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Inclus?o do ovo desidratado em ra??es peletizadas ou fareladas para frangos de corte
Teixeira, Elisanie Neiva Magalh?es;Silva, José Humberto Vilar da;Costa, Fernando Guilherme Perazzo;Ribeiro, Marcelo Luís Gomes;Araujo, Daniel de Magalh?es;Jord?o Filho, José;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2007, DOI: 10.1590/S1516-35982007000600021
Abstract: the experiment was carried out to evaluate the effect of physical form diet (mash or pelleted) and inclusion of dehydrated egg (degg) up to 21 days of age on the performance and carcass characteristic of cobb-500 strain of broiler chicks at 42 days of age. the birds with average weight of 42.94 ± 0.51 g were allotted in pens of 1.0 x 1.5 m. the experimental design was completely randomized in factorial arrangment with two levels of degg (0 and 0.5%) and two physical form of diet (mash and pellet), resulting in four diets with 18 replicates of 16 birds during the phases from 1 to 7; 8 to 21; 22 to 33 and 34 to 42 days of age. the degg inclusion in the pre initial and initial diets did not influenced the performance, but the pelleted diet improved the performance of for broiler chicks up to 42 days. the pelleted diet also improved breast, pectoralis minor and fillet of breast yields in relationship to carcass weight, and increased the proventriculus and small intestine weights, while the mashed diet increased the gizzard weight.
Desempenho de leit es submetidos a diferentes níveis de substitui o da proteína do farelo de soja pela proteína do ovo desidratado = Performance of piglets submitted to different replacement levels of soybean meal protein by dehydrated egg protein
Janaína de Cássia Braga Arruda,Terezinha Domiciano Dantas Martins,José Humberto Vilar da Silva,Ludmila da Paz Gomes da Silva
Acta Scientiarum : Animal Sciences , 2008,
Abstract: Objetivou-se determinar o ganho de peso, o consumo de ra o e a convers o alimentar de suínos em fase inicial (15 a 30 kg de peso) alimentados com quatro diferentes níveis de substitui o (0, 3, 6 e 9%) da proteína do farelo de soja pela proteína do ovo desidratado. Foram utilizados 32 suínos (16 machos castrados e 16 fêmeas) em um delineamento em blocos casualizados, com quatro tratamentos e quatro repeti es cada, em que a unidade experimental foi composta por um macho e uma fêmea. Os tratamentos foram 0, 3, 6 e 9% de proteína do ovo desidratado em substitui o à proteína do farelo de soja. Os dados obtidos foram submetidos à regress o linear para os níveis de 3, 6 e 9% de ovo desidratado, e o tratamento-testemunha (0%) foi comparado com os demais aplicando o teste Dunnet a 5% de probabilidade. Os níveis de substitui o da proteína do farelo de sojapela proteína do ovo desidratado n o influenciaram as variáveis de desempenho dos animais na fase inicial, até 9%. Entretanto, avaliando a rela o custo-benefício, o tratamentocontrole foi o mais rentável. This study aimed to determine the average daily weight gain, daily feed intake and the feed conversion ratio of pigs in initialphase (15 to 30 kg of weight) fed with four different levels of substitution (0, 3, 6 and 9%) of soybean meal protein by dehydrated egg protein. Thirty-two pigs (16 castrated males and 16 females) were used in a completely randomized blocks statistical design, with fourtreatments and four repetitions each; the experimental unit was composed by a male and a female. The treatments were 0, 3, 6 and 9% of dehydrated egg protein in replacement of soybean meal protein. The data obtained were subjected to linear regression for the levels 3,6 and 9% of dehydrated egg; the witness (0%) was compared with the other treatments applying Dunnett’s test at 5% probability. The replacement levels of soybean meal protein by dehydrated egg protein did not influence the performance variables of the animals in theinitial phase, up to 9%. However, when evaluating the cost-benefit ratio, the control treatment was the most profitable one.
Efeito do tempo de jejum pós-eclos?o, valores energéticos e inclus?o do ovo desidratado em dietas pré-iniciais e iniciais de pintos de corte
Teixeira, Elisanie Neiva Magalh?es;Silva, José Humberto Vilar da;Costa, Fernando Guilherme Perazzo;Martins, Terezinha Domiciano Dantas;Givisiez, Patrícia Emília Naves;Furtado, Dermeval Araújo;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2009, DOI: 10.1590/S1516-35982009000200014
Abstract: two experiments were carried out to determine the nutritional value of the dried egg (degg), and the effect of the post-starvation hatching time (psht) and the inclusion of dried egg powder in the diet of broiler chicks. in experiment 1, 120 male ross-308 broiler chicks were housed according to a completely randomized design into three treatments and five repetitions of eight birds each. excreta collection was daily performed from 24 to 29 days of age in the morning and afternoon. in experiment 2, a sex-mixed batch of 810 cobb-500 chicks was used. initial weight was 33.41 ± 0.53 g, and the chicks were housed in pens measuring 1.0 × 1.5 m. a completely randomized experimental design was used with nine treatments and six repetitions of 15 birds each, according to a 3 × 3 factorial of three degg levels (0, 2 and 4%) and three psht (28, 40 and 52 hours), corresponding to: 0, 12 and 24 hours of starvation after housing, respectively. degg showed 51.54% of cp and 4,278 kcal amen/kg. from 1 to 7 days of age, the birds submitted to starvation for 40 and 52 hours showed lower live weight, weight gain and feed intake when compared to birds fed sooner (at 28 hours psht). the poorest performance was shown by birds fasted for 52 hours (24 hours of starvation after being housed). degg levels of 4% in the pre-initial diet improved the live weight in the second and third days of age. in conclusion, degg might be used from 1 to 21 days of age in broiler diets without impairing the bird performance.
Efeito da substitui??o dos antimicrobianos pelo ovo desidratado na fase pré-inicial de frangas de dois grupos genéticos alojadas em camas nova e reciclada
Silva, José Humberto Vilar da;Jord?o Filho, José;Silva, Edson Lindolfo da;Ribeiro, Marcelo Luís Gomes;Araújo, José Anchieta de;Costa, Fernando Guilherme Perazzo;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2006, DOI: 10.1590/S1516-35982006000700027
Abstract: the effect of antimicrobial (a) replacement with dehydrated egg (de) and of type of litter (new and recycled) used in the floor covering on pullet performance was evaluated in 1,440 1-d chicks, 720 of each strain (white and brown), allotted to 72 boxes (1 x 1.5 m). recycled litter consisted of sugar cane bagasse containing droppings of broilers chicks with symptoms of coccidiose. the pullets were weighed and assigned to a complete randomized design with a 3 x 2 x 2 (three diets x two litter x two strains) factorial arrangement, in a total of 12 treatments with six replications of 20 pullets. the experimental diets (d) were: d1 = diet with commercial dose of antimicrobial; d2 = diet without antimicrobial; and d3 = diet without antimicrobial + 0.6% of de. de was composed by dehydrated yolk+albumen (55°c for 72 hours) and showed negative result to samonella spp. test. the use of recycled litter decreased pullet performance of two genetic groups, specially the brown ones, that showed lower weights of spleen and bursa of fabricius. this fact suggests better enlargement of lymphoid tissues, and that probably explains the smaller tolerance of white pullets to recycled litter. the antimicrobials minimize negative effect of recycled litter on pullet performance. dehydrated egg is a good alternative to antimicrobials and can improve performance of pullets in the pre-starter on conventional environment.
Desempenho de Frangos de Corte Alimentados com Ovo em Pó  [cached]
Junqueira OM,Araújo LF,Araújo CSS,Faria DE
Revista Brasileira de Ciência Avícola , 2001,
Abstract: Um experimento foi conduzido para estudar a adi o do ovo em pó na dieta de frangos de corte no período de 1 a 28 dias, sendo dividido em duas fases (1 a 7 e 8 a 28 dias). No período de 1 a 7 dias, as aves receberam dietas contendo 0%, 5%, 10%, 15% e 20% de ovo em pó e de 8 a 28 dias de idade as aves foram distribuídas em um arranjo fatorial 2x5 (2 níveis de ovo em pó - 0% e 5% - e os 5 níveis da fase anterior). No período de 1 a 7 dias as aves do tratamento controle apresentaram melhor ganho de peso e as aves alimentadas com dietas contendo 20% de ovo em pó apresentaram menor ganho de peso e pior convers o alimentar. As aves deste mesmo tratamento apresentaram também menor peso e comprimento do intestino. Na segunda fase (8 a 28 dias) n o houve intera o entre os tratamentos estudados. O desempenho, peso e comprimento do intestino n o foram afetados pelos tratamentos, ocorrendo apenas maior peso do cora o em aves que receberam ovo em pó nesta fase. Os resultados obtidos demonstram ser economicamente inviável a utiliza o de ovo em pó na dietas de frangos de corte no período de 1 a 28 dias e pela falta de resposta que este ingrediente promove no desempenho da ave.
DESEMPENHO DE SUíNOS ALIMENTADOS COM DIFERENTES NíVEIS DE INCLUS O DE CAMA DE FRANGO NAS FASES DE CRESCIMENTO E TERMINA O  [cached]
Claudini Vieira Deboni Caixeta,Eurípedes Laurindo Lopes,Otto Mack Junqueira,Rom?o da Cunha Nunes
Ciência Animal Brasileira , 2006,
Abstract: O presente trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho de suínos alimentados com diferentes níveis de inclus o de cama de frango, nas fases de crescimento e termina o, bem como a análise econ mica das ra es. Foram alojados 192 leit es mesti os da linhagem Agroceres-Pic, em 16 baias com quatro repeti es por tratamento. Os tratamentos consistiram em quatro níveis de inclus o de cama (0%, 6%, 12 % e 18%) na fase de crescimento e (0%, 10%, 20% e 30%) na fase de termina o. A cama de frango utilizada foi de casca de arroz, n o peneirada, triturada, e retirada somente na linha dos comedouros. Na fase de crescimento n o foram observadas diferen as no ganho de peso e consumo de ra o dos animais que receberam ra es com e sem a inclus o de cama. Os animais que receberam ra o contendo cama de frango apresentaram convers o alimentar (CA) semelhante (P>0,05), entretanto houve diferen a entre os níveis de inclus o de 0% e 18% (P<0,05). Na fase de termina o, o ganho de peso diário dos animais que n o receberam cama foi semelhante ao ganho daqueles que receberam 10% (P>0,05), e superior aos que receberam 20% e 30% (P<0,05). A melhor CA ocorreu para os animais que receberam ra o sem cama, e os que receberam ra o contendo cama apresentaram CA semelhantes. Concluiu-se, com base no desempenho, que é viável a inclus o de até 12% de cama de frango nas dietas dos leit es na fase de crescimento e até 10% na fase de termina o. Os resultados da avalia o econ mica demonstraram que o tratamento sem cama de frango mostrou-se o de melhor rentabilidade econ mica. PALAVRAS-CHAVE: Suínos em crescimento, termina o, alimenta o, cama de frango.
Influência do uso de ovo líquido pasteurizado e ovo desidratado nas características da massa alimentícia
Ormenese, Rita de Cássia S.C.;Misumi, Luciana;Zambrano, Francy;Faria, Eliete Vaz de;
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2004, DOI: 10.1590/S0101-20612004000200016
Abstract: the addition of egg to food pasta can be effected using fresh, frozen or dehydrated egg, the fresh form being indicated in the literature as the most appropriate form. however, the real advantage of the fresh form over the dehydrated form is not clear. the objective of this study was to compare the effect of using fresh pasteurized liquid egg with that of using dehydrated egg, on the quality of rigatoni type short pasta. nine formulations of dry pasta were evaluated, one being the control, with no addition of egg, 4 with different proportions of pasteurized liquid egg (5%, 10%, 15% and 20%) and 4 with dehydrated egg in the proportions corresponding to those used for the liquid egg (1.19%, 2.38%, 3.57% and 4.76%). the pastas obtained were evaluated with respect to their cooking characteristics (aacc 66-15, 2000), texture (ta-xt2i) and color (minolta). using sensory tests, the firmness and flavor of the different samples were evaluated, as also the acceptability of the control sample and of those with different amounts of egg. based on the results obtained, it was concluded that, under the conditions used in these tests, it was possible to produce similar products with either of the two commercialized forms of egg studied. in this way, the various advantages of dehydrated egg over liquid egg (ease of transport, storage at room temperature, reduced volume, longer shelf life, ease of mixing with wheat flour) could be used without detriment to the final product.
Voluntary intake by sheep fed diets with dried wine grapes byproduct Ingest o voluntária por ovinos submetidos a ra es com co-produto de vitivinícolas desidratado  [cached]
Daniel Ribeiro Menezes,Gherman Garcia Leal de Araújo,Ronaldo Lopes Oliveira,Adriana Regina Bagaldo
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2008,
Abstract: The present study aimed to evaluate the voluntary intake of sheep fed diets with forage cactus in natura, dried wine grapes byproduct (DWG) and urea levels in dry matter (DM). Sixteen Santa Inês sheep, not castrated, mean body weight of 37kg, ageing 11 months, were used. Diets were formulated for 60% DWG, 40% forage cactus and urea levels at 0, 1, 2 and 3% in DM. Diets were offered in separated feeders, to evaluate de selective behavior of animals and intake of each feed. A completely randomized design was used with two experimental periods, consisting of fifteen days for adaptation and five days for samples collection. At the end of the second period, there were four treatments and eight replicates for each treatment. DWG byproduct and urea levels and forage cactus in natura, offered in separated feeders, favored the selective behavior and intake of the animals. The inclusion up to 2% of urea in DM of these diets could increase the nutrients intake. O presente trabalho objetivou foi avaliar a ingest o voluntária de ovinos alimentados com dietas contendo palma forrageira "in natura", co-produto de vitivinícolas desidratado (CVD) e níveis crescentes de uréia na MS. Foram utilizados 16 ovinos Santa Inês machos, n o castrados com peso médio de 37 kg e idade média de 11 meses. As dietas foram compostas por 60% de co-produto de vitivinícolas desidratado (CVD) e 40% de palma forrageira e níveis crescentes de uréia na MS (0; 1; 2; 3%) e foram fornecidos em cochos separados, para a avalia o do comportamento seletivo dos animais e ingest o independente de cada alimento. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado e o experimento conteve dois períodos experimentais, com 15 dias de adapta o e cinco dias de coleta cada. Ao final do segundo período somaram-se quatro tratamentos e oito repeti es por cada tratamento. O fornecimento do co-produto de vitivinícolas desidratado adicionado de níveis crescentes de uréia e a palma forrageira in natura em cochos separados favorece o comportamento seletivo e de ingest o dos animais testados. A inclus o de até 2,0 % de uréia na MS nestas dietas possibilita incrementos nos consumos dos nutrientes.
Níveis de proteína e de vitamina E para matrizes de frango de corte. 1. Efeito sobre o desempenho das matrizes, composi o do ovo e desempenho da progênie
Barreto S.L.T.,Ferreira W.M.,Gon?alves T.M.
Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia , 1999,
Abstract: Avaliou-se o efeito da suplementa o de dois níveis de proteína bruta (PB), 14 e 16%, e dois de vitamina E (VE), 25 e 250mg/kg, na dieta sobre o desempenho e composi o do ovo de matrizes de frangos de corte, entre 24 e 54 semanas de idade e sobre o desempenho de suas progênies. Foram alojadas 480 fêmeas e 48 machos da linhagem Ross, com 18 semanas de idade, em 16 boxes com 30 fêmeas e 3 machos em cada um. As dietas foram à base de milho e farelo de soja, sendo todas isocalóricas (2750kcal de EM/kg). O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, constituído de quatro tratamentos em esquema fatorial 2×2, sendo dois níveis de PB (NPB) e dois níveis de VE (NVE), representados por quatro repeti es cada um. A produ o de ovos/ave/dia, o número de ovos/ave-alojada, o peso do ovo, a viabilidade, o peso corporal das fêmeas no final do experimento e a percentagem de gema no ovo n o foram influenciados (P>0,05) pelos tratamentos e nem pela intera o entre NVE × NPB. Menor percentagem de casca (P<0,05) e maior percentagem de albúmen (P<0,05) foram obtidos em ovos de aves que receberam o maior NPB na dieta, independente do NVE suplementado na dieta. Maior concentra o de alfa-tocoferol na gema foi obtida em ovos de matrizes que receberam dieta suplementada com 250mg de VE/kg (P<0,05). O rendimento de incuba o em ambas as idades estudadas (32a e 52a semanas) resultou em efeitos n o significativos (P>0,05) dos NPB e dos NVE, representados pelo peso do ovo incubado, pela taxa de eclos o, pela raz o entre o peso do ovo e o peso da progênie e pelo desempenho da progênie até a idade de abate. Porém, maior peso ao nascer (P<0,01) foi encontrado na progênie proveniente de reprodutoras com 32 semanas de idade, que receberam dieta com maior NPB e maior NVE. Dieta com 14% de PB e suplementada com 25mg de VE/kg é suficiente para assegurar o desempenho produtivo e reprodutivo satisfatório de matrizes de frangos de corte durante a fase de produ o.
Inclus o da levedura de cana-de-a úcar (Saccharomyces cerevisiae) em dietas para frangos de corte  [cached]
Grangeiro Márcio Glayton Araújo,Fuentes Maria de Fátima Freire,Freitas Ednardo Rodrigues,Espíndola Gast?o Barreto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2001,
Abstract: Um experimento utilizando 672 pintos machos de um dia de idade, da linhagem AGROSS, foi conduzido com o objetivo de estudar o efeito da inclus o da levedura de cana-de-a úcar (Saccharomyces cerevisiae), proveniente da indústria de aguardente, em dietas para frangos de corte. As aves foram distribuídas em um delineamento inteiramente casualizado, constituído de seis tratamentos com 112 aves/tratamento, sendo oito repeti es por tratamento com 14 aves cada. Os tratamentos constaram de seis dietas isoprotéicas (22 e 20% de proteína para as fases inicial e de engorda, respectivamente) e isocalóricas (3000 e 3150 kcal EM/kg, para as fases inicial e de engorda, respectivamente) formuladas à base de milho e farelo de soja e com níveis crescentes de inclus o de levedura de cana-de-a úcar (LCA). Os tratamentos utilizados foram os seguintes: T1 = Dieta basal (DB); T2 = DB + 1,5% LCA; T3 = DB + 3,0% LCA; T4 = DB + 4,5% LCA; T5 = DB + 6,0% LCA; T6 = DB + 7,5% LCA, totalizando seis níveis de inclus o de levedura. N o foi verificada diferen a significativa entre os tratamentos para as variáveis ganho de peso, consumo de ra o, convers o alimentar, rendimento de carca a, porcentagem de gordura abdominal e umidade da cama nas diferentes fases de cria o das aves. Pode-se concluir que é possível a inclus o de até 7,5% de LCA em dietas para frangos de corte, sem afetar o seu desempenho.
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