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Estudo histológico da regenera o esplênica de ratos submetidos a esplenectomia subtotal  [cached]
Torres Orlando Jorge Martins,Macedo Eliane Lopes,Picciani érica Regina Gomes,Nunes Paulo Márcio Sousa
Acta Cirurgica Brasileira , 2000,
Abstract: Um aumento da susceptibilidade à infec o severa é uma complica o reconhecida da esplenectomia. Um grande número de alternativas tem sido propostas que poderiam impedir esta complica o do estado asplênico. O presente estudo analisa a regenera o histológica do tecido esplênico em ratos submetidos a esplenectomia subtotal. Foram utilizados trinta ratos machos da linhagem Wistar, adultos, pesando entre 160 e 210g. Os animais foram submetidos a esplenectomia subtotal e divididos em três grupos contendo dez ratos cada onde foram estudados após 15, 30 e 45 dias. Após este período de observa o o tecido esplênico foi recuperado e submetido a exame histológico. A estrutura tecidual esplênica no 15o dia se apresentava irregular, porém sem necrose. Após 30 dias , a cápsula se apresentava histologicamente espessada e com maior desenvolvimento. Em 45 dias foi observado semelhan a considerável entre o tecido esplênico remanescente e o ba o normal. O presente estudo mostra que o ba o submetido a esplenectomia subtotal se regenera completamente em um período de 45 dias.
Resistência de ratos à peritonite fecal quando submetidos a esplenectomia e auto-implante do ba o no retroperit nio
Kestering Darlan de Medeiros,d'Acampora Armando José,Farias Débora Cadore,Brum Sandro Polidoro Berni
Acta Cirurgica Brasileira , 2005,
Abstract: OBJETIVO: O estudo foi desenvolvido para avaliar os efeitos do autotransplante esplênico na prote o contra sepse abdominal em ratos Wistar jovens e adultos. MéTODOS: Foram utilizados 54 ratos Wistar jovens e adultos (90 e 180 dias respectivamente) sendo distribuídos em 3 grupos: Grupo Sham, onde os animais eram submetidos a laparotomia com manipula o de al as apenas (n=6 animais jovens adultos), Grupo Esplenectomia, no qual os animais eram submetidos a esplenectomia total (n=10 animais jovens e adultos) e Grupo Auto-implante, onde os animais eram submetidos a esplenectomia total e um ter o do ba o era implantado em uma bolsa no retroperit nio (n=10 animais jovens e adultos). Após três meses os animais eram submetidos a nova laparotomia com ligadura e perfura o do ceco para estimular a sepse abdominal e acompanhados até o momento do óbito para estabelecimento de uma curva de mortalidade. RESULTADOS: Houve recupera o do ba o implantado em todos os animais. N o houve diferen a significativa entre o tempo de óbito entre os grupos. Os animais jovens aparentemente tiveram uma melhor resposta embora n o estatisticamente significativa. CONCLUS O: Este estudo demonstrou que o auto-implante de ba o no retroperit nio n o provê prote o efetiva contra sepse abdominal em compara o aos ratos esplenectomizados.
A fun o renal de ratos espontaneamente hipertensos submetidos ao pneumoperit nio  [cached]
Moreira Márcia Bento,Montero Edna Frasson S.,Fagundes Djalma José,Chida Valeria Vieira
Acta Cirurgica Brasileira , 2002,
Abstract: Objetivo: Estudar a fun o renal de ratos espontaneamente hipertensos submetidos ao pneumoperit nio com CO2. Métodos: Foram utilizados 60 ratos, sendo 30 Wistar SHR e 30 EPM-1 Wistar, com idade ao redor de quatro meses, com peso médio de 341g. A amostra foi distribuída em dois grupos, experimento (ratos hipertensos) e controle (ratos normotensos), de acordo com a linhagem, SHR e EPM-1 Wistar, respectivamente. Cada grupo foi redistribuído em dois subgrupos, com 15 animais cada, de acordo com a press o de pneumoperit nio, 10 e 4mmHg. Os animais foram anestesiados e posicionados, dando início ao procedimento de cateteriza o da artéria femoral esquerda, que permitiu aferi o da press o arterial média e a coleta sanguínea durante todo o experimento. Após a anti-sepsia, procedeu-se à realiza o de incis o transversa de 5mm de comprimento na regi o central do abdome para introdu o de trocarte de 2mm, por onde foi introduzida a agulha de Veress, permitindo a insufla o de CO2 até atingir a press o estabelecida para cada grupo (4mmHg ou 10mmHg), que foi mantida durante uma hora, seguida por uma hora de desinsufla o. Ao término do período de desinsufla o todos os animais de todos os grupos, ainda sob efeito anestésico, foram submetidos à eutanásia por exanguina o, através do cateter arterial. As amostras de sangue foram coletadas em três fases: 1) após a cateteriza o, 2) após uma hora de pneumoperit nio, e 3) após uma hora de desinsufla o, sendo conduzidas ao laboratório para dosagens de uréia e creatinina. Resultados: Houve aumento da creatinina para o rato SHR durante pneumoperit nio com press o de 10mmHg; já a uréia mostrou-se aumentada tanto para o SHR quanto para o Wistar, durante o pneumoperit nio com press o de 10mmHg. Durante o pneumoperit nio com press o de 4mmHg, a creatinina e a uréia mantiveram-se nos níveis basais. Conclus o: A fun o renal do SHR se altera de forma transitória, semelhante ao rato n o-hipertenso quando submetido ao pneumoperit nio.
EFEITOS DO PRé-CONDICIONAMENTO HEPáTICO EM RATOS CIRRóTICOS, SUBMETIDOS à ISQUEMIA E REPERFUS O HEPáTICA RESULTADOS PRELIMINARES  [cached]
Pacheco E.G.,Ramalho F.S.,Ramalho L.N.Z.,Zucoloto S.
Acta Cirurgica Brasileira , 2001,
Abstract: Baseando-se nos efeitos estimuladores do metabolismo energético pelo pré-condicionamento isquêmico (PCI) no tecido hepático, estudou-se dois grupos de ratos cirróticos submetidos a isquemia de 20 min e reperfus o de 120 min, após o PCI ou n o respectivamente, determinando assim o valor do seu uso no prolongamento da manobra de Pringle e na regenera o hepática na hepatectomia.
Efeitos metabólicos da glutamina em ratos submetidos à queimadura por água fervente (escaldadura)
Barbosa R?mulo Cesar Costa,Guimar?es Sergio Botelho,Vasconcelos Paulo Roberto Cavalcante de,Chaves Carolyne Rolim
Acta Cirurgica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Investigar os efeitos metabólicos da L-glutamina (Gln) em ratos anestesiados submetidos à queimadura por água fervente. MéTODOS: Foram estudados vinte e quatro ratos Wistar machos, anestesiados, submetidos a queimaduras da pele dorsal após exposi o à água quente (100oC) durante 10 segundos (30% de superfície corporal). Os ratos foram randomizados para receber, por gavagem, 2ml de água (G-1) ou igual volume de solu o de Gln (0,5g/peso/dia) (G-2). Amostras de tecido (pele sadia e queimada, músculo e fígado) e sangue foram coletadas 24h (D1) e 48h (D2) pós-trauma para análise enzimática. RESULTADOS: A oferta de Gln induziu aumento significante nas concentra es de glicose na pele saudável em animais do G-2 no D2, e na pele queimada em G-2/D1. As concentra es de lactato também aumentaram significantemente em G-2/D1 no músculo (11,29 ± 1,25 mmol/g contra 7,43 ± 0,93 mmol/g - p<0,05) e no G-2/D2 no fígado (7,68 ± 1,49 mmol/g contra 3,27 ±0,67 mmol/g p<0,01), e em pele sadia (5,30 ± 0,42 mmol/g contra 3,57 ± 0,38 mmol/g - p<0,05). As concentra es de piruvato diminuíram significantemente no grupo G-2/D1 (músculo e fígado) e aumentaram na pele sadia no grupo G-2/D2. As concentra es de ATP diminuíram significantemente no músculo em G-2 nos tempos D1 e D2. CONCLUS ES: A oferta de Gln sinaliza para utiliza o de piruvato para glicólise preponderantemente anaeróbica no músculo. O aumento nas concentra es de lactato tecidual pode vir a ser decorrente da oferta exógena de Gln, que transformada em glutamato, leva à ativa o do ciclo malato-aspartato com conseqüente favorecimento da glicólise anaeróbica. A oferta de Gln induz a possível aumento na capta o de glicose tanto por pele sadia quando na pele queimada. Houve falha de desenvolvimento da hipercetonemia adaptativa ao jejum em ambos os grupos. A oferta exógena de Gln parece n o induzir altera o na ureagênese.
Estimula o ultra-s nica pulsada e contínua no processo cicatricial de ratos submetidos à celiotomia  [cached]
Olsson Débora Cristina,Martins Vera Maria Villamil,Martins Edison,Mazzanti Alexandre
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Para avaliar a cicatriza o de feridas cirúrgicas da parede abdominal de ratos submetidos à celiotomia, utilizou-se a terapia com ultra-som (US) nos modos contínuo e pulsado. Foram utilizadas 45 ratas, separadas em três grupos experimentais com 15 animais por grupo. A cicatriza o da parede abdominal foi avaliada por esteriometria, sendo consideradas a propor o volumétrica dos constituintes tissulares e celulares de amostras de tecidos obtidos da parede abdominal às zero, 48, 96 e 144 horas após a celiotomia. Vinte e quatro horas após a interven o cirúrgica, iniciou-se a aplica o de ultra-som (US) sobre a ferida. Os resultados obtidos com a aplica o de US no modo pulsado às 48 horas mostraram maior propor o volumétrica de células polimorfonucleares (PMN) e fibroblastos quando comparados com o grupo controle e com o grupo que recebeu aplica o de US no modo contínuo (P?0,05). Esses resultados mostram que a aplica o de US no modo pulsado auxilia na cicatriza o de feridas cirúrgicas produzidas após celiotomia.
Taxa de mortalidade em ratos submetidos à isquemia e reperfus o hepática, tratados ou n o com alopurinol  [cached]
Rhoden Ernani Luís,Mauri Marcelo,Rhoden Cláudia Ramos,Leal Márcio Luís Migliavacca
Acta Cirurgica Brasileira , 1999,
Abstract: A isquemia transitória hepática tem sido cada vez mais amplamente utilizada. Contudo, essa atitude, embora muitas vezes benéfica, é contrabalan ada pelos efeitos adversos advindos da isquemia hepática e da congest o esplênica, assim como, das conseqüências da reperfus o. O objetivo dos autores é determinar os efeitos da isquemia seletiva em animais pré-tratados ou n o com alopurinol, inibidor da xantina oxidase sobre a mortalidade dos animais. Foram utilizados 30 ratos assim divididos: Grupo I (n=10): pré-tratados com alopurinol e submetidos à laparotomia e exposi o do pedículo hepático por 45 minutos. Grupo II (n=10): tratados com alopurinol e submetidos à isquemia hepática seletiva por 45 minutos. Grupo III (n=10): submetidos apenas à isquemia por 45 minutos. A mortalidade pós-operatória foi avaliada a cada 24 horas, por um período de 10 dias. Entre os animais do grupo I, n o foram observados óbitos, entretanto, naqueles dos grupos II e III, as mortalidades globais foram respectivamente 20 e 46,7%. Diferen a estatisticamente significativa, apenas, entre a mortalidade observada no grupo III em rela o ao controle (p<0,05). A mortalidade pós-operatória no grupo de animais submetidos à isquemia sem pré-tratamento com alopurinol ascende as cifras de 46,67% dos animais, enquanto naqueles pré-tratados com alopurinol houve um importante decréscimo para 20%. Embora sem uma distin o estatisticamente significativa, reflete uma tendência de um efeito protetor do alopurinol na isquemia e reperfus o hepática.
Comportamento do estresse oxidativo e da capacidade antioxidante total em ratos submetidos a retalhos cutaneos isquêmicos
Cymrot Moacir,Percário Sandro,Ferreira Lydia Masako
Acta Cirurgica Brasileira , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Estudar o comportamento do estresse oxidativo (MDA) e da defesa antioxidante (CAT), em fragmentos de retalhos cutaneos rand micos isquêmicos em ratos. MéTODOS: Foram utilizados 18 ratos adultos jovens, machos (Wistar EPM-1, 290 a 350g), submetidos à eleva o de retalho cutaneo de base cranial no dorso, divididos em três grupos (N=6) em fun o do tempo pós-operatório: imediato (POI), terceiro e sétimo dias (PO3 e PO7, respectivamente). Ao final, foram coletadas amostras de sangue periférico e fragmentos de tecido do retalho e de área cutanea normal fora do retalho para dosagem de MDA e de CAT. RESULTADOS: Para MDA no soro, o grupo POI apresentou valores significativamente menores que os grupos PO3 e PO7, os quais n o diferiram entre si. N o foi encontrada diferen a entre os valores das amostras cutaneas em nenhum dos três grupos estudados. Para os valores da capacidade antioxidante total (CAT) n o houve diferen a significante entre os três grupos, quando analisado o soro dos animais, no entanto, para as amostras de fragmentos cutaneos, os valores diminuíram significativamente em fun o do tempo. CONCLUS O: A inexistência de diferen a para os valores de MDA nas amostras cutaneas entre os grupos e a diminui o dos valores da CAT ao longo do tempo sugere que a presen a de necrose na por o distal dos retalhos dos animais do grupo PO7 decorra, n o somente da agress o oxidativa, mas também da diminui o da capacidade de defesa antioxidante local.
Estudo da fun o hepática de ratos espontaneamente hipertensos submetidos a diferentes press es de pneumoperit nio com CO2  [cached]
Chida Valéria Vieira,Moreira Márcia Bento,Leme Luís Fernando Paes,Fagundes Djalma José
Acta Cirurgica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVOS: Avaliar a fun o hepática de ratos hipertensos submetidos a baixa ou alta press o de pneumoperit nio. MéTODOS: Foram utilizados 60 ratos, distribuídos em dois grupos (n= 30), de acordo com a press o de pneumoperit nio de 4 e 10mmHg, sendo 15 animais da linhagem EPM-1 Wistar e 15 animais da linhagem SHR. Logo após a pesagem, os animais foram submetidos à anestesia com cetamina e xilazina intramuscular e, em seguida, submetidos a pneumoperit nio, durante 1 hora e desinsufla o por mais 1 hora. Foram coletadas amostras sangüíneas logo após a realiza o do cateterismo da artéria femoral esquerda, após uma hora de insufla o, assim como, depois de uma hora de desinsufla o. Estas amostras foram encaminhadas para a avalia o das enzimas hepáticas (AST, ALT, DHL) e bilirrubinas (total, direta e indireta). O nível de significancia estatístico foi estabelecido em 5%. RESULTADOS: Com pneumoperit nio de 4mmHg a AST e ALT apresentaram níveis iniciais menores do que após insufla o e desinsufla o enquanto a DHL, a BT e a BD n o se alteraram; em ambas as linhagens. Na press o de 10mmHg a AST e a DHL n o se alteraram nos ratos normotensos e aumentaram nos hipertensos, a BD n o se alterou, a ALT e a BT aumentaram para ambas as linhagens. CONCLUS O: A fun o hepática mostrou-se alterada e a medida do tempo após a desinsufla o foi curta para evidenciar uma eventual revers o dessas altera es, tanto nos animais hipertensos, como em animais hígidos.
HISTOMORFOMETRIA DO INTESTINO DELGADO DE RATOS SUBMETIDOS A DIFERENTES FONTES PROTéICAS  [cached]
M. CARUSO,A. DEMONTE
Alimentos e Nutri??o , 2009,
Abstract: Foi estudada a histomorfometria da por o inicial do intestino delgado de ratos, após a administra o de concentrado protéico de soja e de caseína como únicas fontes protéicas. Foram mensurados o comprimento (CV), área (AV) das vilosidades e profundidade (PC) e área (AC) das criptas intestinais, através de microscópio óptico Leica Leitz DMRXE, acoplado com Camera e Software Analisador de Imagens. Os resultados indicaram significativas diferen as entre os grupos avaliados, particularmente nos parametros comprimento e área das vilosidades, evidenciando do ponto de vista histomorfológico, as diferen as existentes na absor o das proteínas do leite e da soja.
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