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Efeito da secagem, do armazenamento e da germina??o sobre a micromorfologia de sementes de Eugenia pyriformis Camb
Justo, Cristina Filomena;Alvarenga, Amauri Alves de;Alves, Eduardo;Guimar?es, Renato Mendes;Strassburg, Rosali Constantino;
Acta Botanica Brasilica , 2007, DOI: 10.1590/S0102-33062007000300004
Abstract: eugenia pyriformis camb. is a tree species of medium height that produces savory fruits with large thin-coated seeds. these seeds quickly lose viability when submitted to desiccation. our aim was to investigate embryo structure in e. pyriformis seeds and the ultra-structural changes that result from drying, germination and storage. the axis was less than 1.0 mm long, while the fleshy cotyledons varied from 1.0 to 2.0 cm. the apical and radicular meristem lie in opposing positions. there is a procambium and a medulla of parenchymatous nature, rich in starch grains. leafy primordia were identified around the stem meristem and there were unicellular trichomes and stomata on the adaxial epidermis of the cotyledons. the gradual desiccation of the seeds provoked cellular structure disarrangement, which also occurred as the seeds aged. apical meristem form changed from concave to conical during germination and the radicular hypocotyl axis became elongated, with root protrusion. in this phase, the cells have structured content and hydrolysis of reserves. seed water content variation was evaluated and the physiological consequences of this change are discussed.
Composi o química de sementes de azevém em resposta ao retardamento da secagem e ao armazenamento
Eichelberger Luiz,Maia Manoel de Souza,Peske Silmar Teichert,Moraes Dario Munt de
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar as altera es na composi o química de sementes de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.), cultivar Comum-RS, em resposta ao retardamento da secagem (0, 6, 12, 18, 24, 36 e 48 horas) e ao armazenamento (zero, quatro e oito meses), e correlacionar tais altera es com a qualidade fisiológica. A secagem foi retardada por meio do acondicionamento das sementes em caixas de poliestireno, contendo cada uma 24 kg de sementes, e realizada sobre piso de concreto, à sombra, por 12 horas, completando-a em estufa com circula o de ar. O retardamento da secagem por até 14 horas n o comprometeu a qualidade fisiológica das sementes. Quando as sementes foram armazenadas por quatro e oito meses, os teores de proteína solúvel apresentaram correla o positiva com a germina o. A qualidade fisiológica das sementes correlacionou-se de forma negativa com o teor de aminoácidos e positiva com o teor de a úcares solúveis. O retardamento da secagem aumentou o teor de aminoácidos e reduziu a úcares solúveis, amido solúvel, proteína solúvel e peso de mil sementes. Durante o armazenamento houve aumento dos teores de aminoácidos, amido solúvel e proteína solúvel, e a redu o de a úcares solúveis e peso de mil sementes.
A secagem de sementes  [cached]
Garcia Danton Camacho,Barros Antonio Carlos Souza Albuquerque,Peske Silmar Teichert,Menezes Nilson Lemos de
Ciência Rural , 2004,
Abstract: A opera o de secagem das sementes é fundamental no sistema de produ o, pois, além de reduzir o teor de água, para permitir a preserva o de sua qualidade fisiológica durante o armazenamento, possibilita a antecipa o da colheita evitando perdas de natureza diversa. Na escolha do método de secagem, o fator quantidade de sementes é limitante e, quando necessitamos secar grandes quantidades, é imprescindível a utiliza o de secagem artificial, cujos custos de opera o est o relacionados, principalmente, com volume, velocidade de secagem e temperatura do ar. Torna-se importante que os operadores tenham consciência das condi es de secagem que conseguem proporcionar às sementes, buscando maximizar os benefícios possíveis ou, por outro lado, minimizar ao máximo as inevitáveis e irreversíveis perdas que ocorrem a partir do momento que as sementes atingem sua máxima qualidade, ainda no campo.
Tolerancia à desseca o e armazenamento de sementes de Caesalpinia echinata Lam. (pau-brasil), espécie da Mata Atlantica
BARBEDO CLAUDIO? J.,BILIA DENISE A.C.,FIGUEIREDO-RIBEIRO RITA DE CáSSIA L.
Brazilian Journal of Botany , 2002,
Abstract: A explora o descontrolada do pau-brasil reduziu sua distribui o original a pequenos remanescentes na atualidade. O conhecimento da fisiologia da unidade de dispers o da espécie pode contribuir para a amplia o de seu cultivo, uso racional e conserva o. A sensibilidade das sementes à desseca o foi avaliada em sementes recém-colhidas, separadas em quatro categorias (estádios I, II, III e IV), segundo avalia o visual de tamanho e cor. Sementes de cada estádio foram submetidas a secagem a 40 °C e a 50 °C, até que o teor de água atingisse 8% (base úmida). A capacidade de manuten o da viabilidade das sementes durante o armazenamento foi avaliada em diferentes embalagens (permeável, semi-permeável e impermeável), em ambiente natural (22 ± 7 °C) ou em camara fria (7 ± 1 °C), com sementes submetidas ou n o a secagem inicial, que reduziu o teor de água para 9,7%. Os resultados permitiram concluir que as sementes de C. echinata s o tolerantes à desseca o, mas a sensibilidade à secagem pode ser influenciada pela qualidade inicial das sementes. Quando armazenadas sob condi es normais de ambiente podem perder a viabilidade em menos de três meses. Sob temperatura baixa foi possível manter a viabilidade das sementes por até 18 meses, com germina o superior a 80%. A espécie em estudo comporta-se como ortodoxa, tolerando desseca o até atingir 7,6% de água, o que pode facilitar o armazenamento e ampliar o potencial de conserva o, para fins de reposi o das popula es naturais.
Efeito do retardamento da secagem na qualidade fisiológica de sementes armazenadas de azevém anual  [cached]
Eichelberger Luiz,Maia Manoel de Souza,Peske Silmar Teichert,Moraes Dario Munt de
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do retardamento da secagem e do armazenamento aberto na qualidade fisiológica de sementes de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.), cultivar Comum-RS. Compararam-se períodos de retardamento da secagem (0, 2, 4, 6, 8, 12, 18, 24, 36 e 48 horas) e períodos de armazenamento (0, 4 e 8 meses). Enquanto submetidas aos períodos de retardamento da secagem, 24 kg de sementes ficaram acondicionadas em 18 caixas de poliestireno. A secagem foi realizada sobre piso de concreto, à sombra, por 12 horas, sendo completada em estufa a 35oC com circula o for ada de ar. As sementes mantiveram o nível inicial de germina o durante os oito meses de armazenamento, mesmo com até 12 horas de retardamento da secagem; entretanto, com seis horas de retardamento, o vigor das sementes foi reduzido aos oito meses de armazenamento, mas se manteve praticamente inalterado aos quatro meses, com até 11 horas de retardamento. Sementes com germina o acima de 70% mantiveram este valor até oito meses de armazenamento, independentemente do período de retardamento da secagem.
Antioxidant Potential of Eugenia jambolana Lam. Seeds  [PDF]
Sunila Vasi,Anoop Austin
Journal of Biological Sciences , 2009,
Abstract: Antioxidant potential of Eugenia jambolana seeds was carried out using various in vitro models. Ethanolic (50%) extract at 1000 μg mL-1 showed maximum scavenging of the radical cation, 2,2-azinobis-(3-ethylbenzothiazoline-6-sulphonate) (ABTS) observed upto 98.92% followed by scavenging of nitric oxide radical (96.75%), ferric ion radical (94.43%), 1,1- diphenyl, 2-picryl hydrazyl (DPPH) (92.25%) and antilipid peroxidation potential (81.13%). The antioxidant activity of the seeds, help in preventing the oxidative damages caused and also possess α glucosidase inhibitory activity, which are very vital in the management of Diabetes mellitus. The finding justifies the therapeutic application of the plant in the indigenous system of medicine, augmenting its therapeutic value.
Adapta o do método contínuo de secagem para sementes de arroz  [cached]
Motta Walter Araujo,Villela Francisco Amaral,Zimmer Gilberto Jaime
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: Com o objetivo de avaliar a influência da adapta o do método contínuo de secagem sobre a qualidade das sementes de arroz durante o armazenamento, quatro por es de sementes, pesando cada uma 2500 kg, foram secadas em secador de fluxo contínuo Kepler Weber, modelo KW-2, utilizando diferentes temperaturas do ar, respectivamente, nas camaras de secagem, superior e inferior: 60/40oC; 60/50oC; 70/50o C; 70/60oC e um tratamento testemunha, constituído por quatro amostras submetidas à secagem estacionária em estufa regulada à temperatura constante de 32oC. A qualidade das sementes foi avaliada através dos seguintes testes: grau de umidade, germina o, envelhecimento artificial e emergência em campo, conduzidos em quatro épocas, correspondentes aos 0, 60, 120 e 180 dias de armazenamento em condi es ambientais n o controladas. Os componentes do beneficiamento industrial foram determinados na primeira época de avalia o. Os resultados obtidos permitiram concluir que lotes de sementes de arroz com alta porcentagem de gr os quebrados podem apresentar elevada qualidade fisiológica; na secagem contínua adaptada, as sementes de arroz podem ser submetidas a temperaturas do ar de até 60oC e 50oC, respectivamente, nas camaras superior e inferior, apesar de causar redu o acentuada na porcentagem de gr os inteiros.
SECAGEM INTERMITENTE E SEUS EFEITOS NA QUALIDADE FISIOLóGICA DE SEMENTES DE TREMO O AZUL  [cached]
AHRENS D.C.,VILLELA F.A.
Scientia Agricola , 1996,
Abstract: Dois modelos de secadores comerciais, um intermitente lento, com a temperatura do ar de secagem a 60oC e a 65oC e outro rápido a 50oC, foram testados para a avalia o da redu o do grau de umidade de 20 para 13% e sua influência na qualidade fisiológica das sementes de tremo o azul (Lupinus angustifolius L.). Foram realizados testes de germina o, envelhecimento artificial e emergência em campo, após a secagem, aos três e seis meses de armazenamento. Os testes de germina o e envelhecimento artificial n o detectaram diferen as significativas entre a qualidade das sementes secadas nos secadores e das secadas à sombra. Na semeadura aos seis meses, as emergências em campo foram 81%, 89%, 90% e 83% para os secadores intermitente lento a 60oC, a 65oC, para o intermitente rápido a 50oC e para a secagem à sombra, respectivamente. O secador intermitente rápido, onde as sementes passam rapidamente pela camara de secagem e permanecem maior período na equaliza o, reduziu em média 1,1 pontos porcentuais por hora o teor de água das sementes e na secagem intermitente lenta a 65oC e a 60oC obteve-se 2,3 e 2,7 pontos porcentuais por hora, portanto mais eficientes que o primeiro, quando comparadas umidades iniciais/finais semelhantes. Conclui-se que o secador intermitente lento apresenta a velocidade de secagem superior ao rápido e que a qualidade fisiológica das sementes de tremo o n o é afetada pela secagem nos diferentes secadores.
Germina o de sementes de alface submetidas a condicionamento osmótico durante o armazenamento  [cached]
Fessel Simone Aparecida,Vieira Roberval Daiton,Rodrigues Teresinha de Jesus Deléo,Fagioli Marcelo
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: Em algumas espécies a técnica do condicionamento osmótico permite a obten o de uma germina o rápida e uniforme. A pesquisa teve por objetivo verificar a eficiência do condicionamento osmótico de sementes de alface sobre a sua germina o. Sementes dos cultivares Mesa 659, Nabuco RS e Ver nica, com dois níveis de viabilidade, foram submetidas ao condicionamento osmótico em solu o (0,35 mol) de manitol por períodos de 3, 4, 5 e 6 dias sob 20oC e em presen a de luz. A seguir, as sementes foram submetidas à secagem (32oC) por 12 horas em estufa com circula o de ar. As avalia es foram feitas pelo teste padr o de germina o aos 0, 10, 20, 30, 60 e 90 dias após o condicionamento e secagem das sementes. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repeti es de 50 sementes, em esquema fatorial 2 × 5× 6, (dois níveis de vigor; cinco períodos de condicionamento osmótico e seis períodos de armazenamento após secagem). A resposta de sementes de alface ao condicionamento osmótico varia em fun o do cultivar e do período de condicionamento osmótico.
Hepatoprotective activity of Eugenia jambolana Lam. in carbon tetrachloride treated rats  [cached]
Sisodia S,Bhatnagar M
Indian Journal of Pharmacology , 2009,
Abstract: Objective: To estimate the hepatoprotective effects of the methanolic seed extract of Eugenia jambolana Lam. (Myrtaceae), in Wistar albino rats treated with carbon tetrachloride (CCl 4 ). Materials and Methods: Liver damage in rats treated with CCl 4 (1ml/kg/Bw, administered subcutaneously, on alternate days for one week) was studied by assessing parameters such as serum glutamate oxaloacetate transaminase (SGOT), serum glutamate pyruvate transaminase (SGPT), alkaline phosphatase (ALP), acid phosphatase (ACP) and bilirubin (total and direct). The effect of co-administration of Eugenia jambolana Lam. (doses 100, 200 and 400 mg/kg p. o.) on the above parameters was investigated. These biochemical observations were supplemented by weight and histological examination of liver sections. Liv.52 was used as positive control. Data were analyzed by one way anova, followed by Scheff′s/Dunnett′s test. Results: Administration of Eugenia jambolana Lam. (doses 100, 200 and 400 mg/kg p. o.) significantly prevented carbon tetrachloride induced elevation of serum SGOT, SGPT, ALP, ACP and bilirubin (total and direct) level. Histological examination of the liver section revealed hepatic regeneration, after administration of various doses of Eugenia jambolana Lam. The results were comparable to that of Liv.52 . Conclusion: The study suggests preventive action of Eugenia jambolana Lam. in carbon tetrachloride induced liver toxicity. Hepatic cell regeneration process was dose dependent.
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