oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Técnica para preparo angioarquitet nico hepático de ratos  [cached]
Silva Vitormauro Araújo da,Miranda Jocielle Santos de,Brito Marcus Vinicius Henriques
Acta Cirurgica Brasileira , 2000,
Abstract: Os métodos de inje o-corros o s o os principais métodos utilizados para o estudo da anatomia vascular do fígado. Alguns autores mencionam a técnica para estudo de fígado de c es, porcos, hamsters, coelhos e gatos, entretanto s o escassos os trabalhos que mencionam o estudo da anatomia hepática de ratos. Desta forma é importante o conhecimento de novas técnicas de preparo para modelos angioarquitet nico de fígados, possibilitando um melhor conhecimento da anatomia e por conseguinte, aperfei oando significativamente a abordagem operatória deste órg o. Em fun o disso o objetivo do presente estudo é demonstrar a técnica para realiza o de angioarquitetura venosa do fígado de ratos. Foram utilizados 10 Rattus norvegicus albinus (Wistar), com massa corporal entre 250 e 300g, para verificar a funcionalidade do método. A técnica para preparo de modelo vascular apresenta três tempos fundamentais: cateteriza o da veia porta, veia cava intra-abdominal e veia cava intra-torácica; preparo e infus o da solu o de acrílico; corros o em ácido clorídrico e macera o da pe a. Concluímos que, esta técnica é factível e apresenta como vantagem um baixo custo (30 dólares) e com a utiliza o de duas cores diferentes de tinta pode-se separar o sistema vascular portal do sistema de drenagem supra-hepático, portanto sendo capaz de moldar a estrutura vascular hepática de ratos.
Cirurgia endoscópica de ouvido: dissec o da orelha média
Nogueira Júnior, Jo?o Flávio,Cruz, Daniel Nogueira
Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia , 2009,
Abstract: Introdu o: Endoscópios s o equipamentos utilizados com sucesso em diversos procedimentos de várias especialidades médicas. Entretanto, na área da otologia, mesmo com a incorpora o dos endoscópios em procedimentos conjuntos com microscópio, os procedimentos puramente assistidos por endoscopia ainda s o muito limitados. Objetivo: Realizar dissec o endoscópica transcanal e transcanal modificada da orelha média, mostrando marcos anat micos importantes além das estruturas que podem ser visualizadas através deste acesso. Tipo de Estudo: Prospectivo. Método: Em maio de 2009, 10 pe as de ossos temporais foram dissecadas pelo mesmo cirurgi o com auxílio de endoscópios. Utilizamos instrumentos de 0 e 45 graus e 4 mm, os mesmos empregados em cirurgias naso-sinusais. Resultados: N o houve dificuldades técnicas maiores na realiza o das dissec es. Fomos capazes de identificar várias estruturas-chave tais como a articula o incudo-maleolar, segmento timpanico do nervo facial, canal semi-circular lateral e additus ad antrum, isto sem provocar les es em estruturas da orelha média. Conclus o: A dissec o endoscópica da orelha média pelas vias transcanal e transcanal modificada é possível e possibilita excelente visualiza o de estruturas importantes na orelha média. As técnicas de cirurgia de ouvido com endoscópio neste momento s o semelhantes às microscópicas, porém algumas adapta es de instrumentos, novas técnicas e familiariza o com estes aparelhos s o fundamentais para o futuro.
Estudo da orelha contralateral na otite média cr nica: "Efeito Orloff "
Scheibe Ana Bárbara,Smith Mariana M.,Schmidt Letícia P.,Schmidt Viviane B.
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: A otite média cr nica (OMC) representa entidade de alta prevalência e distribui o mundial. Apesar da grande quantidade de estudos publicados a respeito, ainda n o há, na literatura pertinente, consenso sobre a patogênese da OMC. Uma das hipóteses é a do continuum, que apresenta a otite média cr nica como uma série de eventos contínuos, onde insultos iniciais desencadeiam uma cascata de altera es. Partindo ent o da idéia de continuum, pesquisamos a orelha contralateral (OCL) de indivíduos com diagnóstico de OMC, descrevendo as altera es encontradas. Forma de estudo: Clínico prospectivo randomizado. Material e Métodos: Foram selecionados 108 pacientes com diagnóstico de OMC n o-colesteatomatosa (OMC NC) ou colesteatomatosa (OMC C) acompanhados no ambulatório do Grupo de Pesquisa em Patologia da Orelha Média do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Nestes, foi realizada otoendoscopia com fibra óptica bilateral. A orelha mais estável foi considerada contralateral (OCL), sendo classificada como normal ou alterada (e as altera es descritas). Resultados: Dentre os pacientes avaliados, 59,2% portavam OMC NC e 40,8% OMC C. 46,3% de todos os pacientes apresentaram altera es significativas na OCL. Dos pacientes com OMC C, 57% apresentavam altera o na OCL, sendo que 39% dos pacientes com OMC NC tinham OCL alterada. A altera o mais freqüentemente encontrada foi retra o de MT, em ambos os grupos. Conclus es: Os dados encontrados sugerem que pacientes que apresentam OMC tem maior probabilidade de apresentarem patologia na OCL, o que corrobora a idéia que a OMC se trata de um evento constitucional e n o isolado da orelha média.
Análise clínica e morfológica da conjuntivite alérgica induzida por ovalbumina e tratada com chalcona em cobaias
Albuquerque Rosemary Jorge de Mendon?a,Rodrigues Lusmar Veras,Viana Glauce Socorro de Barros
Acta Cirurgica Brasileira , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Verificar, do ponto de vista clínico e morfológico, o efeito da chalcona na conjuntivite alérgica induzida por ovalbumina em cobaias. MéTODOS: Utilizaram-se 54 cobaias, albinos, machos pesando aproximadamente 400 g. Os animais foram sensibilizados por inje o intraperitoneal de ovalbumina suspensa em solu o adjuvante completa de Freund. Posteriormente, a conjuntivite alérgica foi induzida por instila o de ovalbumina no saco conjuntival do olho direito. Os animais foram distribuídos em 3 grupos, conforme o tratamento proposto: chalcona, corticóide e salina. A avalia o clínica foi realizada com 5, 10 e 40 min, 7 e 24 h da indu o e diariamente até o dia 7 da indu o. A avalia o morfológica consistiu em avaliar edema, necrose, vasculariza o e exocitose nos dias 1, 3 e 7 da indu o. RESULTADOS: Em todos os grupos a resposta inflamatória foi mais intensa 24 h após a indu o. No grupo chalcona evidenciou-se menos sinais inflamatórios que no grupo salina. O grupo corticóide apresentou menos sinais inflamatórios quando comparados aos grupos chalcona e controle. à análise morfológica evidenciou-se que os grupos chalcona e corticóide apresentaram efeitos terapêuticos semelhantes. CONCLUS O: A chalcona teve efeito terapêutico na conjuntivite alérgica induzida por ovalbumina.
Anatomia da face aplicada aos preenchedores e à toxina botulínica – Parte I
Bhertha M.Tamura
Surgical & Cosmetic Dermatology , 2010,
Abstract: O uso da toxina botulínica e das técnicas de preenchimento trouxeram novo interesse no estudo da anatomia facial. Para melhor avalia o da influência das estruturas da face no processo do envelhecimento, s o necessários profundo conhecimento da constitui o da epiderme, derme e tecido subcutaneo, estudo dos limites dos segmentos faciais e dos ossos da face, assim como da musculatura, vasculariza o, inerva o sensitiva e motora e drenagem linfática da face.A vis o mais ampla da anatomia da face contribui para aprimorar as técnicas de aplica o de preenchimento e toxina botulínica.
Estudo da anatomia interna dos pré-molares – Revis o de literatura  [cached]
Cecília Peixoto Portela,Flares Baratto Filho,Flávia Sens Fagundes Tomazinho,Gisele Maria Correr
Odonto , 2011,
Abstract: Introdu o: com a inten o de refor ar a estreita rela o existente entre o conhecimento da anatomia interna e a obten o do sucesso no tratamento endod ntico, s o relatadas aqui características da anatomia interna presentes no grupo dental dos pré-molares. Revis o de literatura: as altera es morfológicas quando desconsideradas podem dificultar a terapia endod ntica. A resolu o de casos com anatomia incomum exige consequentemente, mudan as no método de diagnóstico, assim como no tratamento. Conclus o: a identifica o, e, portanto, o tratamento satisfatório de raízes e canais diferenciados, diminui a persistência dos sinais e sintomas, reduzindo, assim as possíveis causas de um retratamento.
Imunoexpress o da citoqueratina 16 e do antígeno nuclear Ki-67 no colesteatoma adquirido da orelha média  [cached]
Pereira Celina S. B.,Almeida Clemente I. R.,Vianna Maria Regina
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2002,
Abstract: Introdu o: Ocolesteatoma da orelha média é caracterizado pela presen a de epitélio escamoso estratificado queratinizado nesta cavidade, causando destrui o óssea e podendo levar a complica es. Algumas substancias como a citoqueratina 16 e o Ki-67, marcadores de prolifera o celular, vêm sendo utilizadas para estudar essa doen a. A CK 16 é um filamento protéico, situado no citoplasma das células epiteliais, característico de epitélios hiperproliferativos. O Ki-67 é um antígeno nuclear que aparece nas células em estágio de prolifera o. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi estudar a imunoexpress o da CK 16 e do Ki-67 no colesteatoma adquirido. Forma de estudo: Clínico prospectivo. Material e Método: Foram colhidas amostras de colesteatoma de 31 pacientes submetidos à cirurgia otológica, sendo 20 adultos e 11 crian as, no período de 1998 e 2000. Essas amostras foram submetidas à análise histológica e imuno-histoquímica para estudo da express o da CK 16 e do Ki-67 na matriz do colesteatoma. Resultado: A análise dos resultados mostrou a presen a da CK 16 nas camadas suprabasais da matriz do colesteatoma e, do Ki-67, na camada basal, estendendo-se para as camadas suprabasais e, inclusive, para a camada apical da matriz. A rea o aos anticorpos anti-CK 16 e Ki-67 foi heterogênea. A correla o entre a CK 16 e o Ki-67 suprabasal com variáveis morfológicas, como acantose do epitélio e hiperplasia da camada basal formando cones epiteliais em dire o à perimatriz, foi positiva e significativa. Também houve rela o positiva e significativa entre a CK 16 e o Ki-67 suprabasal e apical. Conclus o: Esses resultados permitem concluir que o colesteatoma tem características hiperproliferativas, expressando a CK 16 e o Ki-67 na sua matriz.
ANATOMIA DA MADEIRA DE Mimosa eriocarpa Benth.
Celso Carnieletto,José Newton Cardoso Marchiori
Ciência Florestal , 2012,
Abstract: S o descritos os caracteres anat micos da madeira de Mimosa eriocarpa Benth. e fornecidos 31 dados quantitativos de sua estrutura xilemática. A descri o é ilustrada com fotomicrografias tomadas nos três planos anat micos. A estrutura da madeira é comparada com referências da literatura para espécies afins, em uma análise de caráter taxon mico-filogenética.
Efeito da oxigena o hiperbárica em les o ototóxica produzida pela amicacina em cobaias The effects of hyperbaric oxygen therapy upon ototoxic injuries produced by amikacin in guinea pigs  [cached]
Luciana de Albuquerque Salviano Amora,Adriana de Andrade Batista Murashima,Maria Rossato,Márcia Bento Moreira
Brazilian Journal of Otorhinolaryngology , 2013,
Abstract: A oxigena o hiperbárica têm favorecido a preven o e o tratamento de afec es auditivas como a ototoxicidade. OBJETIVO: Estudar os efeitos da oxigena o hiperbárica em les o ototóxica promovida pela amicacina. Forma de estudo: Experimental. MéTODO: Avaliados aspectos funcionais de 12 cobaias albinas por meio das emiss es otoacústicas produtos de distor o e do potencial evocado auditivo de tronco encefálico, antes e após o uso de amicacina (600 mg/kg/dia) e das sess es com oxigena o hiperbárica (2 ATA, 60 minutos). Aspectos morfológicos foram avaliados por meio de microscopia eletr nica de varredura. Grupos de estudo com três animais: grupo 1 - solu o salina + oxigena o hiperbárica; grupo 2 - amicacina 8 dias; grupo 3 - amicacina + 7 dias de repouso e grupo 4 - amicacina + oxigena o hiperbárica. RESULTADOS: Grupo 1 apresentou preserva o da funcionalidade e da morfologia durante todo experimento. Grupo 2 demonstrou, ao final do experimento, les es estatisticamente significantes das células ciliadas com altera es funcionais. Grupos 3 e 4 apresentaram altera es estatisticamente significantes dos aspectos funcionais e morfológicos após o uso da amicacina, mantendo estas altera es após os procedimentos propostos. CONCLUS O: A oxigena o hiperbárica n o promoveu altera es na morfologia das células ciliadas da cóclea e aos limiares eletrofisiológicos das cobaias submetidas à amicacina. Hyperbaric oxygen therapy (HBOT) has enhanced the prevention and treatment of auditory ailments such as ototoxicity. OBJECTIVE: To study the effects of HBOT upon ototoxic injuries produced by amikacin. METHOD: This experimental study included 12 albino guinea pigs, whose auditory function was assessed through distortion product otoacoustic emissions (DPOAEs) and brainstem auditory evoked potentials (BAEPs) before and after the administration of amikacin (600 mg/kg/day) and HBOT sessions (2 ATA, 60 minutes). Morphological features were analyzed through scanning electron microscopy. Subjects were divided into four groups, as follows: group 1 - saline solution + HBOT; group 2 - amikacin for 8 days; group 3 - amikacin + seven days of rest; and group 4 - amikacin + HBOT. RESULTS: Group 1 subjects had preserved function and morphology throughout the experiment; Group 2 subjects had statistically significant levels of hair cell injury and functional impairment; Subjects on groups 3 and 4 had statistically significant functional and morphological impairment after the administration of amikacin, which were still present after the proposed procedures had been carried out. CONCLU
Anatomia da raiz escora de Philodendron bipinnatifidum Schott (Araceae)  [cached]
Vianna Wania de Oliveira,Soares Marli Kasue Misaki,Appezzato-da-Glória Beatriz
Acta Botanica Brasilica , 2001,
Abstract: O imbé (Philodendron bipinnatifidum) é amplamente distribuído no Brasil. As plantas possuem raízes escoras, pelas quais se apóiam no suporte, e raízes de absor o, as quais crescem sob o solo e obtêm os nutrientes. Este estudo apresenta informa es sobre a anatomia das raízes escoras enfatizando a organiza o do sistema vascular e a origem dos ductos resiníferos. Na regi o suberificada, as raízes eram amarronzadas e na por o apical eram esbranqui adas. A partir do ápice radicular, foram retiradas amostras de 0,3cm de comprimento totalizando 1,2cm. Da regi o suberificada, foram retiradas amostras com 0,5cm. As amostras foram fixadas em solu o de Karnovsky, desidratadas em série etílica e infiltradas em resina glicol metacrilato. Na regi o situada entre 1,0 e 3,0mm do ápice radicular, a raiz escora possuía uma coifa plurisseriada cujas células apresentavam paredes anticlinais sinuosas. A protoderme era unisseriada. Os ductos de resina, de origem esquizógena, diferenciavam-se entre as células do meristema fundamental. O cilindro vascular apresentava-se lobado. Na regi o suberificada, a epiderme era substituída pelo súber estratificado, o parênquima cortical possuía várias camadas de células entre as quais ocorriam ductos resiníferos de origem esquizógena e muitos idioblastos secretores. O cilindro central possuía organiza o estelar "an mala" e desprovida de medula.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.