oalib
Search Results: 1 - 10 of 100 matches for " "
All listed articles are free for downloading (OA Articles)
Page 1 /100
Display every page Item
Contribui o do patologista cirúrgico para o diagnóstico das síndromes do cancer hereditário e avalia o dos tratamentos cirúrgicos profiláticos
Alvarenga Marcelo,Cotta Ana Cristina,Dufloth Rozany Mucha,Schmitt Fernando Carlos de Lander
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2003,
Abstract: INTRODU O: As neoplasias malignas em vários órg os podem apresentar ocorrência esporádica ou familiar. O patologista cirúrgico desempenha papel decisivo no diagnóstico do cancer hereditário. Este estudo visou à revis o dos recursos disponíveis na rotina diagnóstica para a detec o do cancer hereditário, bem como à discuss o das abordagens terapêuticas cirúrgicas profiláticas relatadas. MéTODOS: Revis o de artigos relacionados às síndromes do cancer hereditário quanto ao diagnóstico e às cirurgias profiláticas. RESULTADOS: Os principais achados clínicos indicadores da síndrome do cancer hereditário relatados s o: idade precoce ao diagnóstico, múltiplos tumores primários, vários membros acometidos de uma mesma família e diversas gera es acometidas. Os tipos histológicos mais freqüentemente associados às síndromes de cancer familiar s o: carcinoma ductal pouco diferenciado e carcinoma medular da mama, adenocarcinomas serosos de alto grau do ovário, carcinoma medular da tireóide e carcinoma gástrico difuso. Mastectomia bilateral, ooforectomia bilateral, gastrectomia total e tireoidectomia total s o modalidades de cirurgias profiláticas relatadas. CONCLUS O: O material de rotina diagnóstica em patologia cirúrgica fornece informa es valiosas para o diagnóstico do cancer hereditário, podendo influenciar favoravelmente o prognóstico com indica es apropriadas para rastreamento clínico. A indica o para cirurgias profiláticas permanece controversa, principalmente quanto às ooforectomias e às mastectomias bilaterais.
Implica es da nova lógica de a o do Estado para a educa o municipal
Azevedo Janete Maria Lins de
Educa??o & Sociedade , 2002,
Abstract: Nos últimos sete anos tem ocorrido no Brasil uma progressiva municipaliza o do ensino fundamental, da educa o infantil e de jovens e adultos decorrente de indu es/programas do poder central que assumiu a descentraliza o como um dos princípios das políticas educativas. Embora n o se desconhe a que estas medidas têm contribuído para o aumento das matrículas nesses níveis, no presente artigo problematiza-se o seu pouco alcance para garantir processos de escolariza o com efetiva qualidade. Pontuando-se as principais características que passaram a nortear a a o do Estado, particularmente no que concerne às mudan as da administra o burocrática para a gest o gerencial, procura-se mostrar as implica es dessas mudan as na educa o municipal, tendo-se por referente resultados de pesquisa sobre impactos de programas do governo federal voltados para o financiamento da escolariza o nos espa os locais.
O arranjo em matriz de amostras teciduais (tissue microarray): larga escala e baixo custo ao alcance do patologista
Andrade, Victor Piana de;Cunha, Isabela Werneck da;Silva, Edaise Maria da;Ayala, Fernanda;Sato, Yukie;Ferreira, Severino da Silva;Nascimento, Carlos Ferreira;Soares, Fernando Augusto;
Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial , 2007, DOI: 10.1590/S1676-24442007000100011
Abstract: tissue microarrays (tma) is a worldwide well accepted technique described in 1998 by kononen et al. it uses an extremely simple concept of ordering hundreds of samples in just one paraffin block to evaluate protein expression in large cohorts with great advantages on costs, time and sample saving. we discuss the technique, its advantages and limitations, strategies to construct the receptor block, its usefulness and difficulties experienced in the last five years at hospital do cancer a.c. camargo.
Estratégias Cognitivas como Solu es de Sucesso no Projeto do Material Institucional para EAD
Vania Paula de Almeida Neris,Junia Coutinho Anacleto,Americo Talarico Neto,Sílvia H. Zem-Mascarenhas
Revista Brasileira de Informática na Educa??o , 2009,
Abstract: Acredita-se que para um processo efetivo de ensino e aprendizagem em Educa o a Distancia (EAD) é necessário apoiar o professor na tarefa de gerar material instrucional, estimulando-o a utilizar recursos pedagógicos que facilitem a constru o do conhecimento do aluno. Neste trabalho avaliou-se um conjunto de estratégias cognitivas no apoio à gera o e estrutura o de material instrucional para EAD, visando o aumento da usabilidade e qualidade do material. Resultados dos estudos de caso sugerem que as estratégias s o solu es de sucesso para alguns problemas recorrentes na edi o desses hiperdocumentos. Portanto pretende-se, numa etapa subseqüente, formalizar essas estratégias no formato de Padr es.
Sono e cogni o: implica es da priva o do sono para a percep o visual e visuoespacial = Sleep and cognition: implications of sleep deprivation for visual perception and visuospatial  [PDF]
Soares, Cibele Siebra,Almondes, Katie Moraes de
Psico , 2012,
Abstract: O sono é importante para as fun es cognitivas como a percep o visual e visuoespacial. Entretanto, estudos desta natureza s o escassos e com diferentes metodos, dificultando compara es. Objetiva-se revisar a literatura sobre as implica es do sono para a percep o visual e visuoespacial e obter maior compreens o desta rela o. Observou-se que a priva o de sono pode resultar na forma o de imagens turvas e duplas sobre a retina, diminui o na vigilancia visual, acuidade visual, flutua o no tamanho pupilar e altera o na velocidade dos movimentos sacádicos. Estudos em indivíduos privados de sono demonstraram, ainda, fen menos de negligência visual, vis o de túnel e processamento mais lento na via parvocelular, quando comparado à via magnocelular. Portanto, a maioria das investiga es sobre sono e percep o visual indicam prejuízos na capacidade de perceber com precis o estímulos visuais do ambiente devido à priva o de sono. Sleep is important for cognitive functions like visual perception and visuospatial. However, such studies are scarce with different methodologies. It’s difficult for comparisons. The objective is review the literature on the implications of sleep for visual and visuospatial perception and obtain greater understanding of this relationship. It was noted that sleep deprivation can result in the formation of double and blurred images on the retina, decrease in visual vigilance, visual acuity, fluctuation in pupil size and change in velocity of the saccade. Studies in subjects in the sleep deprivation also showed visual neglect phenomena, tunnel vision and slower processing in the parvocellular pathway, compared to the magnocellular pathway. Therefore, most research on sleep and visual perception indicate loss in the ability to accurately perceive visual stimuli of the environment due to sleep deprivation.
A implica o do pesquisador na pesquisa interacionista na escola  [cached]
Ruth Bernardes de Sant’Ana
Psicologia em Revista , 2010,
Abstract: Toda pesquisa de campo é participante, mas com graus diferentes de participa o dos sujeitos no universo pesquisado, pois, mesmo naquela baseada em contrato deliberado de n o interven o, a rela o intersubjetiva pesquisador-pesquisado produz sempre alguma interferência no processo investigativo. Este artigo retoma essa discuss o, sobretudo com base nas teorias de implica o pesquisador-pesquisado de Barbier e Lapassade, em diálogo com a perspectiva interacionista de Mead, Berger & Luckmann e Goffman. Para tal, remete à análise da implica o, que consiste em interpretar como o pesquisador reage aos elementos conscientes e inconscientes, presentes no jogo interacional em que se encontra envolvido durante a sua permanência na pesquisa de campo, o que afeta, em maior ou menor grau, o processo de investiga o. O tema ganhou impulso nos anos 60 do século XX, mas n o se esgotou; raz o pela qual está sendo problematizado aqui, com ênfase na observa o do cotidiano escolar.
Experiências educativas em Química com jovens e adultos: incurs es em ciência, trabalho e ideologia e suas implica es curriculares  [cached]
Alceu Júnior Paz da Silva,Luiz Carlos Nascimento da Rosa,Gustavo da Silva Flores,Narendranath Martins Costa
Educa??o : Revista do Centro de Educa??o UFSM , 2009,
Abstract: O cenário contemporaneo de desemprego massivo e de intensifica o da precariza o do trabalho têm levado para o interior dos cursos de Educa o de Jovens e Adultos (EJA) o imaginário de que a escolariza o média é fundamental para a qualifica o profissional e a conquista de (melhores) empregos. O objetivo deste trabalho é problematizar o currículo da disciplina de Química diante do interesse destes jovens e adultos em se qualificarem para o mundo do trabalho. Para isso utilizamos as contribui es da teoria social marxiana de Gramsci como instrumentos teórico-metodológicos a fim de investigarmos os aspectos hegem nicos nos quais o currículo está imerso. Tomando o currículo como espa o de disputa pela hegemonia social. Concluímos que é promissor explorar a abordagem histórica do conhecimento químico como elemento mediador de práticas educativas contra-hegem nicas. Palavras-chave: Educa o de Jovens e Adultos. Currículo. Hegemonia.
TRAJETóRIAS AFETIVO-SEXUAIS ENTRE JOVENS DO ENSINO MéDIO: IMPLICA ES DOS SENTIDOS DE AMOR E MATERNIDADE  [cached]
Taluana Laiz Martins Torres
Nuances : Estudos sobre Educa??o , 2010,
Abstract: TRAJETóRIAS AFETIVO-SEXUAIS ENTRE JOVENS DO ENSINO MéDIO: IMPLICA ES DOS SENTIDOS DE AMOR E MATERNIDADE
Avalia o cognitiva por provas assistida em crian as com necessidades educativas especiais  [cached]
Tatiane Lebre Dias,Ana Cristina Barros da Cunha,S?nia Regina Fiorim Enumo
Psicologia em Revista , 2010,
Abstract: Uma nova perspectiva baseada na abordagem sociointeracionista, denominada avalia o assistida ou dinamica, trouxe avan os para a área de avalia o cognitiva, oferecendo indicadores do potencial de aprendizagem. Com base nessa concep o, este trabalho verificou a adequa o de provas cognitivas assistidas, que incluem uma fase intermediária de assistência em crian as com dificuldade de aprendizagem (DA) e deficiência visual (DV). Para tanto, utilizou-se do jogo de perguntas de busca com figuras diversas (PBFD) e o jogo de perguntas de busca com figuras geométricas para crian as com deficiência visual (PBFG-DV). Esses jogos investigam as estratégias utilizadas ao se elaborarem quest es de busca de informa o com restri o de alternativa, em situa o de resolu o de problemas. Ao final do jogo, obtém-se um perfil de desempenho cognitivo. As provas assistidas foram sensíveis em identificar a varia o de desempenho das crian as, mostrando-se adequadas para a avalia o de habilidades cognitivas de crian as com diferentes necessidades educativas especiai
Práticas educativas em saúde do enfermeiro com a família da crian a hospitalizada  [PDF]
Fernanda Garcia Bezerra Góes,Angela Maria La Cava
Revista Eletr?nica de Enfermagem , 2009,
Abstract: As reflex es de como os enfermeiros est o realizando as a es educativas em saúde na assistência infantil levaram aquest o norteadora deste estudo: Como o enfermeiro tem desenvolvido as a es de educa o em saúde com a famíliada crian a hospitalizada? O presente trabalho teve como objetivo caracterizar as práticas educativas em saúde doenfermeiro com a família da crian a hospitalizada. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, de abordagemqualitativa, cujos sujeitos foram nove enfermeiros que trabalham na unidade de pacientes internos de um hospitaluniversitário pediátrico localizado no município do Rio de Janeiro. O instrumento para produ o dos dados foi aentrevista semi-estruturada, aplicada aos sujeitos entre os meses de setembro a novembro de 2006. A partir daAnálise Temática dos dados, emergiu a seguinte categoria: Práticas educativas em saúde: preparando as famílias decrian as dependentes de tecnologia para o cuidado domiciliar. Verificou-se que as a es educativas encontram-sevoltadas principalmente para as crian as dependentes de tecnologia. Recomenda-se a cria o de servi os de aten odomiciliar para as crian as que necessitam de cuidados especializados de forma tal que suas famílias tenham umarede de apoio para cuidar de seus filhos e a cria o de grupos educativos com as famílias das crian as hospitalizadas.
Page 1 /100
Display every page Item


Home
Copyright © 2008-2017 Open Access Library. All rights reserved.