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A meta-história de Hayden White: uma crítica construtiva à "ciência" histórica
Paul Sutermeister
Revista Espa?o Acadêmico , 2009,
Abstract: Apresenta-se brevemente a teoria da história-narrativa de Hayden White, seus conceitos e críticas. Por analisar objetivamente a quest o da verdade na historiografia, White contribuiu para uma conscientiza o, n o só na ciência histórica mas também em outras áreas, sobre o dilema entre ciência e retórica. Trata-se de um dilema que mesmo os críticos mais severos de White, como o historiador Carlo Ginzburg, devem enfrentar.
NO MUNDO DOS BICHOS: UMA METáFORA SOBRE OS DIZERES
BARBOSA, Maria do Carmo Rodrigues
Nucleus , 2009,
Abstract: This article search, as of the concepts of the Discourse Analysis from the Michel Pêcheux’sFrench line, and as of the narrative “Animal Farm”, of George Orwell, reflect about the hypertext’s topology.Moreover, it makes a reflection about the language’s subject and the way it socially inscribe and the way itinscribe meanings in the network. The electronic discourse propitiate to the language’s subject the differentmeaning’s effects from the network’s subjects. In the electronic discourse there are two courses: in the first, thesubject has the opportunity of entry in a page where everything is already or, in the second, the subject whowants to institute, write.Esse artigo busca, a partir de conceitos da Análise de Discurso da linha francesa de MichelPêcheux, e da narrativa de “A Revolu o dos Bichos” de George Orwell, refletir sobre a topologia do hipertexto.Além do mais, faz uma reflex o sobre o sujeito da linguagem e como ele se inscreve socialmente e inscrevesentidos na rede. O discurso eletr nico propicia ao sujeito da linguagem os efeitos de sentidos diferentesdaqueles sujeitos da rede. No discurso eletr nico, há dois percursos: no primeiro, o sujeito tem a oportunidade deentrar em uma página onde tudo já está pronto ou, no segundo, o sujeito que quer fundar, escrever.
Relatos de viagem sobre a América Hispanica: considera es sobre as obras historiográficas de Feliú Cruz e Estuardo Nú ez
Stella Maris Scatena Franco
História da Historiografia , 2011,
Abstract: Este artigo aborda trabalhos de dois autores latino-americanos que se dedicaram a estudos de relatos de viagem sobre as Américas. S o eles, o historiador chileno Guillermo Feliú Cruz (1900-1973) e o crítico literário e historiador peruano Estuardo Nú ez (1908). Eles est o entre os primeiros, na América Latina, a compilar e inventariar com maior sistematicidade essa documenta o, de maneira a propor classifica es e abordagens. Seus trabalhos, ainda que seminais, apresentam perspectivas que s o questionadas nas reflex es de autores contemporaneos que lidam com as mesmas fontes. O fato de se nortearem pela cren a de que tais documentos reproduzem fidedignamente a realidade os atrela a uma concep o dominante no passado, mas hoje considerada limitada e insatisfatória. Tal enfoque é explorado neste artigo, que também apresenta as singularidades e aspectos em comum entre esses dois autores no que se refere aos usos dos relatos como fontes documentais.
UMA ANáLISE FORMAL SOBRE OS PARADOXOS DA ANáLISE
Luis Fernando Munaretti Rosa
Revista Redescri??es : Revista on-line do GT de Pragmatismo e Filosofia Norte-Americana , 2012,
Abstract: Resumo: Neste artigo fa o uma análise exaustiva de duas formas de paradoxo da análise e rejeito uma solu o recente oferecida a este problema por Felicia Ackerman. Na primeira parte apresento as condi es clássicas da rela o da análise, que conduzem aos paradoxos mencionados. Na segunda parte, demonstro os dois paradoxos – o paradoxo do contexto intensional e o paradoxo do contexto n o-intensional. Na terceira parte apresento possíveis solu es formais aos paradoxos. Por fim, analiso a solu o de Felicia Ackerman, explico porque ela n o funciona, e aponto uma possibilidade de resolu o para os paradoxos.Abstract: In this paper I analyze two kinds of paradoxes of analysis, rejecting a recent solution offered by Felicia Ackerman. In the first part I present the classical conditions for the analysis relation, those which lead to a paradox. In the second part, I demonstrate both paradoxes – the intensional context paradox and the non-intensional context paradox. In the third part I present possible formal solutions to the paradoxes. Finally, I analyze Felicia Ackerman's solution, explaining why it does not work and pointing to a possible resolution of the paradoxes.
Para além do princípio de fidelidade: uma aproxima o à historiografia filosófica deleuziana
Eduardo Pellejero
Princípios : Revista de Filosofia , 2011,
Abstract: Temos a imagem de um Deleuze voluntariosamente hostil à história da filosofia, na medida em que esta encarnaria uma espécie de agente de repress o do pensamento, impedindo que as pessoas pensem por si próprias. Como conciliar esse Deleuze panfletário e revoltoso com o professor de filosofia e historiador especializado que publica estudos sobre a obra de Bergson, Nietzsche, Espinosa e Lucrécio? Como conciliá-lo com esse Deleuze que conscientemente come ou pela história da filosofia, quando ainda se impunha, fez durante muito tempo história da filosofia e leu livros sobre este ou aquele autor? Como, em última instancia, com esse outro Deleuze que, mesmo já assumindo escrever livros “por conta própria”, continua a considerar a necessidade de integrar notas históricas nos seus próprios textos? O presente texto pretende explorar essa aparente contradi o, analisando criticamente as condi es de efetividade de uma historiografia filosófica fundada sobre os primeiros princípios do pensamento deleuziano.
A INFLUêNCIA DOS PRE OS DOS PRODUTOS FINAIS SOBRE OS CUSTOS DE PRODU O EM UMA USINA SUCROALCOOLEIRA
CARDOSO, Valdinei Juniano,SILVA, Uraciara Pereira da,AMBROZINI, Marcelo Augusto
Nucleus , 2011,
Abstract: In the sugar alcohol industry the prices of final products reflect the decision making ofmanagers and they need to be attentive to their production costs so that their companies are competitive. Themain objective of this survey was to analyze the reflections of the final prices on the cost of production of asugar mill and ethanol Triangulo Mineiro, also identifying the procedures used by management to reduce costs.Through analysis, were found growing cost increases, even when the prices of final products were low. It wasfound that the prices of final products do not affect production costs because, although the company adoptpolicies to reduce costs and invest in the productive sector to achieve efficiency in cost management, theoutcome of this process happens in the long term and the company can not force reductions in the short termbecause you need to consider the whole. So to protect themselves from price fluctuations final market for theirproduction costs and other risks, the company has adopted the use of certain derivative financial instrumentswith the sole purpose of protection to those risks that it can be exposed.Em uma usina sucroalcooleira os pre os dos produtos finais refletem nas tomadas de decis es dosgestores e eles precisam estar atentos aos seus custos de produ o para que suas empresas sejam competitivas. Oobjetivo principal deste levantamento foi analisar os reflexos dos pre os finais sobre os custos de produ o deuma usina de a úcar e álcool do Triangulo Mineiro, identificando ainda os procedimentos utilizados pelosgestores para redu o de custos. Através da análise, foram verificados crescentes aumentos de custos, mesmoquando os pre os dos produtos finais estavam baixos. Constatou-se que os pre os dos produtos finais n oinfluenciam os custos de produ o, pois, apesar de a empresa adotar política de redu o de custos e realizarinvestimentos no setor produtivo para o alcance de eficiência na gest o de custos, o resultado desse processoacontece a longo prazo e a empresa n o pode for ar redu es no curto prazo porque precisa considerar o todo.Assim, para se proteger das oscila es dos pre os finais de mercado em rela o a seus custos de produ o eoutros riscos, a empresa adota o uso de alguns instrumentos financeiros derivativos com a finalidade exclusivade prote o a esses eventuais riscos a que ela possa estar exposta.
Uma “disciplina” – entendendo como funcionam os diversos campos de saber a partir de uma reflex o sobre a História
José D'Assun??o Barros
OPSIS : Revista do Departamento de História e Ciências Sociais , 2011,
Abstract: This article – considering the History as knowledge field – aims to develop some considerations about the constitution of “disciplinary fields”, understanding with this expression the several fields of knowledge, included or not among the university knowledge’s. The intention is to define a certain group of categories that can be used to delimit the specificities of each disciplinary field. According the reflections developed in this article, a “disciplinary field” can be defined by some objects of interest, certain singularities, a specifically confluence of theory, method and discursive patterns, interdisciplinary relations, intradisciplinary subdivisions, among other aspects. The example selected as model is History. / Este artigo – a partir de uma reflex o sobre a História como campo de conhecimento – tem por objetivo desenvolver algumas considera es acerca da constitui o de “campos disciplinares”, compreendendo com esta express o os vários campos de conhecimento, incluídos ou n o entre os saberes universitários. A inten o é definir um certo grupo de categorias que possam ser utilizadas para delimitar as especificidades de cada campo disciplinar. De acordo com as reflex es desenvolvidas neste artigo, um “campo disciplinar” pode ser definido por determinados objetos de interesse, certas singularidades, uma confluência específica de teoria, método e modelos discursivos, rela es interdisciplinares, subdivis es intradisciplinares, entre outros aspectos. O exemplo escolhido para modelo é o da História.
O fórum via Internet como fonte histórica: uma análise do fórum "índio Pataxó"  [cached]
Flávia Millena Biroli
Alfa : Revista de Linguística , 2001,
Abstract: Este trabalho visa discutir, a partir da rela o entre o falado e o escrito, algumas possibilidades de tratamento dos dados lingüísticos do gênero "fórum". O método a ser utilizado parte da rela o falado/escrito nesse gênero textual na Internet e busca situar os dados desse material como fonte para o historiador. A discuss o se situa, portanto, no limite entre uma perspectiva que entenderia o texto como informa o sobre um fato, buscando nele "o fato" como dado; e uma outra que o entenderia como um acontecimento histórico, buscando nele sua própria historicidade. Essa discuss o faz eco com regi es de limites metodologicamente correspondentes no campo da Lingüística e da Sociologia, a saber: na Lingüística, o limite entre uma vis o que toma os dados como propriamente lingüísticos e uma outra que os toma como fatos discursivos; e, na Sociologia, o limite entre uma vis o que toma o texto como reflexo de uma estrutura social e uma outra vis o que toma o texto como prática social.
Contribui es ao debate sobre a regulamenta o da profiss o de Historiador
André Castelo Branco Machado
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: A regulamenta o profissional do historiador tem sido objeto de grandes debates junto à comunidade acadêmica da área, em especial após a aprova o do PLS 368/2009 no Senado Federal. A luta que os historiadores desenvolvem pelo seu reconhecimento público teve início no ano de 1968 e diferentes projetos de lei já estiveram em tramita o nos parlamentos federais. Contudo, n o obtiveram êxito. A proposta desse artigo é polemizar com o Movimento Nacional Contra a Regulamenta o do Profissional de Educa o Física (MNCR), que apresenta uma posi o contrária a todas as regulamenta es profissionais, inclusive a do historiador. Esse movimento entende que os projetos de regulamenta o profissional s o “neoliberais” e “conservadores”, conflitando com a regulamenta o geral do trabalho. A partir da análise das rela es de produ o no capitalismo e das contribui es de Karl Marx, esse texto apresenta um contraponto às premissas do MNCR e pretende demonstrar que a regulamenta o profissional representa um avan o para a garantia de direitos dos profissionais e do conjunto da classe trabalhadora.
Is marxism an economist scientificism? Seria o marxismo um cientificismo economicista? Anota es sobre a hipótese da invers o das causalidades  [cached]
Valério Arcary
Diálogos , 2010, DOI: 10.4025/dialogos.v8i1.204
Abstract: Does economy govern politics? The dispute over economicism excesses in History isn’t new. The theoretical controversy on the alternation of pressure forces over causalities, constituted a methodological frontier in marxists discussions. It doesn't seem reasonable to doubt that the analysis of the economical antagonisms o. interests contributed to the explanation of turbulences in political life. But, paradoxically, it was demonstrated that social classes don't always act in agreement with what one could presume as being their immediate economical interests. A schematic determinism would, therefore, more hide than explain. Other calculations interfer on the movements. A economia governa a política? A querela sobre o perigo dos excessos economicistas, na História, n o é nova. A polêmica teórica sobre a alternancia das for as de press o das causalidades, constituiu um divisor de águas metodológico nas discuss es entre marxistas. N o parece razoável duvidar que a análise dos antagonismos dos interesses econ micos contribuiu para a explica o das turbulências da vida política; mas, paradoxalmente, já foi demonstrado que as classes sociais n o agem sempre de acordo com aquilo que se poderia presumir como sendo os seus interesses econ micos imediatos. Um determinismo esquemático poderia, portanto, mais ocultar do que explicar. Outros cálculos incidem sobre os movimentos das classes em luta e suas representa es políticas, e regulam as rela es de for as. Quando perspectivas políticas estratégicas estiveram amea adas, sacrifícios táticos foram compensatórios. As classes dominantes revelaram, em inúmeros processos, uma lucidez preventiva, e estiveram dispostas a realizar concess es para diminuir a intensidade de conflitos que poderiam deixar o poder vulnerável. A política poderia governar, eventualmente, a economia?
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