente da causa do processo. Quando se manifesta entre os 6 e 8 anos de idade, apresenta caráter rapidamente progressivo. A etiologia do processo é investigada com a ressonancia magnética de cranio. Deve ser tratada com agonistas hiperativos do GnRH (GnRHa), especialmente os de libera o lenta. Pode-se utilizar o leuprolide ou a triptorelina, na dose de 3,75mg, uma vez a cada 4 semanas, por via intramuscular. Habitualmente, obtém-se bom controle dos caracteres puberais. Os resultados sobre a estatura final dependem do diagnóstico e tratamento precoces, preferencialmente antes dos 6 anos de idade. Durante o tratamento com GnRHa, parte dos pacientes apresenta grande redu o da velocidade de crescimento e intenso comprometimento da previs o estatural. Nesta situa o, a associa o com horm nio de crescimento pode ser considerada.
Celulite: artigo de revis o
Jo?o Paulo Junqueira M Afonso,Thaís Cardoso de Mello Tucunduva,Maria Valéria Bussamara Pinheiro,Ediléia Bagatin
Surgical & Cosmetic Dermatology , 2010,
Abstract: Apesar de o termo celulite ser inadequado, já que n o se trata de inflama o ou infec o do tecido celular subcutaneo, está consagrado pelo uso para definir condi o feminina caracterizada pelo aspecto ondulado da pele de algumas áreas corporais. Constitui queixa frequente e problema importante para a maioria das mulheres e, por ter etiopatogenia complexa, multifatorial e incompletamente conhecida, n o há tratamento eficaz e definitivo. Sendo assim, proporciona uma gama de propostas terapêuticas sem evidências científicas suficientes e outras baseadas em publica es de qualidade questionável. Sabe-se que tratamentos tópicos s o ineficazes, embora alguns possam ser coadjuvantes.Até o momento, n o há tecnologia disponível que possa corrigir as altera es estruturais do tecido adiposo feminino e da derme profunda.A perspectiva, sem dúvida, dependerá de tecnologia baseada no princípio da fototermólise seletiva para a gordura superficial da hipoderme e para a derme profunda. Este artigo apresenta uma revis o da epidemiologia, etiopatogenia, histologia, classifica o clínica, métodos para diagnóstico e avalia o e tratamento da celulite.
Artrite reumatóide: diagnóstico e tratamento
Laurindo, IMM;Ximenes, AC;Lima, FAC;Pinheiro, GRC;Batistella, LR;Bertolo, MB;Alencar, P;Xavier, RM;Giorgi, RDN;Ciconelli, RM;Radominski, SC;
Revista Brasileira de Reumatologia , 2004, DOI: 10.1590/S0482-50042004000600007
Abstract: descri??o do método de coleta de evidências: reuni?o consensual e multidisciplinar com a participa??o de médicos reumatologistas, fisiatra e ortopedista para elabora??o do texto final. o texto inicial tomou por base o documento do colégio americano de reumatologia "guidelines for the management of rheumatoid arthritis" e também o texto das "diretrizes do ministério da saúde para o diagnóstico e tratamento da artrite reumatóide", acrescido da experiência de reumatologistas, e complementado por extensa revis?o bibliográfica, com prioridade para meta-análises. os participantes, divididos em três grupos, produziram o texto básico, cujas recomenda??es foram submetidas à revis?o e à aprova??o pelo conjunto dos participantes. depois, disponibilizados na internet, foi objeto de novas sugest?es por parte de outros especialistas, até alcan?ar a forma final. grau de recomenda??o e for?a de evidência: a: estudos experimentais e observacionais de melhor consistência. b: estudos experimentais e observacionais de menor consistência. c: relatos de casos (estudos n?o controlados). d: opini?o desprovida de avalia??o crítica, baseada em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais. objetivos: estabelecer diretrizes claras e sucintas para o diagnóstico e tratamento da artrite reumatóide. conflito de interesse: os autores laurindo imm, ximenes ac, lima fac, pinheiro grc, bertolo mb, xavier rm, ciconelli rm e radominski sc declararam vínculo com a indústria farmacêutica.
O papel dos antipsicóticos atípicos no tratamento do transtorno bipolar: revis o da literatura
Lacerda Acioly LT,Soares Jair C,Tohen Mauricio
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2002,
Abstract: Estudos recentes têm demonstrado que a eficácia do lítio é significativamente inferior à descrita pelos primeiros trabalhos, embora ainda seja a medica o de referência no tratamento do transtorno afetivo bipolar. Apesar de um perfil de seguran a desfavorável, os antipsicóticos clássicos sempre apresentaram um papel importante no tratamento desse transtorno psiquiátrico, especialmente como coadjuvante em sua fase maníaca aguda. Os autores, utilizando informa o obtida no Medline, fizeram uma revis o acerca do papel dos antipsicóticos atípicos no tratamento dos pacientes bipolares. Baseado nos dados da literatura, a olanzapina mostrou-se bastante eficaz no manejo da mania aguda, quando uma média de 63,5% dos pacientes apresentaram melhora significativa em estudos duplo-cego controlados, apresentando ganho de peso como único efeito colateral relevante. A clozapina e, mais ainda, a risperidona apresentaram dados menos consistentes, grande parte em fun o de deficiências metodológicas dos poucos estudos conduzidos até o presente estudo. Os dados preliminares relativos à eficácia desse grupo farmacológico nos quadros refratários e nos sintomas depressivos s o promissores, mas ainda n o definitivos. Em rela o a seus efeitos potenciais como estabilizadores do humor, n o existem evidências conclusivas oriundas de estudos controlados, mas há interesse considerável para realiza o de investiga es em pacientes bipolares tratados com antipsicóticos atípicos por períodos de tempo mais prolongados. Pesquisas futuras poder o tornar mais claras essas possíveis características terapêuticas.
Perfura o do septo nasal: tratamento e revis o da literatura  [cached]
Martinez Neto, Eulógio Emílio,Dolci, Luiz Eduardo Lutaif,Murta, Alexandre Antonio,Zanini, Fábio Duro
Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , 2010,
Abstract: Introdu o: O presente trabalho consiste de uma revis o da bibliografia a respeito de artigos relacionados às diferentes manifesta es e formas da perfura o nasal septal, com ênfase principal na descri o de suas técnicas de corre es cirúrgicas. Quanto à etiologia, essa é fundamentalmente iatrogênica, por consequência de trauma cirúrgico. Outras causas incluem exposi o a reagentes químicos industriais, uso de cocaína, terapêutica esteroídica intranasal, neoplasias e condi es infecciosas. Há poucos dados com rela o à prevalência de perfura o do septo na popula o em geral. As tomadas de decis o sobre corre o cirúrgica ou tratamento médico dependem das características anat micas e da patogênese da perfura o septal.
Emboliza o uterina para tratamento de mioma sintomático: experiência inicial revis o da literatura  [cached]
Kisilevzky Nestor Hugo,Martins Maurício de Sena
Radiologia Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar os resultados da experiência clínica inicial de 100 casos de mulheres portadoras de miomatose sintomática que foram submetidas a emboliza o das artérias uterinas como forma de tratamento principal. Apresenta-se, também, extensa revis o bibliográfica sobre o tema, para determinar as indica es e contra-indica es, bem como as eventuais complica es do método. MATERIAL E MéTODO: Cem pacientes com miomatose sintomática foram submetidas a emboliza o das artérias uterinas como única forma de tratamento. O principal sintoma que indicou a interven o foi o aumento do fluxo menstrual em 79 pacientes e dor associada à miomatose em 21. O diagnóstico de miomatose foi realizado por meio de ultra-sonografia em 75 pacientes, e pela associa o de ultra-sonografia e ressonancia magnética em 25 pacientes. O volume uterino médio avaliado por esses métodos de imagem resultou em 487 cmsuperscript three. Os procedimentos foram realizados em duas institui es hospitalares: uma pública, onde foram atendidas 56 pacientes dependentes do Sistema único da Saúde (SUS), e outra particular, onde foram atendidas 46 pacientes com plano de assistência médica. Setenta e seis pacientes foram avaliadas clinicamente após 12 semanas da realiza o da emboliza o uterina. RESULTADOS: O procedimento foi completado com sucesso em 97% dos casos, utilizando-se técnica convencional. O acompanhamento e a avalia o clínica após 12 semanas evidenciou que houve melhora dos sintomas em mais de 90% das pacientes. Verificou-se, ainda, redu o de volume uterino de 52%. N o foram observadas complica es técnicas ou clínicas relevantes. CONCLUS O: A técnica de emboliza o uterina para tratamento da miomatose sintomática é um método simples, eficiente e seguro.
Prevalência da maloclus o e necessidade de tratamento ortod ntico em escolares de 10 a 14 anos de idade em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil: enfoque psicossocial  [cached]
Marques Leandro Silva,Barbosa Cristiane Carvalho,Ramos-Jorge Maria Letícia,Pordeus Isabela Almeida
Cadernos de Saúde Pública , 2005,
Abstract: Os objetivos deste estudo transversal foram determinar a prevalência da maloclus o e verificar a associa o entre necessidade normativa de tratamento ortod ntico e determinados aspectos psicossociais. A amostra (n = 333) foi representativa de todos os adolescentes de 10 a 14 anos de idade, residentes em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A variável dependente "necessidade normativa de tratamento ortod ntico" foi avaliada por intermédio do Dental Aesthetic Index (DAI), e as variáveis independentes (gênero, idade, escolaridade da m e, nível econ mico, percep o dos pais quanto à estética bucal e necessidade de tratamento dos filhos e desejo de tratamento pelos adolescentes), mediante questionários. Foram realizadas análises descritiva, univariada e de regress o logística múltipla (Stepwise Forward Procedure), adotando-se o nível de significancia p < 0,05. A prevalência de má-oclus o foi de 62,0% e a necessidade normativa de tratamento ortod ntico de 52,2%. Desejo de tratamento ortod ntico relatado pelo adolescente e percep o dos pais quanto à estética bucal do filho foram variáveis que apresentaram associa o estatisticamente significativa com a necessidade normativa de tratamento ortod ntico. Os resultados sugerem que fatores psicossociais devem ser incorporados aos critérios clínicos considerando a decis o para o tratamento ortod ntico.
Onicomicose na infancia: uma perspectiva atual com ênfase na revis o do tratamento
Arenas Roberto,Ruiz-Esmenjaud Julieta
Anais Brasileiros de Dermatologia , 2004,
Abstract: A prevalência da onicomicose na infancia, principalmente quando provocada por dermatófitos e Candida sp, tem aumentado. Tais infec es em crian as parecem infreqüentes em países desenvolvidos, mas n o s o excepcionais na América Latina. O objetivo principal deste trabalho foi analisar a literatura médica atual. Foi observada a onicomicose por dermatófitos em crian as com idade a partir de dois anos. A faixa entre 12-16 anos é a mais afetada (66,4%), provavelmente devido aos fatores de risco aumentado, como a prática de esportes e os horm nios da puberdade. Os pais foram a fonte de infec o em 46,2% dos casos, e 65% dos parentes de pacientes apresentavam onicomicose ou tinea pedis. As unhas dos dedos dos pés s o afetadas por dermatófitos, sendo mais freqüente a onicomicose distal subungueal (88,5%); contudo, também se observam as formas superficial branca e branca subungueal proximal. A suspeita de diagnóstico é obtida com o exame clínico, mas a confirma o micológica é necessária. Os principais agentes dermatófitos s o: T. rubrum (69%-92,7%), T. tonsurans (8,8%), T. mentagrophytes var interdigitale (5,4%) e M. canis (2,9%). A griseofulvina constitui o tratamento de primeira linha, mas itraconazol, fluconazol e terbinafina também s o recomendados para o tratamento sistêmico. O tratamento tópico com ciclopirox a 8%, amorolfina a 5% e uréia a 40% associada a bifonazol a 1% pode ser considerado alternativa terapêutica. Dada a escassez de relatos de onicomicose em crian as, n o foi possível uma conclus o sobre a melhor abordagem terapêutica. Mais dados clínicos s o necessários para estabelecer o perfil de seguran a dos novos agentes antimicóticos a fim de determinar a conduta ideal na onicomicose infantil.
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