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OTIMIZA O DE MEIO DE CULTURA PARA A BANANEIRA (Musa cavendishii L.)  [cached]
SOUZA G.M,GON?ALVES A.N
Scientia Agricola , 1996,
Abstract: Através dos dados de concentra o de nutrientes minerais da bananeira, formulou-se um meio de cultura específico para Musa cavendishii var. nanic o. Os resultados indicaram aumento das taxas de multiplica o mesmo com redu o das concentra es de 6 - benzilaminopurin.
CONTROLE DE BACTéRIAS CONTAMINANTES EM EXPLANTES DE BANANEIRA (Musa AAA cv. CAIPIRA) BACTERIAL CONTAMINATION CONTROL IN BANANA EXPLANTS (Musa AAA cv. CAIPIRA)  [cached]
Juliana Domingues Lima,Wilson da Silva Moraes
Pesquisa Agropecuária Tropical , 2007, DOI: 10.5216/pat.v36i3.2045
Abstract: Esse trabalho teve por objetivo testar métodos de controle de contamina o bacteriana no processo de multiplica o in vitro de bananeira (Musa AAA cv. Caipira), utilizando-se hipoclorito de sódio (NaOCl), antibiótico rifampicina e suas combina es. N o houve oxida o excessiva dos explantes após a imers o em NaOCl ou rifampicina. O melhor tratamento para explantes recém isolados foi imers o em NaOCl a 1% (v/v), durante dez minutos, seguido da imers o em 300 mg L-1 de rifampicina, durante vinte minutos. Após a contamina o, o melhor tratamento também foi a imers o em NaOCl a 1% (v/v), durante dez minutos, seguido da imers o em 300 mg L-1 de rifampicina, durante 24 horas no escuro. A maior eficiência no controle da contamina o foi obtida com a imers o prévia dos explantes em NaOCl a 5% (v/v), durante vinte minutos, e 300 mg L-1 de rifampicina, durante vinte minutos, com subseqüente cultivo em meio de cultura contendo 100 mg L-1 de rifampicina. Este tratamento, porém, provocou uma significativa redu o na multiplica o dos explantes. N o foram observadas anormalidades nos explantes ou plantulas cultivadas em meio de cultura contendo rifampicina. PALAVRAS-CHAVE: Cultura de tecidos; bananeira; bactérias. Bacterial contamination control methods were evaluated in in vitro multiplication of banana plants (Musa AAA cv. Caipira), using NaOCl, rifampicin antibiotic and their combinations. It was not observed excessive explant oxidation after the immersion in NaOCl or rifampicin. The best treatment for recently isolated explants was the immersion in 1% (v/v) NaOCl for ten minutes, followed by immersion in 300 mg L-1 rifampicin for twenty minutes. After contamination, the best treatment was the immersion in 1% NaOCl for ten minutes, followed by immersion in 300 mg L-1 rifampicin for twenty four hours in the dark. The highest contamination control efficiency was obtained with prior immersion of explants in 5% (v/v) NaOCl for twenty minutes, followed by immersion in 300 mg L-1 rifampicin for twenty minutes, and growing in culture medium containing 100 mg L-1 rifampicin. This treatment, however, reduced significantly the explant multiplication. No abnormalities were observed in the explants or plantlets growing in rifampicin-containing culture medium. KEY-WORDS: Tissue culture; banana plant; bacteria; NaOCl; rifampicin.
Características pós-colheita de frutos de genótipos de bananeira (Musa spp.)
Cerqueira Reginaldo Concei??o,Silva Sebasti?o de Oliveira,Medina Valdique Martins
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: O conhecimento das características pós-colheita de novos híbridos de bananeira é uma importante informa o que auxilia o melhorista em sua tomada de decis o. Este trabalho teve como objetivo avaliar genótipos de bananeira com rela o às características de pós-colheita e resistência ao desprendimento do fruto. Foram utilizados frutos da segunda penca de 16 híbridos (Calipso, Bucaneiro, Ambrosia, YB42-21, PV42-53, PV42-68, PV42-81, PV42-85, PV42-129, PV42-142, PV42-143, ST12-31, ST42-08, PV03-44, FHIA-03 e SH 3640) e quatro cultivares (Pacovan, Prata Comum, Nam e Figue Pomme Naine), que foram avaliadas quanto ao peso, comprimento, circunferência, rela o polpa/casca, resistência ao desprendimento, firmeza, sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT), rela o SST/ATT e tempo de amadurecimento. Empregou-se um delineamento inteiramente casualizado, com cinco repeti es para todas as características, exceto para a firmeza do fruto em que se utilizaram dez repeti es. A unidade experimental foi constituída de um único fruto. Os dados foram submetidos à analise de variancia e as médias comparadas pelo Teste Scott & Knott, a 5% de probabilidade. A cultivar Nam apresentou a menor acidez titulável e a maior rela o SST/ATT, enquanto a maior firmeza do fruto foi apresentada pelos híbridos PV42-81 e PV42-53. Os frutos mais pesados foram do híbrido SH 3640, e os mais compridos foram dos híbridos Bucaneiro e PV42-81. Os híbridos PV42-85 e ST42-08 apresentaram maior resistência ao desprendimento, n o diferindo da 'Pacovan'. No entanto, superaram a 'Prata Comum', que obteve a menor resistência. Os genótipos 'Nam', PV42-143 e PV42-129 apresentaram maior tempo de matura o após a colheita quando comparados, principalmente, à 'Prata Comum'. A 'Nam' deve ser considerada como uma nova alternativa na produ o de banana. O SH3640, híbrido da Prata An , pode ser recomendado como nova cultivar. Os híbridos da Prata S o Tomé (ST42-08) e Pacovan (PV42-85, PV42-81, PV42-68, PV42-53, PV42-129 e PV42-143) podem substituir as cultivares Prata Comum e Pacovan nos sitemas produ o.
CRESCIMENTO E OXIDA O DE EXPLANTES DE BANANEIRA-PRATA (Musa AAB) IN VITRO: I. CONCENTRA ES DE SAIS DE FERRO, COBRE E ZINCO
UTINO SERGIO,CARNEIRO IRAíDES FERNANDES,CHAVES LáZARO JOSé
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Este experimento teve como objetivo avaliar a influência de diferentes concentra es de ferro, cobre e zinco do meio MS (MURASHIGE & SKOOG, 1962) no controle da oxida o de explantes iniciais de bananeira-Prata (Musa AAB). Foram utilizadas três concentra es (100, 50 e 0 miM) de FeEDTA, duas concentra es (0,1 e 0miM) de (CuSO4).5H2O e duas concentra es (30 e 0miM) de (ZnSO4).7H2O, num delineamento inteiramente casualizado, arranjado em um fatorial completo 3 x 2 x 2, utilizando-se de 15 repeti es. ápices caulinares foram inoculados em meio MS modificado e, decorridos 28 dias após a inocula o, avaliaram-se a massa de matéria fresca, altura e grau de oxida o. Observou-se que esses micronutrientes s o essenciais para o crescimento dos explantes e que a concentra o de ferro influencia na oxida o de explantes, sendo que maiores graus de escurecimento foram observados nas concentra es mais elevadas. A redu o ou retirada destes elementos do meio MS, isoladamente ou em combina es, n o foi suficiente para eliminar a oxida o dos explantes.
OTIMIZA??O DE MEIO DE CULTURA PARA A BANANEIRA (Musa cavendishii L.)
SOUZA, G.M;GON?ALVES, A.N;
Scientia Agricola , 1996, DOI: 10.1590/S0103-90161996000100007
Abstract: from the mineral nutrient content of the banana plant a specific growth medium was developed for musa cavendishii var. nanic?o. the results showed an increase in the multiplication rate even with the reduction of the 6 - benzilaminopurin concentration.
CRESCIMENTO E OXIDA O DE EXPLANTES DE BANANEIRA PRATA (Musa AAB) IN VITRO: IV. CONCENTRA ES DE SAIS, áCIDOS ASCóRBICOS E FREQüêNCIA DE SUBCULTIVOS
UTINO SERGIO,CARNEIRO IRAíDES FERNANDES,CHAVES LáZARO JOSé
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Avaliaram-se diferentes concentra es de sais do meio MS (Murashige & Skoog, 1962), freqüência de subcultivos e adi o de ácido ascórbico ao meio de cultura, objetivando o controle da oxida o de explantes de bananeira-'Prata' (Musa AAB) na fase de estabelecimento. Os tratamentos constituíram-se das dilui es dos sais do meio MS (100%, 50% e 33,33%), subcultivos (a cada 7 dias, a cada 14 dias e a cada 28 dias) e ácido ascórbico (0 e 25 mg L-1). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, cujos tratamentos foram arranjados em um fatorial 3 x 2 x 2. Utilizaram-se 15 repeti es. As avalia es relativas à massa da matéria fresca, altura e oxida o foram feitas aos 28 dias após a inocula o. Quando o período de subcultivos foi maior (28 dias), o crescimento em massa da matéria fresca foi reduzido em fun o da redu o da concentra o de sais do meio MS. Para meios de cultura menos concentrados e freqüência maiores de subcultivos, n o houve necessidade da adi o do ácido ascórbico para a redu o do escurecimento e houve uma tendência de maior crescimento em massa dos explantes.
COMPORTAMENTO FISIOLóGICO IN VITRO DE BANANEIRA (Musa sp., AAA e AAB) cvs. NANICA E PRATA AN : INFLUêNCIA DE DIFERENTES NíVEIS DE POTáSSIO  [cached]
Zaidan Humberto Actis,Oliveira Enio Tiago de,Gallo Luiz Antonio,Crocomo Otto Jesu
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: Nas abordagens biotecnológicas de propaga o de plantas, os meios de cultura devem ter uma composi o química adequada à essa finalidade permitindo a otimiza o da produ o. Como a bananeira (Musa sp.) é exigente em potássio, a busca do nível adequado desse macronutriente envolve n o somente o comprometimento com o nível dos outros nutrientes (balan o i nico), mas também a rela o entre eles. Para acompanhar os efeitos fisiológicos dos vários teores de K, explantes caulinares dos cvs. "Nanica" e "Prata An " foram cultivados em meio MS modificado, em presen a de BAP (2,5 mg/L), sacarose, vitaminas e agar, em seis diferentes concentra es de K: 5, 10, 15, 20, 25 e 30 mM, sendo 20 mM a concentra o de K no MS básico. Foram feitas análises de massa de matéria seca (MMS), K na parte aérea, raiz e plantulas inteiras, e determinado o número de plantulas, aos 90 dias de idade. Após início de cultivo todos os parametros foram analisados segundo um delineamento inteiramente casualizado. As plantulas que se desenvolveram em baixas concentra es de K apresentaram sintomas visuais de deficiência de K, como clorose e necrose nas folhas mais velhas. Os cultivares apresentaram diferen as quantitativas entre si, relacionados à concentra o de K presente no meio de cultura, seja em rela o aos valores de MMS, ou quanto ao número de plantulas formadas. Em ambos os cultivares, foi observada uma rela o direta entre o desenvolvimento de plantulas e as concentra es de K com otimiza o ao redor de 15 a 20 mM de K.
Enraizamento in vitro de mudas micropropagadas de bananeira (Musa sp.) em diferentes meios de cultivo
Camolesi, Mara Rubia;Martins, Adriana Novais;Souza, Lara Daniela de;Saconi, Cibelle Garcia;
Ciência e Agrotecnologia , 2010, DOI: 10.1590/S1413-70542010000600013
Abstract: the objective of this study was to evaluate the process of in vitro rooting of micropropagated seedlings of 'nanic?o jangada' (aaa), 'nanic?o grande naine' (aaa) and 'ma??' (aab) banana cultivars (musa sp.) using semi-solid and liquid media. plantlets originated from micropropagated meristems removed from seedlings collected in banana trade in the médio paranapanema region, state of s?o paulo were used. two treatments were tested: liquid medium without the addition of jelling agent and a semi-solid medium with 7 g l-1 agar. the statistical design was completely randomized, each treatment was set for 30 flasks containing 6 seedlings per flask. after 30 days, the seedlings were removed from flask, and the following parameters were assessed: length of the longest root, the total number of roots, the total number of leaves and plant height. fifty seedlings were evaluated per treatment. the results demonstrate that the 3 cultivars evaluated showed better root development in semi-solid medium, however, the number of roots was higher in liquid medium, mostly for 'ma??' cultivar. the total number of leaves per seedling was higher, generally in semi-solid medium, while plant height was higher in liquid medium. the 'ma??' cultivar presented the largest differences between the semi-solid and liquid media in all parameters evaluated.
Variabilidade genética de genótipos de bananeira (Musa spp) submetidos ao estresse salino
Gomes, Eline W. F.;Willadino, Lilia;Martins, Luiza S. S.;Silva, Sebasti?o de O. e;Camara, Terezinha R.;
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental , 2005, DOI: 10.1590/S1415-43662005000200004
Abstract: brazil is the second lagest banana producer. the state of pernambuco has presented the greatest expansion of banana cultivation in the irrigated perimeters of the s?o francisco valley. in these areas, however, there are frequent problems with high salt content in the soil, which could turn out to be a major limiting factor to its cultivation. the utilization of cultivars tolerant to saline conditions is a rather viable alternative. thus, identifying genotypes that adapt to the saline soil in the northeast region is fundamental for the genetic improvement. the objective of this study was to utilize molecular markers, obtained by the amplification of dna via pcr with rapd primers, in order to assess the genetic variability among ten banana genotypes (musa spp): pacovan, nanic?o, caipira, fhia18, calcuttá, sn/2, borneo, m-53, microcarpa and lidi, correlating their tolerance to saline stress. twenty five primers were tested. the d0142a07 primer generated the greatest number of polymorphic loci, while the d0142b05 generated the lowest. in general, polymorphism generated with the dna markers showed that, despite the narrow genetic base of those formed by the same genomic group, the banana genotypes exhibited a relatively high genetic variability. the varieties of higher tolerance to saline stress, such as pacovan and sn/2, proved to be genetically distant when compared to the most salt sensitive, such as calcuttá and lidi.
ESTUDO DO PRIMEIRO CICLO PRODUTIVO DA BANANEIRA `NANIC O' (Musa sp.) DESENVOLVIDA A PARTIR DE DIFERENTES TIPOS DE MUDA  [cached]
SCARPARE FILHO J.A.,MINAMI K.,KLUGE R.A.,TESSARIOLI NETO J.
Scientia Agricola , 1998,
Abstract: Para avaliar o primeiro ciclo produtivo de bananeira `Nanic o' foram utilizados 5 tipos de muda: "chifrinho" e "chifr o" (brota es laterais com folhas lanceoladas), "guarda-chuva" (brota es separadas da planta m e, com folhas normais), peda os de rizoma e mudas micropropagadas. Foram avaliados o peso dos cachos, o número de pencas, o número de frutos por cacho e número de dias decorridos do plantio até a colheita. Os melhores desempenhos foram obtidos com as mudas "chifrinho" e "chifr o", que apresentaram maior equilíbrio das variáveis estudadas. As mudas constituidas de peda os de rizoma, embora com uma produ o alta, mostraram-se tardias no primeiro ciclo. O pior desempenho foi verificado nas mudas micropropagadas, com produ es inferiores aos demais tratamentos, apresentando primeiro ciclo tardio e alta taxa de varia o somaclonal.
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