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Custo leite para windows: software de controle de custos para a pecuária leiteira
Lopes Marcos Aurélio,Castro Frederico do Valle Ferreira de,Carvalho Francisval de Melo,Zambalde André Luiz
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi desenvolver um software para auxiliar os técnicos e produtores na determina o do custo de produ o do leite. O software Custo Leite é composto de um plano de contas, no qual o usuário pode cadastrar todas as despesas e receitas referentes ao sistema de produ o de leite. O software permite o cadastramento de todos os bens móveis e benfeitorias do sistema de produ o, visando aos cálculos de deprecia o e remunera o do capital. O Custo Leite calcula e apresenta ao usuário as seguintes variáveis: total das receitas, total dos custos operacionais, custo total, margem bruta, margem líquida, lucro, custo operacional e custo total por kg de leite, ponto de equilíbrio do sistema de produ o, quantidade total de leite produzido, valor do patrim nio, remunera o do capital, produ o média das matrizes (kg/dia) e produ o de leite em kg/ha/mês. O software permite ao usuário diversas simula es envolvendo todos os parametros e variáveis, mostrando os pontos de estrangulamento e auxiliando o técnico e o pecuarista na determina o do custo de produ o do leite com precis o e considerável rapidez.
Avalia o da contratilidade da vesícula biliar com leite materno e leite de vaca em lactentes  [cached]
Teixeira Marise Silva,Coelho Cláudio Antonio R.,Teixeira Altamir Santos
Radiologia Brasileira , 2004,
Abstract: As múltiplas características distintas do leite materno e do leite de vaca fazem com que o esvaziamento gástrico seja mais rápido após ingest o do primeiro. Esta rapidez do esvaziamento gástrico pode estar associada ao esvaziamento da vesícula biliar, também mais rápido. O objetivo do trabalho foi determinar se há diferen a na velocidade de esvaziamento da vesícula biliar, por método ultra-sonográfico, após ingest o de leite materno e leite de vaca. Estudamos 47 crian as menores de dois anos, 22 após uma refei o com leite materno e 25 após uma refei o com leite de vaca. A vesícula biliar foi medida após um período de quatro a seis horas de jejum e uma hora após uma refei o (leite materno ou leite de vaca), e a contra o da vesícula biliar foi avaliada, em porcentagem, pela diferen a de volume da vesícula biliar entre as duas medidas e expressa em porcentagem do volume inicial. As medianas das porcentagens do volume inicial para as crian as alimentadas com leite materno e leite de vaca foram, respectivamente, 92,25% e 53,8%, diferen a estatisticamente significativa. Portanto, a contra o da vesícula biliar após uma refei o com leite de vaca é muito mais lenta do que aquela após uma refei o com leite materno.
Padr es de aleitamento materno e adequa o energética  [cached]
Nejar Fabíola Figueiredo,Segall-Corrêa Ana Maria,Rea Marina Ferreira,Vianna Rodrigo Pinheiro de Toledo
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: Com o objetivo de analisar o consumo energético de crian as < de 6 meses, em diferentes padr es de aleitamento materno, foram colhidas informa es na primeira observa o de estudo de coorte. M es de Campinas, S o Paulo, Brasil, foram entrevistadas em seus domicílios sobre: condi es sócio-demográficas, características do aleitamento materno, consumo alimentar dos lactentes. A adequa o energética foi estimada pelo volume de leite materno consumido com base na equa o de regress o de Drewett et al. 1; os valores de referência seguiram recomenda o da Organiza o Mundial da Saúde 2 e da Food and Nutrtition Board 3. A popula o de estudo (118) caracteriza-se como de classe média baixa, em condi es satisfatórias de moradia e saneamento. O desmame inicia-se precocemente, com mediana de dura o do aleitamento materno exclusivo de 2,7 meses. O volume de leite materno consumido foi de 561ml, 558,9ml e de 515,2ml, em aleitamento materno exclusivo, aleitamento materno com água e/ou chá e complementado com outros alimentos, respectivamente. O consumo energético médio foi adequado para as crian as em aleitamento materno exclusivo e acima do recomendado para crian as em amamenta o complementada ou desmamadas.
Níveis de proteína n o degradável na dieta sobre a produ o e qualidade do leite de búfalas em pastagem Undegradable protein levels in diet on production and quality of milk in grazing water buffalo  [cached]
Cecília Lamontagna,Raul Franzolin
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2009,
Abstract: Objetivou-se avaliar a produ o e qualidade do leite em búfalas de baixo potencial genético, suplementadas com proteína n o degradável no rúmen (PND). Um total de 14 búfalas adultas da ra a Mediterraneo em pastejo de Brachiaria brizantha cv Marandu, foram divididas em dois grupos, alimentados com duas ra es concentradas contendo dois níveis de PND (30 e 60%), na quantidade fixa de 3,2 kg/animal/dia, durante 90 dias no início e 90 no final da lacta o. O leite produzido pelos animais foi pesado individualmente todos os dias, e amostrado semanalmente para análises físico-químicas. N o foram observadas diferen as na produ o de leite integral e nas características físico-químicas do leite em fun o dos níveis de PND, entretanto, a produ o de leite corrigida pelo teor energético, aumentou em 20% no início e em 22% no final da lacta o, nos animais suplementados com nível mais elevado de PND. Houve varia es na produ o e características físico-químicas do leite principalmente no final da lacta o, com melhores valores em búfalas suplementadas com 60% de PND. This study aimed to evaluate the effects of diet supplementation with water undegradable protein (UDP) ration on milk yield and quality in low genetic potential buffalo on pasture. A total of 14 adult buffaloes of the Mediterranean race grazing Brachiaria brizantha cv Marandu grass were divided into two groups of seven each that have received two concentrated ration containing two levels of UDP (30% and 60%) in fixed amount of 3.2 kg/animal/d with during 90 days at the beginning and 90 at the end of lactation. The milk production was weighted individually everyday with weekly milk sampling for physical and chemical analyses. No differences were observed between treatments in the milk production and the physical and chemical characteristics of milk. However, the 60% of UDP supplement increased the production of milk corrected by the energy content (ECM) by 20% in early lactation and 22% by the end of lactation. Variations were observed in the milk yield and the physical and chemical characteristics of milk, mainly at the end of lactation along the lactation period, with better values in water buffaloes supplemented with 60% of rumen undegradable protein.
Aleitamento materno exclusivo entre trabalhadoras com creche no local de trabalho  [cached]
Osis Maria José Duarte,Duarte Graciana Alves,Pádua Karla Sim?nia de,Hardy Ellen
Revista de Saúde Pública , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Investigar os fatores relacionados à decis o das mulheres em amamentar e a dura o planejada e, de fato observada, do aleitamento exclusivo entre trabalhadoras que disp em de creche na empresa. MéTODOS: Estudo qualitativo no qual se comparou um grupo de 15 trabalhadoras cujos bebês estavam sendo alimentados apenas com leite materno quando come aram a freqüentar a creche da empresa com outro similar que incluía mulheres cujos bebês que, ao ingressar, já estavam recebendo, além do leite materno, outros alimentos. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas e grupos focais. RESULTADOS: Evidenciaram-se como fatores relacionados à decis o de iniciar a amamenta o e mantê-la ao retornar ao trabalho: o desejo de amamentar, embasado no valor que as mulheres dos dois grupos atribuíam ao aleitamento materno, bem como seus maridos e outras pessoas significativas (por exemplo: m e, irm , amigas). A dura o do aleitamento exclusivo relacionou-se principalmente à orienta o do pediatra que cuidava do bebê, que foi distinta em cada um dos grupos estudados. CONCLUS O: A existência da creche no local de trabalho aparece como elemento relevante para a manuten o do aleitamento após a licen a de maternidade, especialmente o materno exclusivo. A decis o sobre quanto tempo amamentar de forma exclusiva esteve relacionada às informa es recebidas acerca do assunto antes e durante a gesta o, e no pós-parto. A diferen a entre os dois grupos estudados foi que as mulheres que mantiveram o aleitamento exclusivo por quase seis meses acreditavam que quanto mais tempo dessem somente o leite materno, mais benefícios o bebê teria, enquanto as mulheres do outro grupo acreditavam que três meses de aleitamento exclusivo eram suficientes.
O papel do aleitamento materno no desenvolvimento de alergias respiratórias
Silva, Denise Rizzo Nique da,Schneider, Aline Petter,Stein, Renato Tetelbom
Scientia Medica , 2009,
Abstract: Objetivos: revisar a literatura que trata da rela o entre aleitamento materno e asma na infancia. Fonte de dados: publica es científicas recentes, selecionadas através das bases de dados Scielo, Lilacs e Pubmed. Foram escolhidas publica es nos idiomas Português, Inglês e Espanhol. Procurou-se identificar o processo das rea es alérgicas e das alergias respiratórias e qual o papel do leite materno na prote o de alergias respiratórias como asma a atopia. Síntese dos dados: a síndrome alérgica respiratória é constituída por asma e rinite alérgica, com características de rea o de hipersensibilidade tipo I, que resultam da intera o de alérgenos ambientais com anticorpos IgE específicos. A maioria das revis es sobre fatores de risco para asma recomenda aleitamento materno exclusivo para reduzir a probabilidade do desenvolvimento de atopia e asma na infancia. Embora tal vis o seja amplamente aceita e difundida, os resultados da literatura s o conflitantes. Conclus es: apesar das muitas pesquisas sobre o tema, n o se pode concluir se o aleitamento materno ajudará a prevenir a sensibiliza o a alérgenos em crian as com enfermidades como asma. No entanto, por todas as suas conhecidas vantagens, o aleitamento materno exclusivo deve ser encorajado nos primeiros meses de vida.
O crescimento de crian as alimentadas com leite materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida  [cached]
Marques Rosa F. S. V.,Lopez Fábio A.,Braga Josefina A. P.
Jornal de Pediatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a evolu o do crescimento de crian as alimentadas exclusivamente com leite materno durante os primeiros 6 meses de vida. MéTODOS: Estudo longitudinal de 184 crian as que receberam aten o primária em institui o pública (Programa de Incentivo ao Aleitamento Materno Exclusivo) de Belém (PA), entre fevereiro de 2000 e janeiro de 2001. Finalizaram o estudo 102 lactentes nascidos a termo, com peso igual ou superior a 2.500 g, sem intercorrências no período neonatal e alimentados exclusivamente com leite materno sob livre demanda desde o nascimento. Acompanhados mensalmente, foram avaliados os registros de peso e comprimento ao nascer, no primeiro, quarto e sexto meses de vida. Avaliou-se o crescimento através das médias de peso e estatura para cada idade, comparando-se os resultados com o percentil 50o dos gráficos de crescimento do National Center for Health Statistics (NCHS) e com outros estudos anteriores com crian as brasileiras em aleitamento materno exclusivo. RESULTADOS: As crian as tiveram crescimento adequado, dobrando de peso antes do quarto mês de vida, com desacelera o do ganho p ndero-estatural após o quarto mês, porém chegando aos 6 meses com médias de peso superiores aos padr es utilizados para compara o. CONCLUS ES: Os resultados mostraram que crian as em aleitamento materno exclusivo chegaram aos 6 meses com peso médio superior ao percentil 50o do NCHS, confirmando as vantagens nutricionais do leite materno, principalmente quando as m es recebem orienta o sobre a técnica adequada para amamentar.
Orienta o a produtores e acompanhamento da qualidade do leite cru produzido na regi o de Ara atuba: análises microbiológicas e higiênicas
Thiago Luís Magnani Grassi,Saulo Vinícius Avan?o,Gabriela de Oliveira,Marcos Franke Pinto
Revista Ciência em Extens?o , 2010,
Abstract: Introdu o: A produ o de leite de qualidade requer a educa o do produtor em rela o às práticas adequadas a serem utilizadas na atividade leiteira. Sem consciência de seu papel, o produtor n o é capaz de dimensionar a responsabilidade que tem na produ o de um alimento seguro. Objetivos: O objetivo deste trabalho foi fornecer instru es aos produtores rurais a respeito de práticas adequadas para a obten o de leite de qualidade e avaliar a evolu o da qualidade do leite produzido durante o período de instru o. Métodos: Foram proferidas cinco palestras a três grupos de cerca de 20 pequenos produtores rurais atendidos pelo SEBRAE da regi o de Ara atuba, abordando a es a serem desenvolvidas a fim de diminuir a contagem de microrganismos e prevenir a mastite. A cada intervalo entre as palestras, amostras de leite provenientes dos tanques de resfriamento das propriedades foram colhidas e destinadas às provas microbiológicas e higiênicas recomendadas pela Instru o Normativa 51/2002 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA (contagem padr o em placas – CPP, contagem de coliformes a 30-35oC, contagem de coliformes a 45oC e contagem de células somáticas – CCS). Os resultados das análises foram comparados antes e após a apresenta o das palestras. Resultados: Os resultados encontrados após as palestras foram muito similares ou piores em rela o à primeira análise, demonstrando que o período para atingir a conscientiza o dos produtores quanto às instru es transmitidas foi insuficiente. A CPP nos dois momentos apresentou-se fora dos padr es estabelecidos pela IN 51/2002 para leite cru refrigerado, alcan ando níveis elevados em algumas propriedades. A elevada contamina o de coliformes a 30-35oC e a 45oC constatada nas amostras pode estar associada aos procedimentos de higieniza o inadequados no sistema de produ o, desde a sanidade do rebanho e do ambiente de ordenha, até a refrigera o. A CCS aumentada representa um forte indicio da presen a de mastite no rebanho, uma patologia bastante comum na regi o de Ara atuba e que, se n o tratada e controlada, leva a prejuízos relevantes. Práticas simples como desprezo dos primeiros jatos de leite, higiene do local da ordenha e terapia da vaca seca foram transmitidas durante as palestras visando à profilaxia da mastite e a melhora higiênica do leite, mas estas n o foram assimiladas adequadamente. A partir desses resultados p de-se concluir que as palestras de conscientiza o e capacita o de produtores de leite visando a es que culminem com maior qualidade do produto n o foram suficientes no per
Eficiência de um grupo de sala de espera na ades o do aleitamento materno exclusivo  [cached]
Camila Maria Bullio Fragelli,Fernanda Gon?alves Duvra Salom?o,Fabiana de Lima Vazquez,Gustavo Ant?nio Martins Brand?o
Odonto , 2011,
Abstract: Introdu o: o aleitamento materno é a estratégia isolada que mais previne mortes infantis, além de promover a saúde da m e e do bebê. Existem evidências que o leite materno é o alimento ideal para o crescimento e desenvolvimento dos lactentes, além de ser responsável por benefícios importantes à m e no pós-parto. é recomendado pelo Ministério da Saúde que o aleitamento materno seja exclusivo nos seis primeiros meses de vida do bebê. Objetivo: este estudo determinou se houve validade das a es em grupos de sala de espera com gestantes, na ades o da amamenta o exclusiva. Metodologia: a coleta de dados foi realizada na comunidade rural da cidade de S o Carlos, SP, Brasil, utilizando um questionário semi-estruturado elaborado com parametros na Pesquisa de Prevalência de Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e no Distrito Federal PPAM-CDF, 2007, sendo aplicado durante o primeiro mês do lactente e depois de realizado o acompanhamento mensal da nutriz com objetivo de monitorar a amamenta o exclusiva. Resultados: dentre os fatores de desmame precoce ou op o pela complementa o alimentar, 60% das puérperas relataram motivos oriundos de crendices populares e 20% o fim da licen a maternidade. Conclus o: o estudo demonstrou maior período de ades o ao aleitamento materno exclusivo por parte das nutrizes que freqüentaram o grupo de sala de espera, e as mesmas, demonstraram acerca dos benefícios da amamenta o para a m e e filho, maiores conhecimentos do que as que n o participaram.
Arraste via fecal de nutrientes da ingest o produzido por baga o de mandioca hidrolisado  [cached]
Raupp Dorivaldo da Silva,Marques Silvia Helena de Paula,Rosa Danielle Amorim,Caldi Carla Marielle
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: A ingest o de fibras alimentares pode resultar em arraste de outros nutrientes para as fezes. Baga o de mandioca produzido por polvilheira foi submetido à hidrólise enzimática para obten o de um produto mais concentrado em fibra alimentar insolúvel denominado de baga o de mandioca hidrolisado (BMH). O BMH foi avaliado em ensaios biológicos com ratos Wistar quanto a sua habilidade de arrastar os nutrientes da ingest o para as fezes, tendo como padr o de fibra o farelo de trigo (FT). Acréscimo à dieta base, substituindo igual quantidade de amido, de dose de 5%, 15% ou 25% de BMH promoveu arraste significativo de minerais (globalidade) ou proteína; dose de 15% ou 25% promoveu arraste significativo de lipídeo; e, dose de 25% promoveu arraste significativo de carboidrato digestível. Dose de 25% de FT produziu arraste significativo de minerais (globalidade), proteína ou carboidrato digestível, mas, o lipídeo n o foi arrastado. BMH produziu efeito mais pronunciado que FT em arrastar minerais (globalidade) ou proteína para a dose de 5% ou 15%; no entanto, para a dose alta, de 25%, as fontes produziram efeitos semelhantes em arrastar a proteína, mas o FT promoveu maior arraste de minerais (globalidade). N o houve diferen a entre fontes, BMH e FT, em arrastar lipídeo ou carboidrato digestível para as fezes. Na dose alta (25%) o BMH promoveu efeitos, no máximo, semelhantes ao FT, em arrastar para as fezes os nutrientes da ingest o; assim, é recomendado como fonte alternativa de fibra alimentar insolúvel para a formula o de alimentos funcionais-digestivos.
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