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Representa es sociais da Psicologia: modos de entendimento dos discentes de Enfermagem e Direito da Faculdade Ages
Baruc Correia Fontes
Revista Letrando , 2012,
Abstract: Esse artigo tem como objetivo observar as representa es sociais ligadas à Psicologia, tendo como grupo pesquisado os alunos de Enfermagem e Direito da Faculdade Ages, os quais espontaneamente responderam sobre o psicólogo enquanto profissional, suas especificidades e áreas de atua o. Para tanto, foram utilizadas três palavras-estímulos, que suscitaram diversas express es verbalizadas e escritas pelos alunos. Tomou-se como base teórica as representa es sociais de Moscovici, para compreens o do conceito e aplica o à realidade pesquisada. Observou-se que os alunos de Enfermagem e Direito têm uma vis o parecida e um tanto restrita quanto à Psicologia, modificando-se apenas algumas termina es.
Atitudes em rela o à Bioestatística de discentes e docentes da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara-UNESP  [cached]
FERNANDA SALLOUME SAMPAIO BONAFé,LEONOR DE CASTRO MONTEIRO LOFFREDO,JULIANA ALVARES DUARTE BONINI CAMPOS
Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada , 2010,
Abstract: O objetivo deste estudo foi verificar a atitude de discentes e docentes da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara – UNESP em rela o à Bioestatística. Como instrumento de medida utilizou-se a Escala de Atitudes em Rela o à Estatística (EAE). A reprodutibilidade da Escala foi estimada pela estatística Kappa com pondera o linear e sua consistência interna pelo Coeficiente alfa-Cronbach. Os indivíduos foram agrupados segundo sua atitude em rela o à Estatística em “positiva” e “negativa”, posteriormente estudou-se sua associa o com as variáveis de interesse pelo teste de qui-quadrado ao nível de significancia de 5%. A amostra foi composta por 272 alunos de gradua o, 83 de pós-gradua o e 24 docentes, sendo predominantemente feminina (78,2%). Entre os estudantes, 67,5% participaram do programa de inicia o científica. A reprodutibilidade e a consistência interna da Escala foi adequada (k=0,7093; alfa=0,9334). A maior parte da amostra (74,4%) apresentou atitude “positiva” frente à Estatística. Houve associa o entre a atitude e a atividade funcional (p=0,0204), série cursada (p=0,0316) e desempenho (p=0,0002). Assim, conclui-se que a maioria dos participantes apresentaram atitude “positiva” em rela o à Bioestatística sendo que, os estudantes de gradua o e aqueles que relataram bom desempenho em Bioestatística apresentaram propor o significativamente maior de atitude “positiva” em rela o aos demais. Palavras-Chave: Bioestatística. Atitude. Prática profissional. Ensino. ABSTRACT In this study, the attitudes of students and teachers at the Faculty of Pharmaceutical Sciences of Araraquara (UNESP University) towards Biostatistics were assessed. The Survey of Attitudes Toward Statistics (SATS) scale was used as the measuring instrument. The reproducibility of the scale was estimated by Cohen’s Kappa (κ) coefficient with linear weighting and its internal consistency by Cronbach’s alpha coefficient (α). The individuals were first placed in two groups, according to their positive or negative attitude toward Statistics; then, the association of their attitude with the variables of interest was tested by the chi-squared (χ2) test at a significance level of 5%. The sample consisted of 272 undergraduate students, 83 graduate students and 24 teachers, predominantly female (78.2%). Among the students, 67.5% participated in the scientific research initial training program. Reproducibility and internal consistency of the scale were adequate (κ=0.7093; α=0.9334). Most of the subjects (74.4%) had a positive attitude toward Statistics. Significant association
I Mostra de Paleobiodiversidade da UFJF – MG
Lara Vaz Tassi,Rafael Gioia Martins-Neto
Anuário do Instituto de Geociências , 2007,
Abstract: A I Mostra de Paleodiversidade ocorreu dodia 16 ao dia 20 de outubro de 2006 durante umimportante evento da Universidade Federal de Juizde Fora, a XXIX edi o da Semana da Biologia.Esse evento mobiliza toda a comunidade discente dacidade de Juiz de Fora e de cidades próximas comoS o Jo o Del Rei (MG), Rio de Janeiro (RJ) e outras,assim como professores e funcionários do campus.A I Mostra de Paleobiodiversidade foi organizadacom o apoio de estagiários e exposta ao público nasdependências do Laboratório de Invertebrados doInstituto de Ciências Biológicas da UFJF. A Mostracontou com aproximadamente 300 exemplaresde fósseis, sendo a maioria deles paleoartrópodospertencentes à cole o da Sociedade Brasileira dePaleoartropodologia (SBPr). A mostra foi visitadapor mais de 200 pessoas, atraindo a curiosidade n osó dos estudantes, mas também de crian as, jovens eadultos da comunidade. A Mostra tem como intuitorealizar apresenta es itinerantes levando umpouco do conhecimento dos registros do passadoa todos os interessados.
Sensibilidade e especificidade da leitura da cicatriz vacinal do BCG  [cached]
Pereira Susan M,Bierrenbach Ana L,Dourado Inês,Barreto Maurício L
Revista de Saúde Pública , 2003,
Abstract: OBJETIVO: Validar a utiliza o da cicatriz vacinal de BCG como um indicador de vacina o. MéTODOS: Foi realizado um estudo transversal em 52.348 escolares, entre 6 e 14 anos de idade, que possuíam exame de cicatriz vacinal do BCG e que participaram de um ensaio clínico randomizado e controlado na cidade de Manaus, Brasil. Os dados da leitura da cicatriz vacinal foram comparados com a informa o sobre a vacina o passada fornecida pelos cart es vacinais ou informa o dos responsáveis. Em uma subamostra foi realizada leitura dupla com cálculo do coeficiente Kappa. Para análise dos dados utilizou-se o Stata 7. RESULTADOS: Do total de 52.348 escolares estudados, 29.254 possuíam informa o sobre cicatriz vacinal coletada por meio de carta aos pais, e 4.947 possuíam história de vacina o coletada pelo cart o de vacinas. Observou-se elevada concordancia entre a dupla leitura de cicatriz vacinal (Kappa =0,81). A sensibilidade da leitura de cicatriz vacinal foi 96,6% (95% IC 96,0-97,1) e a especificidade foi 71,1% (95% IC 55,7-83,7) quando o padr o ouro utilizado foi a concordancia entre a carta aos pais e a informa o do cart o de vacinas. A sensibilidade foi de 96,1%, 97,3% e 95,3% para crian as vacinadas até um mês de idade, até 4 meses e até um ano de idade, respectivamente. CONCLUS ES: Os valores encontrados para sensibilidade e especificidade foram independentes da idade da realiza o da leitura de cicatriz vacinal. O exame da cicatriz vacinal mostrou ser um bom indicador para avaliar a situa o vacinal referente ao BCG.
Expectativas de discentes acerca da disciplina enfermagem em aten o à saúde da mulher
Dulce Maria Mafra Oliveira,Eliane Fonseca Linhares,Rosália Teixeira de Araújo,Zulmerinda Meira Oliveira
Revista Saúde.Com , 2006,
Abstract: Com a reforma do curriculo ocorrida no Curso de Enfermagem, a disciplina Enfermagem Materno Infantil foi desmembrada em: Enfermagem em Aten o à Saúde da Crian a e do Adolescente e Enfermagem em Aten o à Saúde da Mulher. Neste estudo objetivou conhecer as expectativas dos discentes de enfermagem acerca da disciplina Enfermagem em Aten o à Saúde da Mulher. Trata-se de um estudo qualitativo exploratório. Tivemos como informantes discentes de enfermagem que iriam cursar a referida disciplina. Utilizamos como instrumento um questionário. Após análise, emergiram cinco categorias e os resultados apontaram que os discentes demonstraram interesse em adquirir conhecimentos, revelando compromisso com a sua forma o acadêmica.
Avalia o da cobertura vacinal do esquema básico para o primeiro ano de vida  [cached]
Miranda Alcides S. de,Scheibel Ilóite M.,Tavares Mario R. G.,Takeda Silvia M. P.
Revista de Saúde Pública , 1995,
Abstract: Em 1991 avaliou-se a cobertura vacinal em crian as de 12 a 23 meses de idade no território de responsabilidade de um Posto de Aten o Primária à Saúde, na periferia da Zona Norte de Porto Alegre, RS, Brasil, cinco anos após sua implanta o, com a finalidade de melhorar a qualidade das a es de saúde desenvolvidas no servi o. Foram investigadas todas as crian as através de um inquérito domiciliar, observando-se a carteira de vacinas e as informa es da m e. Em 1986, um inquérito inicial havia identificado uma cobertura vacinal inferior a 60% para cada uma das vacinas. A atual cobertura vacinal (doses comprovadas) para três doses da vacina DPT (Difteria, Pertussis e Tétano), três doses da Sabin (antipoliomielite), uma dose da anti-sarampo (VAS) e uma dose de BCG s o, respectivamente 87, 89, 88 e 79%. Apesar das altas coberturas observadas por tipos de vacinas, quando se verificou para cada crian a se o esquema básico do primeiro ano de vida estava completo (3 doses de DPT + 3 doses de Sabin + 1 dose de VAS + 1 dose de BCG), encontrou-se apenas 75% das crian as na citada situa o. A cobertura vacinal é heterogênea dentro do território, sendo maior naquelas áreas caracterizadas por piores condi es socioecon micas, onde a equipe de saúde havia intensificado esfor os. A compara o com o método administrativo de avalia o de cobertura, realizado mensalmente, mostrou a n o-adequa o desse, que subestimava a cobertura vacinal. Avaliou-se a situa o vacinal das m es, para vacina antitetanica, e apenas 49% das crian as estavam protegidas contra o tétano neonatal. Os dados obtidos subsidiaram a imediata reestrutura o das a es do programa, com vistas a atingir uma cobertura vacinal de 100%, e melhorar a qualidade das a es de saúde prestadas pela equipe.
Análise retrospectiva das intoxica??es admitidas no hospital universitário da UFJF no período 2000-2004
Moreira,Cícero da Silva; Barbosa,Nádia Rezende; Vieira,Rita de Cássia Padula Alves; Carvalho,Marcos Roberto de; Marangon,Paula Beatriz; Santos,Priscila Larcher Carneiro; Teixeira Júnior,Mário Lúcio;
Ciência & Saúde Coletiva , 2010, DOI: 10.1590/S1413-81232010000300031
Abstract: poisonings may have their consequences minimized by the acquisition of knowledge concerning its etiologies, evolutions and means of prevention. in brazil, the progressive increase of toxic emergencies justifies the acquisition and analysis of regional and decentralized data concerning toxic emergencies. the aim of this retrospective and descriptive study was to evaluate data on the toxicology occurrence registered at the university hospital/ufjf from 2000 to 2004. data were collected using a structured instrument which comprised: age range, gender, profession, average hospitalization time, etiology and possible reasons for the intoxication, drug categories, where the patients live and the most important exposure route to the poisonous agent. the possible relationship among the data was also examined. the profile found for poisoning in the 50 cases analyzed, was that accidents are more common from 0 to 5 years old (24%) and male gender (68%), the majority of the cases happened in the city of juiz de fora (78%) and oral exposure. the most important poisonous agents were found to be the psychotropics (60%). definition of a profile helps promoting educative activities and expands poisoning prevention campaigns by public health agencies. therefore, these facts strengthen the importance of an information service net to prevent and reduce intoxications and the irrational use of drugs.
Aplica o do modelo de avalia o integrado ao planejamento anual na Faculdade da Serra Gaúcha (FSG): um estudo de caso
Cláudia Medianeira Cruz Rodrigues
Revista Gest?o Universitária na América Latina : Revista GUAL , 2011, DOI: http://dx.doi.org/10.5007/1983-4535.2011v4n2p29
Abstract: Este artigo possui como objetivo verificar a funcionalidade do modelo de avalia o integrado ao planejamento anual proposto por Rodrigues (2003) em uma institui o privada de ensino superior, como forma de observar o desempenho dos elementos que comp em os pilares propostos pelo modelo, ou seja: (i) integra o entre os elementos de avalia o e planejamento; (ii) uso de indicadores orientados ao planejamento; (iii) seqüenciamento das atividades anuais de avalia o e planejamento; (iv) estabelecimento do ciclo integrado de avalia o e planejamento; e (v) integra o dos recursos humanos nos processos de avalia o e planejamento. A coleta de dados envolveu duas etapas: (1) estudo de caso realizado na Faculdade da Serra Gaúcha/ Caxias do Sul-RS, no período 2004-2006; (2) entrevistas semi-estruturadas com a Comiss o Própria de Avalia o, envolvendo representantes docentes, discentes e técnico-administrativos. Os resultados apontam a validade do modelo para este segmento de IES, necessitando de pequenos ajustes em termos operacionais. Verificou-se que o pilar (v)da proposta aplicada foi um dos que mais interferiu na condu o dos processos, ou seja, o pilar relacionado a gest o de pessoas, onde houve dificuldade principalmente na compreens o do que seja de fato uma ‘avalia o institucional’ e na importancia da conscientiza o dos setores em rela o a fornecer informa es no tempo solicitado pela comiss o. Desta forma, outros pilares da proposta ficaram prejudicados exatamente pela falta de cultura da institui o em perceber que o ciclo avalia o-planejamento é algo contínuo, em constante aprimoramento.
TEORIAS JUSTIFICATIVAS DA CONTABILIDADE SOCIAL: A PERCEP O DOS DISCENTES DE CURSOS DE CIêNCIAS CONTáBEIS NO DISTRITO FEDERAL  [cached]
ABRA?O PERPéTUO GUIMAR?ES,CLáUDIO MOREIRA SANTANA
Revista de Educa??o e Pesquisa em Contabilidade , 2007,
Abstract: Com as mudan as ocorridas no cenário mundial, cresceu a press o por informa es sobre a influência das atividades da empresas na sociedade. A Contabilidade Social apresenta-se como o ramo da contabilidade responsável por prestar informa es em resposta às press es exercidas pelos atores sociais, pelos investidores e pela própria administra o. Várias s o as teorias para o surgimento da área, entre essas, destacam-se a Teoria dos Stakeholders, a Teoria da Legitima o e a Teoria Radical/Revolucionária. Este trabalho apresenta a percep o de discentes de cursos de Ciências Contábeis no Distrito Federal em rela o a essas teorias, visto que os discentes de hoje ser o, no futuro, contadores e parte do processo de evidencia o da intera o das empresas com a sociedade. Constatou-se que, para a amostra estudada, a percep o predominante é de que n o seja necessária uma brusca ruptura na contabilidade para que esta possa atender aos interesses sociais de informa o, ou seja, para esses futuros contadores há a necessidade deste tipo de informa o da empresa, mas n o é necessário que se crie uma nova contabilidade para se fornecer esta informa o.
Percep es sobre o ensino da contabilidade introdutória para n o contadores: a perspectiva dos discentes das universidades federais do estado do Rio Grande do Sul  [cached]
SIMONE LETICIA RAIMUNDINI,MáRCIA BIANCHI,NáLBIA DE ARAújO SANTOS,LUIZ PAULO LOPES FáVERO
Revista de Educa??o e Pesquisa em Contabilidade , 2009,
Abstract: As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos cursos de Administra o e Economia mencionam que esses cursos dever o contemplar o conteúdo de Contabilidade em sua grade curricular. Nesse contexto, esta pesquisa tem como objeto de estudo a disciplina de Contabilidade Introdutória (CI) e pretende-se avaliá-la, tendo em vista as percep es dos discentes n o contadores. Além disso, objetiva-se fazer associa es entre os cursos pesquisados com seus aspectos metodológicos. Para tanto, utilizou-se a estratégia metodológica de levantamento ou survey por meio de questionário estruturado, com quest es fechadas, o qual foi aplicado aos discentes matriculados, no primeiro semestre de 2008, na disciplina de CI dos cursos de gradua o em Administra o, Economia, bem como de outros cursos que ofere am essa disciplina, das Universidades Federais do Rio Grande do Sul. Na amostra, que representa 63,81% da popula o, empregou-se o teste Qui-quadrado, Análise de Correspondência Simples e Múltipla (ANACOR e HOMALS) para verificar a rela o entre categorias e variáveis. Os resultados sinalizam que a insatisfa o com a aprendizagem e a ausência de motiva o entre os discentes pode estar associada à abordagem dada pelos docentes, visto que coincidem justamente com o docente relacionado à discordancia relativa à organiza o dada ao conteúdo. Por conseguinte, os objetivos de aprendizagem n o foram alcan ados e n o houve compreens o em rela o aos conceitos básicos da Contabilidade. Logo, esses discentes responderam que o conteúdo da disciplina é de difícil entendimento. Todavia, os discentes de Administra o e Economia percebem a relevancia desse conteúdo para a sua forma o, enquanto os discentes de outros cursos discordam totalmente, discordam dessa quest o ou s o indiferentes a ela.
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