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Rela es de sala de aula  [cached]
Reinoldo Marquezan
Revista Educa??o Especial , 2002,
Abstract: Esse estudo aborda as rela es de sala de aula como fator que influencia a aprendizagem e refere a utiliza o do índice de Posi o Sociométrica-IPS, como instrumento válido para a compreens o da sua estrutura e dinamica social. A turma de sala de aula é um grupo social, implica rela es emocionais. A intera o entre os alunos produz sentimentos de aceita o ou rejei o entre si, criando hierarquias de prestígio que constituem a estrutura sócio-afetiva do grupo. O IPS possibilita compreender a estrutura e a dinamica social de modo a oportunizar ao professor a implementa o de práticas pedagógicas mediadoras do processo de constru o do conhecimento. Palavras-chave: Dinamica de Grupo; Aprendizagem; Sala de Aula.
REPRESENTA ES SOCIAIS SOBRE INDISCIPLINA EM SALA DE AULA DOS PROFESSORES INICIANTES DA REDE MUNICIPAL DE PRESIDENTE PRUDENTE –SP: IMPLICA OES PARA A FORMA O INICIAL  [cached]
Dulcinéia Beirigo de Souza
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: REPRESENTA ES SOCIAIS SOBRE INDISCIPLINA EM SALA DE AULA DOS PROFESSORES INICIANTES DA REDE MUNICIPAL DE PRESIDENTE PRUDENTE –SP: IMPLICA OES PARA A FORMA O INICIAL
LITERATURA INFANTIL E FORMA O DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES PARA O USO DO TEXTO LITERáRIO FANTáSTICO EM SALA DE AULA  [cached]
Caroline Cassiana Silva dos Santos
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2011,
Abstract: LITERATURA INFANTIL E FORMA O DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES PARA O USO DO TEXTO LITERáRIO FANTáSTICO EM SALA DE AULA
Dinamica de Sala de Aula: uma variável na aprendizagem  [cached]
Reinoldo Marquezan,Angela Meincke Melo,Graciela F. Rodrigues,Daniele Noal
Revista Educa??o Especial , 2012, DOI: 10.5902/1984686x5005
Abstract: A dinamica da aprendizagem se dá através de intera es mútuas, nas quais alunos e professores estabelecem rela es sociais e afetivas. Na sala de aula essas rela es se orientam para promover e efetivar a aprendizagem formal. Neste artigo apresentamos os resultados da pesquisa que teve como objetivo interagir com o professor de modo intencional, subsidiando-o para aumentar as situa es de troca entre seus alunos. Primeiramente identificou-se a estrutura sócio-afetiva dos grupos, utilizando como instrumento o Teste Sociométrico. No segundo momento realizamos com os docentes, encontros nos quais abordou-se quest es referentes a dinamica de grupo e as concep es construtivistas de aprendizagem. Acreditamos que, conforme a Teoria Construtivista da aprendizagem, a intera o e as trocas entre os membros constituintes do grupo de sala de aula é fundamental para a aquisi o de uma aprendizagem significativa para os educandos. Palavras-chave: dinamica de grupo, aprendizagem, sala de aula.
Sala de aula  [cached]
Reinoldo Marquezan,Elisane Maria Rampelotto,Andréa Tonini
Revista Educa??o Especial , 2001,
Abstract: Este trabalho aborda as rela es de sala de aula, o processo de intera o entre seus membros como fator deflagrador da constru o do conhecimento. A proposta objetiva identificar a situa o sócio-afetiva dos grupos considerados; selecionar, planejar e implementar atividades pedagógicas que, de maneira intencional, aumentem as situa es de troca - intera o - entre alunos. Os resultados apontam para a confirma o de que a estrutura sócio-afetiva do grupo no momento em que evidencia o relacionamento dos seus membros se constitui em um indicador útil para a predi o da ocorrência de aprendizagem. Evidenciam também que a proposi o para realizar-se o planejamento e implementar atividades que privilegiam rela es de troca encontra resistências por parte da comunidade envolvida.
O CRONOTOPO DA SALA DE AULA E OS GêNEROS DISCURSIVOS / THE CLASSROOM CHRONOTOPE AND DISCOURSE GENRES  [cached]
Maria da Penha Casado Alves
Signótica , 2012, DOI: 10.5216/sig.v24i2.19172
Abstract: O artigo tem como objetivo discutir a sala de aula como um cronotopo específico onde as rela es s o tecidas a partir de um tempo/espa o constituidor e constituinte dos sujeitos. Com essa concep o, discutimos as atividades de leitura e de escrita, na sala de aula de língua materna, tendo como referência as postula es de M. Bakhtin e o círculo sobre os gêneros discursivos.
Sala de aula e diversidade  [cached]
Eveline Borges Vilela-Ribeiro,Anna Maria Canavarro Benite,Edda Borges Vilela
Revista Educa??o Especial , 2013, DOI: 10.5902/1984686x3209
Abstract: O texto consiste em um ensaio teórico que tem como objetivo discutir sobre como as diferen as entre os seres humanos caracterizam a espécie humana e que isso, por si só, já advoga em favor da diversidade. Para isso, s o tratados temas tais como a diversidade, a diferen a e o diferente e de que maneira isso tudo influencia na configura o da sala de aula. Defendemos a reflex o docente como uma maneira de eufemizar os problemas encontrados. Palavras-chave: Diferen a; Inclus o; Salas de aulas inclusivas.
Intera o e silêncio na sala de aula  [cached]
Laplane Adriana Lia Friszman de
Cadernos CEDES , 2000,
Abstract: Este trabalho enfoca a intera o social na sala de aula e analisa uma situa o particular: a das crian as que n o falam com os adultos. Com o auxílio das teorias enunciativas, do dialogismo de Bakhtin e da Análise do Discurso, examina algumas alternativas teóricas para a compreens o do silêncio como momento de intera o.
A tradu o na sala de aula de LE: (des)construindo conceitos A tradu o na sala de aula de LE: (des)construindo conceitos  [cached]
Elisangela LIBERATTI
Entrepalavras : Revista de Linguística do Departamento de Letras Vernáculas da UFC , 2012,
Abstract: Within the field of Applied Linguistics there are broad discussions about the use of translation in Foreign Language (FL) classrooms. Several factors have influenced in the negative stigma regarding translation in classroom. Language institutes and basic schools condemn the use of translation in their classes and teachers feel guilty when occasionally resorting to this method, acting like they’re doing a crime. With this article, I intend to: I. Provide a brief historical profile of the use of translation in the FL classroom, citing the methodological factors that drove the use of mother tongue in class to a negative status; II. Try to show FL teachers that the use of translation in the classroom is a useful tool in teaching a FL; and, therefore, III. Try to avoid teachers’ feelings of guilt regarding the use of translation in the FL classroom, even when they do so in a non-systematic way. Dentro do campo da Linguística Aplicada ocorrem amplos debates sobre o uso da tradu o em sala de aula de Línguas Estrangeiras (LE). Diversos fatores influenciaram no estigma concernente à prática da tradu o em sala de aula. Institutos de idiomas e escolas regulares condenam o uso da tradu o em suas aulas e os professores sentem-se culpados por terem de recorrer a tal método vez ou outra, agindo como se estivessem praticando um crime. Com esse artigo, pretendo: I. Tra ar um breve perfil histórico do uso da tradu o em sala de aula de LE, citando metodologicamente os fatores que impulsionaram o status negativo concernente ao uso da tradu o em sala de aula; II. Tentar mostrar aos professores de LE que o uso da tradu o em sala de aula é uma ferramenta útil no ensino de LE; e, consequentemente, III. Tentar eximir professores do sentimento de culpa em rela o ao uso da tradu o em sala de aula de LE, mesmo quando o fazem de maneira n o sistemática.
O professor como gerente: relato de uma experiência ética em sala de aula  [cached]
Roberto Patrus Mundim Pena
Revista Gest?o & Tecnologia , 2002,
Abstract: O problema da disciplina em sala de aula é um fen meno presente nas escolas desde o ensino fundamental até o ensino superior. As recomenda es para a cria o e a manuten o de um ambiente de aprendizagem, baseado no respeito e na vontade de aprender, n o passam, em geral, de um plano de inten es abstratas, ainda que permitam o levantamento de ricas reflex es sobre as causas e as diversas dimens es do fen meno. Nos cursos superiores de Administra o, a quest o ganha maior relevancia, pois se um professor n o consegue administrar a sua sala de aula, qual o exemplo que está dando para a administra o de uma empresa ou de um setor dela? Este artigo tem o propósito de descrever uma experiência bem sucedida para resolver o problema da disciplina em sala de aula nos cursos de Administra o de um Centro Universitário privado de Minas Gerais. A iniciativa coube ao professor da disciplina de Filosofia e ética, com apoio das Coordena es dos Cursos. O problema da (in)disciplina é contextualizado teoricamente a partir de seis variáveis: ética, antropológica, política, psicológica, tecnológica e gerencial. Tais variáveis s o reunidas no conceito de fun o gerencial, compreendido como a capacidade do gerente de administrar, com competência técnica, política e pessoal, os conflitos presentes nas rela es interpessoais de um grupo de trabalho, como a sala de aula. Os pressupostos teóricos embasaram a implementa o, pelo professor, de um conjunto de regras estabelecidas no primeiro dia de aula. Os resultados apontaram para a resolu o dos problemas de indisciplina, melhor aproveitamento do tempo das aulas e aumento da satisfa o dos alunos e do professor com a qualidade das aulas. O artigo oferece informa es para que o procedimento seja repetido por outros professores e sugere que a administra o dos conflitos em sala de aula constitui-se no primeiro testemunho que o aluno tem da capacidade gerencial do seu professor.
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