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O OUTRO DO ADULTO E DO PROFESSOR: REPRESENTA ES SOCIAIS SOBRE CRIAN A, SEGUNDO LICENCIANDOS DE PEDAGOGIA DA UFMT  [cached]
Daniela Barros da Silva Freire Andrade,Maria Faria dos Santos
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: Este estudo analisa as representa es sociais sobre crian a, segundo licenciandos de Pedagogia da Universidade Federal de Mato Grosso. Apóia-se nas contribui es da Teoria das Representa es Sociais (MOSCOVICI, 2003) e da Sociologia da Infancia (SARMENTO, 2007). Com ênfase na abordagem estrutural, adota como procedimento metodológico a associa o livre de palavras (n=206) cuja análise se deu pela articula o dos resultados decorrentes de três fases: 1. análise de conteúdo; 2. análise coesitiva assistida por programa computacional; 3. análise do quadro de elementos estruturais (EVOC). Os resultados indicam que, as representa es sociais de crian a ancoram-se em significados associados à crian a pequena, inocência cuja expressividade lúdica articula-se a aprendizagem e ao desenvolvimento cognitivo. A crian a assim representada parece suscitar a presen a do adulto sensível e identificado com a alegria e o amor a ela atribuídos, bem como do adulto cuja a o se organiza segundo as práticas de cuidado e prote o.
Prevalência de eczema atópico e sintomas relacionados entre estudantes  [cached]
Camelo-Nunes Inês C,Wandalsen Gustavo F,Melo Karin C,Naspitz Charles K
Jornal de Pediatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Determinar a prevalência de eczema atópico e de sintomas relacionados entre estudantes da regi o centro-sul da cidade de S o Paulo, em 1996 e 1999. MéTODOS: Em 1996 e 1999, o questionário escrito do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) foi aplicado aos pais de crian as com 6-7 anos (3.005 em 1996 e 3.033 em 1999) e a adolescentes de 13-14 anos (3.008 em 1996 e 3.487 em 1999). Para o ISAAC: a) o relato de eczema alguma vez indica que, pelo menos uma vez na vida, foi fornecido por um médico o diagnóstico de eczema atópico, sendo utilizado para definir "diagnóstico médico" b) o relato concomitante de les es no último ano evidenciadas em locais característicos constitui o "critério combinado" para o diagnóstico de eczema atópico e foi, também, utilizado por nós. Os dados obtidos foram transcritos no banco de dados Epi-Info 6.0 e analisados. RESULTADOS: No grupo dos 6-7 anos houve redu o significante do "diagnóstico médico" de eczema atópico em 1999 (11,4%) em compara o a 1996 (13,2%). O aumento da prevalência de "diagnóstico médico" observado em 1999, entre os adolescentes, n o foi significante (14% x 15%). Considerando-se o "critério combinado", n o houve diferen as significantes, entre 1996 e 1999, em ambos os grupos (6,6% x 6,8% para crian as de 6-7 anos e 3,7% x 4,4% para adolescentes). CONCLUS ES: Apesar do aumento da prevalência das doen as atópicas em várias partes do mundo, documentamos redu o na prevalência de "diagnóstico médico" de eczema atópico entre crian as de 6 a 7 anos. Contudo, o eczema atópico é doen a relevante na popula o pediátrica.
EXPRESSIVIDADE E EMO ES NA PRIMEIRA INF NCIA: UM ESTUDO SOBRE A INTERA O CRIAN A-CRIAN A NA PERSPECTIVA WALLONIANA  [cached]
Sílvia Adriana Rodrigues
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: EXPRESSIVIDADE E EMO ES NA PRIMEIRA INF NCIA: UM ESTUDO SOBRE A INTERA O CRIAN A-CRIAN A NA PERSPECTIVA WALLONIANA
Considera es sobre qualidade na educa o infantil  [cached]
Corrêa Bianca Cristina
Cadernos de Pesquisa , 2003,
Abstract: O trabalho aborda a temática da qualidade na educa o infantil tomando como fundamento principal a idéia de direitos da crian a. S o discutidos três aspectos referentes ao atendimento público na educa o infantil, especialmente na pré-escola: a rela o entre oferta e procura, a raz o adulto/crian a e a dimens o de cuidado no trabalho a ser realizado nessa etapa da educa o.
INVESTIGA O DA INF NCIA E CRIAN AS COMO INVESTIGADORAS: METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS DOS MUNDOS SOCIAIS DAS CRIAN AS  [cached]
Natália Fernandes Soares,Manuel Jacinto Sarmento,Catarina Tomás
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2012,
Abstract: A participa o infantil assume-se na segunda modernidade como um princípio incontornável em grande parte dos discursos científicos que s o produzidos acerca da infancia. A Sociologia da Infancia, ao considerar as crian as como actores sociais e como sujeitos de direitos, assume a quest o da participa o das crian as como central na defini o de um estatuto social da infancia e na caracteriza o do seu campo científico. Considerar a participa o das crian as na investiga o é um passo decorrente da constru o de uma disciplina das ciências sociais que procura “ouvir a voz das crian as”, isto é, que assume que as crian as s o actores sociais plenos, competentes na formula o de interpreta es sobre os seus mundos de vida e reveladores das realidades sociais onde se inserem. As metodologias participativas com crian as atribuem aos mais jovens o estatuto de sujeitos de conhecimento, e n o de simples objecto, instituindo formas colaborativas de constru o do conhecimento nas ciências sociais, que se articulam com modos de produ o do saber empenhadas na transforma o social e na extens o dos direitos sociais. A investiga o participativa com crian as levanta, no entanto especiais dificuldades epistemológicas, relacionadas quer com a alteridade da infancia quer com a diversidade das suas condi es de existência. O entendimento da “crian a” como o outro do adulto decorre do reconhecimento das culturas da infancia como modo específico, geracionalmente construído, de interpreta o e de representa o do mundo. é o trabalho de tradu o entre a linguagem das ciências sociais e a linguagem das crian as (com as suas gramáticas culturais distintas) que as metodologias participativas s o chamadas a desempenhar, com a consequente recusa do etnocentrismo geracional e com a indispensável mobiliza o de um discurso polifónico, onde a voz das crian as-investigadoras colaborativas perpassa lado a lado com o trabalho interpretativo dos sociólogos da infancia. A aten o à diversidade da infancia, decorrente de categorias sociais como o género, a religi o, a etnia, a saúde e o (sub)grupo etário, imp e a recusa de olhares uniformizadores, desafiando a imagina o metodológica a uma aceita o e respeito pelas diferen as e pelos diversos modos da sua comunica o. Assente em trabalhos de investiga o em Sociologia da Infancia construídos com metodologias participativas, esta comunica o interroga a constru o do conhecimento em ciências sociais com e sobre as crian as e a infancia, atendendo à alteridade e diversidade, e incluindo o debate ético sobre a produ o de saber sobre os mu
Neurinoma do acústico em crian as sem associa o com neurofibromatose: relato de dois casos  [cached]
MARTINS ROBERTO SERGIO,SUZUKI SERGIO HIDEKI,SANEMATSU JR PAULO,PLESE JOSé PíNDARO PEREIRA
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1999,
Abstract: O neurinoma do acústico é o tumor da regi o angulo ponto-cerebelar mais comum em indivíduos adultos, sendo raro em crian as sem neurofibromatose. A literatura consultada mostra 18 casos bem documentados de crian as portadoras de neurinomas do VII nervo craniano com idade inferior a 16 anos. Relatamos dois casos de crian as com idade de 9 e 15 anos, portadoras desta patologia e submetidas a tratamento cirúrgico. Nestes casos, assim como nos relatados na literatura, o quadro clínico é semelhante ao do adulto, em que o primeiro sintoma é a surdez progressiva, mais tardiamente seguindo-se sinais e sintomas relacionados à les o expansiva na fossa posterior.
A importancia do brincar para a constru o do conhecimento na educa o infantil  [cached]
Damiana Machado de Almeida,Melania de Melo Casarin
Revista Educa??o Especial , 2002,
Abstract: A presente pesquisa, buscou verificar a importancia do brincar para a constru o do conhecimento das crian as que fazem parte da educa o infantil. Em outras épocas, e durante muito tempo, o brinquedo foi visto como atitudes de lazer, que poderia ser nocivo à moral, e à forma o de um adulto íntegro. A crian a era vista como "miniadulto" ou "adulto em miniatura". N o havia o reconhecimento da imagina o, da criatividade e das curiosidades como elementos da infancia. Hoje, o brincar é resgatado na escola como um instrumento facilitador do professor no processo de ensino-aprendizagem. Palavras-Chave: Educa o Infantil; Brincar; Conhecimento.
Infancia, higiene e saúde na propaganda (usos e abusos nos anos 30 a 50 )  [cached]
Brites Olga
Revista Brasileira de História , 2000,
Abstract: Este artigo discute imagens da infancia construídas na propaganda brasileira, destacando os temas de higiene e saúde, presentes nos mais diferentes produtos: eletrodomésticos, móveis, remédios, alimentos, ilumina o, etc. As imagens de infancia veiculadas estavam associadas à família, apresentando a crian a como dependente do adulto. Além do consumo, a propaganda é debatida em seus vínculos com experiência cultural e espa o público.
Qualidade de vida de crian as ostomizadas na ótica das crian as e das m es  [cached]
Barreire Simone G.,Oliveira Olcinei A.,Kazama Wilma,Kimura Miako
Jornal de Pediatria , 2003,
Abstract: Objetivo: analisar a qualidade de vida de crian as ostomizadas em sua ótica e na de suas m es; comparar os escores de qualidade de vida (QV) obtidos em ambos grupos (crian as e m es), e verificar as associa es entre os escores de qualidade de vida e as características sociodemográficas e clínicas das crian as. Métodos: após o cumprimento das exigências éticas, os dados sobre a qualidade de vida foram obtidos através do Autoquestionnaire Qualité de Vie Enfant Imagé (AUQEI), em sua vers o traduzida para a língua portuguesa, adaptada por Assump o et al. e validada para este estudo. O questionário foi respondido por 20 crian as ostomizadas, oriundas de um servi o público infantil de referência do Município de S o Paulo e por suas respectivas m es. Os dados obtidos foram submetidos ao teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov, coeficientes de correla o ordinal de Spearman e de correla o linear de Pearson, e o teste t de Student. Resultados: dez meninos e 10 meninas, com idades entre 4 e 12 anos, apresentaram idade média de 8,7 anos (DP = 2,64), com predomínio da ra a branca (55%) e da escolaridade fundamental (65%). Clinicamente, predominaram os estomas urinários (55%), provenientes, principalmente, das malforma es congênitas (60%). Com rela o à qualidade de vida, obtiveram-se escores médios totais de 51,95 (DP = 7,90) e 49,60 (DP = 5,60), apontados, respectivamente, pelas crian as e m es. Quanto aos fatores, os escores obtidos pelas crian as foram 8,14; 8,29; 10,27 e 11, 41, respectivamente, para autonomia, lazer, fun es e família. Correla es estatisticamente significativas foram verificadas entre a escolaridade e o EQVM e (r = -0,56) e com o EQVCr (r = -0,63) e entre o EQVM e e os Fatores Família (r = 0,86), Autonomia (r = 0,60) e Fun es (r = 0,59). Conclus es: este estudo vem contribuir para a melhor compreens o sobre a qualidade de vida de crian as com ostomias, bem como alguns desses aspectos na ótica das m es.
A crian a no Estado Novo: uma leitura na longa dura o
Pereira André Ricardo
Revista Brasileira de História , 1999,
Abstract: O artigo trata do discurso que justificou a constitui o do programa de prote o materno-infantil lan ado durante o Estado Novo, em 1940, a partir da cria o do Departamento Nacional da Crian a. Sustenta-se aqui a idéia de que ele correspondeu a uma leitura conservadora da metáfora dualista, formalizada no século XVIII, que resultou em demoniza o do adulto e endeusamento da crian a. Para tanto, o discurso é remontado em seus elementos fundamentais e comparado com duas interpreta es diferentes sobre o mesmo tema, com as quais se defrontou: a proposta de política social do movimento feminista (dos anos 30) e uma análise crítica do sociólogo Guerreiro Ramos. Ao fim, procura-se demonstrar que elementos inscritos na mentalidade coletiva podem ser lidos de maneiras diversas.
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