oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Crescimento e estado nutricional em amostra probabilística de escolares no Município do Rio de Janeiro, 1999  [cached]
Anjos Luiz Antonio dos,Castro Inês Rugani Ribeiro de,Engstrom Elyne Montenegro,Azevedo Ana Maria Ferreira
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Avaliou-se o crescimento e o estado nutricional de uma amostra probabilística de escolares (1.705 meninas e 1.682 meninos) da rede de ensino pública do Município do Rio de Janeiro, em 1999. O estado nutricional dos menores de 10 anos de idade foi avaliado pelos valores z < -2 (desnutri o) para os índices massa corporal para estatura e estatura para idade e z > +2 para o índice massa corporal para estatura (sobrepeso). Para os maiores de 10 anos, usou-se o índice de massa corporal relativamente à distribui o percentilar (P) da popula o americana para o diagnóstico de baixo peso (< P5) e sobrepeso (> P85). Calculou-se, ainda, a prevalência de sobrepeso e obesidade segundo critério da International Obesity Task Force (IOTF). Os resultados indicaram que, as prevalências de desnutri o ficaram abaixo do esperado para a popula o de referência. A prevalência de sobrepeso foi de 18% para as meninas e 14% para os meninos e a de obesidade ficou em torno de 5% para ambos os sexos. Os resultados do presente estudo corroboram os achados de estudos de base populacional representativos da popula o brasileira que indicam pouca desnutri o e prevalências de sobrepeso preocupantes em crian as e adolescentes.
Influência da distribui o da gordura corporal sobre a prevalência de hipertens o arterial e outros fatores de risco cardiovascular em indivíduos obesos
Carneiro Gláucia,Faria Alessandra N.,Ribeiro Filho Fernando F.,Guimar?es Adriana
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: Indivíduos obesos s o mais predispostos à ocorrência de eventos cardiovasculares que indivíduos com peso normal. Para se avaliar o impacto da obesidade e da distribui o de gordura corporal sobre o risco cardiovascular, avaliamos uma popula o de indivíduos com sobrepeso ou obesidade. MéTODOS: Foram feitas medidas do índice de massa corporal (IMC), da rela o entre as medidas da cintura e do quadril (RCQ), da press o arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) e dos níveis da glicemia de jejum, colesterol total e triglicérides. RESULTADOS: Altas prevalências de intolerancia à glicose ou diabetes (21,8%), hipercolesterolenemia (49,1%), hipertrigliceridemia (21,3%) e hipertens o arterial (43,8%) foram observadas nesta popula o. A prevalência de hipertens o aumentou de 23% no grupo com sobrepeso (IMC 25-29,9 kg/m2) para 67,1% (p<0.05) em pacientes com obesidade grau 3 (IMC > 40kg/m2). Também a prevalência de hipertens o aumentou de 35,7% naqueles com RCQ entre 0,73 e 0,88 para 66,6% naqueles com RCQ >0,97 (p<0,05), independente do IMC, e os valores da PAS se correlacionaram com as medidas da circunferência da cintura (r=0,35; p<0,0001). A PAS, entretanto, mostrou aumentos com o IMC apenas entre hipertensos, elevando-se de 150±12 mmHg naqueles com sobrepeso para 161±18mmHg naqueles com IMC > 40kg/m2 (p<0,05). CONCLUS O: A obesidade favorece a ocorrência dos fatores de risco cardiovascular, sendo que a distribui o central da gordura corporal se destaca especialmente como fator importante no desenvolvimento da hipertens o arterial.
Descri o do índice de massa corporal e do padr o do consumo alimentar das integrantes de uma Universidade da terceira idade no interior do RS  [cached]
Camila Boz,Jacqueline Schaurich dos Santos,Karina Giane Mendes
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2010,
Abstract: Atualmente, a longevidade vem se destacando como um fator marcante na popula o brasileira, passando por um processo de envelhecimento populacional com transi o epidemiológica e nutricional, aumento das doen as cr nicas n o transmissíveis e declínio das doen as infectocontagiosas. Há uma tendência crescente para os casos de sobrepeso e obesidade em todo o mundo. O objetivo deste estudo foi descrever o estado nutricional através do índice de massa corporal e o consumo alimentar através de Questionário de Frequência Alimentar e pesquisa sobre hábitos alimentares de mulheres a partir de 50 anos, participantes do grupo Medita o Ativa da Universidade da Terceira Idade – UNTI. A pesquisa caracterizou-se por um estudo do tipo transversal. As participantes foram divididas em dois grupos: mulheres com idade entre 50 e 59 anos (n=27) e mulheres com idade igual ou superior a 60 anos (n= 33). Para o primeiro grupo, constatou-se 29,6% de sobrepeso e 44,4% de obesidade, segundo a classifica o da OMS, enquanto que para as idosas (mulheres a partir de 60 anos de idade), observou-se 66,7% de sobrepeso (OMS) e 42,4% de excesso de peso (Lipschitz). Na avalia o do consumo alimentar, os resultados mostraram alguns aspectos de inadequa o alimentar. O estudo conclui maior prevalência de obesidade entre as mulheres com menos de 60 anos e elevada propor o de sobrepeso nas mulheres idosas. Esses dados refor am a importancia dos programas de educa o nutricional para eleva o da qualidade de vida e de saúde dessa popula o.
INFLUêNCIA DE DIFERENTES TIPOS DE ELETRODOS SOBRE OS VALORES DA BIOIMPED NCIA CORPORAL E NA ESTIMATIVA DE MASSA MAGRA (MM) EM GATOS ADULTOS INFLUENCE OF DIFFERENT TYPES OF ELECTRODES ON THE BIOELECTRICAL IMPEDANCE VALUES AND IN THE ESTIMATION OF LEAN BODY MASS (LBM) IN ADULT CATS  [cached]
Thassila Caccia Feragi Cintra,Júlio Carlos Canola,Naida Cristina Borges,Aulus Cavalieri Carciofi
Ciência Animal Brasileira , 2010,
Abstract: A bioimpedancia (BIC) é um método que aplica à tecnologia da impedancia no estudo da composi o corporal pela avalia o da diferen a da condutividade elétrica dos tecidos. Os resultados da BIC s o expressos pelas medidas primárias de resistência (R) e reatancia (Xc). Neste experimento, o método foi desenvolvido para verificar a viabilidade do uso de três diferentes tipos de eletrodos sobre a reprodutibilidade dos valores de R e Xc em gatos adultos. As médias de R e Xc com adesivos e agulhas de acupuntura n o diferiram entre si (p?0,05), e os menores valores dos coeficientes de varia o obtidos com estes eletrodos sinalizaram para uma melhor reprodutibilidade dos resultados quando comparados com os da agulha hipodérmica. Os diferentes tipos de eletrodos n o interferiram nos valores da massa magra (MM) estimada por equa o específica, porém a agulha de acupuntura mostrou ser o eletrodo mais estável e de melhor aplicabilidade. A MM determinada com os diferentes tipos de eletrodos foi superior (p?0,05) à obtida com a absorciometria de raios-x de dupla energia (DEXA), provavelmente decorrente da equa o utilizada na sua estimativa. PALAVRAS-CHAVES: Composi o corporal, felinos, impedancia, massa magra. The bioelectrical impedance is a method that applies impedance technology in the study of physical composition by evaluation of electrical conductivity difference on each organism tissue. The results of bioelectrical impedance (BIC) are expressed by the resistance (R) and reactance (Xc) primary measures. This study was carried out to verify the viability of the use of three different electrodes on the repeatability of R and Xc values in adult cats. The averages of R and Xc estimated by adhesive and acupuncture needles did not differ from each other (p?0.05) and the smaller values of the variation coefficient acquired with these electrodes signaled for a better reproducibility of the results when compared with hypodermic needle. The different types of electrode did not interfere on the LBM estimated by specific equation, but the acupuncture needle electrode was the most stable and easily applicable. The LBM values determined with the different types of electrode were higher (p?0.05) than the LBM dual-energy X-ray absorptiometry (DEXA) values, probably due to the specific equation to LBM estimation used in this study. KEY WORDS: Body composition, feline, impedance, lean body mass.
Validade de peso, altura e índice de massa corporal autorreferidos na popula o adulta de Brasília Validity of self-reported height, weight and body mass index in the adult population of Brasilia, Brazil
Priscilla Marcondelli Dias Thomaz,Eduardo Freitas da Silva,Teresa Helena Macedo da Costa
Revista Brasileira de Epidemiologia , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a validade do peso, altura e índice de massa corporal (IMC) autorreferidos em adultos de Brasília e identificar os fatores associados às diferen as entre os valores medidos e autorreferidos. MéTODOS: Em amostra por conglomerados de 250 domicílios foram aferidos peso e altura de todos os adultos residentes, após entrevista. A concordancia entre os parametros medidos e autorreferidos foi feita por Bland & Altman (B&A). Utilizou-se análise de variancia múltipla e estimou-se a sensibilidade e especificidade para o excesso de peso (IMC ? 25 kg/m2), estratificado por anos de estudo e faixa etária. RESULTADOS: As entrevistas e mensura es foram feitas em 469 indivíduos. Os resultados de B&A mostram viés (diferen a dos valores medidos e autorreferidos) n o significativo para o peso (-0,17 kg, p = 0,1) e significativo para a altura (-1 cm, p < 0,001). Os limites de concordancia (LC) foram amplos: de ±4 kg e de -6 cm a 4 cm. O viés do IMC foi de - 0,06 kg/m2 e n o significativo (p = 0,08) e os LC de - 1,5 a +1,4 kg/m2. Observou-se que homens com IMC < 25 kg/m2 superestimam o peso, enquanto aqueles com sobrepeso e obesos o subestimam (p < 0,01). Homens com + 60a de idade (p = 0,037) e mulheres com < 12a de estudo (p < 0,01) superestimam a altura. A sensibilidade e a especificidade para o excesso de peso foram para homens e mulheres, respectivamente: 94% e 88%; 90% e 98%. A sensibilidade foi de 77% para mulheres acima de 60 anos, de 75% para mulheres com 9 a 11 anos de estudo, e a especificidade de 78% para homens entre 30 e 39 anos. CONCLUS O: Em Brasília, a altura autorreferida pode ser utilizada para subgrupos de homens < 60anos de idade e mulheres com + 12 anos de estudo. Homens com IMC adequado superestimam o peso corporal quando comparados com aqueles com sobrepeso ou obesos. As medidas autorreferidas prestam-se para acompanhamento populacional do excesso de peso. OBJECTIVE: To assess the validity of self-reported weight, height and body mass index (BMI) estimates from adults in Brasilia and to identify factors associated to differences between measured and self-reported values. METHODS: In a cluster sampling 250 household′s were selected and weight and height were measured in all adults after an interview. Bland & Altman (B&A) was used to determined agreement between measured and self-reported parameters. The multiple analysis of variance was used to determine the associated factors. Sensitivity and specificity were used for excess weight (BMI ≥ 25 kg/m2). RESULTS: Interviews and measurements were done in 469 individuals. B&A showed bias (di
Perfil antropométrico da popula o idosa brasileira. Resultados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutri o  [cached]
Tavares Elda Lima,Anjos Luiz Antonio dos
Cadernos de Saúde Pública , 1999,
Abstract: O presente artigo descreve o perfil nutricional da popula o idosa brasileira (idade igual ou superior a sessenta anos), com base nos dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutri o, estudo com amostra probabilística realizado em 1989. Utilizaram-se para tal análise: o índice de massa corporal - IMC (kg/m2), como indicador do estado nutricional segundo recomenda o da OMS (WHO, 1995), e as variáveis idade, gênero, regi o e situa o do domicílio no país (urbana/rural), renda, escolaridade e qualidade de moradia. As prevalências gerais de magreza (IMC < 18,5) e sobrepeso (IMC > ou = 25) foram, respectivamente, 7,8% e 30,4% em homens e 8,4% e 50,2% em mulheres, mais elevadas que na popula o adulta jovem. A magreza foi mais freqüente em mulheres nas faixas etárias avan adas; em áreas rurais das regi es Centro-Oeste/ Nordeste (mulheres) e Sudeste/Centro-Oeste (homens); nas classes de menor renda, menor escolaridade e pior qualidade de moradia. O sobrepeso foi prevalente em mulheres, em áreas urbanas das regi es Sul e Sudeste (ambos os sexos); nos grupos de maior renda, maior escolaridade e melhor qualidade de moradia. Os resultados indicam um quadro preocupante de altera es nutricionais em idosos no Brasil, principalmente em mulheres.
Influência da menopausa no índice de massa corporal
Lins Ana Paula M.,Sichieri Rosely
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: A influência da menopausa no índice de massa corporal (IMC) em mulheres entre 20 e 59 anos de idade foi investigada com base nos dados da pesquisa Nutri o e Saúde, realizada em 1996. Trata-se de um estudo de corte transversal de uma amostra probabilística de base domiciliar do município do Rio de Janeiro. A popula o estudada consistiu de 1.506 mulheres que foram pesadas e medidas no domicílio. O risco de sobrepeso (IMC >25kg/m2) associado à menopausa, em modelo de regress o logística ajustado para idade, atividade física e tabagismo foi de 1,66 com intervalo de confian a de 95% de 1,14-2,41. Os resultados mostraram, ainda, que a escolaridade e a renda associaram-se ao sobrepeso somente entre mulheres sem menopausa, e que o efeito do tabagismo foi maior entre mulheres na menopausa. Concluiu-se que a associa o entre menopausa e sobrepeso n o é explicada pela idade ou inatividade física, e que parece haver um efeito teto para as mulheres já obesas antes da menopausa. Somente estudos longitudinais permitir o esclarecer esta hipótese.
Fatores associados ao padr o de consumo alimentar da popula o brasileira urbana  [cached]
Sichieri Rosely,Castro Joelma Ferreira Gomes,Moura Aníbal Sanchez
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Avaliou-se os fatores que explicariam diferentes padr es de consumo alimentar da popula o urbana brasileira, com base na Pesquisa sobre Padr es de Vida, realizada no Nordeste e no Sudeste em 1996-1997. Foram incluídos os dados de consumo familiar (últimos 14 dias a partir de uma listagem com 28 alimentos) de 5.121 adultos na faixa etária de 20 a 50 anos, após exclus o das gestantes, das lactantes e das pessoas que referiram problema de saúde cr nico. Os padr es de consumo alimentar foram definidos pela análise de componentes principais, onde o valor de carga de uma determinada variável (alimento) é proporcional à sua contribui o para o fator (padr o de consumo) em quest o, com a carga negativa indicando que a variável está inversamente associada com o fator, enquanto a positiva indica uma associa o direta. A Regi o Nordeste comparada à Regi o Sudeste associou-se negativamente a um padr o misto, quando todos os alimentos foram igualmente importantes. O índice de massa corporal associou-se positivamente ao padr o misto, e praticar atividade física e ser negro associou-se negativamente a este padr o. Escolaridade e renda foram as variáveis que mais explicaram o consumo alimentar, mas mesmo ajustando por elas, a regi o de residência foi o terceiro maior componente explicativo.
Indicadores sócio-econ micos, demográficos e estado nutricional de crian as e adolescentes residentes em um assentamento rural do Rio de Janeiro  [cached]
Veiga Gloria Valeria da,Burlandy Luciene
Cadernos de Saúde Pública , 2001,
Abstract: Avaliou-se indicadores sócio-econ micos e perfil nutricional de 201 crian as e adolescentes do assentamento rural de S o José da Boa Morte, Rio de Janeiro. Considerou-se déficit nutricional valores abaixo de -2 escore z da mediana da referência National Center for Health Statistics (NCHS) para os índices peso para idade (P/I) e estatura para idade (E/I) para os menores de 5 anos e peso para estatura (P/E) e E/I entre 5,0 a 9,9 anos. Para os adolescentes utilizou-se os cortes inferiores ao percentil 5 (magreza) e superiores ao percentil 85 (sobrepeso) da distribui o de índice de massa corporal (IMC) da popula o brasileira. Encontrou-se: 53,8% dos domicílios com 4 a 6 moradores, 34,5% com fossa rudimentar, 31,2% sem água canalizada, 11,0% sem banheiro, 58,2% queimavam ou enterravam o lixo e 13,6% das m es eram analfabetas. A faixa de 0 a 4,9 anos n o apresentou nenhum tipo de déficit nutricional e entre 5 a 9,9 anos apenas um apresentou baixo peso e três sobrepeso. Concluiu-se que a baixa prevalência de déficits nutricionais no grupo estudado, apesar da exposi o a fatores de risco, pode relacionar-se com a presen a de fatores de prote o como o acesso a servi os de saúde e que o sobrepeso em adolescentes (13,3%) foi relevante.
Distribui o de gordura corporal, press o arterial e níveis de lipídios-lipoproteínas plasmáticas
Guedes Dartagnan Pinto,Guedes Joana Elisabete Ribeiro Pinto
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Investigar associa es entre distribui o do tecido adiposo e níveis de press o arterial e concentra es de lipídios-lipoproteínas plasmáticas, mediante controle de indicadores, quanto à quantidade de gordura corporal e à prática da atividade física. MéTODOS: Estudo de 62 indivíduos com idades entre 20 e 45 anos. A distribui o do tecido adiposo foi determinada baseando-se na rela o circunferência de cintura/quadril (CCQ), e como indicador da quantidade de gordura corporal recorreu-se às informa es do índice de massa corporal (IMC), enquanto o nível de prática da atividade física foi estabelecido mediante estimativas do consumo máximo de oxigênio (VO2max). As associa es entre CCQ e níveis de press o arterial e de lipídios-lipoproteínas plasmáticas, com os efeitos do IMC e do VO2max controlados estatisticamente, foram estabelecidas pelo coeficiente de correla o parcial. RESULTADOS: Após corre o pelo IMC verificou-se significativa correla o parcial entre a distribui o centrípeta do tecido adiposo e os níveis de press o arterial, LDL-C e triglicerídios plasmáticos. Entretanto, controlando-se o VO2max, n o foram constatadas associa es significativas entre CCQ e qualquer variável sangüínea e press o arterial.CONCLUS O: A distribui o centrípeta do tecido adiposo, independente da quantidade de gordura corporal, foi relacionada com concentra es de lipídios-lipoproteínas plasmáticas e níveis de press o arterial em ambos os sexos. A prática da atividade física parece ser um importante modulador dessa associa o, enfatizando seu papel no controle dos fatores de risco predisponentes às doen as cardiovasculares.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.