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Milho úmido, baga o de cana e silagem de milho em dietas de alto teor de concentrado: 2. composi o corporal e taxas de deposi o dos tecidos  [cached]
Berndt Alexandre,Henrique Wignez,Lanna Dante Pazzanese Duarte,Leme Paulo Roberto
Revista Brasileira de Zootecnia , 2002,
Abstract: Comparou-se o efeito do gr o de milho colhido seco (87% MS) ou ensilado úmido (70% MS ), associado à silagem de planta de milho (20% MS da dieta) ou baga o de cana de a úcar (12% MS da dieta), sobre a composi o corporal e taxas de deposi o dos componentes químicos corporais em 32 tourinhos Santa Gertrudis com idade média de dez meses e peso inicial médio de 245 kg. Os animais foram mantidos em baias individuais parcialmente cobertas por 124 dias , após adapta o de 33 dias. Quatro animais foram abatidos ao final da adapta o para determina o da composi o inicial. Os outros 28 animais foram distribuídos nos quatro tratamentos. O delineamento utilizado foi de blocos ao acaso em arranjo fatorial 2x2 (dois volumosos x dois processamentos do milho gr o), e testados os seguintes tratamentos: silagem de milho + milho úmido (Si-MU); silagem de milho + milho seco (Si-MS); baga o cru + milho úmido (Ba-MU) e baga o cru + milho seco (Ba-MS). N o houve intera o entre volumoso e processamento do milho para nenhuma variável avaliada. Na compara o de volumosos, a silagem de planta de milho foi superior ao baga o para ganho de peso vazio, taxa de deposi o dos tecidos e de energia. O milho úmido aumentou o teor de gordura, a taxa de deposi o de lipídeos e o teor de energia no ganho de peso. Estes resultados s o consistentes com os dados de desempenho, demonstrando que a silagem de gr o de milho aumentou o teor de energia líquida. Os resultados também sugerem que o baga o de cana propicia um ambiente ruminal pior para o desempenho do animal que aquele obtido com uso da silagem de planta inteira de milho.
Substitui o do gr o de milho por polpa de citros em dietas com diferentes níveis de concentrado: 2. Taxas de deposi o e composi o química corporal
Leme Paulo Roberto,Lanna Dante Pazzanese Duarte,Henrique Wignez,Alleoni Guilherme Fernando
Revista Brasileira de Zootecnia , 2000,
Abstract: Trinta e dois tourinhos da ra a Santa Gertrudis com peso inicial de 230 kg e idade média de 9 meses foram utilizados em um experimento de abate comparativo com delineamento de blocos ao acaso em esquema fatorial 2 x 2, com dois níveis de concentrado na dieta, 20 ou 80%, e dois ingredientes energéticos no concentrado, milho ou polpa de citros peletizada. Quatro animais foram abatidos após o período de adapta o para determina o da composi o corporal inicial do lote e os que receberam dietas com 80 e 20% de concentrado foram abatidos após 123 e 172 dias de confinamento, respectivamente. O tratamento com 80% de concentrado à base de milho resultou em ganhos de peso vazio de 1,038 kg/dia, 40% maior que os demais. A substitui o do milho pela polpa de citros decresceu o ganho a níveis abaixo dos tratamentos com 20% de concentrado, nos quais n o foi observada diferen a entre as fontes de energia. A composi o química corporal, estimada por intermédio da composi o do corte da 9-10-11a costelas com equa es obtidas em outro grupo de animais Santa Gertrudis, n o revelou diferen as entre os tratamentos.
Deposi o electroquímica  [cached]
Francisco Paula
Ciência & Tecnologia dos Materiais , 2010,
Abstract: Descrevemos globalmente o processo da deposi o electroquímica (ECD), apresentando os fenómenos químicos e físicos relevantes e os seus modelos explicativos fundamentais que permitem relacionar quantitativamente as principais variaveis, fazendo uma síntese que sirva de ponto de partida a futuros desenvolvimentos e possibilite do ponto de vista prático um mais eficaz controle deste importante processo industrial. We describe the overall process of electrochemical deposition (ECD), introducing the relevant physical and chemical phenomena and their fundamental models that enable us to relate quantitatively the main variables, making a synthesis that will serve as a starting point for future developments and enable from a practical point of view, a more effective control of this important industrial process.
APORTE DE NUTRIENTES E BIOMASSA VIA SERRAPILHEIRA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM PARATY (RJ)
Nina Duarte Silveira,Marcos Gervasio Pereira,José Carlos Polidoro,Sílvio Roberto de Lucena Tavares
Ciência Florestal , 2007,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a sustentabilidade ambiental de Sistemas Agroflorestais Regenerativos e Análogos (Safra), utilizando-se como indicadores de sustentabilidade ambiental o aporte de biomassa e nutrientes via serrapilheira de espécies arbóreas plantadas. Este trabalho faz parte das a es do PRODETAB – projeto 039 e foi desenvolvido na Fazenda Goura Vrindávna, Paraty, RJ. Foram plantadas 28 espécies arbóreas de múltiplos usos em três tratamentos agroflorestais, Safra Mínimo (sistema simplificado de enriquecimento de bananal), Safra Absoluto (sistema adensado e diversificado) e Safra Modificado (mesma composi o do anterior e com aduba o do solo). Para a avalia o do aporte de nutrientes via serrapilheira; foram coletadas amostras nos três tratamentos Safras e em dois tratamentos testemunhas (Bananal e Capoeira) por meio de coletores de 625 cm2, 15 meses após o plantio. Nas amostras, foram feitas as determina es dos teores e conteúdos de micro e macronutrientes. O Safra Mínimo foi o sistema que depositou maior peso de serrapilheira (32,4 Mg ha-1) e aportou maiores conteúdos de micro e macronutrientes. Com exce o do C e H, o N foi o que apresentou os maiores conteúdos nos cinco tratamentos, e em rela o aos micronutrientes, o Fe foi o elemento de maior aporte. A poda da vegeta o nos Safras favoreceu a ciclagem de nutrientes e contribuiu para eleva o dos conteúdos destes na serrapilheira. Os Safras, sob o aspecto do aporte de nutrientes via serrapilheira, foram os sistemas mais promissores na recomposi o dessas fun es ecológicas, quando comparados à Capoeira e monocultura de banana.
Decomposi??o de serrapilheira em bosque de sabiá na Zona da Mata de Pernambuco
Freire, Joelma de Lira;Dubeux Júnior, José Carlos Batista;Lira, Mario de Andrade;Ferreira, Rinaldo Luiz Caraciolo;Santos, Mércia Virginia Ferreira dos;Freitas, Erinaldo Viana de;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2010, DOI: 10.1590/S1516-35982010000800006
Abstract: the research aimed to evaluate the decomposition of sabiá (mimosa caesalpiniifolia benth) litter fractions by using the nylon bag technique. the following litter fractions were incubated: senescent leaves, leaves at the beginning of mineralization, and branches with diameter up to 20 mm. incubation was performed during periods of 0, 4, 8, 16, 64, 100, and 256 days in 2006 and 2007. the fractions were distributed in a random block design with five replications. it was evaluated the disappearance of biomass, nitrogen (n), and phosphorus (p), concentrations of nitrogen and phosphorus and the carbon/ nitrogen ratio of litter during the periods of incubation. in general, the negative exponential model explained the disappearance of biomass, nitrogen, and phosphorus, however, there was a variation among years and, in some cases, despite of being significant, the models showed a low correlation between predicted and observed data. biomass disappearance rate was slow because only 30% of leaf biomass was mineralized after 256 days of incubation. net nitrogen mineralization showed large variation among years, and it differed among the studied fractions. nitrogen content of the litter increased, on average, until 32 days (leaves) and until 64 days (branches) of incubation followed by stabilization. the linear plateau model was used to explain that process. in the course of the incubation periods, the carbon/nitrogen ration decreased. despite of the high content of nitrogen, the decomposition of sabiá litter is slow, what might reduce the loss of nutrients in the forest, increasing its sustainability and reducing the possible deleterious effects to the environment.
Estrutura espacial e deposi o de sementes de Hymenaea courbaril L. em um fragmento florestal no sudoeste goiano = Spatial structure and seed deposition of Hymenaea courbaril L. in a forestal fragment in the southeast of the Goiás State
Matheus Souza Lima-Ribeiro,Sueisla Lopes Rezende,Wilson Pereira Bernasol
Acta Scientiarum : Biological Sciences , 2011,
Abstract: O objetivo do presente trabalho é identificar e descrever o padr o dedistribui o espacial de Hymenaea courbaril L. (Fabaceae) e os fatores condicionantes em um fragmento florestal, denominado Mata do A ude, município de Jataí Estado de Goiás. O procedimento adotado para coleta dos dados espaciais foi o método da distancia conhecidocomo T – Square, utilizado para duas classes de tamanho: jovens e adultos, com circunferência de caule inferior e superior a 15 cm, respectivamente. Os fatores condicionantes analisados foram o padr o espacial de deposi o das sementes e as características do substrato (solo e serrapilheira). A estrutura espacial da popula o foi identificada pelo teste de Hines (ht), a qual apresentou distribui o agregada, tanto para indivíduos adultos (ht = 1,47, p < 0,005) quanto juvenis (ht = 1,88, p < 0,005) e um maior número de sementes em torno de 4 m da planta-m e. As condi es edáficas n o se diferenciaram entre os pontos amostrados, ao contrário da serrapilheira que apresentou diferen as significativas para umidade relativa e matéria seca. Os dados sugerem que o recrutamento e, consequentemente, a distribui o espacial dos jatobás na Mata do A ude é fortemente estruturada pelo padr o de deposi o das sementes e pelas características do substrato, principalmente aquelas atribuídas à serrapilheira. The objective of this study was to identify and describe the pattern of spatial distribution of Hymenaea courbaril L. (Fabaceae) and its structuring factors in the Mata do A ude forest fragment in Jataí Municipality, Goiás state. We used two individual size classes: juveniles and adult, with stalk circumference smaller and bigger than 15 cm, respectively. The population spatial data were sampled by the ‘T-Square’ distance method and the structuring factors analyzed were the spatial deposition pattern of seeds and substrate conditions (soil and litter). The Hines statistical test (ht) was used to detect the population spatial pattern. The tree population presented aggregated spatial structure, for both adults (ht = 1.47, p < 0.005) and juveniles (ht = 1.88, p < 0.005), with greater seed density at four meters from the plant. The soil conditions were not different among sampled points. On the other hand, the litter conditionspresented significant differences for moisture and dried organic matter. These data suggested that the recruitment and spatial distribution of H. courbaril in the Mata do A ude is strongly structured by the seed deposition pattern and litter conditions.
Composi o de bandos mistos de aves em fragmentos de mata atlantica no sudeste do Brasil
Maldonado-Coelho Marcos,Marini Miguel Angelo
Papéis Avulsos de Zoologia (S?o Paulo) , 2003,
Abstract: A fragmenta o de habitats tem sido um dos assuntos mais discutidos na biologia da conserva o nos últimos anos. Entretanto, poucos estudos tem avaliado os efeitos da fragmenta o de florestas em bandos mistos de aves. Esses bandos s o associa es de duas ou mais espécies, cuja coes o está relacionada à cadeia de intera es entre os membros dos bandos. As duas vantagens seletivas invocadas para explicar a evolu o do comportamento de viver em bandos mistos de espécies s o o declínio no risco de preda o e aumento na eficiência no forrageamento. O objetivo do presente estudo foi analisar a composi o de bandos mistos em rela o ao tamanho dos fragmentos de Mata Atlantica durante as esta es seca e chuvosa, na regi o da Zona da Mata, sudoeste do Estado de Minas Gerais, Brasil. Foram identificados três tipos distintos de bandos mistos na área estudada: bandos heterogêneos, bandos do sub-bosque e bandos de copa. O primeiro foi observado em todos os fragmentos florestais, enquanto bandos do sub-bosque foram observados em apenas três fragmentos. Bandos de copa s o raros em todos os fragmentos. Algumas espécies participaram de dois tipos de bandos. Trichothraupis melanops e Basileurus culicivorus foram as espécies nucleares dos bandos heterogêneos. Habia rubica foi a espécie mais importante na forma o e coes o de bandos do sub-bosque. Em bandos de copa, nenhuma das espécies apresentou características similares. Analisamos aqui o efeito da esta o e da área do fragmento florestal na composi o de bandos heterogêneos e de sub-bosque, baseados em dois enfoques: 1) - freqüência de espécies e 2) - características ecológicas das espécies do bando. Em rela o à freqüência das espécies, a sazonalidade afetou a composi o de bandos heterogêneos mais fortemente que a área do fragmento. Apenas dois fragmentos florestais diferiram levemente na composi o de bandos heterogêneos. Tanto a área quanto a sazonalidade influenciaram a composi o de bandos do sub-bosque. Excluindo a categoria de espécies de dossel dos bandos heterogêneos, que decresceu com a área do fragmento na esta o chuvosa, a propor o geral de espécies nas categorias dependentes da floresta, estrato de forrageamento e características de forrageamento, n o se alterou em rela o à área do fragmento florestal ou esta o, tanto para bandos heterogêneos quanto para bandos do sub-bosque.
Deposi o de agrotóxicos pulverizados na cultura da ma
Chaim Aldemir,Botton Marcos,Scramin Shirley,Pessoa Maria Concei??o Peres Young
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a distribui o da deposi o de agrotóxicos pulverizados em duas cultivares de ma (Malus domestica Borkh). Uma calda com tra ador Rodamina B foi pulverizada, com equipamento do tipo carreta com cortina de ar, com dois tipos de calibra es. Em uma calibra o foram utilizados bicos cones JA-1, JA-2 e JA-3 e na outra, bicos leque AVI 110 ISO-04 e bicos JA-1. N o houve diferen as entre as calibra es, mas a deposi o nas plantas foi decrescente da regi o apical para a basal. Nas calibra es testadas, 25% do tra ador aplicado perdeu-se no solo.
XIII SBGFA - FITOSSOCIOLOGIA, PRODU O MENSAL E RETEN O HíDRICA DA SERRAPILHEIRA EM FRAGMENTO DE MATA ATL NTINA: S O PEDRO DA SERRA/RJ  [cached]
Karla Karina Santos da Costa, Gisele Silva, Jamile Constan?a Rocha Santos Soutelo Salgado, Ana Valéria Freire Allem?o Bertolino, Ana Angélica Monteiro de Barros
Revista Geográfica Acadêmica , 2011,
Abstract: Em S o Pedro da Serra, distrito de Nova Friburgo/RJ, pequenos produtores rurais vêm substituindo a técnica de pousio pela agricultura convencional em raz o das leis ambientais vigentes. A cria o da APA de Macaé de cima imp s restri es às práticas agrícolas tradicionais que havia na regi o. O objetivo deste estudo é avaliar a estrutura fitossociológica de três estádios sucessionais (Pousio I/4-7 anos, Pousio II/10 – 12 anos e Floresta 50 – 70 anos), a produ o mensal de serrapilheira e sua capacidade de reten o hídrica para investigar a sustentabilidade dessa prática agrícola. A estrutura do componente arbóreo foi determinada através da delimita o de três parcelas em cada sistema, totalizando 480 m2. Em cada área foram plaqueados todos os indivíduos com DAP (diametro à altura do peito, ou a 1,3m do solo) ≥ a 5 cm. Para quantificar a produ o mensal da serrapilheira, foram colocadas cinco caixas coletoras com 0,50 m2 em cada sistema (Proctor,1983). A capacidade de reten o hídrica foi realizada através da coleta de cinco amostras sazonais, em cada sistema, com um quadrado de ferro de 0,25 m2 (Vallejo,1982). Os resultados demonstram a presen a de sete diferentes espécies no POI e POII, com a mesma espécie dominante (Machaerium stipitatum), diferindo apenas na sua representatividade em cada sistema com 35% no primeiro e 69% no segundo. Em FL a família Rubiaceae apresentou o maior número de indivíduos (54,3%). Das espécies exclusivas em cada área temos Croton floribundus em PO I, Solanum Argenteum em PO II e Guapira opposita em FL.Com rela o a reten o hídrica, observou-se que FL apresentou maior capacidade (33,18%),seguido de POII (26,52%) e POI (20,38%) na esta o outono. O comportamento se repete no inverno, com FL (38,47%), seguido de POII ( 36,75%) e POI (32,13%). A produ o mensal de serrapilheira em FL apresentou maior média (19,77g), depois POI (14,99g) e POII (10g). Em rela o a serrapilheira, pode-se observar um comportamento distinto que deve ser definido a partir da conclus o dos estudos fitossociológicos
Produ o, Estoque e Reten o Hídrica da Serrapilheira em Encosta Sob Plantio de híbridos de Eucalyptus urophylla e Eucalyptus grandis: Médio Vale do Rio Paraíba do Sul
Aline Riccioni de Melos,Anderson Mululo Sato,Ana Luiza Coelho Netto
Anuário do Instituto de Geociências , 2010,
Abstract: As áreas de Eucalyptus têm se espalhado rapidamente no médio vale do rio Paraíba do Sul e seus efeitos ambientais ainda s o ambivalentes e pouco documentados (Vianna et al., 2007). Este trabalho tem o objetivo de avaliar a produ o e o estoque de serrapilheira em encostas sob plantio de Eucalyptus e verificar sua capacidade de reten o hídrica, como suporte ao entendimento das respostas hidrológicas as entradas de chuvas. A área de estudo está localizada na bacia do rio Sesmarias, numa área coberta por Eucalyptus grandis x urophyla, com espa amento 3 x 2 m (1666 árvores.ha-1), plantadas em abril de 2004. A serrapilheira foi coletada em quatro diferentes posi es usando quadrados de 0,5m para medi o de produ o, e quadrados de 0,25m para medi o do estoque. As amostras foram secas, pesadas, separadas em fra es (folhas, galhos, gramínea e raízes + material fino), as quais também eram pesadas. A produ o apresentou aumento com a diminui o das chuvas, e foi maior no divisor (10,2 Mg.ha-1) que na encosta(6,6 Mg.ha-1). O estoque de serrapilheira apresenta uma tendência de aumento, com acúmulo anual de 2,2 Mg.ha-1, e é composto principalmente por folhas. A capacidade de reten o hídrica de 235% aproxima-se dos valores encontrados em Floresta Tropical Chuvosa de Encostas (200% - 259%).
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