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Balan o eletrolítico e redu o da proteína bruta da ra o sobre parametros fisiológicos e sanguíneos de frangos de corte no calor = Electrolyte balance and crude protein reduction in physiologic and blood parameters of broiler chickens in heat
Marize Bastos de Matos,Rony Antonio ferreira,Vaneila Daniele Lenhardt Savaris,Humberto Pena Couto
Acta Scientiarum : Animal Sciences , 2009,
Abstract: Um experimento foi conduzido, objetivando-se avaliar o efeito do balan o eletrolítico (BER) e a redu o da proteína bruta (PB) da ra o sobre a frequência respiratória, temperatura cloacal, concentra es de Na+, K+, Cl- e ácido úrico em frangos de corte. Foram utilizados 800 pintos de corte, machos da linhagem Cobb, alojados em 20 boxes, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com quatro tratamentos, cinco repeti es e 40 aves porunidade experimental. Os tratamentos foram: T1 - ra o basal; T2 - ra o corrigida para BER de 250 mEq kg-1; T3 - ra o com redu o de PB, sem corre o de BER; T4 - ra o com redu o de PB corrigida para BER de 250 mEq kg-1. As condi es ambientais evidenciaram que os animais estavam em estresse por calor. As aves que receberam ra es com corre o do BER apresentaram menores valores (p < 0,05) de frequência respiratória nas fases estudadas, assim como de temperatura cloacal, na fase de sete a 21 dias. N o houve varia o (p > 0,05) da temperatura cloacal no período total. A redu o da PB diminuiu (p < 0,05) a concentra o de sódio no soro. Aos 42 dias houve influência (p < 0,05) da utiliza o do eletrólito sobre a concentra o de sódio. A suplementa o com eletrólitos melhorou a homeostase dos frangos em condi es de estresse por calor. An experiment was carried with the objective of evaluating the effect of diet electrolyte balance (DEB) and crude protein (CP) reduction onrespiratory rate, cloacal temperature and concentrations of Na+, K+, Cl- and uric acid of broiler chickens. Eight-hundred male Cobb broiler chickens were randomly allocated in 20 boxes, with four treatments and five replicates of 40 birds per experimental unity. The treatments were: T1 - basal diet; T2 - diet adjustment until DEB = 250 mEq kg-1; T3 - diet with reduction of CP and without adjustment of DEB; T4 - diet with reduction of CP and adjustment of DEB to 250 mEq kg-1. The thermal environment was not favorable during the experimental period. The birds that received diets with correction of electrolyte balance showed low values (p < 0.05) of respiratory rate in the phases studied, as well as of cloacal temperature in the phase between 7 and 21 days. Results of cloacal temperature in the total period were not affected (p > 0.05). Reduction of crude protein decreased (p < 0.05) the concentration of sodium in the serum. Theuse of electrolyte in the concentration of sodium was influenced (p > 0.05) at 42 days. The supplementation with electrolytes improved homeostasis of the broilers in heat stress conditions.
Tipos de fibras no músculo flexor longo do hálux de frangos de corte submetidos ao estresse pelo calor e frio e alimentados em "pair-feeding"  [cached]
Sartori José Roberto,Gonzales Elisabeth,Macari Marcos,Dal Pai Vitalino
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da temperatura ambiente sobre as características morfométricas das fibras musculares do músculo flexor longo do hálux de frangos de corte alimentados com a mesma quantidade de ra o ("pair-feeding"), isolando-se o efeito do consumo voluntário de alimento. Foram utilizados 16 frangos de corte machos, Ross, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado com dois tratamentos (estresse pelo calor e frio), com sete e nove repeti es cada, respectivamente. Aos 43 dias de idade, o peso médio das aves estressadas pelo calor (1255 g) foi maior que o das aves estressadas pelo frio em "pair-feeding" (1086 g). O músculo das aves submetidas ao estresse pelo calor e pelo frio apresentou 22,82 e 27,93% de fibras brancas (FG - Fast Glycolytic), 52,76 e 47,67% de intermediárias (FOG - Fast Oxidative Glycolytic) e 24,42 e 24,40% de vermelhas (SO - Slow Oxidative), respectivamente. O diametro das fibras FG foi maior no músculo das aves submetidas ao calor (48,69 mm), quando comparado ao das aves submetidas ao frio (37,74 mm). A freqüência e o número dos tipos de fibras no músculo n o diferiram entre as aves estressadas pelo calor e pelo frio. O estresse pelo frio associado à limita o no consumo de alimento determinou redu o no crescimento e alterou a composi o dos tipos de fibras no músculo flexor longo do hálux de frangos de corte, reduzindo o tamanho das fibras do tipo FG e mantendo o tamanho das fibras SO e FOG, as quais apresentam metabolismo oxidativo, associado à maior produ o de calor.
Níveis de lisina digestível em ra es, em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica, para frangos de corte de 22 a 42 dias de idade, mantidos em estresse por calor
Valério Sandra Roseli,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Gomes Paulo Cezar
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Dois ensaios foram conduzidos para determinar a exigência de lisina digestível de frangos de corte machos dos 22 aos 42 dias de idade, recebendo ra es em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica e criados em estresse por calor. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado em ambos os ensaios. As aves, no ensaio 1, foram distribuídas em cinco tratamentos (níveis de lisina em ra es convencionais) e seis repeti es, com sete aves cada. No ensaio 2, os frangos foram distribuídos em quatro tratamentos (níveis de lisina em ra es mantendo a rela o aminoacídica) e seis repeti es, com sete aves cada. Em ambos os ensaios, os tratamentos influenciaram de forma linear crescente o ganho de peso. Embora a convers o alimentar tenha melhorado de forma linear, o modelo LRP foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 0,92 e 1,022% os níveis de lisina a partir dos quais ocorreu um plat , em ra es mantendo ou n o a rela o aminoacídica, respectivamente. N o se verificou efeito dos tratamentos sobre o consumo de ra o e sobre os pesos absoluto e relativo da carca a das aves quando se manteve ou n o a rela o aminoacídica. Os níveis de lisina aumentaram linearmente o peso absoluto e o rendimento de peito dos frangos, independentemente de ter sido mantida ou n o a rela o aminoacídica. No ensaio 1, os pesos absoluto e relativo da coxa e da sobrecoxa n o foram influenciados pelos tratamentos, enquanto os pesos absoluto e relativo da gordura abdominal reduziram de forma linear. No ensaio 2, o peso absoluto de coxa aumentou linearmente com os níveis de lisina. No entanto, os tratamentos n o influenciaram os pesos absoluto e relativo da sobrecoxa e da gordura abdominal. Concluiu-se que frangos de corte machos, no período de 22 a 42 dias de idade, mantidos em estresse por calor, exigem, no mínimo, 0,955 e 1,022% de lisina digestível em ra o convencional e em ra o em que se manteve a rela o aminoacídica, respectivamente.
Níveis de lisina digestível em ra es, em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica, para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade, mantidos em estresse por calor  [cached]
Valerio Sandra Roseli,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Albino Luiz Fernando Teixeira
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Dois ensaios foram conduzidos para avaliar os efeitos de níveis de lisina digestível em ra es em que se manteve ou n o a rela o aminoacídica sobre o desempenho de frangos de corte machos de 1 a 21 dias de idade, criados em alta temperatura. O delineamento experimental utilizado em ambos os ensaios foi o inteiramente casualizado. As aves, no ensaio 1, foram distribuídas em cinco tratamentos (0,92; 0,98; 1,04; 1,10 e 1,16% de lisina digestível em ra o convencional), oito repeti es e dez aves por repeti o. No ensaio 2, os frangos foram distribuídos em quatro tratamentos (1,04; 1,10; 1,16 e 1,22% de lisina digestível em ra es mantendo a rela o aminoacídica), oito repeti es e dez aves por repeti o. No ensaio 1, os tratamentos influenciaram quadraticamente o ganho de peso e o consumo de ra o, que aumentaram até os níveis de 1,14 e 1,09% de lisina, respectivamente. Embora a convers o alimentar tenha melhorado de forma linear, o modelo LRP foi o que melhor se ajustou aos dados, estimando em 1,097% o nível de lisina a partir do qual ocorreu um plat . N o houve efeito dos tratamentos sobre os pesos absolutos do cora o, fígado e intestinos, enquanto o peso absoluto da moela aumentou linearmente. O peso absoluto da carca a aumentou, enquanto os pesos relativos do cora o e do fígado reduziram quadraticamente com os tratamentos. No ensaio 2, os tratamentos influenciaram de forma linear crescente o ganho de peso e a convers o alimentar, enquanto o consumo de ra o n o variou. Os tratamentos influenciaram linearmente o peso absoluto da carca a, enquanto os pesos absoluto e relativo das vísceras n o variaram. Concluiu-se que frangos de corte machos, de 1 a 21 dias de idade, mantidos em estresse por calor, exigem, no mínimo, 1,14 e 1,22% de lisina digestível em ra o convencional e em ra o em que se manteve a rela o aminoacídica, respectivamente.
CINéTICA DA DIGEST O RUMINAL, DE DIETAS COMPOSTAS COM CAMA DE FRANGOS, UTILIZANDO COMO SUBSTRATO A CASCA DE CAFé, EM BOVINOS  [cached]
Euclides Reuter de Oliveira,Paulo César de Aguiar Paiva,Vera Lúcia Banys,Ivo Francisco de Andrade
Ciência Animal Brasileira , 2006,
Abstract: Objetivou-se avaliar a composi o química e a degradabilidade ruminal da matéria seca (MS), da proteína bruta (PB) e de fibra em detergente neutro (FDN), de ra es isoenergéticas e isoprotéicas, com diferentes níveis (0%, 10%, 20%, 30% e 40%) de substitui o do farelo da algod o, por cama de frangos, tendo como substrato a casca de café. Utilizaram-se quatro vacas secas fistuladas no rúmen, nas quais foram incubadas amostras de volumoso, cama de frangos, MDPS e ra es experimentais por 0, 1, 4, 8, 12, 36 e 72 h. Os dados obtidos sobre a degradabilidade foram ajustados para uma regress o n o-linear pelo método de Gauss-Newton. Os resultados obtidos permitiram avaliar que, com o aumento dos níveis de cama de frangos, os valores da degradabilidade efetiva da matéria seca e da fibra em detergente neutro aumentaram em rela o à ra o sem resíduo, observando-se semelhan a da degradabilidade efetiva da proteína bruta. Com base neste experimento, concluiu-se que a substitui o do farelo de algod o pela cama de frangos, até o nível de 40%, é possível, pois n o se observou efeito sobre a degradabilidade efetiva da matéria seca, da proteína bruta e a de fibra em detergente neutro. PALAVRAS-CHAVE: Cama de frangos, degradabilidade, substrato.
Avalia o das Propriedades do ácido Nicotínico no Desempenho e no Balan o Térmico de Frangos de Corte Durante Estresse por Calor  [cached]
Ribeiro AML,Mahmoud H,Teeter RG,Penz Jr AM
Revista Brasileira de Ciência Avícola , 2001,
Abstract: Foram oferecidas 4 doses de ácido nicotínico (AN) na água de beber de frangos de corte, a fim de estudar seu efeito no desempenho e na produ o de calor em condi es de estresse por calor (6 h de 35o C). As doses foram 15, 100, 330 e 1000 mg/L. N o houve efeito do AN nas doses usadas para ganho de peso, consumo de alimento, eficiência alimentar, consumo de água e temperatura retal. Foram observadas algumas altera es devido ao AN e estresse por calor nos parametros sangüíneos das aves. A produ o de calor (kcal/h/peso metabólico) diminuiu com o uso de 100 e 1000 mg/L comparados com 15 mg/L. Nas dosagens usadas n o foi observado efeito benéfico do AN no controle do estresse por calor.
Fisiologia do estresse calórico e a utiliza o de eletrólitos em frangos de corte  [cached]
Borges Sebasti?o Aparecido,Maiorka Alex,Silva Ana Vitória Fischer da
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Várias altera es metabólicas e fisiológicas s o desencadeadas em frangos de corte submetidos a altas temperaturas ambientais, o que pode acarretar em grandes perdas no desempenho e na imunocompetência destas aves. Além das técnicas de controle ambiental estarem sendo freqüentemente empregadas para a redu o do impacto negativo do estresse calórico sobre o desempenho das aves, outras medidas est o constantemente sendo estudadas. Nos últimos anos, o manejo nutricional adequado também tem demonstrado ser efetivo como medida preventiva para o estresse calórico, pois o funcionamento do sistema termorregulador do frango (produ o de calor, rotas evaporativas e n o evaporativas de dissipa o de calor) pode ser influenciado pela dieta, em especial, o estabelecimento de adequados balan os eletrolíticos, devido a sua importancia fisiológica no mecanismo do estresse calórico. Assim, os mecanismos nutricionais devem ser reavaliados como uma ferramenta no controle desta disfun o metabólica das aves.
Digestibilidade ileal verdadeira da proteína em frangos de corte sob dietas com diferentes níveis de proteína bruta = True ileal protein digestibility in broilers fed diets with different crude protein levels
Marson Bruck Warpechowski,Alexandre de Mello Kessler,Simone Pophal,André Ebert
Acta Scientiarum : Animal Sciences , 2006,
Abstract: A digestibilidade ileal aparente (DIA-PB) e verdadeira (DIV-PB) da proteína bruta (PB) foram determinadas em frangos de 39 dias de idade sob 4 dietas à base de milho e farelo de soja com níveis de PB variando entre 19,8 e 23,5% (4 repeti es de 8 frangos/sexo/dieta). As aves receberam as dietas com 0,25% óxido de cromo em quatrorefei es diárias, sendo abatidas entre 2 e 4 horas após o início da última refei o. A perda endógena de PB foi obtida pelo intercepto da regress o linear entre o consumo de alimento e a quantidade de PB colhida no íleo. A digestibilidade aumentou linearmente com o aumento na PB, com coeficientes de regress o e de varia o (CV%) menores para DIV-PB (1,8*PB + 36,3; r2=0.97; P<0,02; CV%=2,9) que para DIA-PB (3,3*PB + 0,9; r2=0,99; P<0,01; CV%=3,7). A metodologia foi eficiente para determina o da DIV-PB em frangos. A DIA-PB superestimou o efeito do nível dietético de proteína. Crude protein apparent ileal digestibility (DIA-PB) and true ileal digestibility (DIV-PB) were determined in 39 day old broilers on four corn-soybean meal diets with 19.8 to 23.5% crude protein content (4 replicates of 8 birds/sex/diet). Diets contained 0.25% chromium oxide and were given in four daily meals. Birds were sacrificed between 2 and 4 hours after the start of the last meal. Endogenous protein loss was obtained as the intercept of the linear regression between the feed intake and the protein collected in the ileum. A linearincrease in digestibility with dietary protein level increment was observed. Lower coefficients of variation (CV%) and of regression were observed with DIV-PB (1.8*CP + 36.3; r2=0.97; P<0.02; CV%=2.9) than with DIA-PB (3.3*CP + 0.9; r2=0.99; P<0.01; CV%=3.7). Studiedmethodology was efficient to determine true ileal digestibility in broilers. Apparent ileal digestibility overestimated the effect of dietary crude protein level.
Redu o da proteína bruta da ra o para suínos machos castrados dos 15 aos 30 kg mantidos em termoneutralidade  [cached]
Ferreira Rony Antonio,Oliveira Rita Flávia Miranda de,Donzele Juarez Lopes,Lopes Darci Clementino
Revista Brasileira de Zootecnia , 2003,
Abstract: Um experimento foi conduzido para avaliar a influência da redu o da proteína bruta (PB) e suplementa o de aminoácidos sintéticos sobre o desempenho de suínos machos castrados mantidos em ambiente termoneutro (22masculineC). Foram utilizados 60 leit es mesti os (Landrace x Large White) com peso médio inicial de 15,0 kg e idade média de 53,1 dias, em delineamento inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos (18, 17, 16, 15 e 14% PB), seis repeti es e dois animais por unidade experimental. As ra es experimentais foram fornecidas à vontade até o final do experimento, quando os animais atingiram o peso médio de 30,2 kg. A temperatura média no interior da sala foi mantida em 22masculineC, com umidade relativa de 82,3%. O índice de Temperatura de Globo e Umidade calculado no período foi de 69,6. N o se observou efeito da redu o do nível de proteína bruta da ra o sobre as variáveis de desempenho (consumo de ra o, ganho de peso e convers o alimentar). As taxas de deposi o de proteína e gordura também n o foram influenciadas pela redu o da PB na ra o. Os tratamentos influenciaram os pesos absoluto e relativo do est mago e o peso absoluto do intestino, sendo os maiores valores observados em animais que receberam a ra o com maior nível de proteína bruta. Concluiu-se que o nível de PB da ra o pode ser reduzido de 18 para 14%, sem prejudicar o desempenho de suínos machos dos 15 aos 30 kg mantidos em ambiente termoneutro, desde que devidamente suplementadas com aminoácidos essenciais limitantes.
Influência do nível nutricional da dieta no rendimento de órg os e de gordura abdominal de frangos de corte estressados por calor  [cached]
C. Laganá,A. M. L. Ribeiro,A. M. Kessler,E. N. Souza
Revista Brasileira de Saúde e Produ??o Animal , 2006,
Abstract: O experimento foi realizado para verificar o efeito de dois tipos de dieta no rendimento de órg os de frangos de corte de 21 a 42 dias submetidos a estresse por calor (EPC) e observar o efeito direto do EPC no rendimento de órg os, na situa o de consumo pareado. 288 frangos, de 21 dias foram distribuídos em esquema fatorial 2x2+2, com seis repeti es, sendo os fatores: ambientes - ATN (21-25 C) e EPC (25-32 C)- e dietas- controle (2,4% gordura e 19,5% PB) e ver o (4,0% de gordura e 18,5% de PB). No ATN, foram criados mais dois tratamentos, nos quais as aves foram submetidas consumo pareado, com as aves do EPC, para ambos os tipos de ra o. Aos 42 dias as aves foram abatidas e os órg os (fígado, intestino, cora o) e gorduras abdominais de uma ave por repeti o foram retirados, secos e pesados. O rendimento de fígado foi menor no EPC, quando as aves consumiram ra o à vontade, independentemente do tipo da dieta. O efeito isolado do EPC piorou o rendimento de cora o, quando receberam a mesma quantidade de ra o, independentemente da dieta. O ambiente, o tipo e a quantidade de dieta, n o influenciaram no rendimento de gordura abdominal dos frangos. Palavras-chave: calor, gordura, proteína, órg os
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