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Absor o de água e potencial fisiológico em sementes de soja de diferentes tamanhos  [cached]
Beckert Osmar Paulo,Miguel Marcelo Hissnauer,Marcos Filho Júlio
Scientia Agricola , 2000,
Abstract: A absor o de água por sementes de soja, em fun o do tamanho, ocorre em diferentes intensidades podendo ter rela o com seu potencial fisiológico. A marcha de absor o de água em sementes de soja e sua rela o com o potencial fisiológico foram avaliados no presente trabalho. Sementes do cultivar BRS-155 foram classificadas, com base na espessura, em peneiras de crivos oblongos (6,75; 6,35; 5,95; 5,55; 5,15; 4,75 e 4,35 x 19 mm). As retidas nas peneiras 6,35; 5,55 e 4,75 x 19 mm foram submetidas à hidrata o controlada (pré-condicionamento) com posterior secagem até atingirem o grau de umidade inicial. A evolu o da hidrata o foi avaliada por meio da pesagem das sementes de três em três horas, em oito períodos e 5 repeti es, e, o potencial fisiológico, pelos testes de germina o, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica, antes e após a hidrata o. As sementes submetidas à hidrata o apresentaram diferen as de qualidade, em rela o às n o hidratadas, exclusivamente no teste de condutividade elétrica. Entre os diferentes tamanhos, as sementes retidas na peneira 4,75 mostraram qualidade inferior às demais no tratamento sem hidrata o, em todos os testes e, com exce o do envelhecimento acelerado sem hidrata o, as retidas na peneira 5,55 mm apresentaram potencial fisiológico superior às dos demais tamanhos. A absor o de água é mais intensa em sementes menores e, de modo geral, as sementes de tamanho menor ou maior em 0,79 mm em rela o às de tamanho médio, s o de qualidade inferior.
COMPORTAMENTO DE SEMENTES DE ROM (Punica granatum L.) SUBMETIDAS à FERMENTA O E SECAGEM
LOPES KILSON PINHEIRO,BRUNO RISELANE DE LUCENA ALC?NTARA,BRUNO GENILDO BANDEIRA,AZEREDO GILVANEIDE ALVES DE
Revista Brasileira de Fruticultura , 2001,
Abstract: Sementes de rom (Punica granatum L.) foram submetidas a diferentes períodos de fermenta o (0; 24; 48; 72 e 96 horas), com e sem secagem. Avaliaram-se suas qualidades física e fisiológica, através das determina es do grau de umidade, peso de 100 sementes, porcentagem de emergência e velocidade de emergência de plantulas (IVE). O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial, onde os cinco períodos de fermenta o frente às duas condi es (com e sem secagem) constituíram os tratamentos. Sementes submetidas ao maior período de fermenta o apresentaram sarcotestas mais degradadas, favorecendo, conseqüentemente, uma melhor absor o de água, resultando numa porcentagem de emergência de 55% e IVE de 0,38, em 72 horas de fermenta o. A secagem das sementes após fermenta o promoveu uma menor porcentagem de emergência e IVE, apesar de se verificar um aumento de ambos, quando as sementes permaneceram em fermenta o por um maior período. O comportamento verificado nas sementes de rom frente aos tratamentos empregados parece estar associado a fen menos de dormência ou sensibilidade à secagem, característica esta, de sementes recalcitrantes.
SECAGEM INTERMITENTE E SEUS EFEITOS NA QUALIDADE FISIOLóGICA DE SEMENTES DE TREMO O AZUL  [cached]
AHRENS D.C.,VILLELA F.A.
Scientia Agricola , 1996,
Abstract: Dois modelos de secadores comerciais, um intermitente lento, com a temperatura do ar de secagem a 60oC e a 65oC e outro rápido a 50oC, foram testados para a avalia o da redu o do grau de umidade de 20 para 13% e sua influência na qualidade fisiológica das sementes de tremo o azul (Lupinus angustifolius L.). Foram realizados testes de germina o, envelhecimento artificial e emergência em campo, após a secagem, aos três e seis meses de armazenamento. Os testes de germina o e envelhecimento artificial n o detectaram diferen as significativas entre a qualidade das sementes secadas nos secadores e das secadas à sombra. Na semeadura aos seis meses, as emergências em campo foram 81%, 89%, 90% e 83% para os secadores intermitente lento a 60oC, a 65oC, para o intermitente rápido a 50oC e para a secagem à sombra, respectivamente. O secador intermitente rápido, onde as sementes passam rapidamente pela camara de secagem e permanecem maior período na equaliza o, reduziu em média 1,1 pontos porcentuais por hora o teor de água das sementes e na secagem intermitente lenta a 65oC e a 60oC obteve-se 2,3 e 2,7 pontos porcentuais por hora, portanto mais eficientes que o primeiro, quando comparadas umidades iniciais/finais semelhantes. Conclui-se que o secador intermitente lento apresenta a velocidade de secagem superior ao rápido e que a qualidade fisiológica das sementes de tremo o n o é afetada pela secagem nos diferentes secadores.
Maturidade fisiológica e germina o de sementes de macela (Egletes viscosa (L.) Less.) submetidas à secagem  [cached]
Bezerra Antonio Marcos E.,Medeiros Filho Sebasti?o,Freitas Jo?o Batista S.
Horticultura Brasileira , 2003,
Abstract: Determinou-se o ponto de maturidade fisiológica e o efeito da secagem em sementes de macela. Foram realizadas colheitas aos 93; 100; 107; 114; 121; 128 e 135 dias após o transplante (DAT). Após cada colheita, uma amostra foi levada ao secador (40oC/72 h) e a outra foi embalada em saco plástico, em uma camara (20oC) pelo mesmo período. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x7, correspondendo aos dois níveis de secagem (sem e com) e sete épocas de colheita, com quatro repeti es. As sementes atingiram a maturidade fisiológica de 121-128 dias após o transplante; e a secagem n o influenciou a qualidade fisiológica das sementes de macela.
Manganês e potencial fisiológico de sementes de soja  [cached]
Melarato Marcelo,Panobianco Maristela,Vitti Godofredo Cesar,Vieira Roberval Daiton
Ciência Rural , 2002,
Abstract: O trabalho teve por objetivo avaliar a influência de diferentes fontes e modos de aplica o de manganês, em plantas de soja, sobre o potencial fisiológico das sementes produzidas e a massa de mil sementes. Os tratamentos constaram de fontes de manganês aplicadas via solo (MnSO4.4H2O e Oxi-sulfato Mn) e via foliar (MnSO4.4H2O, Quelado Cl-, Quelado NO3- e Quelado SO4(2-)); para as sementes produzidas, determinaram-se a massa de mil sementes, a germina o e o vigor (envelhecimento acelerado e condutividade elétrica). Diante dos resultados obtidos, concluiu-se que a aplica o de manganês exerceu influência positiva sobre a massa das sementes de soja produzidas e que o estado nutricional das plantas, em rela o ao manganês, n o influenciou o potencial fisiológico das sementes produzidas.
Sementes de feij o submetidas a ciclos e períodos de hidrata o-secagem  [cached]
Arag?o Carlos Alberto,Dantas Bárbara Fran?a,Alves Elza,Corrêa Marcelo Rocha
Scientia Agricola , 2002,
Abstract: A técnica de hidrata o-secagem pode ocasionar altera es fisiológicas e bioquímicas em sementes de feij o e afetar sua qualidade fisiológica. Sementes do cultivar Carioca foram submetidas a tratamentos de hidrata o-secagem por 6, 12 e 24 horas com três ciclos de hidrata o, com o objetivo de avaliar os efeitos causados por períodos e ciclos de hidrata o-secagem na qualidade fisiológica das sementes. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro repeti es, analisado estatisticamente em esquema fatorial 3 x 3 com uma testemunha absoluta. Para a primeira contagem da germina o, os tratamentos de períodos combinados com ciclos de hidrata o-secagem, apresentaram superioridade em rela o ao tratamento testemunha. Na avalia o de grupos de proteínas, as concentra es de globulinas e prolaminas nas sementes submetidas aos tratamentos, foram significativamene superiores a testemunha. Os cátions (Ca, Mg e K) lixiviados para solu o de embebi o das sementes tiveram comportamento semelhante à condutividade elétrica das mesmas.
A secagem de sementes  [cached]
Garcia Danton Camacho,Barros Antonio Carlos Souza Albuquerque,Peske Silmar Teichert,Menezes Nilson Lemos de
Ciência Rural , 2004,
Abstract: A opera o de secagem das sementes é fundamental no sistema de produ o, pois, além de reduzir o teor de água, para permitir a preserva o de sua qualidade fisiológica durante o armazenamento, possibilita a antecipa o da colheita evitando perdas de natureza diversa. Na escolha do método de secagem, o fator quantidade de sementes é limitante e, quando necessitamos secar grandes quantidades, é imprescindível a utiliza o de secagem artificial, cujos custos de opera o est o relacionados, principalmente, com volume, velocidade de secagem e temperatura do ar. Torna-se importante que os operadores tenham consciência das condi es de secagem que conseguem proporcionar às sementes, buscando maximizar os benefícios possíveis ou, por outro lado, minimizar ao máximo as inevitáveis e irreversíveis perdas que ocorrem a partir do momento que as sementes atingem sua máxima qualidade, ainda no campo.
Composi o química de sementes de azevém em resposta ao retardamento da secagem e ao armazenamento
Eichelberger Luiz,Maia Manoel de Souza,Peske Silmar Teichert,Moraes Dario Munt de
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi avaliar as altera es na composi o química de sementes de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.), cultivar Comum-RS, em resposta ao retardamento da secagem (0, 6, 12, 18, 24, 36 e 48 horas) e ao armazenamento (zero, quatro e oito meses), e correlacionar tais altera es com a qualidade fisiológica. A secagem foi retardada por meio do acondicionamento das sementes em caixas de poliestireno, contendo cada uma 24 kg de sementes, e realizada sobre piso de concreto, à sombra, por 12 horas, completando-a em estufa com circula o de ar. O retardamento da secagem por até 14 horas n o comprometeu a qualidade fisiológica das sementes. Quando as sementes foram armazenadas por quatro e oito meses, os teores de proteína solúvel apresentaram correla o positiva com a germina o. A qualidade fisiológica das sementes correlacionou-se de forma negativa com o teor de aminoácidos e positiva com o teor de a úcares solúveis. O retardamento da secagem aumentou o teor de aminoácidos e reduziu a úcares solúveis, amido solúvel, proteína solúvel e peso de mil sementes. Durante o armazenamento houve aumento dos teores de aminoácidos, amido solúvel e proteína solúvel, e a redu o de a úcares solúveis e peso de mil sementes.
Desempenho de sementes peletizadas de alface em fun o do material cimentante e da temperatura de secagem dos péletes  [cached]
Silva Jo?o Bosco C.,Santos Paulo E.C.,Nascimento Warley Marcos
Horticultura Brasileira , 2002,
Abstract: Sementes de alface da cultivar Grand Rapids Nacional foram peletizadas, utilizando-se como material de enchimento, a mistura de microcelulose e areia fina em volumes iguais e, como material cimentante, diferentes volumes de suspens o aquosa de bentonita e de acetato de polivinila, em cinco propor es (%): 100+0; 75+25; 50+50; 25+75; e 0+100. Os cimentantes foram aplicados em separado, sendo a bentonita aplicada na primeira camada de recobrimento das sementes. Após a peletiza o, as sementes foram submetidas à secagem sob temperaturas de 15 e 36degreesC, e avaliadas quanto à germina o e emergência das plantulas. As combina es de cimentantes utilizadas na peletiza o e a temperatura de secagem n o afetaram significativamente a porcentagem final de germina o das sementes em gerbox. Na avalia o da emergência de plantulas em bandejas, apenas duas formula es de péletes apresentaram menor taxa em rela o ao tratamento com desempenho máximo, indicando que as diferen as obtidas n o foram devidas às diferen as na formula o do recobrimento e nem à temperatura de secagem. Independentemente da temperatura de secagem, todas as formula es utilizadas na peletiza o causaram redu o na velocidade de germina o. Entretanto, quando semeadas em substrato organico e cultivadas em casa de vegeta o, as sementes revestidas com várias formula es apresentaram índices de velocidade de emergência semelhantes aos das sementes n o peletizadas. Neste ambiente, as plantulas oriundas de sementes peletizadas apresentaram crescimento normal, sem diferen as significativas com a testemunha, em rela o à produ o de matéria seca da parte aérea e das raízes, avaliadas aos 20 dias após a semeadura.
Desempenho alimentar e sobrevivência de Euschistus heros parasitado por Hexacladia smithii em sementes de soja
Nunes Maria Clarice,Corrêa-Ferreira Beatriz Spalding
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2002,
Abstract: Avaliou-se, em laboratório, a influência do parasitóide Hexacladia smithii Ashmead (Hymenoptera: Encyrtidae) na atividade alimentar e sobrevivência de Euschistus heros (Fabricius) (Hemiptera: Pentatomidae), aos 10, 20, 30 e 40 dias após o início do parasitismo. A atividade alimentar foi avaliada pelo número de bainhas constatadas nas sementes de soja, Glycine max (L.) Merrill (Fabaceae), em 48 horas de alimenta o. O teste foi mantido sob condi es controladas de temperatura (25±2°C), umidade (65±10%) e fotoperíodo (14L:10E). No início do desenvolvimento de H. smithii a atividade alimentar dos percevejos n o-parasitados e parasitados foi semelhante, obtendo-se, entretanto, duas vezes mais bainhas alimentares depositadas/gr o pelos machos e fêmeas, após 30 dias de parasitismo. A sobrevivência dos percevejos parasitados foi menor que a dos percevejos n o-parasitados, alcan ando 100% de mortalidade 40 a 50 dias após o início do parasitismo. A redu o na sobrevivência dos percevejos parasitados por H. smithii e a atividade alimentar, semelhante a dos percevejos n o-parasitados durante quase todo o período de desenvolvimento do parasitóide, destacam a contribui o desse parasitismo na redu o da popula o do percevejo-marrom E. heros.
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