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Eqüidade na aten o pré-natal e ao parto em área da Regi o Metropolitana de S o Paulo, 1996  [cached]
Puccini Rosana Fiorini,Pedroso Glaura César,Silva Edina Mariko Koga da,Araújo Norma Sueli de
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Estudo transversal realizado com o objetivo de avaliar a assistência pré-natal e ao parto de m es de crian as menores de um ano residentes no Município do Embu (Regi o Metropolitana de S o Paulo), no ano de 1996, segundo quatro estratos de condi es de vida. Inquérito domiciliar considerou uma amostra probabilística constituída por 483 crian as. Em todos os estratos, mais de 90% das m es realizaram pré-natal, porém com acesso tardio no estrato 4 (favelas). A realiza o do exame de mamas, isoladamente, foi o pior indicador de qualidade da assistência pré-natal do município, referida por apenas 60,8% das m es. O desfecho - início do pré-natal após o 1o trimestre e o número de consultas inferior a seis - associou-se à idade materna (menor de 20 anos), menor renda (inferior a 1 salário mínimo per capita) e à falta de acesso a plano privado de saúde. Quanto aos partos, 97,7% deles foram hospitalares; houve 32,5% de cesarianas, que foram mais freqüentes nos servi os privados (63,2%). N o se identificaram segmentos populacionais excluídos do sistema de saúde, no entanto, alguns indicadores apontaram para deficiências mais acentuadas no estrato 4. Estes resultados têm subsidiado os gestores locais na defini o de a es de saúde para o município.
Ciência, natureza e nascimento humano: interfaces com o movimento de humaniza o do parto  [cached]
Adriana Lenho de Figueiredo Pereira,Maria Aparecida Vasconcelos Moura
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2008,
Abstract: A sociedade industrial transformou a compreens o da natureza e do homem. O movimento de humaniza o do parto e nascimento critica o excessivo controle e interven o desta fase do ciclo vital humano, sendo este o ponto principal de embate com a tecnociência. Este artigo busca refletir as inter-rela es entre as concep es de natureza e nascimento humano decorrentes do pensamento científico na contemporaneidade e o ideário da humaniza o do parto e nascimento. Consideramos que o controle e artificializa o da natureza interna e externa ao homem est o alicer ados sob uma racionalidade instrumental. Este processo se deu no corpo, principalmente da mulher. O movimento de humaniza o do parto e nascimento pode contribuir com uma reflex o ontológica da dimens o humana nas ciências da saúde, possibilitando ampliar o debate sobre a racionalidade estruturante das práticas em saúde.
Casas de Parto: sua importancia na humaniza o da assistência ao parto e nascimento
Cleusa Alves Martins,Nilza Alves Marques Almeida,Maria Alves Barbosa,Karina Machado Siqueira
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2005,
Abstract: Este trabalho apresenta reflex es sobre a importancia do cuidar em obstetrícia, sobretudo a influência das Casas de Parto no sentido de nortear uma assistência humanizada e integral aos seus clientes. Objetiva discutir a importancia da Casa de Parto na concretiza o do atendimento humanizado à parturiente. Salienta as deficiências do atual sistema de assistência à saúde da parturiente, que ainda se caracteriza por concep es do modelo biomédico e condutas que, muitas vezes, exp e a cliente a situa es de desrespeito e exclus o. Prop e-se a assistência de Enfermagem respaldada em pilares como o conhecimento técnico-científico e habilidades nas rela es intra e interpessoais, reverenciando o cuidado em saúde como norteador das condutas do profissional. Enfatiza-se a necessidade de buscar a assistência humanizada à mulher no ciclo gravídico-puerperal, tornando-a, por meio de um processo saudável de comunica o, a protagonista do evento que envolve atendimento integral obstétrico e neonatal. Foram definidas duas categorias de análises: Casas de Parto e Humaniza o; O Cuidar no Processo do Nascimento. Concluiu-se que a Casa de Parto apresenta como uma op o adequada que proporcione assistência humanizada à parturiente e familiares, e sua concretiza o caminha, também, por mudan a de postura do profissional de saúde.
Parto e nascimento: saberes e práticas humanizadas  [cached]
Paolla Amorim Malheiros,Valdecyr Herdy Alves,Tainara Seródio Amim Rangel,Octavio Muniz da Costa Vargens
Texto & Contexto - Enfermagem , 2012,
Abstract: Este estudio tuvo como objetivos: describir los conceptos instituidos por profesionales de salud que trabajan en la atención del parto humanizado; identificar el conocimiento y las prácticas de humanización del parto; evaluar la aplicación de conocimientos y prácticas en la asistencia al parto y su relación con la humanización. Es una investigación cualitativa de tipo descriptivo-exploratoria realizada en la Maternidad del Hospital Universitario Ant nio Pedro, Niterói, Brasil, cuyos participantes fueron dieciséis profesionales de salud, entre médicos obstetras y enfermeras obstétricas. Los datos fueron obtenidos a través de entrevistas semi-estructuradas y analizados por el método de análisis de contenido. Se concluyó que: los profesionales conocen las políticas de salud relacionadas a la humanización del parto y siguen las directrices de estas políticas. Sin embargo, estos resultados divergen de otros observados en estudios anteriores.
Indu o do trabalho de parto em primíparas com gesta o de baixo risco  [PDF]
Karen Gomes,Ana Maria Magalh?es Sousa,Fabiana Villela Mamede,Marli Villela Mamede
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: A indu o do parto objetiva promover o nascimento antecipado por parto vaginal quando sua continuidade promove maior risco materno-fetal que sua interrup o. Este estudo tem como objetivo identificar fatores relacionados à indica o de indu o do trabalho de parto em primíparas e seu desfecho em uma maternidade-escola. Trata-se de um estudo descritivo retrospectivo, realizado na MATER – Maternidade do Complexo Aeroporto em Ribeir o Preto-SP. O estudo incluiu 119 primigestas com registro em prontuário de indica o e submetidas à indu o do trabalho de parto que deram a luz nessa maternidade de janeiro a junho de 2007. A indica o mais frequente de indu o do trabalho de parto foram acorioamniorrexe prematura (58,8%), oligoamnio (21%) e pós-datismo (16,8%). O misoprostol foi o fármaco mais indicado,37% isoladamente e 61,3% associado à ocitocina. A via de parto foi 63% vaginal. O sofrimento fetal agudo foi a principal indica o para cesárea (38,5%). A infec o materno-fetal foi a complica o identificada com índice de apenas 7,6%. Dos recém-nascidos, 68% obteve Apgar entre 8 e 10 no primeiro minuto de vida e 118 deles alcan aram esses índices no quintominuto. Os resultados confirmam a tendência de que esse procedimento é uma importante estratégia para reduzir os índices de cesárea.
Socializa o de conhecimentos e experiências sobre o processo de nascimento e tecnologias do cuidado  [PDF]
Daiane Zocche Darós,Pamela Tasca Hess,Patrícia Sulsbach,Maria de Fátima Mota Zampieri
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: A cidade de Florianópolis, a exemplo do país, vive um período crítico na obstetrícia, onde taxas de cesárea s o altas, assimcomo traumas relacionados ao parto. Partindo desta percep o, enfermeiras e acadêmicas desenvolveram pesquisa qualitativa convergente assistencial com mulheres que participaram, enquanto gestantes/parturientes, de prática educativa durante o processo de nascimento. O estudo realizou-se na comunidade dos Ingleses em 2007, buscou conhecer a importancia do processo educativo e as contribui es ao socializar conhecimentos sobre o processo de nascimento e ao praticar tecnologias de cuidado na gesta o. Tais tecnologias s o a es terapêuticas e n o farmacológicas, podem minimizar a dor e ajudar gestantes a conhecerem seus corpos e potenciais. Os dados foram coletados por meio de observa oparticipante e as mulheres foram questionadas sobre percep o e significado da gravidez, orienta o pré-natal, dúvidas. Apósanálise originaram-se categorias - compreender o significado da gravidez e do processo de nascimento; incorporar as tecnologias do cuidado e viver o parto com tranquilidade; sentir-se valorizada por profissional da unidade básica de saúde; favorecer participa o ativa no processo de nascimento. A prática educativa colaborou na vivência do processo e na satisfa o da mulher. O conhecimento produzido pode subsidiar mudan as no cotidiano do cuidado à gestante na aten o básica.
Participa o dos pais no nascimento em maternidade pública: dificuldades institucionais e motiva es dos casais  [cached]
Carvalho Maria Luiza Mello de
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: A participa o dos pais no nascimento, presente na humaniza o da assistência ao parto, afina-se com o crescente envolvimento dos homens nos cuidados com as crian as. Possibilita o suporte psicossocial à gestante, o compartilhamento da experiência pelo casal e a forma o de vínculo pai-bebê. Procurando conhecer o impacto desta experiência entre os pais numa maternidade pública no Rio de Janeiro, foi desenvolvida uma pesquisa etnográfica, em duas etapas: observa o-participante do trabalho de parto e do parto, e onze entrevistas com pais participantes do parto. A participa o dos pais se mostrou atravessada por: dificuldades institucionais; motiva es das m es e dos pais; representa es sociais sobre parto e paternidade; e exclus o dos pais nos servi os de saúde reprodutiva e pediátrica. A presen a dos pais n o foi valorizada pela equipe nem como suporte à gestante nem como evento da paternidade. O estudo indica: a necessidade de incentivo à participa o dos pais no pré-natal, parto, pós-parto e nas consultas pediátricas; a prepara o das equipes para trabalho com as famílias; a amplia o da discuss o social sobre paternidade e a formula o de políticas trabalhistas que garantam a presen a dos pais nos servi os de saúde.
Gastrosquise: Avalia o Pré-Natal dos Fatores Prognósticos para Sobrevida Pós-Natal  [cached]
Patroni Liliana,Brizot Maria de Lourdes,Mustafá Samir A.,Carvalho Mário H.B.
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000,
Abstract: Objetivo: avaliar a evolu o de 24 casos de gastrosquise, em rela o aos fatores prognósticos pré-natais que interferiram na sobrevida pós-natal. Pacientes e Métodos: foram avaliados 24 casos de gastrosquise diagnosticados no Setor de Medicina Fetal do Hospital das Clínicas da FMUSP, durante um período de 8 anos. Foram classificados em gastrosquise associada, quando presentes outras malforma es, e isolada. Nos dois grupos foram analisados parametros referentes às al as intestinais dilatadas na avalia o ultra-sonográfica (dilata o >18 mm), complica es obstétricas e resultados pós-natal. Resultados: foram observados 9 casos de gastrosquise associada (37,5%) e 15 casos de gastrosquise isolada (62,5%). Todos os casos de gastrosquise associada foram de prognóstico letal, levando a uma alta taxa de mortalidade geral de 60,8%. Do grupo de gastrosquises isoladas, todos nasceram vivos e foram submetidos a cirurgia, com taxa de sobrevida de 60% e mortalidade pós-natal de 40%. A mediana da idade gestacional foi de 35 semanas e o peso no nascimento de 2.365 gramas no grupo geral. Nas gastrosquises isoladas, o parto prematuro ocorreu em 10 casos, principalmente decorrente de complica es obstétricas. Dois recém-nascidos foram considerados pequenos para a idade gestacional e apenas 3 apresentaram peso no nascimento >2.500 gramas. O oligoidramnio foi um achado comum (46,6%), sendo mais freqüente no grupo que evoluiu para óbito neonatal (66,7%). A avalia o ultra-sonográfica das al as intestinais demonstrou que em 13 de 15 casos (86,6%) as al as eram dilatadas, mas sem rela o significativa com o prognóstico e achados pós-natais. N o houve diferen a significativa em rela o a idade gestacional e peso no nascimento, comparando os grupos de vivos e óbitos neonatais. Conclus es: as gastrosquises isoladas apresentam um melhor prognóstico quando comparadas às associadas, sendo de suma importancia a sua diferencia o pré-natal. As gastrosquises isoladas est o associadas a complica es obstétricas (60%), prematuridade e baixo peso ao nascimento. O diagnóstico pré-natal permite uma melhor monitoriza o das condi es fetais. O parto destas gesta es deve ser no termo, a menos que complica es obstétricas se apresentem.
O Programa de Humaniza o no Pré-natal e Nascimento do Ministério da Saúde no Brasil: resultados iniciais  [cached]
Serruya Suzanne Jacob,Cecatti José Guilherme,Lago Tania di Giacomo do
Cadernos de Saúde Pública , 2004,
Abstract: Avalia-se a experiência da implanta o do Programa de Humaniza o no Pré-natal e Nascimento do Ministério da Saúde, no Brasil, a partir dos dados gerados pelo SISPRENATAL/DATASUS. De sua institui o em junho de 2000 até dezembro de 2002, 3.983 municípios aderiram, e 71% desses (3.183) registraram procedimentos no ambito do programa, constituindo um banco de dados com 720.871 mulheres. Cerca de 20% das mulheres realizaram seis ou mais consultas de pré-natal, e cerca da metade delas realizou também a consulta puerperal e os exames obrigatórios em 2002, e 41% das mulheres foram imunizadas com a vacina antitetanica. A realiza o de exames para a detec o de HIV foi o dobro em rela o à sífilis, nos dois anos em análise. O conjunto das atividades assistenciais recomendado foi recebido apenas por um pequeno percentual de mulheres, 2% em 2001 e 5% em 2002. Os baixos percentuais registrados ratificam a necessidade de permanentes avalia es com o objetivo de melhorar a qualidade dessa aten o, garantindo, além de melhores resultados maternos e perinatais, o direito inalienável de cada mulher de gestar e parir com seguran a e bem-estar.
Efeitos das restri es pré e pós-natal sobre o crescimento e o desempenho de cordeiros Santa Inês do nascimento ao desmame  [cached]
Geraseev Luciana Castro,Perez Juan Ramón O.,Carvalho Paulo Afonso,Oliveira Rodrigo Palomo de
Revista Brasileira de Zootecnia , 2006,
Abstract: Objetivou-se com este estudo avaliar os efeitos das restri es pré e pós-natal sobre o crescimento e o desempenho de cordeiros Santa Inês do nascimento ao desmame. Foram utilizados 68 cordeiros machos, divididos em três grupos: restri o pré-natal, restri o pós-natal e nenhum tipo de restri o (controle). O peso ao nascer dos animais dos grupos controle (4,628 kg) e RPOS (4,421 kg) foram semelhantes e superiores ao do grupo RPRE (3,024 kg). Os consumos médios de sucedaneo foram de 1,308; 0,957 e 0,952 litros/dia para os grupos controle, RPOS e RPRE, respectivamente. Os cordeiros sob restri o alimentar apresentaram consumo inferior aos do grupo controle, em raz o do controle imposto aos animais RPOS e do menor tamanho do trato gastrintestinal dos animais RPRE. Os ganhos de peso médios dos cordeiros durante a fase de aleitamento foram de 200 g/dia (controle), 162 g/dia (RPRE) e 153 g/dia (RPOS). O maior ganho de peso dos cordeiros do grupo controle resultou em maior peso ao desmame (17,12 kg) em compara o aos cordeiros RPOS (14,15 kg) e RPRE (13,00 kg). O desempenho inferior dos cordeiros RPRE em rela o aos do grupo controle indica que estes animais n o compensaram a restri o imposta durante a fase pré-natal, o que resultou em comprometimento do crescimento pós-natal e, conseqüentemente, em menor peso ao desmame.
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