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Três ciclos de sele o entre e dentro de progênies de meios-irm os na popula o de milho CMS-52
CARVALHO HéLIO WILSON LEMOS DE,LEAL MARIA DE LOURDES DA SILVA,GUIMAR?ES PAULO EVARISTO DE OLIVEIRA,SANTOS MANOEL XAVIER DOS
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Três ciclos de sele o entre e dentro de progênies de meios-irm os foram praticados na popula o de milho (Zea mays L.) de alta qualidade protéica CMS-52, nos tabuleiros costeiros dos estados de Sergipe e Bahia, no período de 1995 a 1997, visando à obten o de uma popula o melhor adaptada às condi es edafoclimáticas da regi o. As progênies foram avaliadas em látice simples 14 x 14, com recombina o das progênies superiores, dentro do mesmo ano agrícola, de modo a se obter um ciclo por ano. Os valores dos parametros genéticos decresceram do ciclo original para o ciclo I, mantendo-se no ciclo II com magnitudes semelhantes ao ciclo I. As altas magnitudes desses parametros genéticos, as altas médias de produtividades das progênies, e o ganho médio esperado com a sele o entre e dentro de progênies, por ciclo de sele o (12,3%), mostram o grande potencial da popula o em responder à sele o, o que permitirá a obten o de uma popula o mais produtiva e melhor adaptada às condi es edafoclimáticas da regi o. A magnitude da intera o progênies x locais evidenciou a importancia de se avaliarem as progênies em mais de um local, para melhorar a eficiência do processo seletivo e obter estimativas mais consistentes dos componentes da variancia.
Predi o de ganho genético com diferentes índices de sele o no milho pipoca CMS-43
Granate Maria José,Cruz Cosme Dami?o,Pacheco Cleso Ant?nio Patto
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: O melhoramento simultaneo da capacidade de expans o e da produtividade no milho pipoca s o dificultados por causa da correla o negativa entre as duas características, mas o uso de índices de sele o permite contornar essa dificuldade. Em 1997/1998 foram avaliadas 166 famílias de meios-irm os do composto de milho pipoca (Zea mays L.) CMS-43, na Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo, em Sete Lagoas, MG, no delineamento em blocos casualizados. Os índices de sele o empregados para predizer os ganhos por sele o foram os de Smith e Hazel, Pesek & Baker, Elston e de Williams. O índice de sele o de Smith e Hazel permitiu a predi o de ganhos superiores em maior número de caracteres; com o índice de sele o de Williams n o se verificou nenhum dado significativo. O uso de índices de sele o é adequado porque permite a predi o de ganhos simultaneos nas duas principais características.
Tamanho da amostra para avalia o de famílias de meios-irm os de milho
PALOMINO EDWIN CAMACHO,RAMALHO MAGNO ANT?NIO PATTO,FERREIRA DANIEL FURTADO
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo verificar o efeito do número de plantas por parcela na avalia o de famílias de meios-irm os de milho. Para isso, 25 famílias da popula o CMS-39 foram avaliadas utilizando um látice 5 x 5 com duas repeti es. Cada parcela era constituída por três linhas com 10 m de comprimento. Cada parcela foi subdividida em estratos de 1 m com cinco plantas; associando os estratos contíguos, foi possível obter número de plantas por parcela, que variou de 5 a 135. Utilizando esses diferentes tamanhos de parcelas, foram realizadas 270 análises de variancia quanto ao caráter peso da espiga despalhada. A partir dessas análises, foram estimados os parametros genéticos e fenotípicos com os seus respectivos erros e simulando o ganho esperado com a sele o. Constatou-se que quanto maior o número de plantas, mais precisos foram os experimentos; as parcelas contendo o mesmo número de plantas, porém distribuídos em duas ou três linhas, propiciam maior precis o experimental; o ganho esperado com a sele o decresce com o aumento do número de plantas utilizadas, por parcela.
Avalia o de progênies de meios-irm os da popula o de milho CMS-453 no Nordeste brasileiro  [cached]
CARVALHO HéLIO WILSON LEMOS DE,GUIMAR?ES PAULO EVARISTO DE OLIVEIRA,LEAL MARIA DE LOURDES DA SILVA,CARVALHO PAULO CéSAR LEMOS DE
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Três ciclos de sele o entre e dentro de progênies de meios-irm os foram realizados na popula o de milho Zea mays L. CMS-453, de alta qualidade protéica, no período de 1995 a 1997, no Nordeste brasileiro, visando à obten o de um material mais produtivo, melhor adaptado, portador de caracteres agron micos desejáveis, com altos teores de triptofano e lisina na proteína, para divulga o na regi o. As 196 progênies de cada ciclo foram avaliadas em látice 14 x 14, com duas repeti es, e realizaram-se as recombina es das progênies selecionadas, dentro do mesmo ano agrícola, de modo a se obter um ciclo/ano. As magnitudes das estimativas dos parametros genéticos decresceram do ciclo original para o ciclo I de sele o, registrando-se um acréscimo do ciclo I para o ciclo II. Os altos valores dessas magnitudes, associados às altas médias de produtividade das progênies e aos ganhos médio esperado e obtido com a sele o entre e dentro de progênies, por ciclo de sele o de 11,62% e 3,0% respectivamente, evidenciam o grande potencial da popula o em responder à sele o, o que permitirá a obten o de um material mais produtivo e melhor adaptado às condi es edafoclimáticas da regi o. Os teores de triptofano e lisina na proteína, na média dos três ciclos de sele o foram de 0,88% e 3,91%, respectivamente, o que confere alta qualidade protéica à popula o CMS-453.
Correla es entre caracteres agron micos em dois ciclos de sele o recorrente em milho-pipoca  [cached]
Daros Máskio,Amaral Júnior Antonio Teixeira do,Pereira Messias Gonzaga,Santos Fabrício Santana
Ciência Rural , 2004,
Abstract: Com o propósito de monitorar o comportamento de blocos gênicos em diferentes gera es de sele o recorrente em milho pipoca, quantificaram-se as correla es fenotípica, genotípica e de ambiente entre caracteres agron micos, em dois ciclos de sele o recorrente. O primeiro ciclo foi formado por famílias de irm os completos e o segundo ciclo por famílias S1. Embora n o significativa, em ambos os ciclos, houve correla o genotípica negativa entre capacidade de expans o e rendimento de gr os. Para o segundo ciclo, as maiores magnitudes de correla o genotípica positiva ocorreram entre rendimento de gr os, número de espigas sadias e estande, indicando a possibilidade de sucesso na sele o de uma ou outra, com base no rendimento de gr os. Embora n o significativa e em baixa magnitude, houve acréscimo da correla o genotípica entre rendimento de gr os e capacidade de expans o do primeiro para o segundo ciclo, denotando aumento na concentra o de alelos favoráveis na popula o.
AVALIA O GENéTICA DE PROGêNIES DE MEIO-IRM OS DE Eucalyptus urophylla UTILIZANDO OS PROCEDIMENTOS REML/BLUP E E(QM)
Maria das Gra?as de Barros Rocha,Ismael Eleotério Pires,Aloisio Xavier,Cosme Dami?o Cruz
Ciência Florestal , 2006,
Abstract: Realizou-se avalia o genética em cinco testes de progênies de meio-irm os de Eucalyptus urophylla S. T. Blake procedentes da Indonésia, com o uso dos procedimentos REML/BLUP (máxima verossimilha a restrita/melhor predi o linear n o-viesada) e pelo método dos quadrados mínimos E (QM). Os ensaios foram estabelecidos separadamente por procedência, sendo o delineamento experimental em blocos casualizados, com cinco repeti es e parcelas lineares de seis plantas, no espa amento 3,0 x 2,0 metros, em Guanh es, MG. Nos cinco testes avaliados aos 58 meses de idade, para a característica diametro à altura do peito (DAP), apresentaram valores dentro dos padr es da espécie, além de exibir variabilidade genética significativa, pelo teste F a 1% de probabilidade. Os coeficientes de varia o genética aditiva apresentaram valores maiores no teste TP-71 originado de Wetar e no TP-68 originado de Alor, e nos outros testes apresentaram valores similares para a característica diametro à altura do peito (DAP). Os ganhos de sele o foram estimados na ordem de 12,8; 22,9; 9,5; 21,0 e 25,3% e tamanho efetivo populacional (Ne) na ordem de 60,2; 58,0; 131,8; 167,9 e 224,1 para ao testes TP-67, TP-68, TP-69, TP-70 e TP-71 respectivamente. O ganho de sele o no Pomar de Sementes Clonal (PSC) foi de 26,8 % com a sele o dos 21 indivíduos portadores dos maiores valores genéticos aditivos. Nos dois procedimentos, máxima verossimilhan a restrita (REML) e esperan a de quadrados mínimos E(QM), os valores dos parametros genéticos foram semelhantes, exceto entre familias, em que o procedimento REML proporcionou valores mais elevados com acurácia superior a 70% em todas as popula es, mostrando-se como ferramenta apropriada para esse fim.
Efeito de tipos de acasalamentos e raz es sexuais na sele o baseada no BLUP  [cached]
Cunha Elizangela Emídio,Euclydes Ricardo Frederico,Torres Robledo de Almeida,Lopes Paulo Sávio
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Diferentes tipos de acasalamentos foram avaliados, por meio de dados simulados, em popula es submetidas à sele o com base no BLUP, durante 50 gera es. Considerou-se uma característica quantitativa de herdabilidade 0,10 e a seguinte estrutura das popula es de sele o: valores de raz o sexual: 10, 20, 25 e 50; números de machos selecionados por gera o: 10, 5, 4 e 2; tamanhos efetivos de popula o: 36,36; 19,05; 15,38; e 7,84, respectivamente. Em cada valor de raz o sexual, as popula es foram acasaladas segundo um dos tipos de acasalamentos: acasalamentos preferenciais de meios-irm os e irm os completos, acasalamentos preferenciais entre meios-irm os, acasalamentos ao acaso, exclus o de acasalamentos entre irm os completos e exclus o de acasalamentos de meios-irm os e irm os completos. Os parametros genéticos avaliados foram valores fenotípicos médios e consangüinidade média por gera o. No menor valor de raz o sexual, observou-se melhor desempenho fenotípico de todos os tipos de acasalamentos. Os tipos de acasalamentos que n o permitiram acasalar irm os proporcionaram maiores ganhos fenotípicos e foram os mais efetivos no controle da consangüinidade, no curto prazo, embora n o tivessem impedido seu aumento e acúmulo, ao longo das gera es.
Emprego de modelos gráficos na sele o de genitores de milho para hibridiza o e mapeamento genético  [cached]
Vieira Eduardo Alano,Zimmer Paulo Dejalma,Oliveira Antonio Costa de,Carvalho Fernando Irajá Félix de
Ciência Rural , 2005,
Abstract: A dissimilaridade genética estimada por meio de marcadores moleculares, quando acompanhada de informa es fenotípicas, é importante para a sele o de genótipos para o melhoramento e o mapeamento genético. Desta forma, os objetivos deste estudo foram: i) estimar a dissimilaridade genética entre 30 linhagens de milho contrastantes para a tolerancia ao encharcamento; ii) selecionar genitores para mapeamento e melhoramento genético; iii) comparar diferentes métodos de visualiza o gráfica das distancias. Foram utilizados 21 iniciadores de RAPD. A dissimilaridade genética foi estimada por meio do complemento do coeficiente de similaridade de Dice, posteriormente foi construído um dendrograma pelo método de agrupamento da distancia média e calculado o coeficiente de correla o cofenética entre a matriz de dissimilaridade e o dendrograma gerado. O complemento da matriz de similaridade foi submetido também à análise de componentes principais e de escala multidimensional. Para ambas as análises, foi testada a eficiência das proje es, por meio da correla o entre as distancias originais e as representadas nos gráficos. As técnicas de agrupamento n o revelaram um bom ajuste entre as distancias apresentadas graficamente e a matriz original de distancias, com correla es de 0,70, 0,53 e 0,75 para o dendrograma, componentes principais e análise de escala multidimensional, respectivamente. Dentre as técnicas de agrupamento empregadas, a que atendeu de forma mais precisa aos objetivos do trabalho foi a análise multidimensional, uma vez que esta, além de apresentar a maior correla o com a matriz original de distancias, preservou as distancias entre todos os pares de genótipos. Além disso, esta técnica é a mais indicada quando o objetivo do trabalho é a defini o de cruzamentos, pois ela permite uma observa o mais fácil das distancias entre todos os pares de genótipos.
Oscila o genética em popula es submetidas a métodos de sele o tradicionais e associados a marcadores moleculares  [cached]
Carneiro Paulo Luiz Souza,Malhado Carlos Henrique Mendes,Euclydes Ricardo Frederico,Torres Robledo de Almeida
Revista Brasileira de Zootecnia , 2006,
Abstract: Com o objetivo de avaliar o efeito da oscila o genética em popula es sob sele o com diferentes tamanhos efetivos, foram simulados dados utilizando-se o programa GENESYS. A sele o foi praticada durante 20 gera es consecutivas, com base na sele o individual (SI) e nos valores genéticos preditos pelo BLUP Clássico (BLUP) e pelo BLUP Marcadores (BLUPM), com 30 repeti es. A matriz de similaridade adotada no BLUP Marcadores foi obtida utilizando-se 100 marcadores moleculares do tipo microssatélite, por meio de um coeficiente de similaridade correspondente à distancia euclidiana média para dados quantitativos. Foram simuladas seis popula es de sele o, correspondendo a dois tamanhos efetivos (18,18 e 66,66) e três sistemas de acasalamento dos reprodutores selecionados (reprodutores acasalados ao acaso, exclus o de irm os completos e exclus o de irm os completos e meio-irm os). O parametro avaliado foi o valor fenotípico médio. Observou-se grande varia o nos valores fenotípicos obtidos pelos métodos, em raz o da oscila o genética, principalmente para a sele o baseada nos valores genéticos preditos pelo BLUP e BLUPM e para as popula es com tamanho efetivo menor (18,18). Os resultados sugerem que, em programas de melhoramento que utilizam pequenas popula es sob sele o, os resultados podem ser influenciados pela oscila o genética, podendo apresentar grandes varia es nos ganhos genéticos.
Mapeamento de QTL em famílias de irm os completos por meio de modelos aleatórios
Silva M.V.G.B,Martinez M.L.,Torres R.A.,Lopes P.S.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2004,
Abstract: Foi realizado um estudo por meio de simula o para avaliar a eficiência e o poder dos modelos aleatórios na estima o da localiza o e dos componentes de variancia relativos a dois QTLs presentes no mesmo cromossomo, posicionados no mesmo intervalo, em intervalos adjacentes ou n o. Admitiram-se diferentes tamanhos e números de famílias de irm os completos e variancias dos QTLs, em característica com herdabilidade igual a 0,25. A estima o dos parametros foi obtida por meio do método da máxima verossimilhan a, baseado no quadrado da diferen a de pares de irm os, sob mapeamento por intervalo. As propor es de genes idênticos por descendência (IBD) dos QTLs foram estimadas a partir da propor o IBD de dois marcadores flanqueadores. Os fatores que mais influenciaram as estimativas dos parametros foram a propor o da variancia atribuída aos QTLs e o número e o tamanho das famílias. Com número suficiente de famílias e de indivíduos nas famílias e altas propor es de variancia genética, o modelo aleatório pode detectar QTLs com alto poder, apresentando estimativas das posi es com boa acurácia.
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