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A histerectomia simples realizada no menacme e a densidade mineral óssea da mulher na pós-menopausa  [cached]
Hobeika Jo?o Daniel,Pinto Neto Aar?o Mendes,Paiva Lúcia Helena Sim?es da Costa,Pedro Adriana Orcesi
Cadernos de Saúde Pública , 2002,
Abstract: O objetivo foi avaliar a densidade mineral óssea de mulheres na pós-menopausa, com o antecedente de histerectomia com conserva o ovariana bilateral, realizada no menacme, comparadas a um grupo de mulheres com menopausa natural, n o histerectomizadas. Tratou-se de um estudo de corte transversal, com trinta mulheres na pós-menopausa e histerectomizadas no menacme e 102 mulheres menopausadas naturalmente, comparando-se as respectivas densitometrias ósseas, em nível do fêmur e coluna lombar. A análise mostrou que as variáveis idade e índice de massa corporal estavam fortemente associadas à densidade mineral óssea do fêmur e da coluna lombar, sendo o índice de massa corporal diretamente e a idade inversamente associados. Posteriormente, as trinta mulheres histerectomizadas, foram pareadas por idade e índice de massa corporal, com trinta mulheres n o-histerectomizadas, n o apresentando diferen as estatisticamente significantes da densidade mineral óssea. Esses resultados sugerem que a histerectomia com conserva o ovariana bilateral, realizada em mulheres no menacme, n o parece ocasionar redu o adicional da massa óssea, quando avaliadas na pós-menopausa.
Fatores de risco para histerectomia em mulheres brasileiras  [cached]
Araújo Thália V. Barreto de,Aquino Estela M. L.
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Realizou-se um estudo de caso-controle exploratório para investigar fatores de risco para histerectomia entre usuárias do setor público de saúde em Recife, Pernambuco, Brasil. Os 373 casos s o mulheres com idade entre 30 e 54 anos, submetidas à histerectomia eletiva por condi o pélvica benigna. Os controles, 742 mulheres com útero preservado, foram selecionados em centros de saúde. Os dados foram coletados em entrevistas, com um questionário estruturado e pré-testado, ou transcritos dos prontuários médicos. Com base em regress o logística múltipla n o-condicional, foram identificados como fatores de risco para histerectomia: a renda familiar per capita relativamente maior, a nuliparidade e a paridade de até três filhos, a demanda por cuidados médicos por problemas menstruais, o antecedente de distúrbio menstrual ou de morbidade do colo uterino, a hospitaliza o por causa ginecológica e a presen a de laqueadura tubária antes dos trinta anos. A história prévia de filho nascido morto e a menopausa se constituíram em fatores de prote o.
Yoga para melhora dos sintomas do climatério em mulheres na pós-menopausa com ins nia
Rui Ferreira Afonso,Helena Hachul,Elisa Harumi Kozasa,Denise de Souza Oliveira
Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade , 2012, DOI: 10.5712/rbmfc7(1)641
Abstract: Introdu o: A prática de yoga tem se mostrado positiva na redu o de ins nia. Outros estudos mostram redu o de sintomas de climatério. Porém nenhum estudo havia sido realizado até o momento para verificar os efeitos da prática do yoga em mulheres na pós-menopausa com diagnóstico de ins nia. Objetivo: avaliar o efeito da prática de Yoga como um tratamento na saúde física e mental, nos sintomas do climatério em mulheres na pós-menopausa com diagnóstico de ins nia. Métodos: Mulheres entre 50 e 65 anos na pós-menopausa sem terapia hormonal, IAH (índice de apneia-hipopnéia)<15/hora com diagnóstico de ins nia foram randomizadas em 3 grupos: grupo controle, grupo alongamento passivo, grupo Yoga. Foram aplicados questionários no momento pré e 4 meses após o início para avalia o da qualidade de vida na menopausa, avalia o dos sintomas de ansiedade e depress o, sintomatologia climatérica, gravidade de ins nia, sonolência diurna, estresse além da polissonografia. O estudo teve dura o de 4 meses. Resultados: 44 voluntárias terminaram o estudo. Quando comparado ao grupo controle, o grupo Yoga teve escores significativamente mais baixos para sintomatologia climatérica, gravidade de ins nia, qualidade de vida na menopausa e a fase de resistência do estresse na condi o pós-tratamento. A melhora na gravidade de ins nia no grupo Yoga foi significativamente maior que os grupos controle e alongamento passivo. Conclus o: Este estudo mostrou que uma sequência específica de Yoga pode ser eficiente para melhora da ins nia, qualidade de vida e sintomas de menopausa em mulheres na pós-menopausa com ins nia.
A rela o do sobrepeso e obesidade com desconfortos musculoesqueléticos de mulheres pós-menopausa  [cached]
Juliana Rasia,Evelise Moraes Berlezi,Simone Eickhoff Bigolin,Rodolfo Herberto Schneider
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2007,
Abstract: O presente estudo teve o objetivo de investigar a rela o do sobrepeso e obesidade com desconfortos musculoesqueléticos pós-menopausa. A amostra foi constituída por 48 mulheres na faixa etária entre 50 e 65 anos, com idade média de 58,39 (
A Ligadura Tubária é Fator de Risco para a Redu o da Densidade Mineral óssea em Mulheres na Pós-menopausa?  [cached]
Zabaglia Silval Fernando Cardoso,Costa-Paiva Lúcia Helena Sim?es,Pinto-Neto Aar?o Mendes
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2001,
Abstract: Objetivo: comparar a densidade mineral óssea de mulheres menopausadas com e sem o antecedente de laqueadura tubária e avaliar quais fatores nos dois grupos poderiam estar associados à densidade mineral óssea no fêmur e coluna lombar. Métodos: foram incluídas 70 pacientes em cada grupo, no ano de 1998, do Centro de Aten o Integral à Saúde da Mulher da Universidade Estadual de Campinas. As mulheres responderam um questionário sobre características clínicas e reprodutivas e foram submetidas à densitometria óssea (Lunar DPX) no fêmur e coluna lombar. Os dados foram analisados por meio dos testes t de Student, exato de Fisher, c2 de Pearson, t com corre o de Bonferroni e regress o múltipla. Resultados: a média etária das laqueadas foi de 53,2 anos e das n o-laqueadas de 52,6 anos, com média da idade à menopausa de 48 anos, semelhante nos dois grupos. As médias de idade à cirurgia foi 33,7 anos, com tempo decorrido da cirurgia de 18 anos. A média da densidade mineral óssea para o fêmur e coluna lombar n o apresentaram diferen as significativas entre os dois grupos. A distribui o percentual em categorias de T-score do fêmur e coluna lombar n o mostrou diferen as significativas nos dois grupos. Na regress o múltipla, observou-se que a idade mostrou uma associa o inversa e o índice de massa corporal uma associa o direta com a densidade mineral óssea no fêmur. Para a coluna lombar, cor n o-branca, paridade, idade à menopausa, escolaridade e índice de massa corporal mostraram uma associa o direta e a idade à menarca uma associa o inversa com a densidade mineral óssea. Conclus o: a laqueadura tubária n o ocasionou redu o na massa óssea em mulheres na pós-menopausa.
LAPAROSCOPIC-ASSISTED OVARIOHYSTERECTOMY IN A BITCH WITH HEMATOMETRA OVáRIO-HISTERECTOMIA VIDEOASSISTIDA EM UMA CADELA COM HEMATOMETRA  [cached]
Anelise Bonilla Trindade,Maurício Veloso Brun,Paula Cristina Basso,Natasha Frezza Oliveira
Ciência Animal Brasileira , 2010,
Abstract: The canine pyometritis is an adult bitch illness characterized by the inflammation of the uterus with secretion accumulation. Hematometra is a consequence of the piometritis, however it is characterized for diapese of erythrocytes for the uterus, which changes the coloration of the secretion. The treatment ought to be immediate and aggressive, and the advised treatment is ovariohysterectomy for seriously ill animals. This report describes the laparoscopic-assisted ovariohysterctomy as a surgical treatment of hematometra in a bitch akita, six years-old with 34kg. The laparoscopic was the occlusion of ovarian vessels and mesovarium attachment using three portals technique. The uterine vessels and uterus were managed through a small pre-pubic celiotomy. No complications or reincidence of the disease were noticed, showing the effectiveness of the procedure in dogs. Seven month adequate postoperative evolution reassured the surgical conduct performed. KEY WORDS: Bitches, surgery, laparoscopy, pyometritis, treatment. A piometrite canina é uma enfermidade da cadela adulta, caracterizada por inflama o do útero com acúmulo de exsudatos. A hematometra é uma consequência da piometrite, porém caracteriza-se por diapese de eritrócitos para a luz uterina, modificando a colora o da secre o. A terapia deve ser imediata e agressiva. Ovário-histerectomia é o tratamento de escolha para animais gravemente acometidos. O presente trabalho descreve a ovário-histerectomia videoassistida no tratamento de hematometra em uma cadela da ra a Akita, com seis anos de idade e 34 kg de massa corporal. Utilizou-se o acesso com três portais, os quais permitiram a ligadura dos vasos ovarianos e a sec o do mesométrio. Já o útero e os vasos uterinos foram manipulados por meio de miniceliotomia pré-púbica. N o se constataram complica es transoperatórias ou recidiva da doen a, o que demonstra a eficácia do procedimento em c es, pois a evolu o pós-operatória sete meses após o procedimento respalda a conduta cirúrgica adotada. PALAVRAS-CHAVES: Cadelas, cirurgia, laparoscopia, piometrite, tratamento.
Cortisol sérico e glicemia em cadelas tratadas com tramadol e submetidas à ovário-histerectomia  [cached]
Caldeira Fátima Maria Caetano,Oliveira Humberto Pereira,Melo Eliane Gon?alves,Martins Claudia
Ciência Rural , 2006,
Abstract: O tramadol é um analgésico opióide usado em medicina veterinária, embora existam poucos estudos sobre este fármaco. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito analgésico promovido pela administra o do tramadol, mensurando o cortisol sérico e a glicemia de cadelas. Para isso, foram utilizadas 15 fêmeas, submetidas a ovário-histerectomia sob anestesia geral com isofluorano. Os animais foram divididos em três grupos. Grupo 1 (Tep) receberam tramadol pela via epidural (1,0mg kg-1 diluído em água bidestilada ao volume final de 3,0mL) e, após 15 minutos, 3,0mL de água bidestilada pela via intravenosa. No grupo 2 (Tiv), foi administrado 3,0mL de água bidestilada pela via epidural e, após 15 minutos, tramadol pela via intravenosa (1,0mg kg-1 diluído em água bidestilada ao volume final de 3,0mL). No grupo 3 (CT), os animais receberam 3,0mL de água bidestilada pela via epidural e, após 15 minutos, 3,0mL de água bidestilada pela via intravenosa. A eficácia de cada regime analgésico foi avaliada durante 12 horas após a administra o da inje o epidural. N o houve diferen a significativa entre os grupos experimentais para as variáveis estudadas (P>0,05). Foram observadas diferen as significativas dentro de cada tratamento. No grupo Tep houve aumento do cortisol sérico aos 25 minutos do trans-operatório (M3), em rela o ao valor obtido imediatamente após a indu o anestésica (M2) (P>0,05). Nos tratamentos Tiv e CT, verificou-se eleva o das variáveis, duas (M4) e quatro (M5) horas da inje o epidural (P<0,05), quando comparadas ao pré-tratamento (M1). Nesses períodos, as variáveis estudadas no tratamento Tep foram estatisticamente semelhantes ao pré-tratamento (M1). Com base nos resultados, conclui-se que: 1) a metodologia empregada foi sensível para determinar os momentos de maior estresse cirúrgico, dentre os estudados e 2) o tramadol por via epidural produz analgesia mais duradoura quando comparado à administra o intravenosa.
Acurácia da histeroscopia na avalia o da cavidade uterina em pacientes com sangramento uterino pós-menopausa  [cached]
Machado Maria Karenina N.,Pina Hilton,Matos Eliana
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: investigar a acurácia da histeroscopia como método de estudo da cavidade uterina de pacientes com sangramento na pós-menopausa. MéTODO: trata-se de estudo transversal, que consistiu na avalia o de 78 prontuários de pacientes menopausadas com queixa de sangramento, no período de janeiro de 2000 a junho de 2002 no Centro Estadual de Oncologia do Estado da Bahia, submetidas à histeroscopia com biópsia de endométrio. Os achados histeroscópicos foram classificados como benignos (miomas, pólipos, atrofia, normal) e suspeitos (espessamento, hiperplasias e cancer) e os achados histopatológicos como benignos (miomas, pólipos, atrofia, hiperplasia típica) e malignos (hiperplasia atípica e cancer). Os resultados da histeroscopia foram comparados com os exames histopatológicos. RESULTADOS: em rela o aos achados suspeitos (espessamento, hiperplasias e cancer), a sensibilidade da histeroscopia foi de 85,7% e a especificidade de 88,7%, quando comparados à histopatologia. O valor preditivo positivo foi de 42,8% e o negativo 98,4%. A raz o de probabilidades do teste positivo e a raz o de probabilidades do teste negativo foram respectivamente 7,6 e 0,16. A acuidade da histeroscopia foi de 88,4% e o índice kappa 0,5. CONCLUS O: a histeroscopia isoladamente n o apresentou, no presente estudo, acurácia aceitável, refor ando o conceito de que sua principal vantagem é dirigir a biópsia, devendo sempre estar associada ao diagnóstico histopatológico.
Prevalência de depress o em mulheres com diabetes mellitus tipo 2 na pós-menopausa
Martins Grasiele L.,Tanaka Rosimeire M.,Campos Nelson B.,Dalbosco Ivaldir S.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2002,
Abstract: A prevalência de depress o e suas correla es com o controle metabólico foram estudadas em 80 mulheres pós-menopausadas diabéticas e em 45 mulheres n o diabéticas, tendo sido utilizado o questionário de depress o de Beck (QDB) para o diagnóstico de depress o. A prevalência de depress o foi significativamente maior no grupo de diabéticas na pós-menopausa em compara o às n o diabéticas (p<0,001; RR= 2,4). As pacientes n o diabéticas apresentaram média de idade e de pontos do QDB superiores às diabéticas. Além disso, foram observados entre as diabéticas com depress o valores significativamente elevados de glicemia e hemoglobina glicosilada, demonstrando que as diabéticas depressivas apresentaram pior controle metabólico do que as n o depressivas. Entre as diabéticas depressivas, a depress o também se correlacionou positivamente com a idade, mas n o com o tempo de diagnóstico da doen a.
Histerectomia vaginal versus histerectomia abdominal em mulheres sem prolapso genital, em maternidade-escola do Recife: ensaio clínico randomizado  [cached]
Costa Aurélio Ant?nio Ribeiro,Amorim Melania Maria Ramos de,Cursino Telma
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: comparar os resultados intra e pós-operatórios em pacientes sem prolapso genital ou doen as anexiais, submetidas a histerectomia vaginal ou abdominal. MéTODOS: realizou-se estudo do tipo ensaio clínico aberto, randomizado, em pacientes sem prolapso genital que se submeteram a histerectomia total, indicada por doen as benignas, no IMIP, em Recife, Pernambuco. Incluíram-se 35 pacientes, alocadas aleatoriamente em dois grupos, sendo 19 submetidas a histerectomia vaginal e 16 a histerectomia abdominal. Foram estudadas as seguintes variáveis: volume de perda sangüínea, necessidade de hemotransfus o, tempo operatório, dor pós-operatória (intensidade e uso de analgésicos), tempo de permanência hospitalar, complica es operatórias, tempo de retorno às atividades e grau de satisfa o das pacientes. Para análise estatística, utilizaram-se os testes chi2 de associa o, exato de Fisher e Mann-Whitney para compara o dos grupos, considerando-se significativo erro alfa menor que 5%. RESULTADOS: o volume de sangue perdido durante as histerectomias por via abdominal (mediana de 902 mL) foi significativamente maior em rela o à perda durante as histerectomias vaginais (mediana de 520 mL), e nenhuma paciente neste último grupo requereu hemotransfus o, contra 19% no primeiro grupo. A dura o da cirurgia foi semelhante, com mediana de 120 minutos nos dois grupos. A intensidade da dor, verificada pelos escores da escala analógica visual, foi significativamente menor entre as pacientes submetidas a histerectomia vaginal, que também apresentaram menor freqüência de utiliza o de analgésicos. N o houve diferen a na freqüência de complica es intra ou pós-operatórias entre os dois grupos, encontrando-se apenas um caso de infec o em cada grupo e um caso de trombose venosa profunda no grupo das histerectomias vaginais. O tempo de retorno às atividades das pacientes submetidas à histerectomia vaginal foi significativamente menor (mediana de 35 dias) em rela o ao outro grupo (mediana de 40 dias). O grau de satisfa o foi semelhante nos dois grupos. CONCLUS ES: os benefícios da histerectomia vaginal no presente estudo incluíram menor volume de perda sanguínea intra-operatória, menor intensidade da dor pós-operatória, menor freqüência de solicita o de analgésicos e menor tempo de retorno às atividades após a cirurgia. A via vaginal pode substituir com vantagens a via abdominal em pacientes com indica o de histerectomia.
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