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Prevalência de osteoporose em mulheres na pós-menopausa e associa o com fatores clínicos e reprodutivos  [cached]
Costa-Paiva Lúcia,Horovitz Ana Paula,Santos Alan de Oliveira,Fonsechi-Carvasan Gislane Aparecida
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003,
Abstract: OBJETIVO: avaliar a prevalência de osteoporose e fatores clínicos e reprodutivos associados à diminui o da densidade mineral óssea de mulheres climatéricas. MéTODOS: realizou-se estudo de corte transversal em que foram avaliados 473 prontuários de mulheres acompanhadas no Ambulatório de Menopausa do CAISM/Unicamp, que estavam em amenorréia há pelo menos 12 meses e tiveram a densidade da massa óssea avaliada por densitometria óssea no Setor de Medicina Nuclear. Foram avaliados: idade, cor, índice de massa corporal, escolaridade, tabagismo, idade à menarca, idade à menopausa, paridade, uso de terapia de reposi o hormonal e densidade óssea. A analise estatística foi realizada por meio de regress o logística ajustada por idade e uso de terapia de reposi o hormonal. RESULTADOS: a média etária foi de 53,9 anos (DP ±7,1) e a média da idade à menopausa, de 45,9 anos (DP ±6,9). Na coluna lombar, a prevalência de osteoporose (L2-L4) foi de 14,7% e de osteopenia, 38%, ao passo que no fêmur foi de 3,8 e 32,7%, respectivamente. A regress o logística mostrou que as variáveis associadas à densidade óssea da coluna lombar foram: escolaridade, idade na menarca, idade à menopausa e índice de massa corporal. CONCLUS O: a prevalência de osteoporose e osteopenia foi alta. A maior idade, menor escolaridade, menarca tardia, menopausa em idade mais precoce e menor índice de massa corporal foram fatores identificados como de risco para diminui o da massa óssea na popula o estudada.
Osteoporose em mulheres na pós-menopausa, cálcio dietético e outros fatores de risco  [cached]
Lanzillotti Haydée Serr?o,Lanzillotti Regina Serr?o,Trotte Ana Paula Rocha,Dias Alessandra Silva
Revista de Nutri??o , 2003,
Abstract: O objetivo deste trabalho foi examinar os principais fatores de risco associados ao desenvolvimento de osteoporose primária em mulheres na pós-menopausa com osteopenia. Setenta e seis pacientes entre 46 e 85 anos foram selecionadas; 56,6% apresentaram diagnóstico de osteopenia e 43,4%, de osteoporose, de acordo com o critério da Organiza o Mundial da Saúde. Os fatores de risco foram pesquisados por meio de registro clínico e questionário de freqüência alimentar. O odds ratio foi calculado por meio do aplicativo Statistica. Oitenta e seis por cento das mulheres com osteopenia e 84,8% das com osteoporose apresentaram baixa ingest o de cálcio através de produtos lácteos. O teste "t" para amostras independentes foi aplicado e n o inferiu diferen a significativa (p= 0,99) entre os dois grupos. No grupo com osteopenia, os fatores de risco assumiram a seguinte forma hierárquica: ausência de terapia de reposi o hormonal (2,000), n o-exposi o ao sol (1,516), consumo de bebidas alcoólicas na juventude (1,346), consumo atual inadequado de cálcio (1,163), ausência de atividade física atual (1,145), história familiar de osteoporose (1,101), ausência de atividade física na juventude (1,006), tabagismo (0,851) e consumo atual de bebidas alcoólicas (0,827). Em conclus o, a ausência de terapia de reposi o hormonal foi o fator de risco que indicou maior probabilidade de ocorrência de osteoporose entre as mulheres com osteopenia.
Horm nio da paratireóide (1-34) no tratamento da osteoporose
Bracco Oswaldo Luis,Kayath Márcia Jeha,Vieira José Gilberto H.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2003,
Abstract: O horm nio da paratireóide (PTH) é produzido nas glandulas paratireóides e atua no tecido ósseo e rins, controlando a concentra o sérica do cálcio e fósforo. Há muito tempo, observou-se que doses intermitentes de PTH poderiam agir anabolicamente no tecido ósseo. Vários estudos clínicos demonstram que o PTH recombinante humano (1-34) aumenta a densidade mineral óssea, promove ganho de tecido ósseo com melhora da conectividade trabecular e reduz o risco de fraturas vertebrais e extra-vertebrais em mulheres com osteoporose da pós-menopausa, mulheres com osteoporose corticóide-induzida e homens com osteoporose idiopática. A redu o do risco de fraturas promovida pelo PTH (1-34) persiste após a suspens o da terapêutica, indicando seu efeito prolongado no tecido ósseo. Revisamos os dados existentes na literatura sobre o efeito anabólico do PTH (1-34) no tecido ósseo e seu uso clínico no tratamento da osteoporose.
Torque muscular de flexores e extensores de joelho de mulheres idosas com osteoporose  [cached]
Lia Mara Wibelinger,Aline Tonial,Gisele de Oliveira
Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano , 2006,
Abstract: A osteoporose é uma doen a sistêmica que resulta em redu o da massa óssea e deteriora o da micro-arquitetura do tecido ósseo, levando à perda da for a muscular e conseqüente predisposi o a fraturas com trauma mínimo, atingindo a todos, em espec;zial a mulheres após a menopausa. Com o envelhecimento populacional, sua freqüência aumenta de maneira explosiva atingindo uma legi o de pessoas, tornando-se um sério problema de saúde pública. A avalia o isocinética permite o estudo da fun o dinamica dos músculos através da avalia o quantitativa do arco de movimento, da for a e de variáveis do desempenho muscular. O presente estudo teve como objetivo avaliar o torque muscular de flexores e extensores de joelho de mulheres idosas com osteoporose, nas seguintes velocidades angulares de 120, 180 e 240 o/s. Concluiu-se que os músculos extensores dos joelhos (quadríceps) s o mais fortes do que os flexores (isquiotibiais), e que a musculatura flexora n o apresentou rela o entre as velocidades e o pico de torque muscular, além disso, o exercício físico é de fundamental importancia na manuten o da massa muscular e conseqüentemente no torque (for a) muscular de mulheres idosas com osteoporose.
Prevalência de osteoporose em mulheres na pós-menopausa e associa??o com fatores clínicos e reprodutivos
Costa-Paiva, Lúcia;Horovitz, Ana Paula;Santos, Alan de Oliveira;Fonsechi-Carvasan, Gislane Aparecida;Pinto-Neto, Aar?o Mendes;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2003, DOI: 10.1590/S0100-72032003000700007
Abstract: purpose: to evaluate the prevalence of osteoporosis in climacteric women and analyze the influence of general and reproductive risk factors on bone mineral density. methods: a cross-sectional study with the evaluation of the 473 hospital records of climacteric women followed up at the menopause outpatient facility of caism/unicamp, between 03/28/2000 and 04/17/2001. these women were at least 12 months in amenorrhea and presented the results of a bone densitometry study performed at the nuclear medicine department of hc/unicamp. the following variables were evaluated: age, color, body mass index, level of education, smoking, use of medication, age at menopause, parity, use and length of hormone replacement therapy and its effect on bone mineral density. statistical analyses were performed using logistic regression ajusted by age and hormone replacement therapy use. results: the mean age of the studied women was 53.9 years (± 7.1 sd) with mean age at menopause being 45.9 years (± 6.9 sd). osteoporosis occurred in 14.7% and osteopenia in 38% of the cases in the lumbar vertebrae (l2-l4 interspace) and in 3.8 and 32.7% in the femur, respectively. logistic regression adjusted to age and hormone therapy showed an association between the following variables: level of education, age at menopause and body mass index. conclusion: there was a high prevalence of osteoporosis and osteopenia in the studied population. advanced age, lower level of education, late menarche, early menopause and lower body mass index were identified as risk factors for developing decreased bone mass in the studied population.
Osteoporose em mulheres na pós-menopausa
Radominski, SC;Pinto-Neto, AM;Marinho, RM;Costa-Paiva, LHS;Pereira, F° AS;Urbanetz, AA;Ferrari, AEM;Baracat, EC;
Revista Brasileira de Reumatologia , 2004, DOI: 10.1590/S0482-50042004000600006
Abstract: descri??o do método de coleta de evidências: foi feita uma pesquisa de referências bibliográficas na biblioteca cochrane e na base de dados do medline, utilizando os seguintes termos: osteoporosis, bone density, postmenopausal women. selecionados os artigos mais relevantes publicados nos últimos cinco anos. a partir da lista de referências bibliográficas foi feita consulta a cita??es de artigos anteriores. grau de recomenda??o e for?a de evidência: a: estudos experimentais e observacionais de melhor consistência. b: estudos experimentais e observacionais de menor consistência. c: relatos ou séries de casos. d: publica??es baseadas em consensos ou opini?es de especialistas. objetivos: 1. rever os fundamentos da osteoporose pós-menopausa; 2. estabelecer os principais procedimentos para diagnóstico da osteoporose e de fraturas osteoporóticas em mulheres na pós-menopausa; 3. estabelecer as terapêuticas para preven??o e tratamento da osteoporose e de fraturas osteoporóticas em mulheres na pós-menopausa. procedimentos: 1. história clínica; 2. medidas da massa óssea; 3. preven??o e tratamento. evolu??o e desfechos: 1. identifica??o das mulheres de risco para osteoporose pósmenopáusica; 2. preven??o da osteoropose e fraturas; 3. eficácia dos tratamentos e redu??o de fraturas.
Osteoporose pós-menopausa: op es terapêuticas
Russo Luis Augusto T.
Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia , 2001,
Abstract: O autor realizou uma revis o na literatura sobre o tratamento atual da osteoporose pós-menopausa, abordando os principais trabalhos voltados para as drogas que efetivamente elevam a BMD e reduzem a freqüência de novas fraturas. Os estrógenos, os moduladores seletivos dos receptores de estrógenos (SERMs), os bisfosfonatos e a calcitonina foram analisados, assim como a utiliza o do cálcio e da vitamina D. Conclui com uma proposta de algoritmo prático de tratamento da osteoporose na pós-menopausa imediata e tardia, baseado na avalia o prévia dos resultados da densitometria óssea e dos marcadores bioquímicos ósseos.
Avalia o tecnológica em saúde: densitometria óssea e terapêuticas alternativas na osteoporose pós-menopausa  [cached]
Silva Leticia Krauss
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Este artigo apresenta de forma sucinta os fatores considerados e as metodologias de síntese empregadas em uma avalia o tecnológica, assim como a lógica subjacente à sua elabora o e utiliza o no campo da saúde pública. O exemplo utilizado focaliza o problema osteoporose na pós-menopausa, analisando a oportunidade da difus o, no momento atual, da densitometria óssea e de tecnologias antiosteoporose em nosso país. Os estudos disponíveis sobre os efeitos das tecnologias envolvidas foram revisados, seguindo a metodologia recomendada, a fim de produzir uma síntese das evidências científicas, atualizada e aplicada ao nosso país. Análises de custo-efetividade preliminares de alternativas de interven o, frente à assistência tradicional, s o apresentadas, considerando mulheres na perimenopausa e com 65 anos de idade. A despeito das hipóteses otimistas assumidas, as estimativas de custo incremental por fratura evitada foram elevadas, todas acima de R$ 10.000,00 para quaisquer das alternativas de interven o examinadas, sendo o custo médio estimado das fraturas assistidas dentro da alternativa tradicional inferior a R$ 2.000,00, o que indica que a implementa o no SUS de qualquer uma das alternativas em pauta seria questionável segundo critérios de eficiência no uso de recursos e de eqüidade.
Calcium intake and osteoporosis O consumo de cálcio e a osteoporose  [cached]
Raquel Bedani,Elizeu Antonio Rossi
Semina : Ciências Biológicas e da Saúde , 2005,
Abstract: Osteoporosis is characterized by the reduction of bone mass and damage of the microarchitecture of bone tissue, with a consequent increase of bone fragility and susceptibility to fracture. In women, osteoporosis is associated with menopause, as the reduction of estrogens accelerates bone loss. Apart from the hormonal component, this illness can have other causes, amongst them: mechanical, genetic and nutritional. One of the nutritional components of great importance is calcium. About 99% of the corporeal calcium content is found in the skeleton, conferring rigidity and being a readily available source for the maintenance of the normal levels of plasma calcium concentration. Therefore, calcium is the most studied nutrient in the area of bone health and it is considered important for the prevention and treatment of osteoporosis. Some studies have shown a positive relation between calcium supplementation and reduction of bone loss in postmenopausal women. However, some doubts concerning this effect still persist. The objective of this work is to revise the relation between calcium intake and bone health, focusing on osteoporosis prevention and/or treatment in women. A osteoporose é caracterizada pela redu o de massa óssea e prejuízo da microarquitetura do tecido ósseo, com um conseqüente aumento da fragilidade óssea e susceptibilidade à fratura. Nas mulheres, a osteoporose está associada à menopausa, uma vez que a diminui o de estrógenos acelera a perda óssea. Além do componente hormonal, essa doen a pode apresentar outras causas, dentre elas: mecanicas, genéticas e nutricionais. Um dos componentes nutricionais de grande importancia é o cálcio. Cerca de 99% do conteúdo de cálcio corpóreo se encontra no esqueleto, conferindo rigidez, e representando uma fonte prontamente disponível para a manuten o dos níveis normais de sua concentra o plasmática. Por essa raz o, o cálcio é o nutriente mais estudado na área de saúde óssea e é considerado importante na preven o e tratamento da osteoporose. Vários estudos têm mostrado uma rela o positiva entre a suplementa o da dieta com cálcio e a redu o da perda óssea em mulheres na pós-menopausa. Todavia, algumas dúvidas com rela o a esse efeito ainda persistem. Dessa forma, esse trabalho tem como objetivo realizar uma revis o sobre a rela o entre consumo de cálcio e a saúde óssea, dando enfoque para a preven o e/ou tratamento da osteoporose em mulheres.
MENOPAUSIA: PANORAMA ACTUAL DE MANEJO MENOPAUSA: PANORAMA ATUAL DE ABORDAGEM MENOPAUSE: AN OVERVIEW OF CURRENT ASSESSMENT AND MANAGEMENT
LUIS ERNESTO P?‰REZ A.,INGRID C. ROJAS
Revista Med , 2011,
Abstract: A on existe, desde 2002, una marcada disminuci 3n en el uso de terapia hormonal cl sica (TH), para el manejo de la menopausia, debido a los riesgos determinados en el estudio Iniciativa de salud para las mujeres (WHI: Women's Health Initiative). No obstante, revisiones del WHI y evidencias actuales determinan que la TH: (a) es la terapia m s efectiva de los s -ntomas vasomotores, de sus potenciales consecuencias (disminuci 3n en calidad del sue ±o, irritabilidad, reducci 3n en calidad de vida), y para tratar la atrofia urogenital. (b) Previene la osteoporosis y en pacientes con endotelios sanos, reduce el riesgo de hipertensi 3n arterial, diabetes II y enfermedad coronaria, siendo el cociente beneficio/ riesgo mayor cuando se inicia tempranamente al sucederse el hipoestrogenismo. (c) Existe la tendencia a utilizar dosis m -nimas, estr 3genos no orales y progest genos puros, para disminuir sus riesgos. (d) Tibolona y paroxetina son las mejores alternativas para tratar los s -ntomas vasomotores. (e) Finalmente, los cambios a estilo de vida saludable son coadyuvantes excelentes de la TH en el manejo de los s -ntomas menopa osicos y en la prevenci 3n de las enfermedades cr 3nicas de la postmenopausia, las cuales ameritan tratamientos espec -ficos. Ainda permanece, desde 2002, uma diminui § £o acentuada no uso de terapia hormonal cl ssica (TH) para a abordagem da menopausa, devido aos riscos identificados no estudo Iniciativa de sa ode para mulheres (WHI: Women's Health Initiative). No entanto, revisi μes WHI e as evid ancias atuais determinam que o TH: (a) a terapia mais eficaz para os sintomas vasomotores, as suas poss -veis conseq ancias (diminui § £o da qualidade de sono, irritabilidade, redu § £o da qualidade de vida), e tratamento de atrofia urogenital. (b) Previne a osteoporose, e em pacientes com endot lio saud vel, reduz o risco de hipertens £o, diabetes tipo II e doen §a arterial coronariana, com a rela § £o risco / benef -cio maior quando o inicio do hipoestrogenismo cedo. (c) H uma tend ancia a utilizar pequenas doses, de estr 3genos n £o-orais e progest genos puros, para reduzir seus riscos. (d) Tibolona e paroxetina s £o as melhores alternativas para o tratamento de sintomas vasomotores. (e) Finalmente, as altera § μes a estilos de vida saud vel s £o excelentes auxiliares da HT na abordagem dos sintomas da menopausa e preven § £o de doen §as cr ′nicas na p 3s-menopausa, que merecem um tratamento espec -fico. There has been a marked decline in hormonal therapy (HT) for menopausal symptoms, since 2002, due the understanding of th
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