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Avalia o do funcionamento psicossocial na esclerose múltipla: características psicométricas de quatro medidas de auto-relato  [cached]
Haase Vitor Geraldi,Lacerda Shirley Silva,Lima Eduardo de Paula,Corrêa Tatiana de Deus
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2004,
Abstract: A depress o maior e a subsindr mica s o altamente prevalentes na esclerose múltipla (EM). A avalia o do funcionamento psicossocial requer instrumentos psicométricos validados. As medidas de auto-relato oferecem várias vantagens, mas n o existe um questionário preciso e válido para diagnosticar os sintomas depressivos na EM. O Inventário de Depress o de Beck (IDB) e o Questionário de Saúde Geral (QSG) foram validados e s o amplamente usados no contexto neuropsicológico brasileiro. No IDB sintomas de EM podem ser interpretados como sintomas de depress o. Nós examinamos as propriedades psicométricas do IDB, QSG e dois questionários de auto-relato para fadiga (CPF-MS) e auto-eficácia (MSSE) na EM. Todas as escalas apresentaram exceletentes coeficientes de consistência interna.O IDB e o QSG discriminaram a amostra de EM de um grupo controle. Intercorrela es significativas foram observadas entre os escores nas diversas escalas de auto-relato, mas n o entre estas e indicadores tradicionais de déficit neurológico (IA e EDSS). Os sintomas depressivos e a fadiga podem representar uma dimens o de comprometimento neurológica distinta dos déficits físicos e sensoriais. Questionários de auto-relato podem ser úteis no diagnóstico de depress o e sofrimento psíquico, mesmo quando estes n o atingem níveis sindr micos compatíveis com um diagnóstico categorial.
Esclerose lateral amiotrófica e herpes vírus. Relato de um caso curioso: uma associa o casual ou causal?
FERRI-DE-BARROS JO?O ELIEZER,MOREIRA MARINA
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 1998,
Abstract: OBJETIVO: Apresentar o relato de um caso curioso de esclerose lateral amiotrófica (ELA). CASO: Homem de 47 anos que apresentava déficit de for a nos membros superiores evoluindo há 4 anos. A eletroneuromiografia era compatível a ELA, forma de Vulpian-Bernardt. O estudo do líquido cefalorraqueano (LCR) mostrava processo inflamatório e positividade das rea es para Herpes vírus I e II. O estudo do LCR, do soro sanguíneo e da barreira hemato-encefálica sugeria imunoprodu o local para Herpes vírus tipo I. A ressonancia nuclear magnética sugeria mielopatia cística ou seringomielia em medula cervical estendendo-se nos espa os C2 a C4. O paciente foi tratado com aciclovir endovenoso por 21 dias. Até dois meses após, o paciente n o foi submetido a novos exames subsidiários para controle. DISCUSS O: Até o momento atual, a doen a ELA n o tem tratamento medicamentoso específico. A no o da existência de "síndrome esclerose lateral amiotrófica" associada a etiologias diversas pode contribuir para o tratamento de alguns doentes.
Efeito da equoterapia na estabilidade postural de portadores de esclerose múltipla: estudo preliminar Efecto de la hipoterapia en la estabilidad postural de portadores de esclerosis múltiple: estudio preliminar Effect of hippotherapy on the postural stability of patients with multiple sclerosis: a preliminary study  [cached]
Karla Mendon?a Menezes,Fernando Copetti,Matheus Joner Wiest,Cláudia Morais Trevisan
Fisioterapia e Pesquisa , 2013,
Abstract: OBJETIVO: Este estudo se prop s a verificar se a estimula o por meio da equoterapia é capaz de desencadear altera es no controle postural de portadores de esclerose múltipla (EM). MéTODO: Fizeram parte deste estudo 11 portadores de EM divididos em Grupo Interven o (GI) e Grupo Controle (GC). O GI foi inserido num programa de hipoterapia durante 4 meses, sendo conduzidas 2 sess es semanais com dura o de 50 minutos cada. A estabilidade postural foi avaliada utilizando uma plataforma de for a (para calcular o deslocamento do centro de press o (COP), durante 30 segundos, em postura ereta quasi-estática, com olhos abertos e fechados, antes e após o treinamento com equoterapia. O tratamento estatístico foi feito através do ANOVA e Post hoc de Tukey com p<0,05. RESULTADOS: A amplitude de oscila o anteroposterior reduziu significativamente no GI após a estimula o, enquanto o GC manteve um comportamento inalterado entre as avalia es. Em ambos os grupos, a estabilidade postural foi reduzida com a supress o da informa o visual. CONCLUS ES: A adapta o funcional proporcionada pela equoterapia foi capaz de melhorar a estabilidade postural dos portadores de EM. Os resultados corroboram a literatura que suporta o uso da equoterapia como uma interven o em potencial nas desordens de controle postural em portadores de EM. OBJETIVO: El objetivo de éste estudio fue identificar los efectos de la hipoterapia sobre el control postural en pacientes con esclerosis múltiple (EM). MéTODO: Hicieron parte de este estudio 11 portadores de EM divididos en Grupo Intervención (GI) y Grupo Control (GC). El GI fue insertado en un programa de hipoterapia durante cuatro meses, siendo realizadas dos sesiones semanales con duración de 50 minutos cada una. La estabilidad postural fue evaluada utilizando una plataforma de fuerza (para calcular el desplazamiento del centro de presión (COP), durante 30 segundos en postura erecta casi-estática, con ojos abiertos y cerrados, antes y después del entrenamiento con hipoterapia. El tratamiento estadístico fue realizado a través de ANOVA y Post hoc de Tukey con p<0,05. RESULTADOS: la amplitud de oscilación antero-posterior se redujo significativamente en el GI después de la estimulación, mientras que el GC mantuvo un comportamiento sin cambios entre las evaluaciones. En ambos grupos la estabilidad postural fue reducida con la supresión de la información visual. CONCLUSIONES: la adaptación funcional proporcionada por la hipoterapia fue capaz de mejorar la estabilidad postural de los portadores de EM. Los resultados corroboran la literatura que s
Esclerose múltipla, ependimoma medular e meningioma intracraniano: relato de caso  [cached]
COSTA M?NICA F.,NOVIS SéRGIO A.P.,NIEMEYER FILHO PAULO,PIMENTEL MARIA LúCIA V.
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2000,
Abstract: Relatamos a associa o impar entre esclerose múltipla (EM), tumor medular e tumor intracraniano em uma paciente de 63 anos de idade e com EM há dez anos com evolu o em surtos de remiss o e exacerba o. Havia melhora dos sintomas com o uso de corticosteróides. Em 1997 apresentou paraparesia crural e do membro superior direito, de instala o progressiva e que n o respondeu à corticoterapia. A ressonancia magnética da coluna cervical evidenciou tumor intramedular, que se revelou um ependimoma, e a do cranio, a presen a de meningioma parietal à esquerda. Ressaltamos a associa o incomum entre tumores do sistema nervoso central e EM e enfatizamos a necessidade de investiga o clínica e por imagem diante de uma manifesta o ou evolu o clínica incomum no curso da doen a.
Esclerose sistêmica difusa com hipertens o pulmonar isolada: relato de caso  [cached]
ZANATI SILMéIA GARCIA,OKOSHI KATASHI,MATSUBARA LUIZ SHIGUERO,INOUE ROBERTO MINORU TANI
Jornal de Pneumologia , 2000,
Abstract: A esclerose sistêmica (ES) é uma doen a incomum, caracterizada por altera es vasculares e fibrose em pele e vários órg os. O envolvimento pulmonar é freqüente na ES; entretanto, hipertens o pulmonar (HP) na ausência de fibrose intersticial é raramente observada. Os autores descrevem um caso de ES difusa com HP isolada em paciente do sexo feminino, de 49 anos. O diagnóstico de HP p de ser sugerido pelo exame físico e confirmado por ecodopplercardiograma, que permitiu estimar a press o sistólica em artéria pulmonar em 80mmHg. Tratamento foi iniciado com nifedipina; entretanto, devido a efeitos colaterais da droga, n o foi possível o aumento da dose além de 30mg ao dia; nesta dosagem, a nifedipina n o acarretou redu o da press o arterial pulmonar.
Características clínicas e epidemiológicas de 20 pacientes portadores de esclerose múltipla acompanhados em Cuiabá - Mato Grosso
Grzesiuk Anderson Kuntz
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2006,
Abstract: A esclerose múltipla é uma doen a imunomediada do sistema nervoso central com ampla varia o nos seus aspectos clínicos. No Brasil, aspectos étnicos e demográficos demonstram estas varia es, como observado em várias casuísticas brasileiras. O presente estudo retrospectivo consta da análise descritiva dos aspectos clínicos e epidemiológicos de 20 casos de esclerose múltipla acompanhados em Cuiabá, cidade situada na regi o centro-oeste do Brasil. Os pacientes foram diagnosticados no período entre 1998 e 2005 no ambulatório de Neurologia do CRIDAC. Houve predomínio no sexo feminino (75%), sendo observada significativa incidência sobre a etnia negra (20%). A média do EDSS inicial/final foi 1,85/3,9. A forma evolutiva mais comum foi a remitente-recorrente (75%), com 55% do total de pacientes sendo naturais de Mato Grosso. Os sintomas piramidais (90%), cerebelares (60%) e visuais (25%) foram os mais freqüentemente observados. Todos os pacientes estavam em uso de imunomoduladores ou imunossupressores.
Falsa lateraliza o no EEG de escalpo na epilepsia mesial temporal por esclerose hipocampal: relato de casos  [cached]
Paglioli Neto, Eliseu,Wainberg, Paulo,Freitas, Otávio
Scientia Medica , 2006,
Abstract: Introdu o: A epilepsia do lobo temporal Mesial (ELMT) associada à esclerose hipocampal (EH) necessita muitas vezes de tratamento cirúrgico. Para tanto, é necessário identificar um foco unilateral das crises. Na maioria das vezes, a EH visualizada à RNM se correlaciona com a origem das descargas ao EEG de escalpo. Porém, em uma minoria, o registro de descargas contralaterais ao lado da EH deixa dúvida quanto ao foco epileptogênico, cabendo aí uma investiga o eletrofisiológica invasiva, mais fidedigna. Objetivo: Relatar três casos em que a investiga o inicial n o confirmou a lateralidade das crises, ilustrando a falsa lateraliza o no EEG de escalpo na ELMT/EH. Discuss o: Como as descargas da EH provêm de regi es profundas do cérebro, estas poderiam se propagar para o lado contralateral antes de atingir a superfície. Por outro lado, é possível que o estímulo a longo prazo do lobo contralateral possa se transformar em uma área independente de crises (epileptogênese secundária), o que contra-indicaria a cirurgia. A investiga o invasiva dos pacientes com discordancia dos estudos de imagem e neurofisiológico inicial traz maior seguran a na indica o operatória da ELMT/EH, uma vez que a cirurgia nos casos de foco bilateral poderia ter resultados catastróficos. Introduction: The temporal lobe epilepsy (TLE) due to hippocampal sclerosis (HS) frequently needs surgery approach. For this treatment, it is necessary to identify a unilateral focus of seizures. The HS visualized by MRI usually correlates with the discharge onset on scalp EEG. However, in a few patients, contralateral discharges are registered, not correlating with the image exam. In these cases, the epileptic focus remains not clear, and an invasive eletrophysiologic study is indicated. Objective: To describe 3 cases in which the initial investigation did not confirm the laterality of the seizures, illustrating the false lateralization on scalp EEG on TLE/HS. Commentaries: Since the discharges of the HS are originated from the deep brain, it would spread to the contralateral side before get surface. However, the long-term stimulation of the contralateral lobe would cause lesion on this side, and seizures are triggered independently (secondary epileptogenesis). In this case, the surgery approach is not indicated. The invasive investigation, by subdural strips and video-EEG monitoring, in cases of discordance of scalp EEG and MRI, are better for the surgery indication for TLE/HS, once the operatory results in case of bilateral focus could be catastrophic.
Fênomeno de Raynaud grave associado a terapia com interferon-beta para esclerose múltipla: relato de caso
CRUZ BORIS AFONSO,QUEIROZ EUSTáQUIO DE,NUNESi SIMONE VILELA,CRUZ FILHO ACHILES
Arquivos de Neuro-Psiquiatria , 2000,
Abstract: Interferon-B (IFN-beta) é usado no tratamento de esclerose múltipla (EM). Descrevemos o caso de uma mulher com EM que apresentou fen meno de Raynaud grave, livedo reticular e necrose digital duas semanas após tratamento com IFN-beta. Os sintomas melhoraram após suspens o do IFN-beta e início de anticoagula o associada a ciclofosfamida e corticóide. Fen meno de Raynaud é um efeito colateral provável da terapia com IFN-beta para EM.
Rea o transfusional hiper-hemolítica em pacientes portadores de anemia falciforme: relato de dois casos  [cached]
Naufel Cláudia C.S.,Braga Josefina A.P.,Can?ado Rodolfo D.,Langhi Jr. Dante M.
Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia , 2002,
Abstract: O caráter cr nico da anemia, nos pacientes portadores de anemia falciforme, associado à maior capacidade de libera o de oxigênio pela Hb S, faz com que sejam pouco sintomáticos em rela o à anemia e n o necessitem de forma rotineira de transfus o de hemácias. Contudo, na vigência de complica es agudas, a queda adicional da hemoglobina pode precipitar descompensa o da fun o cardio-respiratória e colocar em risco a vida do paciente, tornando a transfus o de sangue um recurso terapêutico de grande importancia. Em virtude da elevada freqüência de transfus es a que esses pacientes s o submetidos, é de fundamental importancia o conhecimento dos principais riscos e o diagnóstico adequado das complica es decorrentes da terapia transfusional. Uma forma atípica de rea o transfusional, denominada rea o transfusional hiperhemolítica, foi descrita recentemente em pacientes com anemia falciforme após transfus o de hemácias aparentemente compatíveis. (4,5,6,7) Nesta condi o, transfus es ulteriores podem exacerbar o quadro hemolítico e colocar em risco a vida do paciente. Os mecanismos patofisiológicos exatos dessa entidade ainda n o s o bem conhecidos e o tratamento consiste na suspens o da transfus o, corticoterapia e/ou administra o de imunoglobulina. O objetivo deste trabalho é apresentar o relato de dois casos de rea o transfusional hiperhemolítica em pacientes portadores de anemia falciforme.
Leitura para portadores de deficiência com necessidades especiais: relato de uma experiência
Maria Emília da Silva,Gleisy Regina Bóries Fachin
Revista ACB , 2002,
Abstract: [Portuguese] Este artigo relata a experiência de leitura para alunos portadores de deficiência com necessidades especiais. Descreve os passos da atividade de leitura para alunos da Associa o de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Florianópolis, bem como apresenta alguns dos resultados obtidos. [English] This article shows the experience of reading for special carrying pupils of deficiency with necessities. It describes the steps of reading activities for pupils of the Associa o de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Florianópolis. APAE of Florianópolis. As well as it presents some of the gotten results.
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