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ACúMULO DE SERRAPILHEIRA EM FRAGMENTOS DE MATA MESOFíTICA E CERRADO STRICTO SENSO EM UBERL NDIA-MG.- The accumulation of organic material under different natural vegetation in Uberlandia - MG
Eduardo H. Campos,Ricardo Reis Alves,Douglas Santana Serato,Gelze Serrat de Souza Campos Rodrigues
Revista Sociedade & Natureza , 2008,
Abstract: Para explorar os recursos naturais de forma sustentável, respeitando as fragilidades ambientais, énecessário compreender os processos dinamicos que envolvem as rela es dos diversos elementos danatureza. Neste sentido, o presente trabalho teve como objetivo coletar, tratar e apresentar dados einforma es referentes ao acúmulo de serrapilheira, bem como dados relacionados à umidade no solo,precipita o, vento e temperatura em fragmentos de Mata Mesofítica e Cerrado Stricto Senso, localizadosna Fazenda Experimental do Glória, identificando características da dinamica local.O experimento foi conduzido entre julho de 2007 e janeiro de 2008 em duas etapas: fase de campopara coleta de dados e, logo em seguida, fase pós-campo, que consistia no tratamento estatístico.Para obten o de informa es climáticas, utilizou-se os dados fornecidos pela esta o climatológicainstalada no local, e em rela o à umidade do solo, fez-se as medi es próximo aos coletores deserrapilheira. Para avaliar a produ o de serrapilheira, foram instalados 2 (dois) coletores de madeira,um na Mata Mesofítica e outro na área de Cerrado Stricto Senso.ABSTRACTThe sustainable way to explore the natural resources according to the environmental fragility is necessaryto understand the dynamic processes which evolve the diversity of natural aspects. In this way thepresent research had for objective collect, manage and present data about the organic matteraccumulation, as well as data related to the soil humidity, rainfall, wind and temperature in plotslocated in two different fragments of Mesophytic Forest and Cerrado (Savanna) at Fazenda Experimentalof Glória, looking for understand the local environmental evolution.The experiments were carried out between July/2007 and January/2008 in two phases: the field workwhen the measurements were carried out and at the same time the lab work when the material wastreated and analyzed.The climate data was performed at a mini meteorological station located at the experiment field andthe soil humidity was measured using a Thetra Probe device performed near the collector
XIII SBGFA - FITOSSOCIOLOGIA, PRODU O MENSAL E RETEN O HíDRICA DA SERRAPILHEIRA EM FRAGMENTO DE MATA ATL NTINA: S O PEDRO DA SERRA/RJ  [cached]
Karla Karina Santos da Costa, Gisele Silva, Jamile Constan?a Rocha Santos Soutelo Salgado, Ana Valéria Freire Allem?o Bertolino, Ana Angélica Monteiro de Barros
Revista Geográfica Acadêmica , 2011,
Abstract: Em S o Pedro da Serra, distrito de Nova Friburgo/RJ, pequenos produtores rurais vêm substituindo a técnica de pousio pela agricultura convencional em raz o das leis ambientais vigentes. A cria o da APA de Macaé de cima imp s restri es às práticas agrícolas tradicionais que havia na regi o. O objetivo deste estudo é avaliar a estrutura fitossociológica de três estádios sucessionais (Pousio I/4-7 anos, Pousio II/10 – 12 anos e Floresta 50 – 70 anos), a produ o mensal de serrapilheira e sua capacidade de reten o hídrica para investigar a sustentabilidade dessa prática agrícola. A estrutura do componente arbóreo foi determinada através da delimita o de três parcelas em cada sistema, totalizando 480 m2. Em cada área foram plaqueados todos os indivíduos com DAP (diametro à altura do peito, ou a 1,3m do solo) ≥ a 5 cm. Para quantificar a produ o mensal da serrapilheira, foram colocadas cinco caixas coletoras com 0,50 m2 em cada sistema (Proctor,1983). A capacidade de reten o hídrica foi realizada através da coleta de cinco amostras sazonais, em cada sistema, com um quadrado de ferro de 0,25 m2 (Vallejo,1982). Os resultados demonstram a presen a de sete diferentes espécies no POI e POII, com a mesma espécie dominante (Machaerium stipitatum), diferindo apenas na sua representatividade em cada sistema com 35% no primeiro e 69% no segundo. Em FL a família Rubiaceae apresentou o maior número de indivíduos (54,3%). Das espécies exclusivas em cada área temos Croton floribundus em PO I, Solanum Argenteum em PO II e Guapira opposita em FL.Com rela o a reten o hídrica, observou-se que FL apresentou maior capacidade (33,18%),seguido de POII (26,52%) e POI (20,38%) na esta o outono. O comportamento se repete no inverno, com FL (38,47%), seguido de POII ( 36,75%) e POI (32,13%). A produ o mensal de serrapilheira em FL apresentou maior média (19,77g), depois POI (14,99g) e POII (10g). Em rela o a serrapilheira, pode-se observar um comportamento distinto que deve ser definido a partir da conclus o dos estudos fitossociológicos
Fitossociologia de um remanescente de mata mesófila semidecídua urbana, bosque John Kennedy, Araguari, MG, Brasil
Araújo, Glein Monteiro;Guimar?es, Ant?nio José Maia;Nakajima, Jimi Naoki;
Brazilian Journal of Botany , 1997, DOI: 10.1590/S0100-84041997000100007
Abstract: abstract - (the phytosociological study of the semideciduous mesophytic forest in the john kennedy bosque, araguari, mg, brazil). a phytosociological survey of the species of trees was carried out in a semideciduous mesophytic forest in the john kennedy bosque (48°11'19''w and 18°38'35''s), araguari, western minas gerais, brazil. this area is located in the urban perimeter, and has 11.2 ha occupied mostly by forest. one thousand eight hundred and twenty seven (1827) individuals trees were recorded in 1.2 ha, belonging to 46 families, 88 genera and 113 species, and shannon's diversity index was 3.75 nats/individual. the phytosociological parameter of ivi show that the most important species are licania apetala, micrandra elata, copaifera langsdorffii, astronium nelson-rosae and alchornea glandulosa, and the most important families are chrysobalanaceae, euphorbiaceae, caesalpinaceae, mimosaceae and anacardiaceae. the occurrence of some species in the john kennedy bosque which are known to be gap colonizers (alchornea glandulosa and piptocarpha macropoda) or secondary (didymopanax macrocarpum and maprounea guianensis) shows the existence of gap areas in this forest, but the comparison between plots of intact forest and gap forest indicates that the specific structure remains unchanged.
Estrutura do sub-bosque herbáceo-arbustivo da mata da silvicultura, uma floresta estacional semidecidual no município de Vi osa-MG  [cached]
Meira Neto Jo?o Augusto Alves,Martins Fernando Roberto
Revista árvore , 2003,
Abstract: Nos trabalhos em comunidades florestais, tradicionalmente s o estudadas apenas a composi o e a estrutura do componente arbóreo, relegando o estrato herbáceo-arbustivo ao esquecimento ou ao segundo plano. Os objetivos deste trabalho foram descrever a estrutura fitossociológica desse estrato para entender suas rela es sinecológicas e, por fim, estudar a distribui o dos indivíduos pelas classes de tamanho para inferir sobre fatores e processos determinantes da organiza o florestal da Mata da Silvicultura. Para o estudo da fitossociologia da área foram utilizados os parametros de abundancia obtidos a partir de 100 m2 de amostra subdividida em parcelas de 1 m2. A estrutura fitossociológica horizontal considerou todos os indivíduos com CAP menor que 10 cm ou com altura maior que 20 cm. Os aspectos dinamicos foram avaliados por meio da distribui o de tamanhos individuais expressos pelos diametros à altura do solo em cada popula o amostrada. Foram amostrados 1.193 indivíduos de 109 espécies, pertencentes a 41 famílias botanicas, resultando em um índice de diversidade de Shannon (H') de 3,38 e equabilidade (J') de 0,72, valores considerados altos para a heterogeneidade do estrato herbáceo-arbustivo. As espécies mais importantes (VI) foram Piper lucaeanum, Psychotria conjugens, Olyra micrantha, Psychotria sessilis, Siparuna guianensis, Bambusa tuldoides, Ottonia leptostachya, Aparisthmium cordatum e Psychotria hastisepala. As famílias mais importantes (VI) foram Rubiaceae, Piperaceae, Poaceae, Monimiaceae, Leguminosae (Mimosoideae), Myrtaceae, Euphorbiaceae, Meliaceae, Lauraceae e Flacourtiaceae. Pela análise de distribui o de tamanhos foi levantada a hipótese de existirem dois grupos de espécies, segundo a estratégia que possuem de habitar o estrato herbáceo-arbustivo da Mata da Silvicultura. Um dos grupos seria formado pelas espécies que investem preferencialmente recursos energéticos no sistema caulinar e o outro, pelas espécies que investem recursos energéticos preferencialmente no sistema fotossintético.
APORTE E DECOMPOSI O DE SERAPILHEIRA EM áREAS DE FLORESTA SECUNDáRIA, PLANTIO DE SABIá (Mimosa caesalpiniaefolia Benth.) E ANDIROBA (Carapa guianensis Aubl.) NA FLONA MáRIO XAVIER, RJ
Milton Marques Fernandes,Marcos Gervasio Pereira,Luis Mauro Sampaio Magalh?es,Adriano Rosa Cruz
Ciência Florestal , 2006,
Abstract: Este trabalho teve como objetivo avaliar o aporte e a decomposi o da serapilheira em áreas de floresta secundária espontanea, plantio de sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia Benth.) e plantio de andiroba (Carapa guianensis Aubl.). Para avalia o do aporte de serapilheira, foram instalados dez coletores c nicos sendo o aporte avaliado durante o período de outubro de 2003 a setembro de 2004. Posteirormente, foi feita a quantifica o dos macronutrientes (N, P e K). A avalia o da taxa de decomposi o foi realizada utilizando-se o método dos litter bags. A área de plantio de andiroba aportou a maior quantidade de serrapilheira 9,20 Mg ha-1, sendo seguida pelo plantio de sabiá com 9,06 Mg ha-1 e pela floresta secundária espontanea 7,63 Mg ha-1 por ano. A serapilheira das áreas de plantio de sabiá e do plantio de andiroba apresentou maiores valores de nitrogênio e fósforo que a área de floresta secundária. A velocidade de decomposi o da serapilheira foi maior nas áreas de plantio de sabiá e andiroba, podendo tal comportamento ter sido influenciado pelo maior conteúdo de nitrogênio na serapilheira. O fósforo foi o nutriente que apresentou maior velocidade de libera o.
Dinamica sazonal da produ??o e decomposi??o de serrapilheira em floresta tropical de transi??o
Sanches, Luciana;Valentini, Carla M. A.;Biudes, Marcelo S.;Nogueira, José de S.;
Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental , 2009, DOI: 10.1590/S1415-43662009000200012
Abstract: the objective of this study was to analyze the production, dynamics and litter decomposition as a function of the seasonality of the microclimate in a transitional tropical forest of amazonia cerrado. estimate of litterfall was carried out with collection boxes of 1 m2 and floor forest mass with quadrants of 25 x 25 cm distributed randomly. the decline constant (k), litter turnover rate (kl) and litter decomposition rate (k') were determined by estimation of litterfall and forest floor litter mass. leaf decomposition was studied by litter bags with leaves of species of relevance (tovomita schomburgkki and brosimium lactescens) in the forest. the analysis of the environmental factors was measured through micrometeorological equipments. the litterfall was seasonal in nature, with significant influence from relative air humidity and rainfall in a transitional forest. litterfall was mainly composed of leaves, followed by twigs, and miscellany (flowers and fruits). the leaf decomposition in tropical forests was accelerated in seasons, dry-wet and wet-dry, being the leaf decomposition higher in the wet-dry season.
Dinamica da produ o e decomposi o da serapilheira do araribá (Centrolobium tomentosum Guill. ex Benth. - Fabaceae) em uma mata ciliar, Rio Jacaré-Pepira, S o Paulo
Aidar Marcos P.M.,Joly Carlos A.
Brazilian Journal of Botany , 2003,
Abstract: O estudo foi realizado em um fragmento de mata ciliar (42 ha) onde a espécie arbórea, secundária inicial e decídua Centrolobium tomentosum Guill. ex Benth. é dominante no estrato superior da floresta estacional semidecidual. A espécie apresentou grande produ o de serapilheira (4,2 kg.ind-1) com um comportamento bimodal de deposi o (janeiro/fevereiro _ 25,1% e julho/agosto _ 52,3%), e grande capacidade de transferência de nutrientes para o solo (g.ind-1.ano-1): 74,7 N; 6,1 P; 29,0 K; 73,9 Ca; 25,8 Mg e 14,1 S. A decomposi o da fra o foliar da serapilheira apresentou padr o sazonal, resultando em cerca de 19,5 meses para seu desaparecimento. A qualidade e quantidade da serapilheira produzida por C. tomentosum indicam um alto potencial de utiliza o dessa espécie em programas de reabilita o funcional e estrutural das matas ciliares no Estado de S o Paulo.
APORTE DE NUTRIENTES E BIOMASSA VIA SERRAPILHEIRA EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS EM PARATY (RJ)
Nina Duarte Silveira,Marcos Gervasio Pereira,José Carlos Polidoro,Sílvio Roberto de Lucena Tavares
Ciência Florestal , 2007,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar a sustentabilidade ambiental de Sistemas Agroflorestais Regenerativos e Análogos (Safra), utilizando-se como indicadores de sustentabilidade ambiental o aporte de biomassa e nutrientes via serrapilheira de espécies arbóreas plantadas. Este trabalho faz parte das a es do PRODETAB – projeto 039 e foi desenvolvido na Fazenda Goura Vrindávna, Paraty, RJ. Foram plantadas 28 espécies arbóreas de múltiplos usos em três tratamentos agroflorestais, Safra Mínimo (sistema simplificado de enriquecimento de bananal), Safra Absoluto (sistema adensado e diversificado) e Safra Modificado (mesma composi o do anterior e com aduba o do solo). Para a avalia o do aporte de nutrientes via serrapilheira; foram coletadas amostras nos três tratamentos Safras e em dois tratamentos testemunhas (Bananal e Capoeira) por meio de coletores de 625 cm2, 15 meses após o plantio. Nas amostras, foram feitas as determina es dos teores e conteúdos de micro e macronutrientes. O Safra Mínimo foi o sistema que depositou maior peso de serrapilheira (32,4 Mg ha-1) e aportou maiores conteúdos de micro e macronutrientes. Com exce o do C e H, o N foi o que apresentou os maiores conteúdos nos cinco tratamentos, e em rela o aos micronutrientes, o Fe foi o elemento de maior aporte. A poda da vegeta o nos Safras favoreceu a ciclagem de nutrientes e contribuiu para eleva o dos conteúdos destes na serrapilheira. Os Safras, sob o aspecto do aporte de nutrientes via serrapilheira, foram os sistemas mais promissores na recomposi o dessas fun es ecológicas, quando comparados à Capoeira e monocultura de banana.
Deposi??o e composi??o química de serrapilheira em um bosque de sabiá
Freire, Joelma de Lira;Dubeux Júnior, José Carlos Batista;Lira, Mario de Andrade;Ferreira, Rinaldo Luiz Caraciolo;Santos, Mércia Virginia Ferreira dos;Freitas, Erinaldo Viana de;
Revista Brasileira de Zootecnia , 2010, DOI: 10.1590/S1516-35982010000800005
Abstract: this research aimed to evaluate the deposition and chemical composition of the components of the existing and deposited litter in a sabiá (mimosa caesalpiniifolia benth) canopy. the experiment was carried out from august 2006 to july 2007. the evaluation of the existing and deposited litter was performed every 28 days using 20 squares with 1m2 randomly allocated and new areas were chosen for each evaluation. the canopy showed plants with an average diameter of 26.8 cm at breast height. monthly deposition of organic matter of leaves and branches during the experimental period was 15,167 kg and 3,373 kg/ha, respectively, and it increased during the highest precipitation period, in a 0.30 relationship with the accumulation, indicating higher accumulation than deposition. leaf proportion was 87% of the total litter, with means of 2.9% of nitrogen and 0.17% of phosphorus. the carbon/nitrogen ratio of leaves was below 30, while carbon/nitrogen ratio of the branches ranged from 30 to 40, proving a better quality for leaves. during the experimental period, deposition of nitrogen through litter was approximately 462 kg/ha and 30 kg/ha for phosphorus. litter deposition is essential for maintenance of soil fertility in a sabiá canopy and it contributes for conservation and sustainability of the canopy.
Composi o de bandos mistos de aves em fragmentos de mata atlantica no sudeste do Brasil
Maldonado-Coelho Marcos,Marini Miguel Angelo
Papéis Avulsos de Zoologia (S?o Paulo) , 2003,
Abstract: A fragmenta o de habitats tem sido um dos assuntos mais discutidos na biologia da conserva o nos últimos anos. Entretanto, poucos estudos tem avaliado os efeitos da fragmenta o de florestas em bandos mistos de aves. Esses bandos s o associa es de duas ou mais espécies, cuja coes o está relacionada à cadeia de intera es entre os membros dos bandos. As duas vantagens seletivas invocadas para explicar a evolu o do comportamento de viver em bandos mistos de espécies s o o declínio no risco de preda o e aumento na eficiência no forrageamento. O objetivo do presente estudo foi analisar a composi o de bandos mistos em rela o ao tamanho dos fragmentos de Mata Atlantica durante as esta es seca e chuvosa, na regi o da Zona da Mata, sudoeste do Estado de Minas Gerais, Brasil. Foram identificados três tipos distintos de bandos mistos na área estudada: bandos heterogêneos, bandos do sub-bosque e bandos de copa. O primeiro foi observado em todos os fragmentos florestais, enquanto bandos do sub-bosque foram observados em apenas três fragmentos. Bandos de copa s o raros em todos os fragmentos. Algumas espécies participaram de dois tipos de bandos. Trichothraupis melanops e Basileurus culicivorus foram as espécies nucleares dos bandos heterogêneos. Habia rubica foi a espécie mais importante na forma o e coes o de bandos do sub-bosque. Em bandos de copa, nenhuma das espécies apresentou características similares. Analisamos aqui o efeito da esta o e da área do fragmento florestal na composi o de bandos heterogêneos e de sub-bosque, baseados em dois enfoques: 1) - freqüência de espécies e 2) - características ecológicas das espécies do bando. Em rela o à freqüência das espécies, a sazonalidade afetou a composi o de bandos heterogêneos mais fortemente que a área do fragmento. Apenas dois fragmentos florestais diferiram levemente na composi o de bandos heterogêneos. Tanto a área quanto a sazonalidade influenciaram a composi o de bandos do sub-bosque. Excluindo a categoria de espécies de dossel dos bandos heterogêneos, que decresceu com a área do fragmento na esta o chuvosa, a propor o geral de espécies nas categorias dependentes da floresta, estrato de forrageamento e características de forrageamento, n o se alterou em rela o à área do fragmento florestal ou esta o, tanto para bandos heterogêneos quanto para bandos do sub-bosque.
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