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Sistema imunitário: Parte I. Fundamentos da imunidade inata com ênfase nos mecanismos moleculares e celulares da resposta inflamatória
Cruvinel, Wilson de Melo;Mesquita Júnior, Danilo;Araújo, Júlio Ant?nio Pereira;Catelan, Tania Tieko Takao;Souza, Alexandre Wagner Silva de;Silva, Neusa Pereira da;Andrade, Luís Eduardo Coelho;
Revista Brasileira de Reumatologia , 2010, DOI: 10.1590/S0482-50042010000400008
Abstract: the immune system consists of an intricate network of organs, cells, and molecules responsible for maintaining the body's homeostasis and responding to aggression in general. innate immunity operates in conjunction with adaptive immunity and is characterized by rapid response to aggression, regardless of previous stimulus, being the organism first line of defense. its mechanisms include physical, chemical and biological barriers, cellular components, as well as soluble molecules. the organism first line of defense against tissue damage involves several steps closely integrated and constituted by different components of this system. the aim of this review is to restore the foundations of this response, which has high complexity and consists of several components that converge to articulate the development of adaptive immune response. we selected some of the following steps to review: perception and molecular recognition of aggressive agents; activation of intracellular pathways, which result in vascular and tissue changes; production of a myriad of mediators with local and systemic effects on cell activation and proliferation, synthesis of new products involved in the chemoattraction and migration of cells specialized in destruction and removal of offending agent; and finally, tissue recovery with restoration of functional tissue or organ.
Linfócitos T CD4+ e a resposta imune
Júlio César Cetrulo Lorenzi,Valéria Cintra Barbosa-Lorenzi,Dalila Lucíola Zanette
Scire Salutis , 2012, DOI: 10.6008/ess2236-9600.2012.001.0001
Abstract: Nesta revis o, s o abordados os aspectos mais importantes relacionados às fun es dos diferentes linfócitos T, que s o as células mais estudadas do sistema imunológico. Existem diversas formas polarizadas de resposta mediada por células T CD4+ auxiliares efetoras, porém abordaremos as formas clássicas do tipo 1 (Th1) e tipo 2 (Th2). As células Th1 produzem principalmente Interferon gama (IFN-γ) e protegem contra microrganismos intracelulares, ao passo que as células Th2 produzem IL-4, IL-5, IL-9 e IL-13 e protegem contra nematódeos gastrintestinais, além de serem responsáveis por alergias. A resposta imune adaptativa baseada em linfócitos T CD8+ citolíticos baseia-se na produ o de granulos citoplasmáticos cuja fun o é destruir as células-alvo, ativar fagócitos e induzir a inflama o. Outra popula o abordada é a reguladora formada pelas células T reguladoras (Tregs), que atuam impedindo o desenvolvimento de doen as autoimunes, por meio da secre o de citocinas imunossupressoras tais como IL10, TGF-β e IL35. Dessa forma buscamos mostrar nessa revis o a grande diversidade de fun o mediada pelos diferentes linfócitos T.
Um sistema de pergunta-resposta para uma base de documentos  [PDF]
Quaresma, Paulo et al.
Letras de Hoje , 2006,
Abstract: Neste artigo apresentamos a metodologia seguida para a constru o de um sistema de pergunta-resposta sobre uma base de documentos em português. Descrevemos o sistema que tem dois módulos distintos: análise prévia dos documentos (extrac o de informa o) e processamento das perguntas (recupera o de informa o). O nosso sistema procura fazer um processamento, de corpos e da perguntas, suportado em teorias da linguística computacional:análise sintáctica (gramática de restri es), seguida da análise semantica usando a teoria da representa o do discurso e finalmente a interpreta o semantica/pragmática usando ontologia e inferência lógica. Apresentamos resultados da avalia o do seu desempenho que foi feita sobre dois conjuntos de documentos: textos de dois anos de jornais diários, o público e a folha de S o Paulo (1994-1995); e um conjunto de documentos jurídicos: decis es do supremo tribunal, tribunal da rela o e pareceres da procuradoria geral da república 9cerca de 10. 000 documentos).
Nuevo sistema homólogo autocatalítico para evaluar citotoxicidad mediada por células dependientes de anticuerpos New equivalent autocatalytic system for evaluating antibody- dependent cell-mediated citotoxicity  [cached]
José de la Paz Naranjo
Revista Cubana de Hematolog?-a, Inmunolog?-a y Hemoterapia , 2001,
Abstract: Se propone un sistema que no requiere marcaje radioisotópico, sensible y sencillo que utiliza células efectoras, células diana y anticuerpos de la misma especie para evaluar citotoxicidad mediada por células dependientes de anticuerpos. La actividad citotóxica se evaluó en células mononucleares periféricas de donantes voluntarios de sangre, aparentemente sanos, y se amplificó en el proceso de lisis mediante la actividad peroxidasa de la hemoglobina liberada por células diana constituidas por eritrocitos O+, papainizados y recubiertos con anti-D. No se evidenció correlación lineal entre índices citotóxicos y relación linfocito/monocito. El método propuesto puede ser utilizado en exploraciones clínicas y experimentales sistemáticas A simple, sensitive system which does not require radioisotope markers and uses effector cells, target cells and antibodies of the same kind to evaluate antibody-dependent cell-mediated citotoxicity is presented in this paper. Citotoxic activity is assessed in peripheral mononuclear cells from apparently healthy voluntary blood donors and was extended in the lysis process through the peroxidase activity of hemoglobin released by target cells made up of anti-D coated O+ erythrocytes. There was no linear correlation between cytotoxic indexes and lymphocyte/monocyte ratio. The suggested method may be used in systematic experimental and clinical scanning
Frentes de ondas (wavefronts) e limites da vis o humana Parte 1: fundamentos
Jankov Mirko,Mrochen Michael,Schor Paulo,Chamon Wallace
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: A luz se propaga uniformemente a partir de um ponto luminoso na mesma velocidade em todas as dire es. Sua posi o em cada determinado momento é uma esfera formada juntando-se todos os pontos em uma mesma fase e tendo como centro a sua própria fonte. Tais superfícies esféricas imaginárias chamam-se frentes de luz ou frentes de ondas. Há três fatores limitadores de detalhes mais finos para o olho humano: óptico (por causa da dispers o, difra o, aberra o cromática e aberra o monocromática), retínico e neural (limita o máxima de acuidade visual de aproximadamente 2,0 ou 20/10).Um sistema de equa es matemáticas, polin mios de Zernike, pode definir superfícies geométricas para descrever aberra es ópticas monocromáticas, tanto as de baixa ordem ('prisma', 'esfera' e 'astigmatismo'), quanto às de alta ordem ('coma', 'aberra o esférica' e outros). Medida das aberra es ópticas nos dá informa o sobre o desempenho total de todos os elementos ópticos do olho em conjunto. Dois sistemas descritos aqui, o aberr metro baseado no princípio de Tscherning e o originado do sensor Hartmann-Shack, têm a mesma lógica: comparar a posi o atual das frentes de onda com a ideal, calcular matematicamente qual é a superfície geométrica que descreve essa discrepancia e representá-la em termos de polin mios de Zernike. A topografia corneana computadorizada também pode, com "software" adequado, descrever as frentes de ondas definidas por irregularidades corneanas com polin mios de Zernike, porém tal caracteriza o representa somente a superfície anterior da córnea. Em conclus o, a tecnologia de frentes de ondas oferece nova maneira de quantificar e classificar os erros de imagem óptica do olho humano. O próximo artigo abordará as peculiaridades da análise de frentes de ondas, bem como algumas aplica es clínicas e cirúrgicas no dia-a-dia da prática oftalmológica.
Altera es estruturais do sistema radicular de soja em resposta à disponibilidade de fósforo no solo  [cached]
Teruel Dioger Alexandre,Dourado-Neto Durval,Hopmans Jan W.,Reichardt Klaus
Scientia Agricola , 2001,
Abstract: Tendo em vista que os métodos estatísticos tradicionais de análise dos atributos métricos do sistema radicular s o insatisfatórios no que diz respeito à identifica o e interpreta o de estratégias adotadas pela planta em adapta o ao ambiente edáfico, o objetivo do trabalho foi utilizar conceitos de topologia para analisar as altera es estruturais apresentadas pelo sistema radicular da soja (Glycine max L. Merr. cv. Williams 82) em resposta à disponibilidade de fósforo no solo. Plantas de soja foram cultivadas em recipientes de acrílico preto, em condi es controladas de temperatura e fotoperíodo. Dois tratamentos foram estabelecidos, pela adi o de solu o nutritiva ao substrato dos recipientes: +P (15,5 mg L-1 P) e -P (8,5 mg L-1 P). Utilizando-se delineamento experimental inteiramente casualizado, com parcelas subdivididas no tempo, três repeti es foram amostradas aos 5, 10, 15, 20, 25 e 30 dias após a germina o. Para cada tratamento, idade de amostragem e repeti o foram obtidos o comprimento da raiz principal (ordem 0), e os respectivos números e comprimentos médios das raízes laterais de ordens 1, 2 e 3, de acordo com a posi o de origem na raiz principal. índices topológicos foram definidos e aplicados para cada tratamento, utilizando-se os valores médios das três repeti es. Os índices utilizados foram eficientes em detectar as altera es estruturais apresentadas pelos sistemas radiculares das plantas cultivadas sob menor teor de fósforo no solo.
Resposta do feijoeiro à aplica o de nitrogênio na semeadura e cobertura no sistema plantio direto = Response of the common bean to nitrogen application at sowing and topdressing in non-tillage systems
Elias Franco,Carlos Alberto de Bastos Andrade,Carlos Alberto Scapim,Paulo Sérgio Louren?o de Freitas
Acta Scientiarum : Agronomy , 2008,
Abstract: O manejo da aduba o nitrogenada no sistema plantio direto é muitoimportante, e a resposta à sua aplica o depende da dose aplicada e da época de sua aplica o. O objetivo do trabalho foi avaliar as respostas de diferentes doses e métodos de aplica o de nitrogênio para a cultura do feijoeiro em plantio direto. Os tratamentos foram:T1 = 0; T2 = 20 + 30; T3 = 40 + 60; T4 = 60 + 90; T5 = 80 + 120 e T6 = 100 kg ha-1 de N. Em T6, a aplica o de nitrogênio foi todo na semeadura. Nos demais, exceto T1, parte do N (uréia) foi aplicado na semeadura e a outra em cobertura no estádio V4. O delineamento experimental utilizado foram blocos casualizados. Foram avaliados: índice de área foliar, matéria seca de folha popula o final, os componentes de produ o e os teores foliares de N, P, K, Ca, Mg, Cu, Zn, e Mn. Observaram-se diferen as entre os tratamentos para o conteúdo de matéria seca de folhas, índice de área foliar, número de vagens por planta, produtividade e para os teores foliares de N, P, Ca, Mg e Cu. Para a popula o final, o número de gr os por vagem, a massa de 100 gr os e para os teores foliares de K, Zn e Mn,n o foram observadas diferen as. Nitrogen fertilization management in non-tillage systems is very important, and the response to its application depends on the appliednitrogen rate as well as the time of application. The objective of this work was to determine the responses of bean crops to different nitrogen dosages and application methods in nontillage. Treatments were carried out as follows: T1 = 0; T2 = 20 + 30; T3 = 40 + 60; T4= 60 + 90; T5 = 80 + 120 e T6 =100 kg ha-1 of N. Nitrogen application in T6 was done during sowing. In the other treatments, except T1, part of the N (urea) was applied during sowing and the other part at coverage, during the V4 stage. The randomized blocks experimental design was applied. N, P, K, Ca, Mg, Cu, Zn and Mn productioncomponents, leaf area index, dry matter of leaves, final population and foliar content were evaluated. Significant differences were found among leaf dry matter content, leaf area index, number of pods per plant, yield and foliar content for N, P, Ca, Mg and Cu. However, final population, number of grains per pod, hundred grain mass, as well as K, Zn and Mn foliar content showed no significant differences.
Utiliza o da Teoria de Resposta ao Item no Sistema Nacional de Avalia o da Educa o Básica (SAEB)
Ruben Klein
Meta : Avalia??o , 2009,
Abstract: O artigo introduz a Teoria da Resposta ao Item (TRI) em sua forma usual de um único grupo e para grupos múltiplos e explica como a TRI para grupos múltiplos está sendo utilizada no Sistema Nacional de Avalia o da Educa o Básica (SAEB) para a calibra o dos itens e para a obten o de uma escala única, por disciplina, para as proficiências dos alunos das 4a e 8a séries do Ensino Fundamental e para a 3a série do Ensino Médio, para os SAEB′s a partir de 1995. O artigo apresenta o procedimento adotado de equaliza o entre séries e entre anos e introduz um método novo para equalizar avalia es que utilizam alguns itens do SAEB com o SAEB. Finalmente o artigo explica como as escalas do SAEB s o interpretadas.
Neuro-Oftalmologia: sistema sensorial Parte II Revis o 1997 1999
Lana-Peixoto Marco Aurélio
Arquivos Brasileiros de Oftalmologia , 2002,
Abstract: Esta é a segunda parte de uma revis o da literatura do sistema visual sensorial. O autor seleciona artigos publicados na literatura entre os anos de 1997 e 1999 relacionados a neurorretinites, neuropatia óptica compressiva, tumores do nervo óptico, pseudotumor cerebral, neuropatias ópticas hereditárias, hipoplasia do nervo óptico, drusas do disco óptico, neuropatia óptica tóxica, neuropatia óptica traumática, outras neuropatias ópticas e doen as retinianas, doen as do quiasma óptico e do trato óptico, assim como altera es geniculares e retrogeniculares, incluindo os distúrbios visuais corticais. Os artigos s o apresentados e comentados quanto às suas conclus es, alcance e rela es com o conhecimento previamente estabelecido.
El sistema de gestión tecnológica como parte del sistema logístico en la era del conocimiento O sistema de gest o tecnológica como parte do sistema logístico na era do conhecimento The technology management system as part of the logistic network in the age of knowledge  [cached]
Dusko Kalenatic,Leonardo J González,César A López,Laura H Arias
Cuadernos de Administración , 2009,
Abstract: El artículo se propone visualizar el sistema de gestión tecnológica como parte integral del sistema logístico, tomando como punto de partida la relación existente entre las actividades desarrolladas por el sistema de gestión tecnológica y las actividades del ciclo logístico. Para esto inicialmente se realiza un análisis conceptual del sistema de gestión tecnológica, en el que se identifican sus principales corrientes y actividades. Luego se caracteriza el sistema logístico y su operación a lo largo del ciclo logístico, el cual se amplía con dos nuevas etapas. Posteriormente se define el sistema de gestión tecnológica como un sistema de apoyo del sistema logístico. Finalmente, se lleva a cabo un análisis de riesgo tecnológico en cada una de las actividades del sistema de gestión tecnológica, a través del ciclo logístico ampliado. La visión del sistema de gestión tecnológica como parte del ciclo logístico y la ampliación del ciclo se presentan como una propuesta conceptual integradora, base para futuras investigaciones. O artigo se prop e visualizar o sistema de gest o tecnológica como parte integral do sistema logístico, tomando como ponto de partida, a rela o existente entre as atividades desenvolvidas pelo sistema de gest o tecnológica e as atividades do ciclo logístico. Para isto inicialmente realiza-se uma analise conceitual do sistema de gest o tecnológica, no que se identificam suas principais correntes e atividades. Depois se caracteriza o sistema logístico e sua opera o ao longo do ciclo logístico, que se amplia com duas novas etapas. Posteriormente define-se o sistema de gest o tecnológica como um sistema de apoio do sistemalogístico.Finalmente, se realiza uma analise de risco tecnológico em cada uma das atividades do sistema de gest o tecnológica, através do ciclo logístico ampliado. Tanto a vis o do sistema de gest o tecnológica como parte do ciclo logístico como a amplia o do ciclo apresentam-se como uma proposta conceitual integradora, base para futuras pesquisas. The present article envisions the technology management system as a constituent part of the logistic system, taking the existing relation between their activities as a starting point. In this aim, the first issue is a conceptual analysis of the technology management system, in terms of its main activities and trends. Next, the logistic system is characterized with regard to its functioning along the logistic cycle, which is added with two more stages. In a further step, the technology management system is defined as one that supports the logistic system. Finally, a technological
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