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Eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico no tratamento da incontinência urinária de esfor o: avalia es clínica e ultra-sonográfica
Herrmann Viviane,Potrick Benhur Ant?nio,Palma Paulo César Rodrigues,Zanettini Cassio Luis
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Verificar o efeito da eletroestimula o transvaginal no tratamento de mulheres com incontinência urinária de esfor o (IUE) adequadamente selecionadas. MéTODOS: Vinte e duas mulheres com IUE, diagnosticadas através de estudo urodinamico, foram submetidas à eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico. A média das idades foi de 49 anos (22 a 74 anos). Foram realizadas duas sess es semanais, com dura o de 20 minutos cada, durante oito semanas. Todas as mulheres foram avaliadas por anamnese, exames clínico e uroginecológico, registro semanal dos episódios de perda urinária, teste de esfor o e ultra-sonografia transperineal antes e após o tratamento. Os parametros elétricos utilizados foram: pulso de 700 microssegundos, freqüência de 50 Hertz e intensidade com varia o entre 12 e 53 miliamperes, de acordo com a sensibilidade da mulher. RESULTADOS: Consideraram-se satisfeitas com a eletroestimula o 18 mulheres (81,7%), havendo redu o significativa do número de perdas urinárias (p<0,01). O teste de esfor o foi negativo em 77,2% das mulheres após o tratamento. A press o de perda sob esfor o aumentou em 14 mulheres (64%), n o alcan ando, entretanto, valor com significancia estatística (p = 0,37). A avalia o ultra-sonográfica n o demonstrou diferen a significativa na mobilidade do colo vesical antes e após as sess es de eletroestimula o (p = 0,30). CONCLUS O: A eletroestimula o transvaginal do assoalho pélvico representou uma alternativa terapêutica efetiva e segura às mulheres com IUE sem defeito esfincteriano, com diminui o significativa dos episódios de perda urinária.
Mobilidade do Colo Vesical e Avalia o Funcional do Assoalho Pélvico em Mulheres Continentes e com Incontinência Urinária de Esfor o, Consoante o Estado Hormonal
Moreira Sonia Fátima da Silva,Gir?o Manoel Jo?o Batista Castello,Sartori Marair Gracio Ferreira,Baracat Edmund Chada
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2002,
Abstract: Objetivo: estudar a mobilidade do colo vesical e a for a da musculatura perineal em mulheres com e sem incontinência urinária de esfor o, no menacme e na pós-menopausa. Métodos: foram avaliadas 61 pacientes, das quais 31 estavam no menacme, sendo 17 com incontinência urinária de esfor o (IUE) e 14 continentes, e 30 estavam na pós-menopausa, das quais 15 com e 15 sem IUE. Todas as incontinentes foram submetidas ao teste da coluna d'água e ao teste de esfor o com bexiga vazia. A mobilidade do colo vesical foi avaliada pelo teste do cotonete e por ultra-sonografia e, para estudo da fun o da musculatura perineal, foram utilizados a palpa o digital e cones vaginais. Resultados: a posi o do colo vesical nas mulheres com incontinência urinária de esfor o (grupos A e C), tanto pela ultra-sonografia quanto pelo teste do cotonete, foi mais baixa, sendo --11,8 cm no grupo A e --12,5 cm no grupo C, do que as mulheres continentes, nas quais o colo encontrava-se, em média, a +4,4 cm no grupo B e +2,3 cm no grupo D. Quanto à mobilidade do colo vesical, avaliada pela ultra-sonografia e pelo teste do cotonete, n o houve diferen a significativa entre os grupos continentes no menacme (9,1 cm) e na pós-menopausa (9,5 cm). Também n o houve diferen a significativa entre os dois grupos incontinentes entre si (17,1 cm para o grupo A e 16,6 cm para o C). No entanto, a mobilidade foi significativamente maior nos grupos com incontinência urinária de esfor o (A e C) do que nos grupos continentes (B e D) Verificamos que, quanto à avalia o da musculatura do assoalho pélvico, o teste realizado com cones vaginais e a avalia o funcional do assoalho pélvico mostraram índice 4 no grupo B e 3,4 no grupo D, indicando maior for a muscular nas mulheres continentes, quando comparadas às incontinentes (2,9 e 2,3, respectivamente no menacme e na pós-menopausa). Conclus o: a mobilidade do colo vesical, avaliada por meio do teste do cotonete e da ultra-sonografia, é maior nas mulheres incontinentes, independente do estado menopausal. A avalia o do assoalho pélvico pela palpa o digital e pelos cones vaginais mostrou que a fun o muscular é menos eficiente nas mulheres incontinentes.
O fortalecimento do assoalho pélvico com cones vaginais: programa de atendimento domiciliar = Strengthening of pelvic floor muscles using vaginal cones: a home care program  [cached]
Dreher, Daniela Z. et al.
Scientia Medica , 2009,
Abstract: Objetivos: avaliar a eficiência de um programa de fisioterapia domiciliar com cones vaginais para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, na resolu o da incontinência urinária de esfor o. Relato do caso: foi selecionada para o estudo uma voluntária com 60 anos de idade, com história de única gesta o, com parto vaginal, apresentando queixa e diagnóstico de incontinência urinária de esfor o. Para avalia o pré e pós-interven o utilizaram-se como instrumentos: anamnese, avalia o da qualidade de vida, avalia o físico-funcional e exame de urodinamica. A interven o fisioterapêutica foi realizada através de um protocolo de exercícios terapêuticos com cones vaginais durante oito semanas, com frequência de três vezes semanais em duas sess es diárias. Na avalia o inicial foi realizada a manobra de Valsalva com 300 ml de volume intra-vesical, ocorrendo discreta perda urinária com a press o de perda ao esfor o de 94 cmH2O, indicando incontinência urinária de esfor o de grau leve. Na reavalia o n o se observou perda urinária com press o vesical de até 117 cmH2O para o mesmo volume, expressando melhora considerável da continência urinária. Conclus es: o programa de exercícios terapêuticos com cones vaginais a domicílio mostrou-se efetivo na resolu o da incontinência urinária de esfor o. Descritores: incontinência urinária por estresse/terapia, modalidades de fisioterapia; períneo; soalho pélvico; cinesiologia aplicada; feminino; genitália feminina. Aims: to evaluate the efficiency of a home care physiotherapy program using vaginal cones for the pelvic floor muscles strength to approach the treatment of stress urinary incontinence. Case description: A female volunteer, 60 years-old, with history of a single pregnancy and vaginal delivery, presenting complaints and diagnosis of stress urinary incontinence, was selected for the study. The evaluation instruments of pre and post-intervention were anamnesis, evaluation of quality of life, semiological evaluation and urodynamics examination. It was applied a therapeutical exercise protocol using vaginal cones, three times a week, two times a day. Valsalva maneuver presenting intra- vesical volume of 300 ml was the initial evaluation. Mild urinary incontinence with Valsalva leak-point pressure of 94 cmH2O denoted a mild stress urinary incontinence. During reevaluation, urinary loss was not observed with vesical pressure, until 117 cmH2O for the same volume, showing a considerable reduction in urinary incontinence. Conclusions: A home care program of therapeutical exercises using vaginal cones presented
Eletroestimula??o transvaginal do assoalho pélvico no tratamento da incontinência urinária de esfor?o: avalia??es clínica e ultra-sonográfica
Herrmann, Viviane;Potrick, Benhur Ant?nio;Palma, Paulo César Rodrigues;Zanettini, Cassio Luis;Marques, Andrea;Netto Júnior, Nelson Rodrigues;
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003, DOI: 10.1590/S0104-42302003000400031
Abstract: background:the purpose of this study was to evaluate the efficacy of transvaginal electrical stimulation on the treatment of women with stress urinary incontinence (sui) in selected cases. methods: twenty two women with primary stress urinary incontinence diagnosed by urodynamic study were submitted to transvaginal electrical stimulation. the mean age was 49 years old (range 22 to 74). the treatment consisted of two weekly sessions of stimulation, each 20 minutes long, during 8 weeks. women were evaluated through history, clinical and urogynecological exam, weekly registration of frequency of urinary leakage, stress test and transperineal ultrasound before and after treatment. a pulse of 700 μsec. was used, frequency of 50 hz and intensity varying from 12 to 53 ma according to the women's sensitivity. results: eighteen of 22 subjects (81.7%) were satisfied with electrical stimulation and frequency of urinary incontinence reduced significantly (p<0,01). stress test was negative in 77,2% of the women after treatment. valsalva leak-point pressure was higher in 14 (63.3%) women after treatment, although not reaching statistical significance (p=0.37). bladder neck mobility did not change significantly before and after electrical stimulation (p=0.30). conclusion: transvaginal electrical stimulation of the pelvic floor is an effective and safe treatment to women with sui without sphincter deficiency, with significant reduction of the frequency of urinary leakage.
Home exercises for pelvic floor in continent women one year after physical therapy treatment for urinary incontinence: an observational study Exercício domicilar para o assoalho pélvico em mulheres continentes após tratamento fisioterapêutico para incontinência urinária: um estudo observacional  [cached]
Ana P. Krüger,Soraia C. T. Luz,Janeisa F. Virtuoso
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2011,
Abstract: OBJECTIVES: To describe the results of home exercise targeting the pelvic floor in continent women one year after the end of a physical therapy treatment for the following outcomes: functional assessment of the pelvic floor and urinary incontinence. METHODS: This is an observational study that evaluated fifteen women one year after physical therapy treatment for Stress Urinary Incontinence (SUI). The outcomes for this study were: situations of urinary loss, use of daily protection, practice of home exercises for the pelvic floor, functional assessment of the pelvic floor (FAPF) and patient satisfaction. We also investigated some confounding variables such as hormonal status, number of vaginal deliveries and previous history of episiotomy. RESULTS: One year after completion of physical therapy treatment, we observed that the FAPF median remained stable over time (Median=5, p=0.08). The presence of urinary incontinence was reported by 40% of women in the sample, however, was characterized as mild (i.e. not requiring the use of daily protection). There was also a significant association (p=0.001) between the completion of home exercises (twice or more per week) and the normal clinical status. Confounding variables, which could compromise the clinical status, showed no significant association with the outcomes (p≥0.05). CONCLUSION: Home exercises contributed to the maintenance of continence following a physical therapy treatment. OBJETIVOS: Descrever os resultados da prática de exercícios domicilares para o assoalho pélvico em mulheres continentes nos quesitos avalia o funcional do assoalho pélvico (AFA) e presen a de incontinência urinária após um ano de tratamento fisioterapêutico. MéTODOS: Estudo observacional com 15 mulheres um ano após o tratamento fisioterapêutico para incontinência urinária de esfor o (IUE). As variáveis analisadas neste estudo foram: situa es de perda urinária, utiliza o de prote o diária, manuten o dos exercícios domiciliares para o assoalho pélvico, AFA e satisfa o da paciente em rela o ao tratamento. Também foram investigadas algumas variáveis de confus o, como: estado hormonal, número de partos vaginais e realiza o de episiotomia. RESULTADOS: Após um ano do término do tratamento fisioterapêutico, observou-se que a AFA manteve-se (Md=5; p=0,08). Quanto à presen a de perda urinária, 40% da amostra relatou ser leve, n o sendo necessária a utiliza o de protetores diários. Observou-se também associa o significante (p=0,001) entre a prática de exercícios domiciliares e o quadro clínico normal. As variáveis de confus o, que p
Hiperatividade do detrusor: compara??o entre oxibutinina, eletroestimula??o funcional do assoalho pélvico e exercícios perineais. Estudo randomizado
Arruda, Raquel Martins;Sousa, Gabriela Olbrich de;Castro, Rodrigo de Aquino;Sartori, Marair Gracio Ferreira;Baracat, Edmund Chada;Gir?o, Manoel Jo?o Batista Castello;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2007, DOI: 10.1590/S0100-72032007000900003
Abstract: purpose: to evaluate and to compare the effectiveness of oxybutynin, electrostimulation (es) and pelvic floor training (pft) in the management of women with detrusor overactivity. methods: a total of 64 women, 35 to 80 years old, were enrolled in this randomized prospective trial. patients were randomized in three groups: oxybutynin (n=22), es (n=21) and pft (n=21). there were no statistical differences between the three groups with regards to race (p=0.948), age (p=0.747), hormonal status (p=0.813), time of symptomatology (p=0.789), previous surgery for urinary incontinence (p=0.993), or body mass index (p=0.897). patients were assessed before and after treatment by urodynamic test, a seven-day voiding diary, and subjective response. the duration of the treatment was twelve weeks. for statistical analyses, the pearson c2, analysis of variance (anova) and the paired t-test were used. results: there was a decrease in the urge-incontinence episodes and in the number of pads required in all groups (p<0.05). there was reduction in the frequency of micturition in the oxybutynin group (p=0.014). oxybutynin and es groups had reduction in nocturia episodes (p=0.003 and p=0.036, respectively). there were no significant differences in improvement between the three groups (p>0.05). urgency was resolved in 14 (63.6%), 11 (52.4%) and 12 (57.1%) patients of the oxybutynin, es and pft groups, respectively, without differences among the groups (p=0.754). subjectively, 17 (77.3%), 11 (52.4%) and 16 (76.2%) women who had accomplished oxybutynin, es and pft, respectively, were satisfied, without differences among the groups (p = 0.142). urodynamic was normal in 8 (36.4%), 12 (57.1%) and 11 (52.4%) patients of the oxybutynin, es and pft groups, respectively. this urodynamic analysis revealed no differences between the three groups (p=0.358). the reduction of urge-incontinence correlated with patient satisfaction (p<0.05). conclusions: treatments were equally effective; reduction of urg
Estudo comparativo da fun o do assoalho pélvico em mulheres continentes e incontinentes na pós menopausa Comparative study of pelvic floor function in continent and incontinent postmenopausal women  [cached]
Cláudia E. C. Souza,Ricardo M. Lima,Lidia M. A. Bezerra,Rinaldo W. Pereira
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2009,
Abstract: CONTEXTUALIZA O: A incontinência urinária (IU) é de causa multifatorial, sendo atribuída, em parte, à fraqueza da musculatura do assoalho pélvico. Apesar de ser subestimada por muitas mulheres, a avalia o funcional do assoalho pélvico (AFA) pode contribuir para um correto diagnóstico e terapêutica adequada. OBJETIVOS: Comparar a fun o muscular do assoalho pélvico em mulheres continentes e incontinentes na pós menopausa como fator diagnóstico no tratamento da IU. MéTODOS: A partir da investiga o dos sintomas urinários, 153 mulheres (idade X=66,7±5,4) foram separadas em dois grupos (G1 incontinentes e G2 assintomáticas). Após análise dos critérios de inclus o, as mulheres foram submetidas à AFA por meio da palpa o bidigital (classifica o de Contreras Ortis, 1994) e à quantifica o da press o de contra o perineal por meio do perine metro (PERINA 996-2 QUARK). RESULTADOS: Observou-se prevalência de IU (54,9%) na amostra estudada, sendo a incontinência urinária de esfor o (IUE) (41,7%) o tipo mais presente. Em rela o aos sintomas urinários, como a frequência miccional diurna (p=0,004) e noturna (p=0,02), o grupo G1 apresentou um valor significativamente mais alto. A AFA mostrou resultados similares durante a palpa o e o perine metro, com diferen as significativas (p<0,001) entre os dois grupos. Utilizou-se estatística descritiva, teste t de Student para amostras independentes, medidas de prevalência e análise de variancia (one-way ANOVA), seguida do post hoc de Bonferroni (p<0,05). O software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) vers o 10,0 (SPSS, Chicago, IL) foi utilizado para realiza o de todas as análises. CONCLUS ES: A palpa o e o perine metro se mostraram eficientes na avalia o da for a e press o de contra o desse grupo muscular. BACKGROUND: Urinary incontinence (UI) is multifactorial and attributed, in part, to weakness of the pelvic floor muscles. Despite being underestimated by many women, a functional pelvic floor assessment (FPA) may contribute to a correct diagnosis and appropriate treatment. OBJECTIVES: To compare the function of pelvic floor muscles in continent and incontinent postmenopausal women as a diagnostic factor in UI treatment. METHODS: Based on the investigation of urinary symptoms, 153 women (age X=66.7±5.4) were divided into two groups (G1-incontinent and G2-continent). After analysis of the inclusion criteria, the women were submitted to FPA by means of bidigital palpation according to Contreras Ortiz (1994) and quantification of perineal strength with a perineometer (PERINA 996-2 QUARK ). RESULTS: Ther
Efeito do treinamento funcional do assoalho pélvico associado ou n?o à eletroestimula??o na incontinência urinária após prostatectomia radical
Kakihara, CT;Sens, YAS;Ferreira, U;
Brazilian Journal of Physical Therapy , 2007, DOI: 10.1590/S1413-35552007000600010
Abstract: introduction: literature on physical therapy for the pelvic floor muscles to treat urinary incontinence following radical prostatectomy is scarce, with descriptions of differing techniques for physical therapy treatment. objective: to evaluate the effect of physical therapy treatment for recovering urinary continence among patients who had undergone radical prostatectomy, by using functional training of the pelvic floor muscles with or without electrical stimulation. method: twenty patients with urinary incontinence following radical prostatectomy were selected. the patients were randomly allocated to a control or to an experimental group. the experimental group was composed of ten patients who received physical therapy treatment consisting of functional training of the pelvic floor muscles and electrical stimulation. the control group was composed of ten patients who received physical therapy treatment consisting only of functional training of the pelvic floor. all of the patients were reevaluated three, six and twelve months after beginning treatment, by using the pad test, visual analog scale (vas) for incontinence, vas for the problem and counting the number of diapers (nappies) used. results: there was a statistically significant decrease between the initial and 12th month evaluations of the pad test, vas for incontinence, vas for the problem and numbers of diapers of the control group and experimental group. however, no statistically significant difference was found when the same variable was compared between the two groups. conclusion: there was no additional improvement from treatment with functional training of the pelvic floor muscles associated with electrical stimulation, in relation to treatment only using functional pelvic floor training. however, there was a significant improvement in urinary incontinence in both groups.
Esfor o para compreens o do sentido do trágico
Júlio César Mioto
Revista Espa?o Acadêmico , 2010,
Abstract: Em prisma (representativo de um esfor o inicial), tenta-se apreender algo do sentido do trágico clássico. Está a se resolver num próximo encadeamento o que se pode retirar de uma reflex o inicial como esta: o trágico, o mítico, o psicológico e o filológico, s o todos tópicos que s o humildemente tematizados neste texto; ora na dimens o de um Para-si que às vezes faz a sua vantagem.
Métodos de tratamento utilizados na incontinência urinária de esfor?o genuína: um estudo comparativo entre cinesioterapia e eletroestimula??o endovaginal
Bernardes, Nicole O.;Péres, Flávia R.;Souza, Elza L.B.L.;Souza, Oswaldo L.;
Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia , 2000, DOI: 10.1590/S0100-72032000000100009
Abstract: purpose: to compare patients with genuine stress incontinence (gsi) who were submitted to a pelvic floor exercise program (pfep) with those who were submitted to a pelvic floor electrical stimulation (pfes). methods: fourteen gsi patients, with age between 31-64 years, participated in the study. they were divided into two groups of 7 each. pfep or pfes was performed for 10 days. the women were evaluated at the first consultation and reevaluated after the ten-day treatment by only one physical therapist. for the statistical analysis nonparametric tests were used. results: all had a partial or a total improvement of the gsi after the treatment, considering the subjective and objective analysis of the research. conclusion: both pfep and pfes showed to be effective to treat gsi, although pfep showed a tendency to be the better treatment.
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