oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Comportamentos de risco entre jovens  [PDF]
Camara, Sheila Gon?alves
Psico , 2005,
Abstract: Diariamente, tomamos conhecimento de um grande contingente de a es violentas, aparentemente gratuitas, cometidas por jovens. Além disso, outros aspectos como o problema dos acidentes de transito, a crescente epidemia da AIDS em faixas etárias cada vez menores, assim como a alta incidência de gravidez na adolescencia e o consumo elevado de substancias psicoativas por fovens chamam aten o. Realizamos um mapeamento acerca dos comportamentos de risco de enfrentamento violento, conduta sexual de risco e consumo de drogas ilegais em 389 jovens, estudantes do ensimo médio em escolas públicas e privadas da cidade de Porto Alegre. Foram investigads, ainda, fatores relativos a estratégias de coping, bem estar psicológico e apoio familiar e de amigos. Os resultados indicam um panorama bastante positivo em rela o aos comportamentos de risco entre jovens estudantes. Este mapeamento serve de base para interven es futuras que tenham como direcionamento, incrementar fatores de prote o já presentes na vida dos jovens.
Comportamentos de risco para acidentes de transito: um inquérito entre estudantes de medicina na regi o sul do Brasil
Andrade Selma Maffei de,Soares Darli Antonio,Braga Gabriel Pereira,Moreira Jemima Herrero
Revista da Associa??o Médica Brasileira , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Os acidentes de transito s o um dos principais responsáveis pela mortalidade de jovens brasileiros. Assim, o presente estudo objetivou verificar a prevalência de comportamentos de risco para esses acidentes em uma popula o jovem. MéTODOS: Questionários contendo quest es sobre comportamentos de risco para acidentes de transito foram respondidos por alunos da primeira à quarta série do curso de Medicina da Universidade Estadual de Londrina, em outubro e novembro de 2000. Para a análise das diferen as de comportamentos entre os sexos usou-se o teste do qui quadrado, com um nível de significancia de 5%. RESULTADOS: Em compara o às jovens, os rapazes relataram maior freqüência, estatisticamente significativa, para: locomo o como condutor de carro, possuir carteira de habilita o, ter aprendido a dirigir automóvel com 16 anos ou menos e ter ingerido bebida alcoólica previamente à dire o de veículo nos últimos 30 dias. Entre os condutores regulares de automóvel, observou-se também menor propor o de comportamentos desejáveis entre os alunos do sexo masculino. Falta de aten o (59,3%), desrespeito à sinaliza o (33,5%) e excesso de velocidade (22,5%) foram os fatores mais citados como determinantes para a ocorrência do último acidente, sem diferen a entre os sexos. CONCLUS ES: Os resultados indicam a necessidade de medidas visando à redu o de fatores que favorecem a ocorrência de acidentes de transito entre esses jovens, especialmente os do sexo masculino.
Conhecimento, atitudes e comportamentos frente ao risco ocupacional de exposi o ao HIV entre estudantes de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais
Toledo Júnior Antonio Carlos C.,Ribeiro Fávia Andrade,Ferreira Flávia Gomes Faleiro,Ferraz Rodrigo Moraes
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical , 1999,
Abstract: Os objetivos deste trabalho s o avaliar risco ocupacional de exposi o ao HIV entre estudantes de medicina, avaliar o conhecimento e o uso das medidas de biosseguran a e a cobertura da vacina o contra hepatite B. Questionário específico foi aplicado a 136 estudantes de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. A maioria da popula o avaliada, 87 (64%) estudantes relataram participar de procedimentos cirúrgicos, 68 (50%) já sofreram algum tipo de exposi o a sangue, 90 (66,2%) afirmaram conhecer as medidas universais de biosseguran a e 33 (24,3%) relataram conhecer os procedimentos em caso de exposi o a sangue contaminado. A popula o avaliada apresenta alto risco de exposi o a material biológico e cerca de um ter o desta tem baixo nível de conhecimento das medidas de biosseguran a, apesar de fazer uso delas. Torna-se necessário a utiliza o de estratégias como ensino formal, treinamento em servi o e cria o de servi os especializados em biosseguran a para a modifica o desta realidade.
Comportamentos no transito: um estudo epidemiológico com estudantes universitários  [cached]
Marín-León Leticia,Vizzotto Marília Martins
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: Com o objetivo de descrever os comportamentos auto-referidos no transito e comparar a freqüência de comportamentos de risco entre condutores com e sem história de acidentes de transito (AT), foi realizado um estudo transversal com 2.116 estudantes de 18 a 25 anos, de uma universidade pública do Brasil. Para observar quais as variáveis independentes que se associam ao antecedente de AT como condutor de carro, foram calculadas: freqüências, chi2, p, odds ratio e intervalo de confian a de 95%. O sexo masculino foi analisado mediante modelo de Regress o Logística. Observou-se maior risco de AT no sexo masculino. Os condutores com maior freqüência de comportamentos inseguros para o transito apresentaram maior risco de AT. No sexo masculino as variáveis comportamentais associadas a AT foram "ter sido multado", "dirigir pelo acostamento" e "dirigir logo após consumir álcool". Também foi observado que os jovens tendem a n o reconhecer sua responsabilidade nos AT. S o necessárias interven es dirigidas aos estudantes, devendo priorizar os homens, especialmente os de renda elevada.
Modelo de cren as em saúde e vulnerabilidade ao HIV: percep es de adolescentes em Fortaleza-CE  [PDF]
Ana Carolina Lobo dos Santos,Fabiane do Amaral Gubert,Neiva Francenely Cunha Vieira,Patrícia Neyva da Costa Pinheiro
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: O advento da AIDS há mais de 25 anos no cenário epidemiológico mundial, traz consigo a discuss o acerca de comportamentos sexuais, cren as e valores. Dentre os modelos e teorias, que auxiliam na compreens o da exposi o ao risco para o HIV, destaca-se o Modelo de Cren as em Saúde. O modelo enfatiza que o comportamento em rela o a uma amea a à sua saúde, é dependente de quatro variáveis: percep o de susceptibilidade; de severidade; benefícios e barreiras percebidas. Objetivou-se identificar a percep o de vulnerabilidade de adolescentes do sexo masculino, acerca das DST/HIV. Estudo qualitativo teve como cenário uma escola pública em Fortaleza-CE. Os informantes foram 16 adolescentes com idade entre 14 e 18 anos. A coleta de informa es ocorreu em maio e junho de 2008, através de entrevista semi-estruturada, baseada nas variáveis propostas no modelo. Os adolescentes identificam mais benefícios do que barreiras no que concerne à preven o das DST. Em rela o aos benefícios percebidos, s o associados ao uso de preservativo e ainda a melhorias no diálogo entre parceiros sexuais. é mister que o Enfermeiro fomente medidas preventivas e de Educa o em Saúde junto aos adolescentes, que favore am a reflex o acerca da vulnerabilidade às DST/HIV e seu impacto na qualidade de vida.
Risco, vulnerabilidade social e cidadania  [cached]
José Manuel Mendes,Alexandre Oliveira Tavares
Revista Crítica de Ciências Sociais , 2012,
Abstract: A problemática do risco e da vulnerabilidade social vem assumindo uma visibilidade crescente na defini o de políticas públicas de planeamento e gest o territorial, assim como nos debates de cariz mais teórico sobre a prepara o e a capacidade de recupera o das popula es perante acontecimentos extremos, desastres ou catástrofes. Tal tendência deriva directamente da defini o de referenciais de ambito internacional, como o Quadro de Ac o de Hyogo para 2005 2015, ele próprio aprovado após a ...
Comportamentos de saúde entre jovens estudantes das redes pública e privada da área metropolitana do Estado de S o Paulo
Carlini-Cotrim Beatriz,Gazal-Carvalho Cynthia,Gouveia Nélson
Revista de Saúde Pública , 2000,
Abstract: OBJETIVO: Estudar a freqüência de vários comportamentos de saúde entre estudantes secundários de escolas estaduais e particulares da cidade de S o Paulo, SP. MéTODOS: Estudo de corte transversal, com o sorteio de dez escolas estaduais e a sele o de sete particulares. Em cada escola, quatro salas de aula foram sorteadas, entre a sétima série do ensino fundamental e a terceira série do ensino médio. Para a coleta de dados, utilizou-se a vers o do questionário de autopreenchimento utilizado pelo "Centers for Disease Control" para monitorar comportamentos de risco entre jovens. RESULTADOS: Uma propor o significativa de estudantes engajam-se em comportamentos de risco à saúde, principalmente na faixa de 15 a 18 anos de idade. Nas escolas públicas, os comportamentos mais freqüentes foram: andar de motocicleta sem capacete (70,4% dos estudantes que andaram de motocicleta); n o utiliza o de preservativos na última rela o sexual (34% dos sexualmente ativos); andar armado (4,8% dos respondentes no último ano) e tentar suicídio (8,6% nos últimos 12 meses). Nas escolas privadas, o uso de substancias psicoativas foi o comportamento de risco mais proeminente: 25% relatou pelo menos um episódio de uso de álcool; 20,2% usou algum inalante no último ano; e 22,2% consumiu maconha no mesmo período. As estudantes do sexo feminino relataram menos comportamentos de risco, à exce o de tentativas de suicídio e de controle de peso por métodos n o saudáveis. CONCLUS ES: As informa es obtidas podem contribuir para a estrutura o de a es programáticas que considerem a distribui o de comportamentos de saúde na clientela-alvo.
Risco para desenvolvimento de transtornos alimentares em estudantes de Nutri o  [PDF]
Penz, Lisangela Rita,Dal Bosco, Simone Morelo,Vieira, Jaine Maria
Scientia Medica , 2008,
Abstract: Objetivos: avaliar a presen a de risco para o desenvolvimento de transtornos alimentares em estudantes de Nutri o. Métodos: foram avaliadas 203 alunas matriculadas em curso superior de Nutri o através do Teste de Atitudes Alimentares (EAT-26). A presen a de risco foi caracterizada como EAT+ (escore superior a 20). Foi calculado o índice de massa corporal através de peso e altura auto-referidos. A correla o entre EAT+ e índice de massa corporal foi avaliada pelo coeficiente de Spearman. Resultados: de acordo com o questionário, 35% das mulheres estudadas apresentavam risco de desenvolvimento de transtornos alimentares e 75,8% apresentavam-se eutróficas. Encontramos correla o positiva entre EAT+ e índice de massa corporal no grupo de estudantes eutróficas. Conclus es: as estudantes de Nutri o eutróficas apresentaram risco para comportamentos alimentares inadequados. Aims: To evaluate the presence of risk for the development of eating disorders in students of Nutrition. Methods: Two hundred three students from a faculty of Nutrition were evaluated through the Food Attitudes Test (EAT-26). Presence of risk was characterized as EAT+ (score above 20). The body mass index was calculated through autocited weight and height. Correlation between EAT+ and body mass index was evaluated by the Spearman coefficient. Results: According to the questionnaire, 35% of the studied women were at risk for developing eating disorders, and 75. 8% were eutrophic. We found positive correlation between EAT+ and body mass index in the group of eutrophic students. Conclusions: Eutrophic students of Nutrition presented risk for inappropriate food behaviours.
SEXUALIDADE NA ADOLESCêNCIA: MITOS E TABUS SEXUALIDAD EN LA ADOLESCENCIA: MITOS Y TABúES SEXUALITY IN ADOLESCENCE: MYTHS AND TABOOS  [cached]
Christine Baccarat de Godoy Martins,Fabiana Maria De Almeida,Lidiane Cristina Alencastro,Karla Fonseca De Matos
Ciencia y Enfermería : Revista Iberoamericana de Investigacíon , 2012,
Abstract: A adolescência é uma fase da vida humana em que a sexualidade se insere como uma redescoberta, trazendo certa vulnerabilidade, principalmente decorrente de mitos e tabus. Este trabalho teve como objetivo identificar alguns tabus e mitos relativos à sexualidade, vivenciados pelos adolescentes de Cuiabá-MT. Pesquisa quantitativa, cuja popula o de estudo foi composta por estudantes do primeiro ano do ensino médio do ensino público de Cuiabá. Os dados foram coletados por instrumento fechado e processados eletronicamente, com análises simples e bivariadas (p<0,05). Os adolescentes: acreditam que bebida alcoólica e drogas aumentam o desejo sexual; n o relacionam a possibilidade de gravidez com a prática de sexo interfemural sem prote o; acreditam que n o há riscos de gravidez durante o período menstrual; os sem experiência sexual n o souberam assinalar o que infuencia no prazer da rela o sexual; entre os sexualmente ativos houve a presen a de respostas como “quanto maior o pênis do garoto maior o prazer das meninas” e “o menino sempre terá mais prazer do que a menina”; para acontecer a rela o sexual é preciso amar o parceiro (para as meninas) e apenas sentir atra o (para os meninos); para os meninos há preferência em se casar com alguém virgem. As diferen as de comportamento entre sexos indicam tabus arraigados no ber o cultural da sociedade, em que a educa o sexual, de caráter repressor, contribuiu para que os papéis e valores sexuais de homens e mulheres se mantenham rígidos e conservadores ainda hoje, embora as novas gera es comecem a imprimir novos comportamentos. Torna-se urgente garantir ao adolescente orienta o sobre o desenvolvimento de sua sexualidade, a fm de prevenir comportamentos de risco decorrentes dos tabus e mitos. La adolescencia es una fase de la vida humana en que la sexualidad se manifiesta como un redescubrimiento, provocando cierta vulnerabilidad, resultante principalmente de mitos y tabúes. Este trabajo tuvo como objetivo identificar algunos tabúes y mitos en relación con la sexualidad, vivenciados por los adolescentes de Cuiabá-MT. Investigación cuantitativa, cuya población de estudio estuvo integrada por estudiantes de primer a o de ense anza secundaria pública de Cuiabá. Los datos fueron recogidos por instrumentos de respuesta cerrada y procesados electrónicamente, por análisis simples y bivariadas (p<0,05). Los adolescentes creen que bebida alcohólica y drogas aumentan el deseo sexual; no relacionan la posibilidad de embarazo con la práctica de sexo interfemural sin protección; creen que no hay riesgos de embarazo durante el
Risco, vulnerabilidade e incapacidade: reflex es com um grupo de enfermeiras.  [cached]
Juliana Balbinot Reis Girondi,Marli Terezinha Stein Backes,Maritê Inêz Argenta,Betina H?rner Schlindwein Meirelles
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2010,
Abstract: As situa es de risco, vulnerabilidade e incapacidade permeiam o cotidiano das pessoas e dos profissionais. Na Enfermagem, parece que tais situa es s o consideradas inerentes à profiss o. Este estudo exploratório e descritivo, de abordagem qualitativa, realizado no segundo semestre de 2008, objetivou analisar as percep es de dez enfermeiras, pós-graduandas de uma universidade federal da regi o sul do Brasil, sobre as situa es de risco, vulnerabilidade e incapacidade às quais est o expostas em seu processo de viver, e também conhecer as suas atitudes frente a essas condi es. Os dados foram coletados por meio de questionário semi-estruturado e submetidos à análise de conteúdo temático. Da análise, emergiram três categorias: Conceituando risco, vulnerabilidade e incapacidade; Relacionando risco, vulnerabilidade e incapacidade com o processo de viver e Cuidados adotados frente às situa es de risco, vulnerabilidade e incapacidade. Os resultados indicam que esse grupo de enfermeiras geralmente se sujeita a trabalhar sob condi es inadequadas, tolerando situa es como a falta de recursos humanos e materiais, sobrecarga de trabalho, rela es interpessoais/profissionais conflitantes, entre outras. Assim, est o expostas às situa es de risco e vulnerabilidade, sendo suscetíveis ao adoecimento e, consequentemente, às situa es de incapacidade.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.