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Caracteriza o fenológica e produtiva da variedade de uva Superior Seedless cultivada no Vale do S o Francisco  [cached]
GRANGEIRO LEILSON COSTA,LE?O PATRíCIA COELHO DE SOUZA,SOARES JOSé MONTEIRO
Revista Brasileira de Fruticultura , 2002,
Abstract: A variedade Superior Seedless, devido n o somente às excelentes características morfológicas, mas também ao agradável sabor de seus frutos, tem se destacado nos últimos anos como a principal uva sem sementes cultivada no Vale do S o Francisco.Este trabalho teve por objetivo caracterizar o comportamento fenológico e produtivo da variedade de uva Superior Seedless cultivada no Vale do S o Francisco. As avalia es foram realizadas em uma área comercial, durante o segundo semestre de 1999 e primeiro semestre de 2000. A variedade Superior Seedless apresentou ciclo médio de 94 dias, sendo que, quando a poda foi realizada no primeiro semestre, ocorreu uma antecipa o da colheita em 14 dias. A produtividade foi muito baixa (5,3 t.ha-1), mas as características qualitativas como diametro e comprimento de baga, sólidos solúveis totais e acidez total titulável, atendem aos padr es exigidos pelo comercio internacional.
INTRODU O DOS CULTIVARES DE UVA DE MESA "FANTASIA" E "RUIVA" NO BRASIL  [cached]
Pommer Celso Valdevino,Terra Maurilo Monteiro,Pires Erasmo José Paioli,Passos Ilene Ribeiro Silva
Scientia Agricola , 1999,
Abstract: Fantasia' e `Ruiva' s o dois cultivares de uva de mesa desenvolvidos pelo Departamento de Agricultura dos E.U.A., lan adas na Califórnia em 1989 e introduzidos no Brasil, no mesmo ano, pelos autores. No final do inverno de 1991, garfos dos dois cultivares foram enxertados sobre três diferentes porta-enxertos, a saber: Kober 5BB, Ripária do Traviú (106-8 Mgt) e IAC 766 `Campinas', no Centro Experimental de Campinas, do IAC. Garfos também foram distribuídos para alguns viticultores selecionados em diferentes regi es paulistas. Resultados de observa es preliminares s o apresentados. Para a familiariza o pelos viticultores, bem como facilitar a pronúncia em português, os cultivares foram renomeados como sendo `Fantasia' para "Fantasy Seedless" e `Ruiva' para "Crimson Seedless". `Fantasia' é uma uva preta, de ciclo precoce a médio, com cachos médios (350-550g), de 13-20cm de comprimento e de compacidade média a solta. Os bagos s o naturalmente grandes, apesar de apirenas, pesando em média 4-9g, com diametro de 17 a 22mm e 20-30mm de comprimento e ovais. `Ruiva' é uma uva avermelhada, de ciclo médio, com cachos médios a grandes (460-620g), com 18-30cm de comprimento e levemente compactos. Os bagos s o naturalmente grandes, apesar de apirenas, pesando em média 3,5-8,0g, diametro de 16-21mm e 18-30mm de comprimento e cilíndricas a ovais. A dura o do ciclo vegetativo (da poda à colheita) em Campinas, para ambos os cultivares foi aproximadamente o mesmo, independentemente do porta-enxerto utilizado. Por outro lado, o vigor, avaliado por intermédio do diametro do tronco e do peso de ramos podados, foi mais pronunciado para Ruiva enxertado sobre Kober 5BB. O comportamento de ambos cultivares em S o Paulo, avaliado nas condi es enunciadas, mostrou elevado potencial produtivo, aliado a excelentes características comerciais.
Composi o do suco de uva caseiro de diferentes cultivares  [cached]
Rizzon Luiz Antenor,Link Marcos
Ciência Rural , 2006,
Abstract: Um volume considerável de uva do grupo das americanas da Serra Gaúcha é destinado para a produ o de suco de uva caseiro. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito das cultivares Isabel, Bord (Ives) e Concord de Vitis labrusca e Cabernet Sauvignon de Vitis vinifera, na composi o do suco de uva, elaborado na Embrapa Uva e Vinho na safra de 2003. Os sucos foram avaliados quanto às análises clássicas: densidade, degreesBrix, acidez total, acidez volátil, pH e rela o degreesBrix/acidez total, efetuadas através de métodos físico-químicos. Os compostos voláteis etanol, metanol e aldeído acético foram determinados através da cromatografia gasosa. Os elementos minerais Ca, Mg, Mn, Fe, Cu e Zn foram analisados por absor o at mica, enquanto que o K, Na e Rb, por emiss o de chama. O P foi determinado por colorimetria. Os resultados evidenciaram variabilidade entre os sucos das diferentes cultivares. O suco de Cabernet Sauvignon diferenciou-se dos demais pelos menores teores de metanol e etanol e pelos maiores de acidez volátil e Fe. Os sucos da uva Bord e Concord apresentaram menor teor de acidez total e de Mn.
Influência da época de semeadura no comportamento de cultivares de arroz irrigado por aspers o em Selvíria, MS
ARF ORIVALDO,RODRIGUES RICARDO ANT?NIO FERREIRA,Sá MARCO EUSTáQUIO DE,CRUSCIOL CARLOS ALEXANDRE COSTA
Pesquisa Agropecuária Brasileira , 2000,
Abstract: Este trabalho teve por objetivo avaliar os efeitos da época da semeadura no comportamento de diferentes cultivares de arroz (Oryza sativa L.) de sequeiro (IAC 201, Carajás, Guarani, IAC 202, CNA 7800, CNA 7801, Caiapó, Rio Paranaíba e Araguaia) irrigados por aspers o, quanto à produ o e qualidade dos gr os. As sementes foram semeadas no início da segunda quinzena dos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro. Os experimentos foram instalados no Município de Selvíria, MS, durante os anos agrícolas 1995/96 e 1996/97. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com quatro repeti es. O controle da irriga o foi realizado por meio de tensi metros, e a suplementa o hídrica foi realizada quando o potencial matricial atingiu -0,033 MPa, durante a fase reprodutiva e -0,058 MPa, nas demais fases. De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que as cultivares CNA 7801, Carajás, IAC 201, CNA 7800 e IAC 202 apresentaram comportamento superior; a semeadura realizada em novembro propiciou produtividade mais elevada; semeaduras antecipadas (setembro-outubro) ou retardada (fevereiro) resultaram em menores índices de acamamento; as cultivares IAC 202, CNA 7800 e CNA 7801 apresentaram ausência ou baixo índice de acamamento, nas diferentes épocas de semeadura e, a semeadura retardada (fevereiro) proporcionou a obten o de maior rendimento de inteiros.
Avalia o da uva cv. Isabel para a elabora o de vinho tinto  [cached]
RIZZON Luiz Antenor,MIELE Alberto,MENEGUZZO Júlio
Ciência e Tecnologia de Alimentos , 2000,
Abstract: A uva Isabel, originária do Sul dos Estados Unidos, é uma das principais cultivares de Vitis labrusca. Atualmente é a cultivar mais difundida na Serra Gaúcha, representando aproximadamente 45% de toda a uva produzida nessa regi o. Além da elabora o de vinho tinto comum, a Isabel é utilizada para elabora o de vinho rosado e suco e comercializada como uva de mesa. O objetivo do presente trabalho foi determinar as características agron micas e enológicas da uva Isabel, para elabora o de vinho tinto comum. Para isso, avaliou-se a matura o da uva e realizaram-se estudos para caracterizar o cacho, o mosto e o vinho tinto, nas safras de 1988 a 1994. Os resultados obtidos evidenciaram que a uva Isabel tem cacho pequeno, solto, formado por bagas e sementes grandes. O mosto apresenta cor rosada pouco intensa, tem bom teor de a úcar e baixo nível de ácido málico e acidez total. O vinho tem cor vermelha viva; o aroma é intenso e com acentuada tipicidade varietal; a análise sensorial evidencia que geralmente falta ao vinho equilíbrio e maciez.
Consórcio sorgo-soja. V. Comportamento de híbridos de sorgo e cultivares de soja consorciados na entrelinha no rendimento de forragem  [cached]
Rezende Pedro Milanez de,Silva Alessandro Guerra da,Corte Edivandro,Botrel élberis Pereira
Ciência Rural , 2001,
Abstract: Com o objetivo de verificar o comportamento de cultivares de sorgo e soja em cultivo consorciado e o sorgo em monocultivo na produ o de forragens, foi conduzido, no ano agrícola 1996/97, um ensaio no Departamento de Agricultura no Campus da Universidade Federal de Lavras, em Lavras, MG, em um Latossolo Roxo Distrófico. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial 4x4+4 com três repeti es, sendo constituído por quatro híbridos de sorgo forrageiro (AG 2002, AG 2006, BR 601 e CMSXS 756), quatro cultivares de soja (CAC-1, Doko RC, UFV-16 e UFV-17) e quatro tratamentos adicionais, correspondentes aos respectivos monocultivos de sorgo. Foi realizado apenas um corte, rente ao solo, no consórcio no estádio R5 (início da forma o das sementes da cultura da soja) e no monocultivo de sorgo, no estádio de gr os farináceos. Os resultados obtidos evidenciaram que a combina o da cultivar UFV-16 com os híbridos AG 2002 e AG 2006 proporcionou os maiores rendimentos de massa verde, matéria seca e proteína bruta total. No consórcio e em monocultivo, o híbrido AG 2002 foi o que mais se destacou para a produ o de massa verde e matéria seca. Em geral, o sistema consorciado proporcionou, em rela o ao monocultivo, os maiores rendimentos de massa verde, matéria seca e proteína bruta total.
Caracteriza o fenológica e requerimentos térmicos de variedades de uvas sem sementes no Vale do S o Francisco  [cached]
Le?o Patricia Coelho de Souza,Silva Emanuel Elder Gomes da
Revista Brasileira de Fruticultura , 2003,
Abstract: O comportamento fenológico e requerimentos térmicos de variedades de uvas sem sementes foram estudados nas condi es do Vale do S o Francisco durante os anos de 2001-2002, em seis diferentes datas de poda (12/2000, 04/2001, 06/2001, 10/2001, 01-02/2002 e 04/2002). O experimento foi realizado no Campo Experimental de Bebedouro, em Petrolina-PE. As variedades utilizadas foram Superior Seedless (Festival), Thompson Seedless, Catalunha, Perlette e Marroo Seedless, enxertadas sobre porta-enxerto IAC 572 ('Jales'). Avaliou-se a dura o em dias dos estádios fenológicos, gemas dormentes (data de poda) a gemas inchadas (1), gemas inchadas a início de brota o (2), início de brota o a 5-6 folhas separadas (3), 5-6 folhas separadas a início de flora o (4), início de flora o à plena-flora o (5), plena-flora o a "chumbinho" (6), "chumbinho" à "ervilha" (7), "ervilha" a baga (8), baga a início de matura o (9) e início de matura o à matura o plena (10). Os requerimentos térmicos foram obtidos em termos de graus-dia (GD) necessários para atingir cada fase fenológica a partir da poda. O ciclo fenológico médio variou de 89 dias e 1.315 GD na variedade Superior Seedless a 105 dias e 1.514 GD na variedade Perlette, destacando-se as variedades Superior Seedless e Marroo Seedless como precoces e as demais com ciclo intermediário. Os períodos compreendidos entre o início e final da matura o, baga a início de matura o e 5 a 6 folhas separadas a início de flora o apresentaram a maior dura o entre todos os subperíodos em todas as variedades.
Comportamento de cultivares de meloeiro e melancia inoculados com Acremonium cucurbitacearum e Monosporascus cannonballus  [cached]
SALES JúNIOR RUI,VICENT ANTONIO,ARMENGOL JOSEP,GARCíA-JIMéNEZ JOSé
Fitopatologia Brasileira , 2002,
Abstract: O colapso em cucurbitáceas é uma síndrome complexa na qual podem estar envolvidos numerosos agentes fitopatógenos, sendo bastante freqüente o ataque associado de vários deles. No presente trabalho é apresentado o comportamento de 19 cultivares de meloeiro (Cucumis melo) e duas de melancia (Citrullus lanatus), cultivadas no Brasil, frente a Acremonium cucurbitacearum e Monosporascus cannonballus, dois dos patógenos fúngicos associados a esta síndrome em diversos países. Todas as cultivares de meloiro e melancia mostraram-se susceptíveis a estes patógenos, obtendo-se valores de 2,2 até 4,4 de índice geral de doen a (IGD) para as cultivares de mel o inoculadas com ambos os fungos e 2,4 até 2,5 para as cultivares de melancia inoculadas com A. cucurbitacearum. As cultivares de melancia mostraram resistência na combina o com M. cannonballus. A conveniência de efetuar estudos com outras cultivares utilizando a metodologia desenvolvida neste trabalho é discutida.
Desempenho de cultivares de soja semeadas sob pastagens degradadas / Performance of soybean cultivars in areas of degraded pastures  [cached]
Rodrigo Ribeiro Fidelis,Joênes Mucci Peluzio,Leandro Cardoso Pinto,Glauber Lacerda de Carvalho
Ambiência , 2011,
Abstract: Este trabalho teve por objetivo estudar o comportamento produtivo de cultivares de soja em área de pastagem degradada no sul do estado do Tocantins. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com quatro repeti es e quinze cultivares. A parcela experimental foi representada por quatro fileiras de plantas de 5,0 m, espa adas de 0,45 m entre si. As características avaliadas foram produtividade de gr os, massa de 100 sementes, número de vagens por planta, número de sementes por planta, número de sementes por vagem, inser o da primeira vagem, altura da planta, dias para o florescimento e dias para matura o. Varia es entre as cultivares foram observadas para todas as características. A cultivar P98N31 mostrou-se mais adaptada ao cultivo em áreas de pastagens degradadas no sul do estado do Tocantins, por apresentar maior produtividade de gr os, número de sementes por planta e por vagem. Todas as cultivares apresentam alturas de planta e de inser o de primeira vagem satisfatórias à colheita mecanizada. A maioria das cultivares apresentou ciclo precoce.AbstractIn order to evaluate the performance of soybean cultivars in areas of degraded pastures in the south of the state of Tocantins, was conducted one essay in Gurupi- TO in the agricultural year of 2006/07. The e experimental design employed was a randomized blocks with four repetitions and fifteen cultivars, in plots of 4 rows of 5 meters length, spaced 0,45 m between rows. It was evaluated the following characteristics: number of the days for blooming; number of the days for maturation; plants height, first pod height, number pod plants, number of seed pods, number of seeds for plant, weight of one hundred seeds and grain production. Variations between the soybean cultivars the characteristics had been observed for all. Cultivar P98N31 was more suited to cultivation in degraded pastures in the southern state of Tocantins, due to its higher grain yield, number of seeds per plant and pod. All cultivars showed plant height and first pod insertion satisfactory to mechanization. Most cultivars showed early maturity.
Comportamento de duas cultivares de feijoeiro em rela o a Meloidogyne javanica  [cached]
Sim?o Gervásio,Homechin Martin,Santiago Débora Cristina,Silva Rogério Theodoro Vieira da
Ciência Rural , 2005,
Abstract: Devido à escassez de informa es sobre fontes de resistência a Meloidogyne no gênero Phaseolus, o presente trabalho teve como objetivo avaliar, em casa-de-vegeta o, nos períodos de ver o e inverno, o comportamento das cultivares de feijoeiro Pérola e Iapar 81 frente a M. javanica. Os dados de reprodu o de M. javanica, independente do período do ano e da época de avalia o, mostraram que ambas as cultivares foram eficientes hospedeiras na multiplica o de M. javanica. Em termos médios, a cultivar Pérola apresentou as maiores taxas de reprodu o quando comparada a Iapar 81. Apesar de ambas as cultivares serem suscetíveis nas diferentes concentra es de inóculo, n o houve redu o no rendimento das mesmas.
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