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Criopreserva o de ovócitos de bovinos imaturos desnudados ou n o, utilizando o etilenoglicol pelo método da vitrifica o  [cached]
Costa Eduardo Paulino da,Guimar?es José Domingos,Torres Ciro Alexandre Alves,Fagundes Letícia Martins
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Objetivou-se avaliar os efeitos da vitrifica o em ovócitos de bovinos após o cultivo in vitro, utilizando o etilenoglicol como crioprotetor. Ovócitos obtidos de ovários de vacas abatidas em matadouro foram distribuídos aleatoriamente em três tratamentos. Tratamento 0 (testemunha): ovócitos n o-desnudados e n o-congelados. Tratamento 1: vitrifica o de ovócitos imaturos n o desnudados, desidratados previamente por cinco minutos em três solu es contendo 20, 20 e 40% de etilenoglicol, acrescidas de 0,3 mol L-1 de trehalose e 20% de PVP, em meio de Talp Hepes. Tratamento 2: vitrifica o de ovócitos imaturos desnudados, conforme o Tratamento 1. Após o descongelamento (imers o em banho-maria a 30oC por 20 segundos), os ovócitos foram reidratados gradativamente, mantendo-os por 6 minutos em cada uma das solu es a seguir, sucessivamente: meio Talp Hepes com 20% de etilenoglicol + 0,3 mol L-1 de trehalose + 10% de PVP e meio Talp Hepes sem etilenoglicol, trehalose e PVP, onde foram lavados três vezes. Posteriormente, os ovócitos foram cultivados a 38,5oC, com 95% de umidade e atmosfera de 5% de CO2 por 24 horas. Após o cultivo, os ovócitos foram fecundados e os embri es cultivados in vitro por sete dias. Foi encontrada uma taxa de matura o nuclear de 81 (68/84), 19 (7/36) e 0% (0/31), nos Tratamentos 0, 1 e 2, respectivamente. As taxas de clivagem e de desenvolvimento embrionário foram de 56,4 (102/181) e 54,9% (56/102), 1,7 (1/60) e 0,0% (1/60), 0,0 (0/71) e 0,0% (0/71), nos Tratamentos 0, 1 e 2, respectivamente. Esses resultados indicam que o procedimento de vitrifica o, segundo os protocolos utilizados, n o é indicado para a criopreserva o de ovócitos de bovinos.
Influência da vitrifica o na incidência de ovócitos bovinos aneuplóides maturados in vitro.
H. S. Luna,I. Ferrari,R. Rumpf
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2006,
Abstract: O presente estudo objetivou verificar a incidência de aneuploidias em ovócitos bovinos vitrificados em diferentes períodos de matura o. Os ovócitos foram obtidos de ovários de abatedouro e divididos em cinco grupos: controle (ovócitos n o vitrificados); grupos 0-h (vitrificados antes do come o da matura o); e grupos 8, 12 e 22-h (vitrificados respectivamente 8, 12 e 22 h após o come o da matura o). Os ovócitos permaneceram vitrificados por 24 h e ent o foram descongelados e completaram 24 horas de matura o. Em seguida os ovócitos foram desnudados, fixados em lamina e corados com orceína-acética. Nenhuma diferen a foi encontrado (P > 0,05) entre o grupo controle (6,2%, 1/16 ) e grupos 0, (22,0, 2/9) 8 h (22,0, 2/9), 12 (25,0%, 3/12), 22 h (23,5%, 4/17). Os resultados sugerem que a vitrifica o em diferentes períodos de matura o n o influencia na taxa de aneuploidia.
Viabilidade e fertiliza o in vitro de oócitos bovinos após vitrifica o  [cached]
Galbinski Sérgio,Bos-Mikich Adriana,Ferrari Arnaldo Nicola
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: avaliar a técnica de criopreserva o por vitrifica o em DMSO 6 M para oócitos bovinos maturados in vitro e os efeitos do tempo de exposi o às solu es de vitrifica o (SV). MéTODOS: estudo experimental tipo coorte. Ovários de bovinos foram obtidos em frigorífico e transportados ao laboratório. Os oócitos foram aspirados. A partir da SV contendo DMSO 6 M (SV 100%), foram preparadas solu es a 25 e 65%. Oócitos foram maturados in vitro por 18-22 horas. Para vitrifica o, os oócitos foram colocados em SV 25%, por 5 minutos, transferidos à SV 65%, pipetados em SV 100% para palhetas e estocados em nitrogênio líquido. No primeiro grupo experimental, a exposi o à SV 65% tomou até 60 segundos e no segundo grupo n o ultrapassou 30 segundos. Para descongelamento, as palhetas foram expostas ao ar por 10 segundos, colocadas em banho-maria por 10 segundos e seu conteúdo expelido e mantido em solu o de sacarose por 5 minutos. No terceiro grupo, os oócitos passaram por todas SV menos pelo nitrogênio líquido. Os oócitos recuperados foram inseminados. Para controle, oócitos frescos, maturados in vitro, foram inseminados. RESULTADOS: após vitrifica o, foram recuperados 69,1 e 59,8% dos oócitos nos grupos de 30 segundos e 60 segundos, respectivamente, e 24 horas após insemina o pareceram morfologicamente normais 93 e 89,1% deles, respectivamente. No grupo de oócitos expostos às SV sem vitrifica o, foram recuperados 75,6%, sendo 84,6% destes viáveis 24 horas após insemina o. N o ocorreu fertiliza o nos grupos experimentais. Entre os controles frescos, foram fertilizados 65,4% dos oócitos. CONCLUS ES: a técnica de vitrifica o utilizando DMSO 6 M n o é aplicável para criopreserva o de oócitos bovinos maturados in vitro. A redu o do tempo de exposi o às SV n o superou o efeito deletério sobre a capacidade fertilizadora dos oócitos. Aprimoramentos da técnica s o necessários para prote o da zona pelúcida e do oolema.
Vitrifica o de ovócitos imaturos de bovinos utilizando etilenoglicol associado à trehalose e polivinilpirrolidona  [cached]
Souza M.R.,Costa E.P.,Torres C.A.A.,Guimar?es J.D.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Avaliaram-se os efeitos da vitrifica o de ovócitos imaturos de bovinos utilizando o etilenoglicol (EG) associado à trehalose e à polivinilpirrolidona (PVP). Utilizaram-se ovócitos provenientes de ovários de vacas abatidas em matadouro, distribuídos aleatoriamente em três tratamentos (T). TI - ovócitos n o desnudados e n o congelados, TII - ovócitos vitrificados com cumulus oophorus e TIII - ovócitos desnudados vitrificados. A percentagem de ovócitos recuperados e ovócitos com morfologia normal após a vitrifica o foi diferente entre TII e TIII (92,2 e 72,6%; 79,0 e 63,6%, respectivamente). Os ovócitos normais foram cultivados à 38,5oC em atmosfera de 5% de CO2 por 24 horas. Após o cultivo, os ovócitos foram fecundados e os embri es cultivados in vitro por sete dias. Foram encontradas diferen as entre tratamentos quanto às taxas de matura o nuclear, fecunda o e clivagem (83,9, 70,0 e 44,0%; 17,5, 23,7 e 5,1%; 0,0, 0,0 e 0,0% para os tratamentos I, II e III, respectivamente). Apenas no TI foram obtidas mórulas e blastocistos (21,4%). Os procedimentos de vitrifica o, segundo os protocolos utilizados, n o s o indicados para a criopreserva o de ovócitos imaturos de bovinos.
Criopreserva??o de ovócitos de bovinos imaturos desnudados ou n?o, utilizando o etilenoglicol pelo método da vitrifica??o
Costa, Eduardo Paulino da;Guimar?es, José Domingos;Torres, Ciro Alexandre Alves;Fagundes, Letícia Martins;Gioso, Marilú Martins;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002, DOI: 10.1590/S1516-35982002000500008
Abstract: the objective was to evaluate the effects of vitrification of immature bovine oocytes after in vitro culture, by the use of cryoprotectors ethylene glycol. oocytes from cows ovaries from slaughters houses were randomly alocated into three treatments. treatment 0 (control): frozen-thawed undesnude oocytes; treatment 1, immature vitrificated undesnude oocytes dehydrated for 5 minutes in each of the following solutions of 20, 20 and 40% of ethylene glycol, respectively, associated to 0.3 mol l-1 of trehalose and 20% of pvp, in media talp hepes, and, treatment 2, the same as treatment 1, but desnudes oocytes. after frozen-thawed of the oocytes (imersion in water bath at 30oc for 20 seconds), the oocytes were gradually rehydrated, in the following sequence of solutions: media talp hepes with 20% of ethylene glycol + 0.3 mol l-1 of trehalose + 10% of pvp and media talp hepes without ethylene glycol, trehalose and pvp, were washed three times. ultimately, the oocytes were cultured at 38.5oc, with 95% umidity and atmosphere of 5% of co2 for 24 hours. after culture, the oocytes were fertilized and the embryos cultured in vitro for seven days. the nuclear maturation were 81 (68/84), 19 (7/36) and 0% (0/31), for treatments 0, 1 and 2, respectively. the cleavage and development rates were: 56.4(102/181) and 54,9% (56/102), 1,7. (1/60) and 0,0% (1/60), 0,0 (0/71) and 0,0% (0/71), for the treatments 1, 2 e 3, respectively. these results show that the vitrification procedures, by the used protocols, are not indicated for bovine oocytes cryopreservation.
Desenvolvimento pós-fecunda o de oócitos bovinos pré-maturados em fluido folicular
Sá W.F.,Vizcarra V.E.L.,Ferreira A.M.,Camargo L.S.A.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 2003,
Abstract: Estudou-se o efeito da pré-matura o em fluido folicular bovino (FFb) sobre o potencial de desenvolvimento de ovócitos bovinos imaturos. Complexo cumulus- ovócitos (CCO) e FFb foram obtidos de ovários coletados em matadouro. O FFb foi inativado e os CCOs imaturos distribuídos em quatro tratamentos: (T1) 70% de FFb em Talp Hepes, (T2) 100% de FFb, (T3) 100% de Talp Hepes, e (T4) controle. Em T1, T2 e T3 os CCOs foram pré - maturados por cinco horas a 37masculineC em ar e posteriormente maturados in vitro. Em T4 a matura o ocorreu logo após a aspira o. Depois de fecundados in vitro, os ovócitos foram co-cultivados com células do cumulus por 10 dias. Avaliaram-se as taxas de clivagem, de produ o de blastocistos no sétimo e oitavo dias pós- fecunda o (PF), de produ o total e de blastocistos eclodidos no oitavo e nono dias PF. Calcularam-se as taxas de blastocistos no sétimo e oitavo dia e de blastocistos eclodidos em fun o do total de blastocistos produzidos. As taxas de clivagem, de produ o total e de blastocistos eclodidos n o diferiram entre os tratamentos (P>0,05), entretanto a produ o de blastocistos no sétimo dia foi menor nos tratamentos com FFb e Talp Hepes (P<0,05). Concluiu-se que FFb e Talp Hepes na pré-matura o por cinco horas atrasam o desenvolvimento embrionário sem comprometer a taxa de produ o total de embri es ou sua viabilidade.
Valoriza o das escórias da celulose do caima por técnicas de vitrifica o  [cached]
A. S. M. Ribeiro,E. J. R. Davim,R. C. Monteiro,M. H. V. Fernandes
Ciência & Tecnologia dos Materiais , 2007,
Abstract: Um dos mais graves problemas ambientais com que se debatem actualmente os países civilizados está relacionado com a dificuldade de encontrar o destino certo para os resíduos industriais. Um exemplo destes resíduos s o as escórias produzidas pelas caldeiras de biomassa, as quais s o habitualmente reutilizadas em misturas com lamas para correctivo de solos, no enchimento de estradas, na inertiza o de lamas de etares ou s o simplesmente depositadas em aterros. S o estes resíduos, sem utiliza o ou indesejáveis pelo seu detentor, que podem apresentar potencialidades para valoriza o. O objectivo deste trabalho foi testar uma forma de valorizar este tipo de resíduos. Foram utilizadas escórias provenientes do leito da caldeira de biomassa da Celulose do Caima, indústria produtora de papel situada em Constancia-Sul que origina cerca de 70 toneladas de escórias por mês. A vitrifica o destas escórias foi o processo testado, tendo em conta a sua composi o química e mineralógica. As escórias foram caracterizadas física, química, mineralógica e termicamente, sendo notório o seu elevado teor em SiO2 (> 81%) e o reduzido tamanho médio de partículas (entre 0,06 e 53 mm). Para favorecer a forma o de um fundido com viscosidade adequada ao vazamento utilizou-se Na2O, como agente fundente, proveniente da soda Solvay. A mistura fundida a 1450 oC deu origem a um vidro de cor verde, homogéneo e trabalhável. Os resultados da caracteriza o deste vidro por Análise Térmica Diferencial e por Análise Dilatométrica sugeriram que o material obtido tem propriedades térmicas idênticas à de outros materiais obtidos por vitrifica o de resíduos e tem potencialidades para ser submetido a tratamentos térmicos posteriores que conduzam à obten o de materiais estruturais com aplica o na constru o civil tais como revestimento e pavimento. One of the most serious environmental problems of the developed countries is related with the difficulty in finding alternative treatments for the produced industrial wastes. Slag produced by biomass boilers is an example of these industrial wastes and is usually used for road wadding, land corrective mixtures, sludge inertization or landfilling. However, these undesirable wastes can offer interesting valorisation capabilities. The main purpose of this work was to try an alternative way of recycling industrial wastes from a biomass boiler. The slag was produced in a Portuguese plant “Celulose do Caima”, located in Constancia-Sul, and producing about 70 tons of slag per month. Vitrification of the slag was the tested procedure as suggested by its chem
Valoriza??o das escórias da celulose do caima por técnicas de vitrifica??o
Ribeiro,A. S. M.; Davim,E. J. R.; Monteiro,R. C.; Fernandes,M. H. V.;
Ciência & Tecnologia dos Materiais , 2007,
Abstract: one of the most serious environmental problems of the developed countries is related with the difficulty in finding alternative treatments for the produced industrial wastes. slag produced by biomass boilers is an example of these industrial wastes and is usually used for road wadding, land corrective mixtures, sludge inertization or landfilling. however, these undesirable wastes can offer interesting valorisation capabilities. the main purpose of this work was to try an alternative way of recycling industrial wastes from a biomass boiler. the slag was produced in a portuguese plant ?celulose do caima?, located in constancia-sul, and producing about 70 tons of slag per month. vitrification of the slag was the tested procedure as suggested by its chemical and mineralogical composition. physical, chemical, mineralogical and thermal characterisation of the slag indicated a high proportion of sio2 (>81%) and a particle size distribution in the range 0,06-53 mm. in order to produce a melt of suitable viscosity for casting and aiming to favour vitrification, na2o was used as fluxing agent, which was provided by soda solvay. the mixture was heated at 1450 oc and gave rise to a castable melt and a homogeneous green coloured glass on cooling. characterisation of the obtained glass by differential thermal analysis and dilatometry showed thermal properties similar to the ones of other glasses obtained from waste vitrification. the results also indicated that these glasses are capable of being further heat treated to obtain structural materials to be used in building applications, such as floor and wall cladding panels.
Avalia o de laminas de colpocitologia oncótica previamente diagnosticadas como ASCUS: compara o interensaio e interobservadores  [cached]
Souza José Helvécio Kalil de,Kalil Ivana Vilela,Leite Juliana Moysés,Geber Selmo
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2004,
Abstract: OBJETIVO: avaliar a existência de discordancia intra e intercitopatologistas nas análises de laminas de colpocitologias oncóticas que haviam recebido previamente o diagnóstico de células epidermóides atípicas de significado indeterminado (ASCUS) e o grau dessa discordancia. MéTODOS: estudo transversal no qual foram analisadas 50 laminas de colpocitologias oncóticas coletadas no mês de novembro de 2000 no município de Contagem e com diagnóstico prévio de ASCUS. Elas foram analisadas e classificadas por quatro citopatologistas, de acordo com as altera es propostas na primeira revis o de Bethesda, em 1991 (normal, altera o atrófica, altera o inflamatória, sugestiva de les o de baixo grau, sugestiva de les o de alto grau, sugestiva de carcinoma invasor, outros). Após a primeira análise, as laminas foram novamente numeradas, de maneira aleatória, e entregues aos mesmos citopatologistas para novo exame. Foi utilizado o teste de kappa e sua especifica o pontual, o kappa ponderado, para análises dos resultados. RESULTADOS: observaram-se graus bastante distantes de concordancia entre diferentes análises do mesmo citopatologista, variando de 7,8 a 74,4%, (teste kappa). Quando foi instituído um peso para cada grau de discordancia, os valores desse teste se elevaram, passando de 16,1% para o citopatologista A a 81,08% para o citopatologista B. Em rela o às análises comparativas realizadas entre observadores distintos, os valores obtidos foram de 50,6% para o kappa e 63,4% para a sua varia o pontual. CONCLUS ES: a presente avalia o confirma a existência de subjetividade nos laudos citopatológicos de ASCUS, além de critérios imprecisos empregados pelo mesmo observador para obten o desses resultados.
Resultados de Técnicas de Reprodu o Assistida em Pacientes Previamente Submetidas a Cirurgia Ovariana para o Tratamento da Endometriose
Geber Selmo,Prates Luis Felipe Víctor Spyer,Ferreira Daniela Parreiras,Sales Liana
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: avaliar os efeitos da cirurgia ovariana prévia para o tratamento da endometriose na resposta ovariana durante ciclos de reprodu o assistida e na taxa de gravidez subseqüente. Métodos: foram avaliadas 61 mulheres inférteis, com cirurgia ovariana prévia para endometriose, submetidas a 74 ciclos de fertiliza o in vitro/inje o intracitoplasmática de espermatozóides (FIV/ICSI) (Grupo caso), e comparadas a 74 pacientes inférteis, submetidas a 77 ciclos de FIV/ICSI no mesmo período e na mesma clínica, sem cirurgia ovariana prévia ou endometriose (Grupo controle). As pacientes foram pareadas por idade e tratamento realizado. A FIV foi realizada utilizando-se o protocolo longo para dessensibiliza o hipofisária seguida de indu o da foliculogênese, monitorizada por ultra-sonografia e dosagem de estradiol. Após pun o folicular os oócitos eram inseminados ou injetados e os embri es obtidos foram transferidos entre o dia 2 e dia 5 pós-insemina o. Resultados: pacientes com menos de 35 anos previamente submetidas a cirurgia ovariana recrutaram número menor de oócitos quando comparadas às pacientes do grupo controle (p=0,049). O número de ampolas utilizadas, a dura o da foliculogênese, o número de folículos, a taxa de fertiliza o e de gravidez (53 e 56,2%, respectivamente, para os grupos caso e controle) foram semelhantes. Mulheres com idade superior a 35 anos com cirurgia ovariana prévia necessitaram de maior número de ampolas para superovula o (p=0,0017) e apresentaram um número menor de folículos e oócitos (p=0,001). Um total de 10 pacientes ficaram grávidas no grupo caso (34,5%) e 14 no grupo controle (48,3%) (p=0,424). Conclus o: a cirurgia ovariana para tratamento da endometriose reduz a resposta ovariana durante ciclos de FIV/ICSI em mulheres >35 anos e apresenta tendência a diminuir as taxas de gravidez. Assim, acreditamos que, para as pacientes inférteis com endometriose ovariana, o tratamento conservador deve ser considerado como primeira op o a fim de se evitar redu o na resposta ovariana.
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