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Aumento na detec o de casos de hanseníase em S o Luís, Maranh o, Brasil, de 1993 a 1998: a endemia está em expans o?  [cached]
Figueiredo Ivan Abreu,Silva Ant?nio Augusto Moura da
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Foi realizado estudo epidemiológico descritivo sobre detec o de casos novos de hanseníase em S o Luís, Maranh o, Brasil, de 1993 a 1998, a partir da cria o de banco de dados com 2.796 notifica es. Foram calculados coeficientes de detec o brutos e específicos por sexo, forma clínica e faixa etária. Foi analisada sua tendência temporal por meio dos modelos de ajuste linear, exponencial, geométrico e logarítmico. Evidenciou-se tendência de aumento às custas do sexo feminino e das formas paucibacilares, principalmente da tuberculóide, e mais acentuada na popula o de 15 a 19 anos. O percentual da detec o em menores de 15 anos indicou necessidade de busca ativa da doen a nesta popula o.
Detec o de Ornithobacterium rhinotracheale (ORT) por meio da rea o em cadeia da polimerase (PCR)  [cached]
Canal Cláudio Wageck,Rocha Silvio Luís da Silveira,Le?o Joice Aparecida,Fallavena Luiz Cezar Bello
Ciência Rural , 2003,
Abstract: Ornithobacterium rhinotracheale (ORT) é uma bactéria Gram negativa recentemente descrita que se encontra associada às doen as do trato respiratório em cria es de aves comerciais e silvestres em vários países do mundo. No Brasil, foram detectados anticorpos em um pequeno número de frangos de corte e suas matrizes dos Estados de S o Paulo e Minas Gerais. Como a bactéria é fastidiosa, a Rea o em Cadeia da Polimerase (PCR) torna-se útil para sua detec o e identifica o. O presente trabalho visou verificar a ocorrência da ORT no Rio Grande do Sul pela detec o do DNA da bactéria. Foram coletadas 84 amostras de suabe de traquéia de aves pertencentes a 14 lotes de diferentes empresas avícolas. O DNA foi purificado e a PCR realizada com iniciadores específicos para o gene do RNA ribossomal 16S da ORT. Foram observados produtos de amplifica o com 784 pares de bases em 10 das 84 amostras. As amostras positivas pertenciam a quatro lotes de três empresas estabelecidas em diferentes regi es do RS. Os resultados indicam que este patógeno respiratório de aves existe no Brasil e está presente em importantes regi es criatórias do RS. Outros estudos est o em andamento para determinar a prevalência e caracteriza o dos isolados obtidos.
Marcas, patentes e cria o de valor.
Chang Chuan Teh,Eduardo Kazuo Kayo,Herbert Kimura
Revista de Administra??o Mackenzie , 2008,
Abstract: Os ativos intangiveis tem exercido um papel cada vez mais importante na cria o de valor das empresas, especialmente porque s o importantes fontes de vantagem competitiva. Por isso, torna-se essencial gerencia-los adequadamente para que possam contribuir para o alcance do maior objetivo financeiro da empresa: o de maximizar a riqueza dos acionistas. Este artigo analisa a rela o entre ativos intangiveis (especificamente marcas e patentes) e o valor de mercado das empresas brasileiras de capital aberto. Em geral, a importancia da inova o para a cria o de valor economico parece evidente. Entretanto, a presente pesquisa mostra que as patentes n o s o significativas para a cria o de valor das empresas brasileiras analisadas. Por sua vez, os resultados mostram que a quantidade de marcas esta significativa e positivamente relacionada as duas variaveis de cria o de valor analisadas neste artigo (o valor de mercado sobre valor contabil e o Q de Tobin).
Ciberespa o e metodologias de cria o  [cached]
Monica Tavares
Conex?o : Comunica??o e Cultura , 2004,
Abstract: Este artigo procura analisar as diretrizes operacionais dos processos criativos desenvolvidos no contexto do ciberespa o. Primeiramente, introduz o leitor nos conceitos de criatividade e de métodos heurísticos de cria o, classificando-os em três categorias: os métodos do possível, do existente, e do pensamento. Examina como as especificidades das novas tecnologias da comunica o podem favorecer a produ o de imagens no ciberespa o. Em seguida, estuda os aspectos dominantes inerentes ao tipo de cria o estabelecido em correspondência ao terceiro grupo dos métodos, cria o essa que se sustenta na dialética entre a virtualiza o das rela es e a atualiza o das linguagens, privilegiando uma conduta criativa, potencializada pelo contato e pela troca entre diferentes receptores. Por fim, comenta uma experiência de teleinteratividade, com o propósito de sintetizar e exemplificar os percursos de cria o envolvidos em um projeto artístico executado telematicamente e, portanto, concebido a partir de a es colaborativas de diversos indivíduos em um meio comunicativo de caráter tecnológico.
Comportamentos bulímicos em atletas adolescentes corredoras de fundo
Bosi Maria Lúcia Magalh?es,Oliveira Fátima Palha de
Revista Brasileira de Psiquiatria , 2004,
Abstract: OBJETIVO: Avaliar a presen a de comportamentos bulímicos e sua intensidade entre atletas adolescentes do sexo feminino corredoras de fundo. MéTODO: De um total de 40 atletas adolescentes (16±1,8 ano), registradas na Federa o de Atletismo do Rio de Janeiro, foram estudadas 17 meninas corredoras de fundo. O instrumento utilizado para investigar comportamentos bulímicos e sua gravidade foi o BITE (Bulimic Investigatory of Edinburg), um questionário auto-aplicável, em sua vers o em português. RESULTADOS: Os resultados apontaram que 35,6% das atletas (N=6) apresentavam escores acima do limite de normalidade (=10) e 29,4% (N=5) padr o n o usual (entre 10 e 19). Foi detectado um caso com escore superior a 20, indicando presen a do problema. No que se refere à gravidade, valores acima de 5 na escala de gravidade do BITE foram considerados significativos, totalizando na amostra apenas um caso. CONCLUS O: Tendo em vista a detec o de padr es n o usuais e mesmo um caso de maior gravidade indicado pelo alto escore encontrado, tornam-se necessários estudos mais abrangentes junto ao segmento focalizado, de modo a subsidiar medidas preventivas. Os resultados indicam, ainda, a necessidade de alertar e informar familiares e profissionais envolvidos no trabalho junto a essas adolescentes sobre o perigo potencial dos comportamentos identificados.
Orienta o de pais no processo de psicoterapia infantil de grupo  [cached]
Helena Bazanelli Prebianchi
Psicologia em Revista , 2011,
Abstract: Este trabalho descreve um grupo de orienta o de pais diferente daqueles cujo foco é o ensino de habilidades específicas de cria o de filhos. Embora tais habilidades também sejam modeladas no grupo, o objetivo do trabalho descrito é ajudar os pais a abandonarem certos comportamentos negativos na cria o de seus filhos, condutas fortemente ligadas à sua imagem pessoal e ao modo pelo qual foram criados. A condu o do grupo de pais ocorreu concomitantemente ao atendimento terapêutico dos filhos. Na primeira etapa, os participantes aprenderam a identificar seus sentimentos negativos, ao mesmo tempo em que elaboravam princípios comportamentais e de desenvolvimento, na cria o dos filhos. A segunda etapa da condu o do grupo utilizou-se da dramatiza o e outras interven es cognitivo-comportamentais para ajudar os pais a discriminarem seus sentimentos negativos anteriormente aprendidos, reduzindo a intensidade da culpa, da raiva, da vergonha e da autopiedade, possibilitando que reestruturassem os comportamentos em rela o aos filhos.
Jovens empreendedores e o processo de cria o de empresas.
Candido Borges,Louis Jacques Filion,Germain Simard
Revista de Administra??o Mackenzie , 2008,
Abstract: Grande parte das novas empresas é criada por jovens empreendedores com menosde 35 anos, mas pouco se conhece sobre as especifi cidades desse grupo deempreendedores. Este artigo contribui para a compreens o do processo de cria ode empresas pelos jovens empreendedores ao apresentar e analisar a cria ode 89 empresas fundadas por jovens de 18 a 34 anos e compará-las com as de 99empresas criadas por empreendedores de 35 anos ou acima. Os resultados apontamque: 1. na maior parte dos casos, os jovens criam suas empresas em equipe;2. eles come am com um capital inicial menor que os empreendedores de 35 anosou mais; 3. eles precisam atravessar um processo de cria o que dura, em média,mais de dois anos; 4. eles desempenham fun es em todas as áreas da administra o– fun es para as quais têm pouca ou nenhuma forma o e experiênciaanterior à cria o da empresa.
Aprendizagem organizacional e cria o de conhecimento
Andrea Valéria Steil,Roberto C. S. Pacheco
Revista Eletr?nica de Estratégia e Negócios , 2010,
Abstract: Este artigo enfoca o processo de aprendizagem organizacional e de cria o de conhecimento em uma institui o privada de ciência e tecnologia. Esse processo é examinado por meio do Instituto Stela, um start-up universitário da Universidade Federal de Santa Catarina. O delineamento do estudo é qualitativo e utiliza a abordagem do estudo de caso. Baseia-se em evidências coletadas por meio da triangula o de técnicas (entrevistas, reuni es casuais, análise de documentos e observa o direta). Os resultados indicam que a estrutura organizacional matricial e adocrática e os valores organizacionais formam um substrato condutivo à aprendizagem organizacional. O entrela amento entre o planejamento das atividades de pesquisa e desenvolvimento e sua execu o vinculada a projetos de desenvolvimento de produtos e servi os favorece o processo de constru o do saber, ou knowing, como atividade integral e diária dos colaboradores. Além de expandir o conhecimento acerca do construto da aprendizagem organizacional em um instituto de C&T privado, este estudo contribui para a gera o de insumos que possibilitem a realiza o de novas pesquisas em um universo maior de institutos privados de C&T e com institui es intensivas em conhecimento de outros setores da economia.
Comportamentos dos enfermeiros e impacto em doentes idosos em situa o de internamento hospitalar
Maribel Carvalhais,Liliana Sousa
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2007,
Abstract: A percep o dos pacientes acerca da qualidade dos cuidados de enfermagem é determinante na sua avalia o dos cuidados de saúde. Este estudo exploratório identifica comportamentos dos enfermeiros (positivos e negativos) significativos para pacientes muito idosos (75 anos ou mais) em situa o de internamento hospitalar. Adotou-se a técnica dos incidentes críticos que foi aplicada por entrevista a 30 sujeitos. Os principais resultados indicam que os idosos hospitalizados: i) apreciam de modo positivo os comportamentos dos enfermeiros que garantem a execu o de técnicas sem causar desconforto, num contexto de amabilidade, carinho, disponibilidade e preocupa o; assim o paciente sente-se confiante, seguro e acredita que o seu estado de saúde vai melhorar; ii) consideram negativos os comportamentos dos enfermeiros associados à execu o de técnicas causando dor, principalmente se acompanhados de agressividade e indisponibilidade. Neste caso os idosos tendem a se sentirem tristes e a acreditar no agravamento do seu estado de saúde.
Aplicabilidade do TTC para a detec o de bacteriúria
T. Z RAMOS-POLLI,E. L. PIZZOLITTO,M. S.G. RADDI,A. C. PIZZOLITTO
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2009,
Abstract: Exames laboratoriais para detec o da infec o urinária com custo menor que da urocultura têm sido buscados. O cloridrato de rifeniltetrazólio foi avaliado em 342 amostras de urina aralelamente à urocultura objetivando a detec o de bacteriúria significativa. Os resultados demonstraram que o teste apresenta boa sensibilidade (91,3%) e baixa especificidade (64,3%), com valor preditivo negativo de 99,0%. Apesar do teste n o substituir a urocultura como método diagnóstico, pode ser recomendado para a triagem de bacteriúria, eliminando a realiza o da cultura em amostras negativas. Palavras-chave: bacteriúria; TTC; infec o do trato urinário.
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