oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Células-tronco hematopoéticas em c es  [cached]
Nakage Ana Paula Massae,Santana Aureo Evangelista
Ciência Rural , 2006,
Abstract: As células-tronco hematopoéticas promovem a reconstitui o hematopoética e de outros tecidos, estando presentes no embri o, sangue periférico, medula óssea e sangue do cord o umbilical. Os modelos experimentais de células-tronco em c es têm propiciado informa es relevantes para transplantes de células-tronco em humanos. A capacidade de reconstitui o hematopoética e da plasticidade das células-tronco de c es permite o emprego do modelo canino em várias propostas científicas e terapêuticas, que propiciam informa es pré-clínicas ao homem. O objetivo desta revis o bibliográfica é relatar a importancia das células-tronco hematopoéticas de c es, sendo que a sua principal aplica o clínica é o transplante das células-tronco.
O potencial terapêutico das células-tronco em doen as do sistema nervoso  [PDF]
Paula, Simone de et al.
Scientia Medica , 2005,
Abstract: Objetivo: Apresentar as evidências científicas do transplante de células-tronco em cinco doen as do sistema nervoso: anóxia neonatal, epilepsia, acidente vascular cerebral, doen a de Parkinson e les o de nervo periférico. Fonte de dados: Revis o bibliográfica utilizando o Medline. Síntese de dados: O transplante de células-tronco é uma importante ferramenta na repara o de distúrbios do sistema nervoso. Estudos experimentais demonstram que a regenera o e a reconstru o do circuito neuronal é possível através da terapia celular. As células-tronco têm demonstrado uma capacidade de se diferenciar em neur nios e glia. Os experimentos utilizando o transplante de células-tronco em modelos animais de anóxia neonatal, isquemia cerebral, epilepsia, doen a de Parkinson e les o de nervo periférico mostraram melhora funcional nos animais tratados. Conclus es: Apesar das evidências científicas favoráveis ao uso de células-tronco em doen as neurológicas, consideráveis avan os necessitam ser feitos para compreender a base biológica das células-tronco, incluindo os sinais que determinam sua prolifera o e diferencia o, e a caracteriza o de suas respostas quando transplantadas em uma área encefálica lesada.
INFLUêNCIA DA EQUOTERAPIA NO CONTROLE CERVICAL E DE TRONCO EM UMA CRIAN A COM PARALISIA CEREBRAL  [cached]
Alessanda Gregório,Eddy Krueger
Revista Uniandrade , 2013,
Abstract: A equoterapia é um método fisioterápico que se baseia na utiliza o do trote do cavalo como meio de tratamento em pacientes com sequelas sensoriais e motoras decorrentes de distúrbios neurológicos. Por tratar-se de um estudo de caso, o objetivo deste trabalho é avaliar a influência da equoterapia no controle cervical e de tronco em uma crian a com paralisia cerebral (PC). A crian a participante possui dois anos de idade e diagnóstico médico de tetraparesia espastica. Foram realizadas duas avalia es utilizando a escala de Gross Motor Function Measure (GMFM) antes e após todo o período das sess es de equoterapia. Esse método de avalia o consiste em 88 itens divididos em cinco dimens es: A, deitar e rolar; B, sentar; C, engatinhar e ajoelhar; D, em pé; e E, correndo e pulando. Utilizaram-se as dimens es A e B da escala GMFM no presente estudo. A equoterapia foi desenvolvida durante dez sess es de trinta minutos, utilizando montarias distintas. Observou-se que o controle cervical e o controle de tronco estavam presentes ao término do tratamento, que é comprovado com o aumento de 19,5% e 7,7% para as dimens es A e B da escala GMFM, respectivamente. A equoterapia apresentou grande eficiência no ganho do controle cervical e de tronco da crian a com PC.
Prática de enfermagem em transplante de células tronco hematopoéticas
Maria Ribeiro Lacerda,Joelma Beatriz Girett de Lima,Rute Barbosa
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: O transplante de células-tronco hematopoética (TCTH) é bastante complexo e requer uma assistência de enfermagem especializada. Desta forma, este texto tem como objetivo descrever de forma reflexiva a prática de enfermagem em transplante de células-tronco hematopoéticas. O papel do enfermeiro no cenário de TCTH é fundamental, envolve muitas responsabilidades no cuidado e inclui apoio aos pacientes e familiares, durante o transplante e na fase de recupera o, pelo monitoramento das altera es de suas condi es vitais e realiza o de uma série de interven es terapêuticas. O cuidado de enfermagem desenvolvido em STCTH é integral, centrado nas necessidades dos pacientes e na busca por um atendimento global, competente e individualizado. Membro essencial da equipe multidisciplinar, o enfermeiro trabalha junto com os demais profissionais, reunindo experiências e conhecimentos técnicos e científicos, para o benefício dos pacientes e familiares.
Gliossarcoma de tronco cerebral em paciente pediátrico: relato de caso  [cached]
Moreira Roger Klein,Koppe Daniela,Zignani Juliana,Marconato Marlon Cesar
Radiologia Brasileira , 2004,
Abstract: Os autores relatam o caso de um paciente branco, de quatro anos de idade, com comprometimento neurológico progressivo. Tomografia computadorizada do cranio e ressonancia magnética evidenciaram les o expansiva no tronco cerebral. Subseqüentemente, foi feito diagnóstico histopatológico de gliossarcoma. Trata-se de um tumor raro do sistema nervoso central que, na grande maioria dos casos, acomete pacientes acima dos 40 anos de idade e tem localiza o supratentorial. Há poucos casos relatados de gliossarcomas em crian as, sobretudo na regi o infratentorial. Dados epidemiológicos, assim como achados mais freqüentes na tomografia computadorizada e ressonancia magnética, s o discutidos.
Altera es na audiometria de tronco encefálico em mulheres adultas com hipotireoidismo subclínico  [cached]
Figueiredo Lília Cristiane M. S.,Lima Marco Antonio M. T.,Vaisman Mário
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2003,
Abstract: A correla o entre perda auditiva e distúrbios adquiridos da glandula tireóide tem sido tema de interesse há muito tempo na Medicina. Diversos trabalhos foram dedicados à investiga o audiológica de pacientes com hipotireoidismo, mas poucos autores abordaram a forma subclínica desta doen a utilizando a audiometria de tronco encefálico (ABR). OBJETIVO: Avaliar se ocorrem ou n o altera es na ABR em mulheres normoacúsicas com hipotireoidismo subclínico n o tratado quando comparadas a mulheres sem doen a endócrina. DESENHO DO ESTUDO: Prospectivo clínico. MATERIAL E MéTODO: Uma série de 16 pacientes foi analisada com ABR e seus resultados foram relacionados aos do grupo-controle análogo em sexo e idade. RESULTADOS: Houve diferen a significativa (p<0,05) nas médias das latências absolutas das ondas III (p=0,039) e V (p=0,006) e dos intervalos interpicos I-III (p=0,017), III-V (p=0,044) e I-V (p=0,002) entre os dois grupos, mostrando que as medidas destas latências foram significativamente maiores no grupo do hipotireoidismo. CONCLUS O: Na condi o de hipotireoidismo subclínico, antes mesmo de haver qualquer anormalidade nos limiares psicoacústicos, já poderá ser observado comprometimento na condu o nervosa ao longo das vias auditivas no tronco encefálico, como demonstrado pela avalia o com ABR.
Potenciais evocados auditivos de tronco encefálico em frentistas Auditory brainstem response in gas station attendants  [cached]
Lenita da Silva Quevedo,Tania Tochetto,Marcia Amaral Siqueira,Márcia Salgado Machado
Brazilian Journal of Otorhinolaryngology , 2012, DOI: 10.5935/1808-8694.20120035
Abstract: A ototoxidade dos solventes organicos pode atingir o sistema auditivo a nível coclear e retrococlear. OBJETIVO: Avaliar a integridade neurofisiológica do sistema auditivo até tronco cerebral por meio do PEATE. MéTODO: Estudo prospectivo. Estudados frentistas de três postos de gasolina da cidade de Santa Maria/RS. A amostra ficou composta por 21 sujeitos, que foram avaliados por meio de potenciais evocados auditivos de tronco encefálico. RESULTADOS: Altera o nas latências absolutas das ondas I e III e em todas as latências interpicos, na orelha direita. Na orelha esquerda houve altera o na latência absoluta de todas as ondas, e em todos os intervalos interpicos. Altera o na diferen a interaural da onda V foi verificada em 19% dos sujeitos. No grupo exposto há mais de cinco anos, foram estatisticamente significantes o número de sujeitos com altera o: no intervalo interpico I-V da orelha direita; na latência absoluta da onda I e no intervalo interpico III-V da orelha esquerda. CONCLUS O: A exposi o a combustíveis pode causar altera es no sistema auditivo central. Ototoxicity of organic solvents can affect the hearing system up to the cochlea level and the central structures of hearing. OBJECTIVE: To evaluate the neurophysiological integrity of the hearing system in subjects exposed to fuels using ABR. METHOD: Prospective study. We evaluated attendants from three gas stations in Santa Maria/RS. The sample had 21 subjects, who were evaluated by auditory brainstem response. RESULTS: We found an alteration in the absolute latencies of Waves I and III and in all the interpeak latencies, in the right ear. In the left ear there was a change in the absolute latencies of all Waves, and in all the interpeak intervals. A change in the interaural difference of Wave V was found in 19% of the individuals. In the group exposed for more than five years, there were subjects with a statistically significant changes: in the I-V interpeak of the right ear; in the absolute latency of Wave I and in the III-V interpeak of the left year. CONCLUSION: Exposure to fuels can cause alterations in the central hearing system.
Cell Proliferation in the Presence of Telomerase  [PDF]
Krastan B. Blagoev
PLOS ONE , 2009, DOI: 10.1371/journal.pone.0004622
Abstract: Background Telomerase, which is active early in development and later in stem and germline cells, is also active in the majority of human cancers. One of the known functions of telomerase is to extend the ends of linear chromosomes, countering their gradual shortening at each cell division due to the end replication problem and postreplication processing. Telomerase concentration levels vary between different cell types as well as between different tumors. In addition variable telomerase concentrations will exist in different cells in the same tumor when telomerase inhibitors are used, because of limitations of drug delivery in tissue. Telomerase extends short telomeres more frequently than long telomeres and the relation between the extension frequency and the telomere length is nonlinear. Methodolgy/Principal Findings Here, the biological data of the nonlinear telomerase-telomere dynamics is incorporated in a mathematical theory to relate the proliferative potential of a cell to the telomerase concentration in that cell. The main result of the paper is that the proliferative capacity of a cell grows exponentially with the telomerase concentration. Conclusions/Significance The theory presented here suggests that long term telomerase inhibition in every cancer progenitor or cancer stem cell is needed for successful telomere targeted cancer treatment. This theory also can be used to plan and asses the results of clinical trials targeting telomerase.
TELOMERASE AND TELOMERES IN AGING AND CANCER  [cached]
Qazi Najeeb, Rajesh Pandey, Neeru Bhaskar, Jasbir Singh, Kuldip S. Sodhi
Current Trends in Biotechnology and Chemical Research , 2012,
Abstract: The structure and integrity of telomeres are essential for genome stability. Telomere deregulation can lead to cell death, cell senescence or abnormal cell proliferation. The maintenance of telomere repeats in most eukaryotic organisms require telomerase, which consists of a reverse transcriptase (RT) and an RNA template that dictates the synthesis of the G-rich strand of telomere repeats. Structurally, telomerase reverse transcriptases (TERT) contain unique and variable N- and C- terminal extensions that flank a central RT- like domain. The level of telomerase activity is important in determining telomerase length in aging cells and tissues. Here, evidence on the importance of telomerase activity is reviewed with respect to aging rates, as well as the health and life span of individuals.
Avalia o dos achados ao exame dos potenciais evocados do tronco cerebral em indivíduos com síndrome de West
Pereira Filho Alfredo Lopes,Malucelli Diego Augusto de Brito,Ferreira Líscia Lamenha Apolinario,Gon?alez-D'Ottaviano Fabiana
Revista Brasileira de Otorrinolaringologia , 2004,
Abstract: A síndrome de West é um tipo de espasmo infantil caracterizado por encefalopatia epiléptica associado a espasmos em flex o e deficiência mental de instala o no primeiro ano de vida e de etiologia incerta. Acredita-se ser determinada por diferentes fatores etiológicos como infe o intrauterina, esclerose tuberosa, asfixia perinatal ou afec es pós-natais. FORMA DE ESTUDO: Observacional coorte com corte transversal. MATERIAL E MéTODO: No presente estudo dez pacientes com Síndrome de West foram submetidos ao exame de Potencial Evocado de Tronco Cerebral (BERA) para avaliar o envolvimento do tronco cerebral e das vias auditivas a este nível. RESULTADO: Os achados anormais ao BERA incluem altera o na morfologia das curvas com reprodutibilidade apenas de onda I e II, (caso 7), aumento do intervalo interpico da onda I-V (casos 1, 2 e 9), aumento da propor o de amplitude da onda I/V (caso 8) e altera o do limiar eletrofisiológico (caso 7). Tais achados ao BERA sugerem que a disfun o do sistema nervoso resulte principalmente da hipogênese ou degenera o das células nervosas, em parte como resultado da dismieliniza o. CONCLUS O: Os autores recomendam o uso de estudos eletrofisiológicos para avaliar a disfun o do sistema nervoso central no paciente com suspeita de espasmo infantil.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.