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Produ o de leite e comportamento de amamenta o em cinco sistemas de produ o de gado de corte  [cached]
Espasandin Ana Carolina,Packer Irineu Umberto,Alencar Maurício Mello de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Foram estudados a produ o de leite de vacas Nelore e o comportamento de amamenta o em diferentes sistemas de produ o: NR-Nelore Referência, sob manejo extensivo (manejo tradicional); NI-Nelore, sob manejo intensivo; e três cruzamentos CN-Canchim x Nelore, AN-Angus x Nelore e SN-Simental x Nelore, sob manejo intensivo. Em três momentos da lacta o (60, 120 e 180 dias após o parto), foram medidos, nos bezerros, o número e a dura o das mamadas, o ganho diário de peso (kg/dia) e o peso à desmama. O momento da lacta o e a intera o sistema de produ o x momento da lacta o apresentaram efeito significativo sobre a produ o de leite. A produ o de leite n o apresentou corrrela o com o comportamento de amamenta o nem com o ganho de peso dos bezerros dos diferentes sistemas de produ o. Condi es deficientes de alimenta o n o resultaram em menores produ es de leite de vacas Nelore, mas sim em acentuadas perdas de peso (80 kg) durante a esta o de monta no sistema NR. O tempo diário de amamenta o apresentou diminui es significativas no sistema extensivo com o decorrer da lacta o, enquanto os sistemas intensivos n o mudaram ou aumentaram os minutos de amamenta o por dia. Para as condi es nas quais o experimento foi desenvolvido, os bezerros cruzados apresentaram os melhores desempenhos durante a fase pré-desmama, em compara o com os bezerros Nelore.
Características da lacta o de vacas Hereford criadas em um sistema de produ o extensivo na regi o da campanha do Rio Grande do Sul
Pimentel Marcelo Alves,Moraes José Carlos Ferrugem,Jaume Carlos Miguel,Lemes Jaqueline Schneider
Revista Brasileira de Zootecnia , 2006,
Abstract: A produ o de leite de vacas Hereford primíparas e multíparas manejadas sobre campo nativo foi estudada utilizando-se 144 lacta es em um período de quatro anos (1995, 1998, 2000, 2001). A estimativa da produ o de leite foi realizada em intervalos de 21 dias pela técnica da pesagem antes e após a mamada, do nascimento à desmama (189 dias). Foram considerados os fatores fixos ano, ordem de parto, prenhez, sexo do bezerro e ra a do touro. As vacas multíparas produziram mais leite (8,27+0,26) que as primíparas (5,81+0,25 kg dia-1) no pico de lacta o (42 dias). A produ o total de leite em multíparas também foi superior (158,34+25,51) à das primíparas (915,44+24,47 kg). A produ o de leite n o foi influenciada pelos demais fatores. A maior produ o de leite durante o pico de lacta o consiste na principal diferen a entre as curvas de lacta o de vacas multíparas e primíparas, que, no entanto, apresentam amplitude de produ o de leite similar nas condi es estudadas. O leite fornece a energia suficiente para atender às exigências de manten a e ganho dos bezerros durante os dois primeiros meses da lacta o e, apenas para manten a, até o quarto mês de lacta o.
Conhecimentos maternos sobre amamenta o entre puérperas inscritas em programa de pré-natal  [cached]
Sandre-Pereira Gilza,Colares Luciléia Granhen Tavares,Carmo Maria das Gra?as Tavares do,Soares Eliane de Abreu
Cadernos de Saúde Pública , 2000,
Abstract: O objetivo deste estudo foi conhecer o nível de informa o sobre amamenta o entre as mulheres que participam do programa de pré-natal na Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A amostra totalizou 135 puérperas que responderam a questionário estruturado, contendo perguntas objetivas sobre aspectos práticos e teóricos do aleitamento materno. Os resultados mostraram que as mulheres iniciaram o pré-natal, em média, com 16 semanas de gravidez e realizaram cerca de oito consultas. Dentre elas, 53,3% afirmaram ter recebido informa es sobre aleitamento materno durante o acompanhamento pré-natal e a informa o mais lembrada por 22,2% foi a de amamentar até os seis meses de vida do bebê. Quanto ao momento ideal para a primeira mamada, 50,4% consideraram ser logo após o parto e 47,4% apontaram o leite materno como benéfico para proteger o bebê contra doen as. Embora as m es tenham conhecimentos básicos sobre aleitamento materno, quest es como o momento ideal para a primeira mamada, a importancia do colostro e aspectos nutricionais relacionados à nutriz ainda precisam ser melhor esclarecidos durante o pré-natal e no período pós-parto imediato.
Amamenta o e sexualidade  [cached]
Sandre-Pereira Gilza
Revista Estudos Feministas , 2003,
Abstract: O presente artigo trata a quest o da amamenta o e sua rela o com a sexualidade dentro de uma abordagem antropológica, a partir de entrevistas realizadas com homens e mulheres no Brasil e na Fran a. Na sociedade ocidental moderna, a dupla fun o - maternal e erótica - dos seios femininos e as representa es que homem e mulher fazem da maternidade aparecem como a base de altera es importantes na sexualidade do casal durante o período de aleitamento materno. O leite materno é investido de um forte aspecto simbólico em diferentes culturas, e a amamenta o ultrapassa, assim, o quadro biológico e nutricional. O leite, entre outras substancias corporais, tem um importante papel nas representa es do corpo, dando origem a rela es de parentesco e a interdi es sexuais em diferentes sociedades. A análise das entrevistas com brasileiros e franceses é reveladora igualmente da presen a de alguns tabus quando estas duas práticas - sexualidade e amamenta o - s o colocadas em rela o. A reflex o sobre essa quest o é fundamental para a discuss o das rela es homem-mulher no contexto brasileiro atual de incentivo ao aleitamento materno.
Possibilidades e limita es da amamenta o entre mulheres trabalhadoras formais  [cached]
Rea Marina Ferreira,Venancio Sonia Isoyama,Batista Luis Eduardo,Santos Rosangela Gomes dos
Revista de Saúde Pública , 1997,
Abstract: INTRODU O: Pesquisas sobre a amamenta o e a quest o do trabalho da mulher s o de difícil comparabilidade. A prática de amamentar entre mulheres com um emprego formal no Brasil tem sido pouco estudada, em que pesem as mudan as havidas como a extens o da licen a maternidade para 120 dias. Decidiu-se realizar estudo com o objetivo de descrever o padr o de amamenta o de mulheres empregadas em empresas, as limita es que elas enfrentam e que fatores contribuem para que elas possam conciliar trabalho e amamenta o. MATERIAL E MéTODO: Estudo exploratório realizado em 13 indústrias de S o Paulo em 1994, onde todas as mulheres no terceiro trimestre da gesta o (76) foram entrevistadas e reentrevistadas (69) na volta ao trabalho (em torno de 5,4 meses pós-parto). RESULTADOS: Iniciaram a amamenta o 97% das mulheres, apresentando uma dura o mediana de 150 dias; quanto ao Aleitamento Materno Exclusivo, a dura o mediana foi de 10 dias, e à Amamenta o Predominante, a mediana foi de 70 dias. As mulheres de melhor nível socioecon mico e as que tinham creche no local de trabalho ou sala de coleta e estocagem de leite materno, foram as que amamentaram por mais tempo. A possibilidade de flexibilizar seu horário e n o trabalhar na linha de produ o também mostraram ser fatores significantes que levam as mulheres dessas indústrias a amamentar mais. CONCLUS ES: A licen a-maternidade tem sido útil e usada pela maioria das trabalhadoras para amamentar, mas há outros fatores que s o fundamentais para que a manuten o da lacta o seja facilitada, tais como aqueles que permitem a proximidade m e-crian a e/ou a retirada periódica de leite materno durante a jornada de trabalho.
Influência da disfun o oral do neonato a termo sobre o início da lacta o Influence of oral dysfunction on full-term newborn on the beginning of lactation  [cached]
Karine Dutra Valério,Cláudia Marina Tavares de Araújo,S?nia Bechara Coutinho
Revista CEFAC , 2010,
Abstract: OBJETIVO: verificar a associa o entre a disfun o oral e os fatores socioecon micos, variáveis relacionadas à m e e ao recém-nascido com o desempenho da mamada, durante as primeiras 48 horas de vida. MéTODOS: estudo transversal, analítico, realizado em uma maternidade pública do Recife-PE. Foram entrevistadas todas as m es de crian as nascidas a termo entre abril e julho de 2008, perfazendo 588 bin mios m e/recém-nascido. A avalia o do sistema sensório motor oral do neonato e avalia o da mamada foram elaboradas, codificando-se como zero quando o item era "esperado/normal" e um quando "n o esperado/de risco". A soma total dos itens "n o esperados/de risco" resultou em um índice de Disfun o Oral e um índice de Avalia o da Mamada. RESULTADOS: verificou-se que 57,3% dos bin mios m es/recém-nascidos apresentavam altera o da mamada, 43,9% apresentavam 1 e/ou 2 altera es e 13,4% maior número de altera es. A frequência de disfun o oral foi de aproximadamente 30%. Na análise de regress o logística entre as variáveis incluídas, apenas a disfun o oral manteve-se associada significativamente com o insucesso da mamada. Crian as com maior número altera es da fun o oral apresentaram chance 4 vezes maior de ter altera o da mamada. CONCLUS ES: sendo as disfun es orais uma das causas para o n o estabelecimento da lacta o, estas devem ser identificadas precocemente, visto que podem ser corrigidas, evitando o desmame. As maternidades devem possuir equipe capacitada no manejo do aleitamento, com um profissional que dê aten o especial às altera es do sistema sensório motor oral. PURPOSE: to check the association between oral dysfunction and socioeconomic factors, variables related to the mother and to the newborn as well breastfeeding performance during the first 48 hours of life. METHODS: a cross-sectional study, analytical, carried out at a public maternity of Recife (PE - Brazil). All mothers of full-term newborns were attended between April and July 2008, totaling 588 mother/infant pairs. The assessment of the oral motor sensory system of the child and breastfeeding performance were developed, coded as a zero when the item was "expected / normal" and one where "not expected and risk." The total sum of the items "not expected and risk" resulted in an Index of Oral Dysfunction and an Index of Breastfeeding Performance. RESULTS: it was found that 57.3% of the mother/infant pairs had change of feeding, 43.9% had 1 and/or 2 changes and 13.4% greater number of changes. The frequency of oral dysfunction was approximately 30%. In logistic regression analysis amo
Incidência e dura o da amamenta o conforme o tipo de parto: estudo longitudinal no Sul do Brasil  [cached]
Weiderpass Elisabete,Barros Fernando C.,Victora Cesar G.,Tomasi Elaine
Revista de Saúde Pública , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Comparar a incidência de amamenta o conforme o tipo de parto. MATERIAL E MéTODO: Estudo de coorte prospectivo de base populacional com 655 crian as brasileiras nascidas no ano de 1993 e acompanhadas durante o primeiro trimestre de vida, através de duas visitas domiciliares. RESULTADOS: A dura o da amamenta o foi similar entre os nascidos por parto vaginal e cesariana emergencial. Os nascidos por cesariana eletiva apresentaram um risco três vezes maior de interromper a lacta o no primeiro mês de vida, após controle de fatores de confus o (raz o de odds=3,09; 95% IC 1,3-7,2). Este aumento de risco n o persitiu até o terceiro mês de vida. CONCLUS ES: Recomenda-se aos servi os de saúde aten o especial a lactantes submetidas a cesarianas eletivas, para que seja promovido o aleitamento desde as primeiras semanas, evitando a interrup o precoce.
O tempo médio entre o nascimento e a primeira mamada: o ideal e o real  [cached]
Suzana Cordeiro da Silva,Leila Rangel da Silva,Luciana Fillies Bueno Mathias
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: Em 1992 o Brasil adotou a Iniciativa Hospital Amigo da Crian a (IHAC) como estratégia para aumentar os índices de aleitamento materno. Este estudo se delimita no 4o Passo desse programa. Os objetivos foram determinar o tempo médio entre o nascimento e a primeira mamada e verificar a sua rela o com o tipo de parto. Trata-se de um estudo descritivo com abordagem quantitativa realizado no Instituto Fernandes Figueira (IFF). Foram entrevistadas 50 mulheres internadas com seus bebês em alojamento conjunto no período de mar o a maio de 2007. Os dados foram analisados pelo programa Epi-Info 3.4 de 2007. O tempo médio entre o nascimento e a primeira mamada dos partos cesáreos foi 6:29h, quanto ao parto vaginal, foi 1:55h. Os resultados encontrados v o contra a recomenda o da IHAC.
Amamenta o: cren as e mitos
Ana Luisa Issler Vaucher,Solania Durman
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2005,
Abstract: Este foi um estudo de campo, de natureza descritiva junto à puérpera de uma institui o hospitalar privada da regi o oeste do estado do Paraná, no período de junho a julho de 2000. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, para tanto utilizamo-nos da entrevista semi-estruturada para a coleta de dados. Os dados foram agrupados em unidades temáticas e analisados conforme MINAYO (1996). Teve como objetivo identificar as cren as da puérpera em rela o a amamenta o. Inúmeros problemas aparecem decorrentes de cren as, contudo muitas vezes as orienta es às puérperas s o fragmentadas, ou ent o estas n o as seguem, em fun o à sua cren a e cultura.
Atividade ovariana pós-parto em ovelhas Santa Inês sob diferentes manejos de amamenta o na regi o semiárida do Nordeste Ovarian activity in Santa Inês sheep under different types of suckling in semi-arid area of Brazil  [cached]
Angela Maria Xavier Eloy,Pedro Humberto Félix de Souza,Aurino Alves Simplício
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2011,
Abstract: Objetivou-se investigar o efeito de diferentes manejos de amamenta o sobre a atividade ovariana pós-parto em ovelhas da ra a Santa Inês por meio das concentra es circulantes de progesterona. Foram utilizadas 18 fêmeas com idade entre 22 e 72 meses. Após o parto, os cordeiros ficaram com as ovelhas até o 14o diae, a partir do 15o dia foram distribuídas em dois grupos: amamenta o contínua (n=9) e controlada (n=9). As coletas de sangue para a dosagem de progesterona aconteceram a cada sete dias a partir do parto até o primeiro estro e, em seguida, a cada quatro dias até o segundo estro. Houve atividade ovulatória silenciosa antes do primeiro estro pós-parto em 85,70% (5/9) e 25% (3/9) das fêmeas em amamenta o contínua e controlada, respectivamente. As ovelhas com amamenta o contínua apresentaram o estro mais tardiamente (37,71±3,34 dias) do que as com mamada controlada (26,12±2,4 dias). As concentra es plasmáticas de progesterona entre o parto e o primeiro estro foram 2,81±1,58ng/mL vs 1,45±0,59ng/mL e ao estro 0,25±0,34ng/mL vs 0,32±0,18ng/mL para amamenta o contínua e controlada, respectivamente. Os níveis médios de progesterona entre o primeiro e o segundo estro pós-parto foram 1,53±0,54 ng/mL e 2,50±1,09ng/mL, para amamenta o contínua e controlada, respectivamente, estes estros ocorreram em 77,7% vs 100% e 66.6% vs 100% das fêmeas, na mesma ordem. Conclui-se que a amamenta o tem influência sobre a atividade ovariana pós-parto em ovelhas Santa Inês e ciclos curtos e silenciosos s o necessários para uma atividade cíclica normal no pós-parto. Aiming to investigate the suckling effect on ovarian activity in postpartum Santa Inês ewes through progesterone levels, it was used 18 females aging between 22 and 72 months. After parturition, the lambs stayed with the dams until the 14th day and from the 15th day they were divided in two treatments: continuous and controlled suckling. The blood collection for progesterone happened each seven days from parturition until the first estrous, and, thereafter, each 4 days until the second estrous. There was a silence ovulatory activity before the first postpartum estrous in 85.70% and 25% of the animals submitted to continuos and controlled suckling, while the occurrence of first estrous in the first group was delayed (37.71±3.34 days) in relation to controlled suckling group (26.12±2.4 days). The progesterone average levels between the parturition and the first estrous postpartum were 2.81±1.58ng/mL versus 1.45±0.59ng/mL, and on estrous were 0.25±0,34ng/mL versus 0,32±0,18ng/mL, for females under continuos and
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