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DESAFIOS, LIMITES E POSSIBILIDADES DA REDE DE PESQUISADORES EM TELEJORNALISMO  [cached]
Flávio Ant?nio Camargo Porcello
Brazilian Journalism Research , 2011,
Abstract: O presente artigo prop e uma reflex o teórica sobre os desafios, limites e possibilidades das pesquisas em rede, com ênfase no caso da Rede de Pesquisadores em Telejornalismo da Associa o Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). Além de um breve histórico sobre os anos de existência da rede, abordaremos aqui as publica es já realizadas, a evolu o das pesquisas empíricas, os rumos adotados e também os planos futuros para amplia o, em quantidade e qualidade, dos compromissos assumidos. A intera o entre teoria e prática sempre foi um marco fundamental na trajetória do grupo, constituído por professores que tiveram atua o profissional em emissoras de televis o. A TV entra na vida das pessoas e n o pode ser vista como simples suporte de comunica o eletr nica. O Telejornalismo é um campo interdisciplinar que deve ser estudado em seus aspectos discursivos e enunciativos. Neste artigo ser o trazidas algumas contribui es teóricas de autores como Castells, Bauman, Chauraudeau, Thompson, Gomes e Mattos, entre outros, para ajudar a iluminar esse percurso e estimular a amplia o do debate teórico proposto.
A vigilancia da qualidade da água para consumo humano: desafios e perspectivas para o Sistema único de Saúde
Freitas Marcelo Bessa,Freitas Carlos Machado de
Ciência & Saúde Coletiva , 2005,
Abstract: O controle da qualidade da água de consumo humano se tornou uma a o de saúde pública a partir da década de 1970, quando a portaria No 52 Bsb 77 do Ministério da Saúde instituiu a norma de potabilidade em todo o território nacional. Entretanto, a implementa o de um programa de vigilancia da qualidade da água só ocorreu a partir da cria o do Sistema Nacional de Vigilancia Ambiental em Saúde em 1999, e da publica o da portaria 1.469 em 2000. O objetivo deste artigo é discutir os desafios que se colocam para a vigilancia da qualidade da água, n o só como proposta racionalizadora das a es do Estado, mas como prática sanitária de vigilancia em saúde que tenha como perspectiva incorporar a promo o e a prote o da saúde ao conjunto de medidas adotadas pelo SUS, atendendo ainda às seguintes diretrizes: gera o de dados, análise e dissemina o da informa o; descentraliza o; intersetorialidade e participa o da sociedade. O artigo está organizado de modo a descrever, a partir de uma perspectiva histórica, o processo de normatiza o e regula o da qualidade da água para o consumo humano, abordando os principais desafios e perspectivas da vigilancia da qualidade da água no sentido da busca por a es intersetoriais e descentralizadas, abertas a uma gest o participativa voltada para o controle social.
A SOCIEDADE DA INFORMA O: POSSIBILIDADES E DESAFIOS
Rodrigo Tavarayama,Regina Célia Marques Freitas Silva,José Roberto Martins
Nucleus , 2012,
Abstract: Estamos vivendo em uma época marcada por inúmeras mudan as, influenciada cada vez mais pelosavan os tecnológicos e o surgimento de uma nova sociedade marcada pela informa o e o conhecimento. O objetivodeste trabalho foi realizar uma reflex o em torno da quest o da Sociedade da Informa o, analisando aspossibilidades e desafios que hoje encontramos em meio ao processo de inclus o digital e as suas consequências nasociedade.We are living in an age marked by numerous changes, increasingly influenced by technologicaladvances and the emergence of a new society characterized by information and knowledge. The objective of thisstudy was a reflection on the question of the Information Society, examining the possibilities and challengeswe found through the process of digital inclusion and its consequences in society.
Vigilancia em saúde do trabalhador e promo o da saúde: aproxima es possíveis e desafios  [cached]
Alves Roberta Belizário
Cadernos de Saúde Pública , 2003,
Abstract: O trabalho pretende discutir as aproxima es possíveis entre as práticas de Vigilancia em Saúde do Trabalhador e o enfoque da promo o da saúde, bem como os distanciamentos e desafios da Vigilancia em Saúde do Trabalhador em face dessa outra concep o de saúde pública, procurando refletir sobre a pertinência, a relevancia e a viabilidade de tal perspectiva para a Saúde do Trabalhador. A discuss o empreendida defende que existem muitos pontos em comum entre essas abordagens, em termos teóricos e metodológicos, e aponta a necessidade para a Vigilancia em Saúde do Trabalhador de se integrar de forma mais efetiva às a es de promo o da saúde, a fim de a buscar uma maior viabiliza o de suas a es e sua consolida o como área da saúde pública.
Psicologia Cultural da Religi o: Perspectivas, Desafios, Possibilidades  [cached]
Jacob A. Belzen
REVER : Revista de Estudos da Religi?o , 2009,
Abstract: Após definir o que é Psicologia da Religi o, o autor assinala que esta disciplina pode ser estudada a partir de várias perspectivas, mas desde uma perspectiva que permita distinguir suas características propriamente psicológicas. A Psicologia Cultural oferece exatamente esta possibilidade. Embora possam ser identificados vários tipos de Psicologia Cultural, o desafio contemporaneo para a Psicologia da Religi o é o emprego daquelas aproxima es que permitem a conceitua o e investiga o das rela es entre religi o como fen meno cultural e o funcionamento psíquico. Este artigo passa em revista algumas teorias antigas da Psicologia compatíveis com o insight da Psicologia Cultural, para discutir, em seguida, algumas aproxima es mais promissoras e comentar outras que estudam a Religi o por meio da Psicologia.
Democracia e empoderamento no contexto da promo??o da saúde: possibilidades e desafios apresentados ao Programa de Saúde da Família
Martins, Poliana Cardoso;Cotta, Rosangela Minardi Mitre;Siqueira-Batista, Rodrigo;Mendes, Fábio Farias;Franceschinni, Sylvia do Carmo Castro;Priore, Silvia Eloiza;Dias, Glauce;
Physis: Revista de Saúde Coletiva , 2009, DOI: 10.1590/S0103-73312009000300007
Abstract: the family health program (fhp) is considered one of the main strategies for reorganization of the brazilian unified health system, redirecting the model of attention to the health in brazil, acting as a new standard which valorizes the actions towards the promotion of health, prevention of diseases and curative care. in the context of democracy in health, the promotion of health is highlighted as a process where the individuals are trained to have a greater control on their own health, recognizing the importance of the power and control on the health determiners; using strategies which aim to empower the individuals, increasing their participation on the modification of the relevant elements to the health. this article aims to achieve a critical reflection on the importance of the sfp for the promotion and stimulus to the empowerment/liberation of the population, glimpsing from them a more active participation in the decision-making in health.
O reconhecimento da categoria de refugiados ambientais pela ordem jurídica internacional: possibilidades e desafios  [cached]
Janaína Freiberger Benkendorf Peixer
Meridiano 47 : Boletim de Análise de Conjuntura em Rela??es Internacionais , 2011,
Abstract: A quest o ambiental que se apresenta atualmente é a grande onda migratória que as mudan as climáticas ir o gerar. A causa para tal preocupa o é a falta de preparo dos governos e a inexistência de instrumentos internacionais de prote o aos refugiados climáticos. O presente estudo visa confrontar a complexidade que a quest o migratória coloca para o Direito e para a sociedade, oferecendo dados, atuais perspectivas e novos desafios, estimulando o debate em busca de solu es efetivas para os migrantes ambientais.
Práticas intersetoriais nas políticas públicas de promo o de saúde Intersectoral practices in public policies for health promotion  [cached]
Elaine de Azevedo,Maria Cecília Focesi Pelicioni,Marcia Faria Westphal
Physis: Revista de Saúde Coletiva , 2012,
Abstract: Esta revis o analisa algumas políticas públicas estabelecidas entre 2006 e 2010 que dialogam com as diretrizes da Promo o da Saúde, de modo a investigar como a intersetorialidade perpassa suas a es. A intersetorialidade tem o potencial de revitalizar tais políticas, estimulando a es promotoras da saúde que contemplem os complexos condicionantes do processo saúde-doen a. Entretanto, evidenciam-se alguns problemas para atingir esse desafio. Destacam-se o despreparo político e técnico de gestores e profissionais da saúde para assumir a es intersetoriais e quest es de ordem administrativa que dificultam a execu o integrada de a es. Tal despreparo leva, entre outros danos, à falta de reconhecimento de alguns dos temas das políticas como quest es legítimas de Saúde Coletiva. Além disso, permanecem em muitas das agendas das políticas, decis es centralizadas que impedem a participa o da comunidade e o surgimento de problemas ajustados às realidades locais, cujas solu es exigem interven es intersetoriais e criativas. Assim, torna-se essencial fomentar um efetivo processo educativo interdisciplinar que forme profissionais da saúde com vis o intersetorial em sintonia com as diretrizes das políticas públicas de promo o da saúde. Também é importante valorizar a dimens o territorial e as redes sociais, potencializando processos participativos que ampliem a perspectiva intersetorial dessas políticas, bem como estimular a ativa o do sujeito nos processos decisórios. This review examines some public policies established between 2006 and 2010 that dialogue with the guidelines of Health Promotion, in order to investigate how intersectorality permeates their actions. Intersectoriality is able to revitalize such policies, encouraging health promotion actions that address the complex determinants of the disease process. However, some problems showed up to meet this challenge. Noteworthy is the unpreparedness of political and technical managers and health professionals to take intersectoral actions and administrative matters that hinder the implementation of integrated actions. This unpreparedness leads, among other damages, to the lack of recognition of some themes of the policies as legitimate questions of public health. Moreover, many remain in the policy agendas, centralized decisions that prevent community participation and the emergence of problems adjusted to local realities, whose solutions require intersectoral and creative interventions. Thus, it becomes essential to foster an effective educational process to form interdisciplinary health professionals wi
O modelo vibracional da luz de Huygens e o ensino de Física: Equívocos, desafios e possibilidades  [PDF]
Boniek Venceslau da Cruz Silva
Latin-American Journal of Physics Education , 2011,
Abstract: A História da Física sempre atraiu a aten o da popula o acadêmica ou n o. Atualmente, a História da Física vem se transformando em uma importante ferramenta pedagógica, onde tal perspectiva é apresentada em eventos e revistas da área. Neste trabalho apresentamos um estudo da obra Tratado da Luz de Christian Huygens, onde mostramos tanto como se deu a inser o dessa obra no contexto acadêmico da época como os equívocos históricos e didáticos relacionados ao modelo proposto por Huygens, apresentados em sites da internet e livros didáticos
Estratégias Intersetoriais no Desenvolvimento do Turismo de Natureza: desafios e perspectivas
Patrícia Monteiro Gorni,Marialva Tomio Dreher
Revista Turismo em Análise , 2011,
Abstract: O turismo de natureza pelas suas características e, em especial, pela sua dependência da conserva o ambiental, encontra dificuldades em sobreviver sem a coopera o entre os setores público, privado e terceiro setor. Por isso, o objetivo deste estudo foi analisar como as parcerias intersetoriais podem contribuir, estrategicamente, com a competitividade das organiza es que atuam no segmento do turismo de natureza, nos municípios de Blumenau, Pomerode e Gaspar, inseridos na Regi o de Blumenau (SC). O método adotado foi o da pesquisa qualitativa com a metodologia exploratória. Os procedimentos de coletas de dados envolveram a realiza o de entrevista semiestruturada e a análise documental. No cenário estudado foi observado que as estratégias intersetoriais s o incipientes e, n o contribuem diretamente com o desenvolvimento do turismo de natureza. No entanto, existe uma percep o de que a articula o entre os setores pode representar um meio para alavancar e fortalecer este segmento turístico.
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