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Expans o Rápida da Maxila e Constri o Alternadas (ERMC-Alt) e técnica de Protra o Maxilar Ortopédica Efetiva: extrapola o de conhecimentos prévios para fundamenta o biológica  [cached]
Alberto Consolaro,Maria Fernanda M-O. Consolaro
Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial , 2008, DOI: 10.1590/s1415-54192008000100003
Abstract:
DIREITO à RAZOáVEL DURA O DO PROCESSO NO ESTADO DEMOCRáTICO  [cached]
Isabela Dias Neves
Meritum : Revista de Direito da Universidade FUMEC , 2006,
Abstract: Neste artigo trata-se do direito ao processo sem dila es indevidas, delimitando seus liames perante o Estado Democrático de Direito. Na atualidade, n o é permitido pensar em Direito Processual sem adequa es às suas bases constitucionais, por isso far-se-á a aproxima o entre Processo e Constitui o, especificamente no que pertine à garantia da razoável dura o do processo no Direito Constitucional brasileiro. O direito ao processo com dura o razoável é impostergável, tendo em vista o Estado Democrático de Direito, e, na hipótese de n o haver regra expressa, deve ser valorado à luz de alguns critérios, quais sejam, a complexidade das quest es, de fato e de direito, presentes no processo, o comportamento das partes e de seus procuradores, assim como a atua o dos órg os jurisdicionais em cada caso concreto. Ademais, um processo célere n o quer significar necessariamente um processo com razoável dura o, ou seja, efetivo. Além disso, é curial registrar ainda, que o art. 5o, inciso LV, da Constitui o da República de 1988 positivou os princípios do contraditório, da isonomia e da ampla defesa, e o processo n o pode se afastar do modelo constitucional. Sua constru o deve ser feita pelas partes, e o juiz n o deve ter uma postura inerte diante dos debates travados ao longo do processo.
Quimioprofilaxia da babesiose bovina com diidroxitetraciclina de longa dura o
Ribeiro M.F.B.,Facury Filho E.J.,Passos L.M.F.,Saturnino H.M.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2001,
Abstract: A a o da diidroxitetraciclina de longa dura o foi testada em bezerros experimentalmente inoculados com Babesia bigemina e em desafio natural em área endêmica. Em uma propriedade de gado de leite, 18 bezerros foram inoculados com 10(8) hemácias parasitadas por B. bigemina. Dez animais foram tratados com 20 mg/kg de diidroxitetraciclina de longa a o, sete dias após o inóculo, e oito foram deixados como controle. Todos os animais do grupo controle e apenas três dos tratados apresentaram parasitemia, sendo que dois já estavam infestados no dia do tratamento. Em um segundo experimento, dez bezerros receberam dois tratamentos de 20 mg/kg de diidroxitetraciclina de longa a o aos 15 e 36 dias após serem liberados em piquetes e oito bezerros foram deixados como testemunhas. Os animais do grupo tratado apresentaram aumento significativo do período pré-patente e menor redu o do volume globular, em rela o aos do grupo controle.
A dura o do exercício determina a magnitude e a dura o da hipotens o pós-exercício
Forjaz Cláudia Lúcia de Moraes,Santaella Danilo Forghieri,Rezende Liliane Onda,Barretto Antonio Carlos Pereira
Arquivos Brasileiros de Cardiologia , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Considerando-se que a dura o do exercício físico possa influenciar a hipotens o pós-exercício, testamos a hipótese de que o exercício submáximo mais prolongado provoca queda pressórica de maior magnitude e dura o que o exercício mais curto.MéTODOS: Protocolo experimental - 10 indivíduos realizaram duas sess es de exercício (25 e 45min) no cicloerg metro em 50%VO2 pico. Protocolo controle - 12 indivíduos permaneceram em repouso por 45min. A press o arterial (PA) foi aferida antes (20min) e após (90min) o exercício ou o repouso. RESULTADOS: Protocolo experimental - a PA sistólica diminuiu significantemente pós-exercício e essa queda foi maior e mais prolongada após 45min de exercício. A PA média e diastólica diminuíram significantemente pós-exercício e foram significantemente menores na sess o de 45min. Protocolo controle - a PA n o se alterou durante a sess o controle. CONCLUS O: O exercício físico de maior dura o provoca hipotens o pós-exercício maior e mais prolongada.
Injerto óseo del seno maxilar en la reparación de defectos craneofaciales específicos
José Manuel Díaz Fernández,. Ricardo Pérez Arredondo
Revista Cubana de Estomatolog?-a , 1998,
Abstract: Se realizó un estudio retrospectivo a 56 pacientes con defectos anatómicos específicos del complejo craneofacial, en los cuales se emplearon procedimientos reconstructivos con injerto óseo autógeno de la pared anterior del seno maxilar, en el Servicio de Cirugía Maxilofacial del Hospital Provincial "Saturnino Lora" de Santiago de Cuba, desde 1986 hasta 1994. Este tipo de injerto demostró ser seguro en la reparación de las fracturas del suelo orbitario con extensión máxima de 2 x 3 cm, así como en las deficiencias circunscritas del contorno facial en áreas tales como: frontal, pirámide nasal, cuerpo cigomático, apoyo cigomático maxilar, cuerpo mandibular, reborde orbital superior o inferior. La morbilidad posoperatoria fue mínima y la vía de acceso evita la incisión y cicatriz externa y previene complicaciones como el neumotórax, la perforación de la duramadre y la dificultad en la ambulación, a veces presentes en las áreas donantes tradicionales. A retrospective study was performed of 56 patients who had specific craniofacial defects which were treated with reconstructive methods with the autogenous bone graft of the anterior maxillar sinus wall in the Maxillofacial Surgery Service at "Saturnino Lora" Provincial Hospital in Santiago de Cuba province from 1986 to 1994. This type of grafting proved to be safe in the reconstruction of maximum 2 cm long 3 cm wide orbitary floor fractures and of facial configuration defects in such areas as front, nasal pyramide, zigomatic corpus, zigomatic maxillary support, corpus mandibullae, and upper or low orbitary fissure. The post-operation morbility was minimum as well as the access path that prevents the external acarf and complications like pneumothorax, perforation of dura mater and movement difficulties sometimes present in the traditional donor areas.
Bloqueio do nervo maxilar para redu o de fraturas do osso zigomático e assoalho da órbita  [cached]
Geier Karl Otto
Revista Brasileira de Anestesiologia , 2003,
Abstract: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Poucos relatos existem sobre redu o de fraturas da órbita zigomática e do arco zigomático sob anestesia regional. O objetivo deste estudo é verificar a qualidade do bloqueio do nervo maxilar por via extraoral, para redu o de fraturas do osso zigomático e do assoalho da órbita. MéTODO: Quinze pacientes foram submetidos à bloqueio do nervo maxilar pela técnica de Moore (abordagem infrazigomática) para redu o de fraturas isoladas do arco zigomático (oito pacientes) e associadas ao assoalho da órbita (sete pacientes). Nenhum paciente recebeu medica o pré-anestésica. Após seda o e anestesia local com 2 ml de lidocaína a 1,5% com adrenalina a 1:300.000, o nervo maxilar foi abordado com 8 ml da mesma solu o anestésica através de uma agulha 22G, 10 cm de comprimento de ponta romba. Foram avaliados: o tempo de bloqueio, a latência, o tempo de analgesia, a incidência de falhas, a necessidade de anestesia geral e as complica es. RESULTADOS: Os primeiros três bloqueios foram difíceis, resultando em dois bloqueios parciais e uma falha. Os restantes foram efetivos e os pacientes n o referiram nenhum desconforto ou dor durante o bloqueio e a cirurgia. O tempo para a realiza o do bloqueio variou de 5 a 20 minutos, enquanto a latência anestésica ficou entre 3 e 10 minutos. Foram registradas 7 ocorrências de pun o vascular, porém sem relatos de forma o de hematomas. CONCLUS ES: Redu o de fraturas zigomáticas s o factíveis sob bloqueio do nervo maxilar, quando realizadas na fossa ptérigo palatina, permitindo anestesia de seus dois ramos distais, nervo zigomático-temporal e nervo zigomático-frontal.
Quantidade e Dura o Silábicas em Português do Brasil  [cached]
CAGLIARI Luiz Carlos,MASSINI-CAGLIARI Gladis
DELTA: Documenta??o de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada , 1998,
Abstract: Análise das rela es existentes entre as predi es dos modelos fonológicos n o-lineares (em especial, o de Hayes, 1995) a respeito da quantidade das sílabas e a efetiva realiza o fonética dessas sílabas em termos de dura o, através da considera o de dados extraídos do Projeto "Gramática do Português Falado".
Nutri o materna e dura o da amamenta o em uma coorte de nascimento de Pelotas, RS  [cached]
Gigante Denise Petrucci,Victora Cesar G,Barros Fernando C
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Os efeitos da situa o nutricional materna sobre a dura o da amamenta o s o inconsistentes na literatura. O estudo realizado objetivou investigar esses efeitos em uma coorte de nascimentos hospitalares. MéTODOS: Foram estudadas 977 mulheres que tiveram filhos no ano de 1993, em Pelotas (representando 20% dos nascimentos ocorridos nesse ano). Os efeitos da situa o nutricional materna e de variáveis socioecon micas e demográficas sobre a prevalência de amamenta o aos seis meses de idade e sobre a dura o da amamenta o foram analisados pela regress o logística e de Cox, respectivamente. RESULTADOS: A análise multivariada mostrou que a prevalência de amamenta o foi mais alta entre mulheres que iniciaram a gesta o com 49 kg ou mais (RO = 1,31; IC95% 1,04 - 1,64), e a associa o com altura materna foi no limiar da significancia (p=0,06). A regress o de Cox mostrou um efeito protetor, no limiar da significancia, do maior peso pré-gestacional sobre o desmame (RR = 0,91; IC95% 0,82 -- 1,01). N o houve diferen a na dura o da amamenta o quanto à altura materna. O ganho de peso gestacional n o mostrou associa o com prevalência ou dura o da amamenta o. Idade materna, paridade, hábito de tabagismo e idade gestacional estiveram associadas significativamente com a amamenta o em ambas as análises. Renda familiar mostrou associa o com a prevalência de amamenta o aos seis meses e o peso ao nascer com a dura o da amamenta o. CONCLUS ES: Peso pré-gestacional foi um melhor preditor para dura o da amamenta o do que o ganho de peso gestacional.
Rela??o entre a dura??o da cessa??o tabágica e a inflama??o br?nquica na DPOC
Lapperre,T S; Postma,D S; Gosman,M M E; Snoeck-Stroband,J B; Hacken,N H T ten; Hiemstra,P S; Timens,W; Sterk,P J; Mauad,T; ,;
Revista Portuguesa de Pneumologia , 2006,
Abstract: foram estudados 114 doentes (99 homens) com dpoc, com uma idade média de 62 anos, carga tabágica de 42 uma e dura??o de exposi??o de 44 anos, todos fumadores ou ex-fumadores (42 doentes, critério de ex-fumador> 1 mês de cessa??o, mediana de 3,5 anos). no grupo dos fumadores 56% apresentavam queixas compatíveis com bronquite crónica (n?o é referida a dispneia), enquanto só 31% as referiam no grupo dos ex-fumadores. foram incluídos doentes com fev1> 1,3 l e> 20% de referência. assim todos os doentes estavam nos estádios ii e iii gold, os fumadores com fev1 pós-bd de 63,3%, reversibilidade de 6,9% e kco de 73% e os ex-fumadores com fev1 pós-bd de 62,5%, reversibilidade 6,8% e kco de 80%. os doentes incluídos n?o podiam ter feito um curso de corticóides orais nos 3 meses anteriores ou tratamento regular de corticóides inalados ou orais nos 6 meses anteriores. o estudo da inflama??o consistiu na colheita de 4 fragmentos de biópsia br?nquica das carinas dos segmentos dos lobos inferiores (em cada doente só retiradas do mesmo lado, alternando o direito e esquerdo por doente). nos fragmentos estudados foram analisadas a presen?a de plasmócitos, eosinófilos, mastócitos, macrófagos e linfócitos cd4 e cd8 (cd3 - total). dos resultados salienta-se: - fumadores vs ex-fumadores: os ex-fumadores tinham mais plasmócitos, cd3 e cd4 do que os fumadores. n?o existiram diferen?as nas outras células inflamatórias. após ajustamento para género, idade e obstru??o (fev1/ivc) os resultados mantiveram-se. - dura??o da cessa??o tabágica: foram encontradas diferen?as significativas para cd4, cd8 e rela??o cd8/cd3 entre fumadores e ex-fumadores (de curta e longa dura??o). os ex-fumadores de curta dura??o tinham cd4 e cd8 mais elevados que os fumadores. em contraste, os ex-fumadores de longa dura??o tinham menos cd8 que os de curta dura??o, menor cd8/cd3 que ex-fumadores de curta dura??o e fumadores e níveis mais altos de plasmócitos que os fumadores. - correla??o entre dura??o de exposi??o e in
Displasia fibrosa recidivante de antro maxilar com invas o de base do cranio  [cached]
Soares, Vítor Yamashiro Rocha,Silva, Thiago Oliveira e,Cunha, Rafael Levi Louchar Silva da,Costa, Kárlos Jader Sátiro de Mendon?a
Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , 2009,
Abstract: Introdu o: A displasia fibrosa é uma les o óssea com etiologia ainda desconhecida. Caracteriza-se pela incapacidade de matura o óssea. Pode acometer qualquer osso, mas é o acometimento dos ossos craniofaciais o de maior interesse na otorrinolaringologia. A maxila é o osso facial mais afetado, sendo a invas o orbitária um evento incomum. Os sintomas s o inespecíficos e, pela baixa suspei o e raridade, o diagnóstico é geralmente tardio. A forma monostótica apresenta crescimento lento e curso assintomático, necessitando apenas de acompanhamento. O tipo poliostótico possui um comportamento progressivo e associa-se a recorrência e complica es. Objetivo: Apresentar dois casos de pacientes com diagnóstico de displasia fibrosa, discutindo a apresenta o clínica, os achados radiológicos e o tratamento desta patologia. Relato do Caso: S o relatados dois casos de displasia fibrosa que inicialmente apresentaram sintomatologia inespecífica, mas com sinais radiológicos característicos. Foram submetidos a tratamento cirúrgico para ressec o das les es e evoluíram com recidivas frequentes com acometimento extenso de seios da face, sendo que em um paciente ocorreu invas o de base do cranio havendo necessidade de craniotomia frontal para excis o tumoral. Conclus o: A displasia fibrosa é uma osteopatia incomum. A tomografia é o método de elei o na caracteriza o da expans o tumoral, auxiliando no planejamento cirúrgico. A estratégica cirúrgica está indicada em les es sintomáticas, altera es funcionais ou distor es anat micas. O presente artigo descreve duas raras apresenta es de displasia fibrosa recidivante com extenso acometimento de antro maxilar, seios etmoidais e esfenoidais, além de invas o orbitária e base do cranio.
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